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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

WhatsApp to share users numbers with Facebook

The logo of the messaging application WhatsApp is pictured on a smartphone in Taipei, Taiwan, 07 April 2016. EPA/RITCHIE B. TONGO
The world's most popular messaging service, WhatsApp, on Thursday announced it would begin to share users' numbers with social media giant Facebook with the aim of bringing companies and users closer together.

The update in WhatsApp's terms and privacy policy was announced by the company on their official blog.

Source: EFE

segunda-feira, 9 de maio de 2016

MPF investiga se criptografia do WhatsApp fere Constituição

Whatsapp
O Ministério Público Federal (MPF) em Rondonópolis/MT quer saber se criptografia usada pelo WhatsApp fere a Constituição Federal.

Recentemente o aplicativo anunciou que teria implantado a criptografia tipo "ponta-a-ponta", a qual, segundo informado pela empresa, não permitiria qualquer tipo de interceptação por terceiros.

De acordo com o procurador da República Guilherme Rocha Göpfert, responsável pela investigação, "o direito a intimidade, tal como os demais direitos fundamentais previstos na Constituição Federal, não é revestido de caráter absoluto, de forma que não pode ser utilizado para ocultar práticas criminosas".

O procurador enfatiza ainda a preocupação de que tal restrição criptográfica possa favorecer o crime organizado e gerar danos às investigações e à sociedade, enfraquecendo o combate aos crimes de pedofilia, tráfico de drogas e terrorismo, por exemplo.

Por fim, destaca que a falta de atendimento às decisões judiciais de quebra de sigilo de dados tem levado a rotineiras suspensões do aplicativo, gerando danos a cerca de 100 milhões de usuários no Brasil.

Para apurar os fatos, o MP/RR instaurou procedimento preparatório sobre o cumprimento de ordens judiciais de afastamento de sigilo de dados do aplicativo de comunicação WhatsApp.

Se confirmada referida restrição, disse o procurador, tal criptografia estaria em desacordo com a Constituição Federal, que em seu artigo 5º expressamente permite a quebra do sigilo em situações excepcionais:

Art. 5º (…) XII – é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal;

Para Göpfert , nessa situação, violaria também o artigo 10, §1º, do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/14):

"Art. 10. A guarda e a disponibilização dos registros de conexão e de acesso a aplicações de internet de que trata esta Lei, bem como de dados pessoais e do conteúdo de comunicações privadas, devem atender à preservação da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das partes direta ou indiretamente envolvidas.

§ 1o O provedor responsável pela guarda somente será obrigado a disponibilizar os registros mencionados no caput, de forma autônoma ou associados a dados pessoais ou a outras informações que possam contribuir para a identificação do usuário ou do terminal, mediante ordem judicial, na forma do disposto na Seção IV deste Capítulo, respeitado o disposto no art. 7o."

Fonte: Teletime

segunda-feira, 2 de maio de 2016

WhatsApp Brazil: Judge blocks access to messaging service

The WhatsApp icon
The judge, Marcel Montalvao, issued the order because WhatsApp owner Facebook failed to hand over information requested in a criminal investigation.

WhatsApp was temporarily shut down in December for similar reasons.

The service is widely used in Brazil, where mobile phone owners face some of the highest charges in the world.

The order was due to come into place from 1400 local time (17:00 GMT) and applies to Brazil's five main mobile operators.

A rival service, Telegram, reported a surge of applications after the block came into place.

WhatsApp said it was "disappointed" by the move, saying it had co-operated fully with the local court.

"This decision punishes more than 100 million Brazilians who rely on our service... in order to force us to turn over information we repeatedly said we don't have," a statement said.

In March the same judge ordered the arrest of a Facebook executive based in Brazil for failing to comply with an attempt to block WhatsApp.

He was released the next day.

Source: BBC

quarta-feira, 6 de abril de 2016

WhatsApp agora codifica todas as mensagens que você envia

Whatsapp
Se você se preocupa com vazamento de dados das suas conversas, o WhatsApp diz que você não tem mais nada a temer. A partir de hoje, todas as mensagens que você envia ou recebe no aplicativo (mesmo nos grupos) são codificadas e só podem ser lidas pelos destinatários.

Com a oferta da criptografia ponta a ponta, o WhatsApp diz que usar o seu aplicativo é como ter uma conversa cara a cara com um amigo.

