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segunda-feira, 28 de março de 2016

Os 10 músicos mais completos da história

Paul McCartney David Bowie
Em uma votação envolvendo 12 especialistas em música, a revista Billboard Brasil elegeu David Bowie como o músico mais completo de toda a história. Com avaliações que levaram em conta voz, presença de palco, capacidade de reinvenção, carisma, exposição, quantidade de hits, uso da internet, versatilidade da imagem e relevância. Jornalistas de cultura, críticos e amantes da música deram o título ao artista morto em janeiro e pódio tem ainda Michael Jackson na segunda posição e Paul McCartney em terceiro lugar.

Na votação, os jurados deram notas de 0 a 10 para nove pontos de cada artista. Depois disso, foi feita uma média entre todas as avaliações, que gerou uma nota final. Bowie teve uma nota final de 8,73, com destaque para a sua relevância (fator que teve nota média 10, ou seja, considerada perfeita por todos os jurados).

Confira os 10 primeiros colocados na lista feita pela Billboard Brasil:

David Bowie
Michael Jackson
Paul McCartney
Mick Jagger
Madonna
Beyoncé
Elvis Presley
John Lennon
Freddie Mercury
Lady Gaga

Fonte: Portal Beatles Brasil

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Tilda Swinton é cotada para interpretar David Bowie nos cinemas

Fãs destacaram semelhanças entre Tilda e Bowie. Foto: Divulgação

Queixas.com.br
O mundo ainda não se recuperou da morte de David Bowie, mas as revistas e jornais americanos já estão se movendo para transformar a história do músico em um filme. O que a imprensa internacional mais discute é a escolha de elenco, e Tilda Swinton é uma das mais cotadas para viver o camaleão do rock nas telonas, segundo o britânico Daily Express.

Segundo o jornal, o fato dela ser mulher não atrapalharia nem um pouco, principalmente em sua fase mais andrógina. A atriz se parece muito com o Bowie jovem.

Tilda e Bowie tinham uma relação próxima. Ela interpretou sua mulher no clipe de The stars (Are out tonight), de 2013. Segundo críticos, o próprio Bowie aprovaria o envolvimento da britânica em sua cinebiografia.

Para a atriz, não seria uma referência inédita. Ela já admitiu que se inspirou no músico para A bigger splash, no qual interpreta um rockstar em ascensão, das roupas ao modo de agir no palco de Bowie.


Fonte: Diario de Pernambuco

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

David Bowie, o talento e a reinvenção que marcaram gerações

Cantor britânico David Bowie durante show em Viena, dia 04/02/1996

http://queixas.com.br/

O camaleônico David Bowie, que morreu no domingo aos 69 anos, conjugou magistralmente talento, gancho comercial e ambiguidade para influenciar gerações de artistas com um inigualável estilo que jamais deixou de reinventar.

Provocador, enigmático e inovador, o britânico David Robert Jones - seu nome real - construiu uma das corridas mais veneradas e imitadas da caprichosa indústria do espetáculo, que lhe colocou no pedestal das lendas da música.

Referência imprescindível da cultura glam e uma virtuosa na encenação, entre suas múltiplas habilidades destacaram-se suas facetas como ator, produtor fonográfico ou arranjador, mas também venerado como ícone da moda por sua tendência a provocar com seus enfeites e a brincar com sua imagem.

Dentro da música popular, Bowie conseguiu se firmar como uma das figuras de maior relevância durante mais de cinco décadas.

Durante os anos 70, a profundidade intelectual de seu trabalho, sua particular voz e a originalidade que impressionava todos seus projetos o transformou em um dos professores do glam rock.

Autor de elogiados álbuns como "Heroes" (1977), "Lodger" (1979) e "Scary Monsters" (1980), o artista de Brixton (Londres), estabelecido em Nova York durante anos, chegou ao mais alto desta indústria em 6 de junho de 1972 com "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spider From Mars".

