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sexta-feira, 13 de maio de 2016

App faz sugestões de download e remunera usuários

App Mobonus
Um novo aplicativo chega nesta semana ao Brasil e troca sugestões de download de outros apps por bônus de créditos para celulares pré-pagos. Chamado Mobonus, o software coloca anúncios na tela de desbloqueio do seu smartphone Android.

Com o tempo de uso ou a abertura das sugestões de download, o usuário ganha pontos que podem ser trocados por bônus de créditos de internet, ligações ou SMS.

Além de aplicativos, o Mobonus também exibe notícias que, quando acessadas, remuneram o usuário com pontos.

Para conseguir os créditos, é preciso usar o app por algum tempo. Os bônus de 2 reais, 5 reais e 10 reais requerem pontuação de, respectivamente, 200, 500 e 1.000. Cada abertura de sugestão que aparece tela de desbloqueio do smartphone rende dois pontos ao usuário.

O Mobonus é um aplicativo da Mobocity, que, recentemente, comprou os apps “Qual Operadora” e “Me Diga a Operadora” para aumentar o volume de dados de usuários para o seu aplicativo Mobobox, que também identifica a operadora dos contatos da agenda no smartphone.

Sendo assim, o Mobonus é um aplicativo que sugeriu da relação comercial já estabelecida com as operadoras por causa do Mobobox.

De acordo com Zhen Zhang, CEO da Mobocity, o seu aplicativo vai ajudar empresas chinesas de tecnologia a entrar no mercado brasileiro. “Novos apps não chegam a aparecer nem na primeira página nas pesquisas na Google Play Store, o Mobonus ajuda a dar destaque a eles”, declarou Zhang, que é natural da China, mas vive no Brasil há quatro anos.

Além do anúncio do lançamento do Mobonus, o CEO informou a EXAME.com que o Mobobox terá novidades em breve, devido à queda do número de linhas pré-pagas no Brasil. Zhang disse que estuda duas possibilidades: dar ao app a capacidade de realizar recargas de créditos para o celular e transformá-lo em uma espécie de lista telefônica da era digital.

No segundo caso, a ideia seria que o usuário do aplicativo visse quem está ligando sem que seja necessário ter o nome do contato na agenda. Isso seria útil, por exemplo, para quem quiser evitar ligações de call centers.

Outra opção para o futuro do app é dar a ele a capacidade de envio de mensagens – mas Zhang afirma que, para isso, seria preciso criar uma solução melhor do que a do WhatsApp. No entanto, esse projeto ainda está em fase embrionária. Por ora, o Mobonus é o app da vez para a Mobocity.

Fonte: Exame

quarta-feira, 2 de março de 2016

Gadget permite que pais monitorem saúde de bebês com app

Button BabyHug
Ser pai ou ser mãe é estar em constante vigilância, principalmente, quando o filho ainda é um bebê. Por isso, muitos têm dificuldade em se distanciar da criança. Foi pensando nisso que Roberto Castro Junior, CEO da Ventrix, decidiu criar um gadget que monitora todos os movimentos do bebê à distância, desde a respiração até eventuais quedas.

“Eu notei que a minha esposa estava sempre preocupada com o nosso filho. Eu quis devolver a qualidade de vida para ela e deixar a criança mais à vontade”, explica Castro Junior.

Chamado de BabyHug, o aparelho é um button de 34 x 36 mm de diâmetro que pesa apenas 16 gramas. Ele é colocado na roupa do bebê para que um sensor interno possa detectar os micro movimentos da criança. “Após a identificação, um algoritmo diferencia o que é respiração e o que é, por exemplo, uma agitação”, conta o CEO.

Todos os dados coletados pelo button são enviados para os smartphones dos pais, em tempo real, por meio de um aplicativo de mesmo nome. A conexão entre o app e o aparelho pode ser feita via Bluetooth ou internet sem fio.