"Estamos orgulhosos de anunciar que concluímos um desenvolvimento tecnológico que faz do WhatsApp um líder na proteção da comunicação privada: criptografia completa de ponta a ponta (End-to-end Encryption). De agora em diante, quando você e seus contatos usarem a versão mais recente do aplicativo, cada ligação que você faz, e cada mensagem, foto, vídeo, arquivo ou mensagem de voz que você envia, são criptografadas de ponta a ponta por padrão, incluindo as conversas em grupo", informou o WhatsApp, em nota a EXAME.com.

O anúncio desse recurso de segurança chega pouco depois de um embate judicial entre o FBI e a Apple. As autoridades pediam que a companhia desse acesso a um iPhone envolvido em uma investigação. A Apple negou o pedido, justificando que oferecer uma porta de acesso (backdoor) poderia comprometer os seus demais clientes, pois essa backdoor poderia cair nas mãos erradas, eventualmente.

Por isso, o WhatsApp deixa clara sua posição quanto ao compartilhamento de dados de usuários com entidades policiais. "Embora reconheçamos o importante trabalho da Justiça em manter as pessoas seguras, os esforços para enfraquecer a criptografia arriscam a exposição de informações dos usuários ao abuso de criminosos virtuais, hackers e regimes opressivos", segundo a dona do app de mensagens mais popular do mundo.

Quem quiser entender melhor como funciona a criptografia utilizada pela WhatsApp pode acessar uma página do site oficial da empresa dedicada ao assunto.

A privacidade dos usuários sempre foi algo que o WhatsApp defendeu a qualquer custo. Exemplo disso foi o bloqueio judicial sofrido pelo app no Brasil no final do ano passado por não compartilhar dados de conversas de um suspeito ligado ao PCC (organização criminosa de São Paulo).

A justificativa apresentada pela companhia foi que os dados dos usuários só permanecem nos servidores da empresa durante o breve período em que eles saem do smartphone do remetente e chegam ao aparelho do destinatário.

A EXAME.com, o CEO da empresa responsável pelo app, Jan Koum, disse que outra medida que a empresa toma em prol da segurança dos dados dos usuários é permitir o acesso por computadores somente quando o celular está perto do usuário. Segundo Koum, o histórico de mensagens fica armazenado apenas no smartphone, evitando que uma cópia fique gravada ou no computador do usuário ou nos servidores da empresa.

O WhatsApp diz esperar que essa medida possa ser um exemplo de como será a comunicação pessoal no futuro: livre, e não vigiada por regimes políticos opressores ou hackers.

"As pessoas merecem ter segurança. Isso possibilita que elas se conectem com as pessoas amadas. Ela nos dá confiança para expressarmos opiniões. Ela permite que troquemos informações sensíveis com colegas, amigos e outras pessoas", escreveu Koum hoje, em seu perfil no Facebook.

Fonte: Exame

segunda-feira, 14 de março de 2016

Facebook, Google e Whatsapp aumentarão codificação de dados

Aplicativo pode ser acessado na versão mais recente do Facebook para iPhone
Alguns dos principais gigantes tecnológicos do mundo, Facebook, Google e Whatsapp, planejam aumentar os sistemas de codificação de dados dos usuários em seus serviços, revelou nesta segunda-feira o jornal britânico "Guardian".

Os especialistas das empresas líderes do Vale do Silício trabalham em suas próprias tecnologias de privacidade, enquanto a Apple está em uma batalha legal com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

O FBI quer que a Apple projete um software que permita a desativação da segurança do iPhone de um suspeito de terrorismo, e a empresa se nega a fazê-lo por considerar que prejudicaria as liberdades civis.

Segundo o jornal, os projetos dessas companhias indicam que o setor está disposto a apoiar publicamente a Apple com ações concretas contra as exigências do governo americano.

A Apple apresentou em fevereiro um recurso de nulidade ao pedido de um tribunal para que ajudasse o FBI a desbloquear um telefone utilizado por um dos autores do tiroteio de dezembro de 2015 na cidade californiana de San Bernardino, que deixou 14 mortos e 22 feridos.

A empresa considera que a ordem tem amplas repercussões e causaria "um prejuízo significativo às liberdades civis, à sociedade e à segurança nacional".

Segundo o "Guardian", em questão de semanas o Whatsapp planeja expandir seus sistemas de codificação de modo que também suas mensagens de voz estejam encriptadas, assim como suas mensagens de grupos, enquanto o Facebook tem pensado em reforçar a segurança em seu sistema de mensagem.

Outras empresas tecnológicas que cogitam adotar medidas semelhantes são o Snapchat e o Google.

