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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Bristol joins race to be test bed for ultra-fast 5G technology

woman holding colourful smartphone
A recent Ofcom report suggested 20% of homes in urban areas struggle with poor 4G phone signal.

In rural areas, it's as high as 80%. Little wonder then Britain languishes at 54th place in the global league table of 4G connectivity, behind Albania, Estonia and Peru.

The hunt is now on for test beds to develop new 5G technology - Bristol, Kings College London and the University of Surrey are all said to be interested.

The government has announced a fresh drive to bring us up to speed for the digital age. It has put superfast connections at the heart of its Industrial Strategy, backed up with investment of £1bn.

Inside the Smart Internet Lab at the University of Bristol - I discover just how much progress they've already made.

They've designed a small box that emits 5G. The promise is super-fast, super-reliable connectivity wherever you go.

It's an essential component in the driverless car technology they're also working on here. When you're travelling at 60mph in a car reliant on mobile signals for direction, you can't afford to slip into a digital desert.

Lab director, Professor Dimitra Simeonidou, said: "5G is a revolution. It's not just about having a faster connection in our mobile phones - it's also about creating a seamless connectivity with the network and it's about having complete reliability."

"Often in your home you have great connectivity. Your teenagers might be on YouTube while you're watching programmes streamed on iPlayer. Then you get into your car and you don't even get a 3G service. 5G will stop all of this."

As our data demands climb exponentially we need a network that can support them. Now the race is on to design the framework for that digital dream.

Source: BBC

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Conexão 5G promete muito mais que vídeos melhores de gatos

Celular com tecnologia 5G
De tempos em tempos, as operadoras de telefonia celular prometem turbinar os smartphones com uma nova tecnologia “G”.

Mais recentemente, o 4G começou a substituir o 3G e os usuários, de uma ponta à outra dos EUA, celebraram o fato de poderem assistir vídeos de gatos sem interrupções (pelo menos na maior parte do tempo).

Neste verão no Hemisfério Norte, a Verizon e a AT&T começarão a testar o 5G.

Se funcionar conforme o anunciado, essa rede de telefonia de quinta geração poderia ser muito mais transformadora do que as versões anteriores, acelerando a adoção da Internet das Coisas: casas inteligentes, carros autônomos, robôs cirúrgicos e mais.

Segundo uma estimativa, o número de “coisas” conectadas poderia mais que duplicar para 50 bilhões globalmente até 2020 -- e alcançar 500 bilhões 10 anos depois.

O lançamento da conexão 5G representa a maior expansão da internet até hoje e tem o potencial de gerar bilhões de dólares em negócios para empresas como Cisco Systems, Nokia, Ericsson, Qualcomm e Intel.

Todas estão competindo para construir as engrenagens das novas redes; sua capacidade de conseguir contratos poderia determinar a sobrevivência de algumas dessas companhias.

“O 5G não se resume a outro G com uma internet super-rápida”, diz o CEO da Ericsson, Hans Vestberg. “O 5G vai além dos smartphones e dos tablets. Nós achamos que o 5G poderia oferecer uma excelente oportunidade de transformar nosso mundo”.

Embora o 5G represente uma enorme oportunidade para uma série de potências do setor, a liderança em uma geração de tecnologia não é garantia de domínio na próxima.

A Nokia não conseguiu prever a chegada da internet móvel e perdeu para a Qualcomm, para a Samsung Electronics e, essencialmente, para o iPhone, o transformador aparelho da Apple.

Quando o 4G chegou, a Sprint apostou no Wi-Max, mas foi forçada a adotar a tecnologia usada pela Verizon Communications.

Não há dúvida de que o 5G ocorrerá; apenas não está claro quem tirará mais proveito da conexão, porque boa parte da tecnologia ainda não foi testada no mundo real.

Como qualquer usuário de smartphone pode comprovar, até mesmo as últimas redes 4G às vezes têm dificuldades para gerenciar as milhões de pessoas tuitando, assistindo a vídeos e jogando on-line -- o que nos deixa ansiosos por esperar preciosos segundos enquanto o Google não mostra os resultados de uma busca.

Este nível de qualidade não é bom o suficiente para um carro autônomo que precisa decidir se é seguro atravessar um cruzamento e precisa esperar até que alguém receba o próximo pacote de dados do filme que está assistindo no Netflix.

Por isso, para começar, a próxima rede terá que dar uma resposta muito mais rápida.

Por anos o setor se concentrou principalmente na quantidade de dados que poderá fazer passar pelo sistema em um determinado período -- um conceito conhecido como throughput ou taxa de transferência -- com tentativas apenas rudimentares de garantir que todos recebam o que precisam durante o pico da demanda.

Latência

O novo foco é a latência -- a rapidez com que uma rede responde a um pedido.

Para garantir que um robô reaja de forma instantânea a um cirurgião que opera remotamente, as redes 5G terão um processamento embutido, armazenarão os dados mais perto de onde são necessários e usarão várias formas de ondas de rádio para enviar e receber tráfego.