Outra característica interessante do BabyHug é que ele permite que os pais filmem vídeos e gravem áudios do local onde a criança está. Isso é feito a partir do mesmo app que conecta o button a outros dispositivos móveis.

Assim, resumindo, o gadget é uma babá eletrônica mais moderna. “Entretanto, o equipamento se diferencia por permitir que os adultos, por meio do smartphone, falem com a criança à distância e até mesmo selecionem músicas para acalmá-la”, diz Castro Junior.

O BabyHug, começou a ser desenvolvido em 2013 e recebeu investimento de 1,2 milhão de reais. A empresa espera vender cerca de mil buttons até o final de ano ao custo de 649 reais a unidade.

O gadget já pode ser encontrado nos principais sites de vendas online, como Submarino, Americanas, Extra, Pontofrio, Casas Bahia, Mercado Livre e Shoptime. O aplicativo já está disponível no Google Play e, segundo a empresa, ele será liberado na App Store após a primeira venda.

Fonte: Exame

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Agência cria acessório que te obriga a sorrir

Mulher com sorriso discreto
A onda de wearables não para de avançar. De relógios e óculos superinteligentes a garrafas térmicas que monitoram sua bebida, os simples acessórios que sempre fizeram parte da nossa vida passam a ganhar traços da alta de tecnologia.

Surfando esse tubo, a agência McKinney apostou na criação de algo que todo ser humano realmente almeja: a felicidade.

A ideia inusitada e divertida consiste em um aplique de uma barba branca com sensores que monitoram o sorriso do usuário, enviando informações para um app. O objetivo, segundo os criadores, é incentivar as pessoas a sorrirem cada vez mais.

O diretor de criação da agência, Peter Nicholson, esclarece que o projeto JöLLY nada mais é que uma paródia sobre como as pessoas buscam incessantemente solucionar todos os seus problemas com esses dispositivos tecnológicos.

Paródia ou não, o wearable criado pela McKinney tem funções reais.

Os sensores de fato detectam se a pessoa está sorrindo ou não e, em caso de negativa, envia impulsos aos músculos do rosto para que eles voltem a se contrair.

Entenda como funciona no vídeo abaixo:

Fonte: Exame/Abril

Cientistas criam aplicativo para identificar marfim ilegal

Marfim apreendido em Hong Kong
Pesquisadores da Tailândia desenvolvem um protótipo de aplicativo para celular que ajudará a detectar marfim ilegal graças a uma base de dados que permite localizar sua origem, informou a imprensa local nesta sexta-feira.

Korakot Nganvongpani, chefe da equipe de cientistas da Universidade de Chiang Mai, afirmou que o programa analisa os dados apresentados por um aparelho de laser que detecta a composição química das presas dos elefantes, segundo o jornal "Bangcoc Post".

O aparelho identifica dez tipos de elementos químicos como magnésio, silício e zircônio, que o aplicativo móvel analisa para comprovar se o marfim procede da África ou da Tailândia, o que pode permitir às autoridades certificar sua legalidade.

"O índice de precisão é de 93%. Podemos distinguir entre marfim africano e asiático. No entanto, ainda há um erro de 7% nos resultados, estamos trabalhando para alcançar uma precisão de 100%", disse Korakot.

Os pesquisadores indicaram que o sistema, no entanto, não distingue se está analisando presas, dentes ou ossos (ou derivados), o que também esperam corrigir com mais estudos.

De qualquer forma, os especialistas destacaram que o aplicativo demora quatro minutos em comprovar a origem sem ter de romper o marfim, enquanto a análise por DNA requer duas semanas e, neste caso, é preciso cortar as peças.

Na Tailândia é legal o comércio limitado de presas de elefantes locais, mas as máfias aproveitam esta exceção à proibição do negócio do marfim para camuflar o de origem africana, cuja venda é proibida.