Até o momento, os engenheiros dessas empresas, assim como do Twitter, exploraram os produtos de mensagens codificadas, apesar de não os terem lançado ao mercado por considerar que são difíceis de usar ou por terem priorizado outros projetos que consideram mais acessíveis ao consumidor.

No entanto, segundo o "Guardian", essas companhias esperam agora aumentar a codificação, pois os altos diretores desses gigantes tecnológicos consideram as ferramentas de privacidade como uma vantagem nos negócios.

Fonte: Exame

quarta-feira, 2 de março de 2016

Por que Facebook e WhatsApp vivem encrencados com a Justiça

Tela de smartphone com ícone do WhatsApp
Não é raro ver Facebook e WhatsApp encrencados com a Justiça brasileira. No ano passado, o app de mensagens foi bloqueado, deixando seus 100 milhões de usuários no país sem poder conversar com seus contatos – e até algumas pessoas da Argentina foram afetadas.

Hoje, Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook para a América Latina, foi preso preventivamente em São Paulo. O motivo, segundo a rede social, é a desobediência quanto à entrega de dados para a Justiça sobre um caso envolvendo o WhatsApp.  

Mas por que acontecem problemas judiciais com as duas empresas com tanta frequência no Brasil?

Segundo o Facebook, o WhatsApp e fontes consultadas por EXAME.com, os motivos são dois e tudo não passa de um mal-entendido da Justiça.

O WhatsApp não armazena os dados de conversas entre usuários em seus servidores. Eles são mantidos somente nos smartphones das pessoas. É por isso, por exemplo, que o WhatsApp Web – versão do app para computadores – requer que o aparelho esteja por perto.  

"Nós apenas mantemos as mensagens até que elas sejam entregues. A partir da entrega, elas existem apenas nos dispositivos dos usuários que as receberam", informou o WhatsApp.

A segunda razão é que o WhatsApp não tem sucursal no Brasil. Isso não torna o Facebook responsável pelo que acontece na outra empresa. "O WhatsApp e o Facebook operam de forma independente", garante a dona do app de mensagens mais popular do mundo, com 1 bilhão de usuários ativos mensalmente.  

Uma ordem judicial precisa ser devidamente comunicada, entregue ao cliente por meio da via de cooperação internacional com os Estados Unidos. Dessa maneira, a empresa receberá a ordem corretamente.

No entanto, os termos de serviço do WhatsApp impossibilitam a empresa de colaborar com a Justiça quando o pedido é oferecer dados de conversas entre usuários de seu aplicativo.

A companhia ressalta que a prisão preventiva do VP do Facebook para a América Latina, realizada hoje pela Polícia Federal é "com base em dados que não existem".

Muitos advogados demonstravam repúdio à prisão preventiva de Dzodan. No entanto, Maristela Basso, professora de direito internacional da faculdade de direito da USP e advogada associada do Nelson Wilians e Advogados Associados, tem uma opinião contrária.

“Os dados são protegidos e só podem ser revelados por decisão judicial. Estas são as regras do jogo. Quem usa o aplicativo deve saber que a Justiça pode requisitar essas informações à empresa. Quem administra o aplicativo deve manter os dados porque a Justiça também pode solicitá-los. O que está em vigência no Brasil, a exemplos dos demais países, é o Marco Civil da Internet, que manda preservar os dados e revelar apenas se a Justiça requisitar. Empresa que está no Brasil deve seguir as leis brasileiras”, disse, em nota, Maristela.

Já Adriano Mendes, advogado e especialista em direito digital no escritório Assis e Mendes, acredita que a Justiça não tenha agido corretamente. "Aqui, ao invés de entendermos a tecnologia, preferimos punir quem a desenvolve ou represente ao invés de buscar provas e concentrar os esforços contra as pessoas que realmente cometeram crimes", declarou Mendes.  

"Tecnicamente considerando que os servidores estão em outro país e que o Brasil é signatário de acordos internacionais como o MLAT [acordo de cooperação penal internacional], qualquer ordem policial deveria ser enviada através deste procedimento ao exterior, ao invés de serem expedidas apenas no Brasil com citação dos representantes do Facebook no Brasil", finaliza o advogado.

Um porta-voz do WhatsApp consultado por EXAME.com explicou que o ato de não armazenar dados nos servidores da empresa é uma medida em prol da segurança dos usuários. "Dessa maneira, se houver um vazamento de dados, as informações das conversas das pessoas estarão protegidas nos smartphones delas", declarou o porta-voz, que disse também que a empresa está criptografando todo o tráfego de dados na troca de mensagens.