Esse venerado disco, no qual relata a inverossímil história do personagem Ziggy Stardust, um extraterrestre bissexual e andrógino que virou estrela do rock, mostrou duas das obsessões do cantor: o teatro japonês kabuki e a ficção científica.

Mas esse excêntrico personagem foi apenas uma das muitas e variadas personalidades que adotou ao longo de sua carreira, como os outros "alter ego" de sua colheita criativa: Aladdin Sane e o Duque Blanco. Uma reinvenção incombustível que o permitiu flertar com facetas diferentes durante sua prolífica trajetória.

Em 1975, chegaria seu primeiro êxito nos Estados Unidos pelas mãos de seu single "Fame", um tema que escreveu junto com John Lennon, assim como com seu disco "Young Americans".

Seus experimentos inovadores e suas tendências transgressoras já não cessariam. Após isso, chegaria o minimalista "Löw" (1977), a primeira de três colaborações com Brian Eno, conhecidos como "Trilogia de Berlim", que entraram no Top 5 britânico.

Mais tarde, se situou no mais alto das listas de sucessos de seu país com o pegajoso "Ashes to Ashes", do álbum "Scary Monsters (and Super Creeps)"; colaborou com Queen no bem-sucedido "Under Pressure" e voltou a triunfar em 1983 com "LeT's Dance".

Em 2006, o cantor anunciou que tiraria um ano sabático e a partir daí muitos de seus fãs choraram uma prolongada ausência que valeram todos os tipo de rumores sobre sua saúde.

Esse "retiro" musical foi quebrado apenas com alguma colaboração esporádica e pontual como sua aparição por surpresa em um concerto de David Gilmour (Pink Floyd) no Royal Albert Hall de Londres em 2006 ou sua colaboração no álbum de canções de Tom Waits que publicou em 2008 a atriz americana Scarlett Johansson.

Após dez longos anos de silêncio, Bowie "ressuscitou" em 2013 aos 66 anos com o lançamento de "The Next Day", um disco produzido pelo veterano Tony Viscontti, seu homem de confiança, que conquistou crítica com típicos elementos "bowinianos".

E um ano depois lançou ao mercado a antologia "Nothing Has Changed", com a qual comemorva meio século de carreira.

Seu último álbum foi "Blackstar", que saiu à venda na sexta-feira passada, coincidindo com seu 69° aniversário.

Seu magnetismo e inesgotável puxão comercial fizeram com que o museu londrino "Victoria & Albert" lhe dedicasse uma ampla exposição, na qual foi explorada sua influente carreira mediante 300 objetos selecionados de entre mais de 7 mil, como alguns de seus extravagantes atavios e instrumentos.

A influência de Bowie, que vendeu aproximadamente 136 milhões de discos no mundo todo, é detectada em artistas de todo tipo, como Marilyn Manson, Boy George e Groove Armada.

No âmbito pessoal, Bowie estava casado desde 1992 com a modelo somali Iman, com quem teve uma filha, Alexandria Zahra "Lexi" Jones, e antes havia tido outro filho, Duncan Jones, fruto de um primeiro casamento com Angela Bowie.

Fonte: Exame

Twitter tem 3 milhões de mensagens sobre Bowie em 4 horas

Mulher fotografa homenagem ao cantor David Bowie com um tablet com capa do "Ziggy Stardust", dia 11/01/2016

http://queixas.com.br/
O anúncio da morte de David Bowie nesta segunda-feira já gerou mais de 3 milhões de tuítes em todo o mundo, indicou a Visibrain, plataforma que supervisiona o Twitter.

Visibrain contabilizava às 12h30 (10h30 de Brasília) mais de 3,16 milhões de tuítes em torno dos termos David Bowie e hashtags #RIPDavidBowie, #Bowie e #DavidBowie.

Para efeito de comparação, o último Oscar gerou em cinco horas 5,9 milhões de tuítes, enquanto o Globos de Ouro na noite deste domingo gerou 3,7 milhões de tuítes.

Fonte: Exame