Fonte: Exame/Abril

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Aplicativo para jovens calcula risco de contrair vírus HIV

Aplicativo Tá na Mão que reúne informações sobre prevenção ao HIV
Para tentar sensibilizar o público jovem sobre a importância da prevenção e da detecção do HIV, a Secretaria Municipal da Saúde criou um aplicativo de celular em que é possível calcular o risco de contrair o vírus de acordo com as características de uma relação sexual efetivada.

Batizado de Tá na Mão, o aplicativo traz os endereços de onde fazer o teste, retirar camisinhas e ter acesso à profilaxia pós-exposição.

"É um aplicativo que todos podem utilizar, mas criamos pensando sobretudo no público gay, que costuma marcar encontros por aplicativos", diz Eliana Battaggia Gutierrez, coordenadora do programa municipal de DST/Aids de São Paulo.

A secretaria também anunciou que a Prefeitura assinará nesta sexta-feira, 27, compromisso de, até 2020, ter 90% da população com HIV no município diagnosticada, tratada e com carga viral indetectável, o que evita a transmissão.

A ação faz parte do Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado no dia 1º de dezembro.

Fonte:Exame/Abril

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Aplicativo brasileiro vai monitorar discursos de ódio nas redes sociais no Brasil

Um novo aplicativo brasileiro vai monitorar em tempo real violações aos direitos humanos na internet.

O Monitor de Direitos Humanos deve estar disponível para o público a partir do dia 20 de novembro. Ele vai usar um algoritmo que identifica postagens que revelam agressões a grupos minoritários, mulheres e populações LGBT. Além disso vai ajudar nas denúncias contra páginas que disseminam o ódio contra esses grupos.

O aplicativo chega em um momento de ebulição nas redes sociais. Ao mesmo tempo que cresce a vigilância contra esses discursos racistas e de ódio contra mulheres e gays, aumentam também as agressões. No primeiro dia do Enem uma questão sobre feminismo foi o suficiente para acirrar os ânimos. No segundo dia, o tema de redação sobre a violência contra a mulher aumentou o antagonismo.
Casal recebeu ofensas no Facebook por causa dessa foto. (Reprodução/Facebook).
O professor da Universidade Federal do Espírito (Ufes), Santo Fábio Malini, disse ao portal EBC que os movimentos em defesa dos direitos humanos são vistos de maneira muito pejorativa na internet. E ele acredita que a instabilidade política do país tem ajudado os discursos de ódio a ganharem fôlego, assim como a falta de mediação em espaços onde é possível maior controle.

Malini coordena a elaboração do aplicativo dentro do Laboratório de Estudos em Imagem e Cibercultura da Ufes. O app vai filtrar em tempo real postagens públicas feitas no Facebook, no Twitter e no Instagram relacionadas inicialmente a quatro temas: mulheres, indígenas população negra e LGBTs.

mpunidade

Apesar das denúncias e um maior combate ao ódio na internet, a sensação de impunidade ainda é grande. Que o diga Maria das Dores Martins dos Reis, jovem negra que postou uma foto no Facebook ao lado de seu namorado, que é branco. A foto recebeu centenas de comentários racistas e foi compartilhada em grupos criados especialmente para agredir Maria das Dores.

O caso da jovem chegou a ser investigado pela polícia, mas hoje, mais de um ano depois, Maria das Dores ainda não viu seus agressores serem punidos. A coordenadora do Núcleo Contra a Desigualdade Racial da Defensoria Pública do Rio, Lívia Casseres, lamenta que a impunidade seja comum, mesmo em casos de racismo, crime previsto pela legislação brasileira. Diante da leniência ou da morosidade da justiça criminal, a defensoria tem buscado outras saídas.

O monitor de direitos humanos é um projeto encomendado ao laboratório da Ufes pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que hoje integra o Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos. Os dados coletados pelo aplicativo não são encaminhados diretamente para nenhum órgão, mas podem ser usados para quem queira denunciar crimes de ódio ao Programa Humaniza Redes ou mesmo à Polícia Federal. [Com portal EBC]


Fonte: Mundo Bit