Fonte: Exame

WhatsApp ganha suporte para o envio de documentos

WhatsApp em smartphone da Samsung e iPhone
O aplicativo de mensagens WhatsApp ganhou suporte para o envio de documentos em sua última atualização. Agora, é possível mandar arquivos no formato PDF para os amigos. Textos do Word, planilhas do Excel ou apresentações do PowerPoint ainda não podem ser compartilhadas no aplicativo.

A novidade foi anunciada há algum tempo, mas começa a chegar aos usuários nesta semana. O recurso pode ser útil para usuários corporativos – e WhatsApp já declarou seu interesse em ser usado em empresas, mediante assinatura do serviço.

Para enviar um documento no WhatsApp, basta clicar no ícone de anexos, ao lado do botão de chamadas de voz. Lá, você verá que ainda existem seis opções e a primeira é chamada Documentos. Os ícones para envio de foto e vídeo foram unificados na galeria.

Reprodução/EXAME.com
WhatsApp – envio de documentos
Outra mudança no aplicativo do WhatsApp com essa atualização é o visual da página perfil de um contato ou grupo. O status e o número de telefone passam a aparecer juntos. Para ver o status de alguém, é preciso selecionar o item – deixando assim menos visível o recurso que deu vida ao WhatsApp.

Quem quiser usar os novos recursos do app em um smartphone com sistema Android pode se inscrever gratuitamente no programa de testes da empresa. As novidades devem chegar a todos os usuários nas próximas semanas.

Fonte: Exame

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Grupos no WhatsApp agora podem ter até 256 participantes

Whatsapp
O WhatsApp aumentou nesta semana a quantidade máxima de pessoas que pode participar de um mesmo grupo. O limite, que antes era de 100 contatos, agora é de 256.

A mudança foi primeiramente notada pelo site NDTV e está disponível por meio de uma atualização do WhatsApp em suas versões para smartphones com sistema Android e iPhones.

O processo de criar grupos não mudou em nada, somente o número de participantes foi elevado.

A novidade chega na mesma semana em que o WhatsApp anunciou que atingiu a marca de 1 bilhão de usuários ativos mensalmente. A empresa informou recentemente que vai monetizar o seu negócio com planos corporativos – e o aumento de participantes nos grupos pode ser sinal de que a companhia se prepara para isso.

Microsoft Edge

Um ano depois do lançamento da sua versão para computadores, o WhatsApp passou a funcionar no novo navegador do Windows 10, o Microsoft Edge.

O processo de sincronização é o mesmo usado nos demais navegadores. No entanto, em depoimento recente a EXAME.com, Jan Koum, CEO do WhatsApp, afirmou que o recurso batizado de WhatsApp Web funciona melhor no navegador Google Chrome do que nos demais.

Koum também ressaltou que o uso em PCs requer que o smartphone esteja por perto para que o histórico de mensagens do usuário permaneça armazenado somente no aparelho. Com essa medida, a ideia é aumentar a segurança dos dados.

Fonte: Exame

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Celulares Samsung economizarão dados no WhatsApp e Netflix

Smartphone Galaxy On7, da Samsung
Os smartphones da Samsung ganharão um recurso que economiza internet móvel nas próximas semanas.

A iniciativa é resultado de um acordo entre a fabricante e a Opera, que vai levar a tecnologia de compressão de dados do seu app Opera Max para os aparelhos da marca. Com isso, será possível economizar em até 30% a internet móvel consumida no WhatsApp, 60% na Netflix e 50% no YouTube.

Segundo a Opera, o recurso chegará em breve para alguns modelos de smartphones da Samsung presentes no mercado por meio de uma atualização. A fabricante não informou para quais produtos a tecnologia de compressão estará disponível no Brasil. Na Índia, os smartphones da série Galaxy On (On 5 e On 7) já vêm com o app. O On7 foi lançado no mercado nacional no final do ano passado, mas não possuía o recurso de redução de consumo de internet.

O que o Opera Max faz é direcionar todo o tráfego de internet do dispositivo móvel – desde que não haja criptografia – para uma rede virtual privada, também conhecida como VPN. As solicitações de dados, então, vão para os servidores da Opera e são comprimidas para diminuir a quantidade de dados gastos pelo usuário. A empresa diz que não há um delay perceptível no uso diário.

