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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Jogos Olímpicos 2020: organização reduz custos e lotação do estádio

Governo japonês anuncia redução da lotação do estádio de 80 para 68 mil lugares. Poupança ronda os 700 milhões de euros
Jogos Olímpicos 2020: organização reduz custos e lotação do estádio
O governo japonês aprovou o novo plano do estádio para os Jogos Olímpicos de 2020, que corta o orçamento para aproximadamente metade e diminui a capacidade de lotação do recinto desportivo de 80 mil para 68 mil lugares.

O estádio, onde vai realizar-se a cerimónia de abertura dos Jogos, tem um orçamento de 155 mil milhões de ienes (1.131 milhões de euros), de acordo com o documento aprovado esta sexta-feira pelo executivo nipónico.

Este valor representa um corte sigificativo ao valor que constava do projeto inicial, cujos custos rondavam os 252 mil milhões de ienes, cerca de 1.855 milhões de euros.

Apesar de o novo plano rever a descida da lotação do estádio, a capacidade inicialmente prevista (80 mil lugares) poder ser atingida com a colocação de arquibancadas suplementares.

O Governo também vincou o objetivo de terminar a construção do recinto em janeiro de 2020, tal como solicitado pelo presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), John Coates, durante uma reunião, no início da semana, na capital japonesa.

Em meados de julho, o Governo decidiu começar do zero e descartar o projeto inicial, concebido pela arquiteta anglo-iraquiana Zaha Hadid, na sequência de uma onda de críticas devido à sua dimensão faraónica e, consequentes, custos excessivos.

O Japão vai lançar em setembroT um novo concurso internacional para escolher outro projeto, devendo a construção ter início até finais de 2016.

Fonte: http://www.maisfutebol.iol.pt/japao/cortes/jogos-olimpicos-2020-organizacao-reduz-custos-e-lotacao-do-estadio

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Exportações de calçados só devem refletir o dólar alto no final do ano

Heitor Klein (*)

Em julho as exportações de calçados registraram US$ 80 milhões com o embarque de 9,5 milhões de pares. Apesar de o resultado ser, levemente, superior ao registro de junho (US$ 78,5 milhões), ainda ficou aquém do auferido no mesmo mês de 2014, US$ 86,36 milhões. A queda, frente a um ano ruim para as exportações é preocupante.

Para se ter uma ideia da perda nas exportações, no mês de julho de 2010, exportamos US$ 152 milhões, quase o dobro do registro deste ano. Passamos, em poucos anos, da condição de 4º maior exportador mundial para a 15ª posição. A perda da competitividade da indústria calçadista brasileira, ao longo dos anos, foi acentuada por uma carga tributária altíssima, pela burocracia, por uma legislação trabalhista arcaica, por problemas de infraestrutura, entre outros pontos de ordem interna. O dólar, certamente, sempre influenciou para bem ou para o mal neste ínterim, mas o certo é que teríamos resultados mais estáveis se tivéssemos condições adequadas para concorrer com os nossos competidores internacionais.

Hoje, com uma situação prejudicada no mercado interno, que já registrou queda de 5% no volume de vendas de calçados no semestre, e um dólar valorizado os olhos dos calçadistas se voltam novamente para o mercado além-fronteiras, apesar de todos os entraves já citado. A participação brasileira nas feiras internacionais também é um indicativo de que teremos uma recuperação ainda em 2015. Por outro lado, o registro de julho demonstra que a euforia do dólar valorizado ainda não refletiu positivamente nas exportações, já que os pedidos das coleções de primavera-verão, comercializadas no segundo semestre, só devem chegar aos destinos daqui três meses ou mais. Portanto, o que está sendo registrado agora ainda é resultado de negociações anteriores à alta mais substancial da moeda norte-americana.

A expectativa dos calçadistas é de recuperação nas exportações a partir do último trimestre, sendo o incremento mais substancial registrado somente a partir do próximo ano. Em 2015, devido à injeção de ânimo aplicada pela valorização cambial, devemos buscar o empate com as cifras de 2014, chegando a US$ 1 bilhão em embarques, ainda muito aquém do potencial da indústria nacional.

(*) Heitor Klein, presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados)

Fonte: http://www.comexdobrasil.com/exportacoes-de-calcados-so-devem-refletir-o-dolar-alto-no-final-do-ano/

Yuan fecha em baixa ante o dólar

O yuan fechou em baixa frente ao dólar nesta segunda-feira (24/8), embora Pequim tenha mantido sua taxa de referência diária praticamente inalterada.

O PBoC (banco central chinês) estipulou a taxa de paridade desta segunda-feira em 6,3862 yuans por dólar.

Na sessão anterior a taxa era de 6,3864 yuans/dólar.

No fim do dia em Xangai, o dólar estava em 6,4044 yuans, com alta de 0,25% ante o fechamento de 6,3887 yuans de sexta-feira

Fonte: http://www.jb.com.br/economia/noticias/2015/08/24/yuan-fecha-em-baixa-ante-o-dolar/?from_rss=rio