Tudo isso precisa ser controlado por um software avançado que pode se adaptar dinamicamente ao conteúdo que é enviado, e aonde e quando ele é enviado, segundo necessidades que mudam rapidamente.

“A latência é importante”, disse Akshay Sharma, analista da Gartner. “Você confiaria em receber seus dados vindos do outro lado do país ou preferiria que eles fossem atualizados localmente, em milissegundos?”.

Os executivos do setor, é claro, dizem que os benefícios mais que compensarão os custos.

Em um e-mail, o diretor de estratégia da AT&T, John Donovan, descreve um futuro brilhante com “novas experiências em realidade virtual, carros autônomos, robótica, cidades inteligentes, assistência médica e muito mais”.

Fonte: Ian King e Scott Moritz, da Bloomberg

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A bateria do seu smartphone vai durar muito mais com o 5G

Mulher segura smartphone
A tecnologia de conexão 5G, que deve chegar por volta de 2020, poderá fazer com que a bateria do seu smartphone dure muito mais. Ainda em desenvolvimento, a quinta geração de comunicação móvel trará mudanças se comparada com a 4G—uma delas é um aumento considerável na eficiência energética.

“A 4G não é sustentável do ponto de vista da energia. As operadoras gastam muito com isso. Não podemos continuar o uso da 4G sem ter problemas sérios de custo de energia no futuro”, disse a EXAME.com Rodrigo de Lamare, professor da PUC do Rio de Janeiro e da Universidade de York, no Reino Unido.

Desde o início do desenvolvimento das tecnologias que serão usadas na rede 5G, a questão da eficiência energética foi importe para os cientistas. De acordo com de Lamare, o sistema todo foi projetado buscando uma eficiência maior. “A 4G foi pensada há mais de dez anos. Na época, isso não era uma prioridade”, afirma o professor.

A conversão de informação em sinal é algo que consome muita bateria dos smartphones por exemplo. “A ideia é melhorar essa situação. Fala-se até de economizar uma bateria para que seja preciso recarrega-la a cada 30 dias”, explicou.

O problema é que o a rede 4G deve continuar sendo usada pelas smartphones como reserva para eventuais falhas de cobertura no 5G--hoje o mesmo acontece com o 4G e o 3G. Por conta disso, os smartphones ainda precisarão ser conectados à parede com regularidade.

Eficiência energética é um ponto importante quando pensamos em outro papel que a rede 5G terá: conectar, além de pessoas, objetos. É a chamada internet das coisas. Imagine ser preciso trocar baterias de sensores espalhados pelo país ou pelo mundo com regularidade. Seria um trabalho e tanto.

“Sensores que participam da internet das coisas poderão operar por anos. Isso diminui os custos de manutenção. Com monitoramento ambiental, por exemplo, seria muito custoso enviar uma pessoa para a manutenção”, afirmou o professor.

Desenvolvimento

Rodrigo de Lamare tem participado no desenvolvimento de tecnologias e padrões para a rede 5G. Ele é coordenador do Laboratório de 5G do Centro de Estudos em Telecomunicações do Centro Técnico Científico da PUC-Rio.

O laboratório conta com trabalho de mais de trinta professores, pesquisadores, mestrandos e doutorandos.

Fonte: Exame

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Ericsson realizará testes de 5G no Brasil em 2016

A Ericsson, maior fabricante mundial de equipamentos para telefonia móvel, informou nesta segunda-feira que testará a tecnologia de telefonia móvelde quinta geração (5G) no Brasil em 2016 por meio de uma parceria com o grupo Claro, da América Móvil.

Segundo a Ericsson, os primeiros testes de sistemas da América Latina para o 5G e IoT (Internet das Coisas, conexão à Web de objetos utilizados no dia a dia) serão desenvolvidos no país durante o ano que vem.

O 5G é a mais nova geração de telecomunicação móvel, proporcionando velocidades mais rápidas que a 4G.

O anúncio foi feito durante visita da presidente Dilma Rousseff aos escritórios da Ericsson na Suécia nesta segunda-feira.

"Para o 5G, nosso foco é entender como os sistemas serão usados tanto pela sociedade como pelas indústrias. Para conseguir concluir as redes comerciais em2020, a Ericsson está fechando parceria com a América Móvil para o primeiro teste de sistema 5G no Brasil", disse o presidente-executivo da Ericsson, Hans Vestberg, em comunicado da empresa.

"Estou convencido de que a próxima geração de banda larga móvel e de Internet das Coisas, possibilitada pelo 5G, irá acelerar as oportunidades para avançar emáreas como saúde, educação, energia e agricultura, e em novas aplicações na indústria."

Os testes com sistema 5G no Brasil serão os primeiros da América Latina. Os projetos serão feitos em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal do Ceará.

Fonte: Exame/Abril