Ligar e desligar essa tecnologia de compressão será intuitivo. O atalho para essa tarefa ficará na barra de acesso rápido do sistema Android. Ou seja, será como ligar ou desligar o Wi-Fi do seu aparelho.

Segundo levantamento da Anatel, 72,93% dos números de celular no Brasil são pré-pagos. Por conta disso, a Opera considera o país como um mercado essencial para sua estratégia de expansão e, portanto, traz agora o recurso do Opera Max nos smartphones da Samsung.

A empresa diz se orgulhar de nunca ter tido problemas com queda de servidores e afirma que não terá entraves para absorver um grande número de usuários vindos do mercado brasileiro após essa atualização chegar aos aparelhos da Samsung.

A Opera diz prezar pela privacidade dos usuários e garante não coletar dados pessoais enquanto faz a compressão que gera a economia no plano de celular.

A parceria da Opera com fabricantes é a segunda etapa da estratégia de monetização do app Max. Primeiro, a empresa buscou conquistar usuários ao longo do ano passado e, agora, parte para a monetização de seu negócio. Além da Samsung, a companhia também tem uma aliança semelhante com a Xiaomi – que ainda não tem previsão de chegar aos consumidores brasileiros.

Procurada por EXAME.com, a Samsung Brasil não comentou o caso até a conclusão da reportagem.

Quem não usa um smartphone da Samsung também pode ter acesso gratuito ao aplicativo de compressão de dados, basta baixá-lo na Google Play Store em seu dispositivo Android. Uma versão beta para iOS está em desenvolvimento.

Fonte: Exame

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Bloqueio no Brasil tira WhatsApp do ar na Argentina e Chile

Santiago, no Chile
O bloqueio do WhatsApp no Brasil está afetando também outros países. Veículos de imprensa da América do Sul relatam que usuários de países vizinhos, principalmente Argentina e Chile, estão sem acesso ao aplicativo de mensagens.

O Diario Financeiro, do Chile, explica que isso acontece por conta de uma empresa que presta serviços a operadoras, a Level 3. Ela usa cabos submarinos e terrestres para levar a conexão até o Chile.

A Level 3 é responsável pela conexão internacional para operadoras chilenas como Entel, GTD e VTR. A solução foi recorrer a outras prestadoras de serviço que não apresentavam problemas.

Usuários da Argentina e Uruguai também foram afetados. Alguns sites relatam reclamações por parte de diversos usuários desses países. As causas, aqui, são as mesmas relacionadas à interrupção do serviço no Chile.

Alguns usuários da Venezuela compartilharam em redes sociais que estão tendo problemas para usar o WhatsApp. Não existe nenhuma confirmação até agora de que a causa do problema seja a decisão da Justiça de São Paulo.

No Brasil, o WhatsApp está fora do ar desde a 0h desta quinta-feira. A decisão partiu da Justiça de São Paulo, mas atingiu a todo o país.

Fonte: Exame/Abril

87% dos médicos no Brasil usam WhatsApp com pacientes

Médico e estetoscópio
Nove de cada dez médicos do Brasil usa o aplicativo WhatsApp para se comunicar com os pacientes.

Isso deu aos médicos brasileiros o título de usuários mais frequentes do aplicativo em todo o mundo, revela pesquisa de uma consultoria britânica do setor de saúde. No Reino Unido, só 2% dos médicos usa o aplicativo para falar com pacientes.

A pesquisa da consultoria britânica Cello Health Insight que entrevistou 1.040 médicos em oito países - Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Estados Unidos, China e Brasil - revelou que 87% dos brasileiros usaram o WhatsApp nos 30 dias anteriores à entrevista para a comunicação com pacientes. O número é muito superior ao de outros países.

Em segundo lugar, a Itália teve 61%. Na China, 50% dos médicos disse ter usado o WeChat, uma versão local do aplicativo. A pesquisa foi divulgada em novembro.

"França, Estados Unidos e Reino Unido estão muito atrás de outros países no uso do WhatsApp. Médicos nos países do sul da Europa, China e Brasil estão usando essa plataforma para comunicação com colegas, pacientes e representantes da indústria farmacêutica", destaca a pesquisa.

Segundo o estudo, só 2% dos médicos britânicos usa o aplicativo para se comunicar com pacientes e o índice é de 4% entre os norte-americanos.

Em um dia em que o Brasil acordou sem WhatsApp, a boa notícia é que a pesquisa também mostrou que 82% dos médicos brasileiros também usam a velha e boa mensagem de texto para trocar informações com os pacientes. Na média mundial, 30% dos médicos usa o canal de comunicação.

"No Brasil e na China, os dados sugerem que os médicos abraçaram os smartphones e tablets, o que gera uma interessante oportunidade para a indústria farmacêutica para alcançar esses profissionais", nota a pesquisa que cita que 87% dos médicos brasileiros e 76% dos chineses usam celulares e tablets para pesquisas relacionadas ao trabalho.

Fonte: Exame/Abril

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Cada usuário do WhatsApp custa 5 centavos de dólar à empresa

Whatsapp
Cada usuário do WhatsApp custa cinco centavos de dólar à empresa. É o que afirma o autor do livro "Pense como os novos bilionários", de Randall Lane, publicado pela HSM Comunicação Corporativa, que chega ao Brasil em janeiro, por 49,90 reais.

Apesar do custo operacional da companhia, a cobrança da anuidade não acontece efetivamente em todos os países com os seus mais de 900 milhões de usuários. Somente Estados Unidos e Grã-Betanha, onde os pagamentos com smartphones já estão mais consolidados.

Ainda assim, o WhatsApp acredita que vai atingir a marca de 1 bilhão de dólares de receita anual até 2017. Mas os usuários do app não serão a única fonte de renda da empresa.

"Ainda estamos no começo das nossas iniciativas de monetização”, afirmou Neeraj Arora, diretor de desenvolvimento de negócios da WhatsApp. “A receita não é importante para a gente.”

O executivo participou da negociação com cerca de 50 operadoras para incluir o app em planos de mensagens de texto.

Fora as operadoras, fontes dentro da empresa informaram a Lane que o aplicativo pode começar a cobrar de companhias áreas e outras organizações pela troca de mensagens.

O risco de WhatsApp começar a perder usuários parece ainda distante, indica Lane. Ele informa que o app ganhava 1 milhão de novos usuários por dia nos primeiros meses de 2014. No momento, a empresa conquistou mais usuários ativos do que o Skype, o Telegram ou o Facebook Messenger.

Nascimento do WhatsApp

O livro conta ainda parte da história de Jan Koum, cofundador do WhatsApp e responsável pela equipe de cerca de 60 pessoas que mantém o aplicativo em funcionamento.

Com conhecimento de conceitos de TI desde os 18 anos, quando estudava livros comprados em sebos, o ucraniano que criou o WhatsApp em parceria com o seu colega de trabalho no Yahoo, Brian Acton, achava uma boa ideia poder ver o status de uma pessoa na agenda de contatos. Dessa forma, seria possível saber se ela está ocupada, disponível ou se o seu celular está com pouca bateria.

Com o lançamento das notificações instantâneas nos iPhones, em junho de 2009, Koum considerou ser uma boa ideia mandar alertas para os usuários a cada vez que você mudasse seu status. Essa iniciativa evoluiu para as mensagens, que são o principal foco do WhatsApp hoje, enquanto o status passou a ser algo secundário.

Além do WhatsApp, o livro "Pense como os novos bilionários" também conta histórias sobre vários outros empreendedores que obtiveram sucesso nos mercados de aplicativos (Snapchat, Spotify, Dropbox e Airbnb), redes sociais (Facebook e Twitter) e carros elétricos (Tesla).

Fonte: Exame/Abril

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

E a palavra do ano é... um Emoji!

Emoji
A evolução da comunicação foi tão incrível nos últimos anos, que a palavra do ano de 2015 escolhida pelo dicionário de Oxford não foi uma palavra, mas sim o emoji tears of joy (lágrimas de alegria)!

A decisão foi anunciada nesta semana pelo presidente do dicionário Oxford, Casper Grathwohl.

Desde 2004, todos os anos a equipe do dicionário mais um grupo de léxicos, o pessoal do editorial, marketing e propaganda se reunem para discutir as opções e escolher a palavra/expressão/emoji que reflete o caráter, humor ou preocupações do ano.

Algumas palavras que concorreram com o emoji este ano foram lumberssexual (sabe os caras de coque, barba e camisa de flanela? Pois é) e refugiados.

Segundo o fundador da Emojipedia Jeremy Burge, o emoji tears of joy esteve presente no top 10 em todo 2015, mesmo com a entrada dos novos emojis (#teamunicórnio).

E aí, você acha que esse emoji te representa e merece o título de palavra do ano?

Fonte:Exame/Abril

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Estado Islâmico usa concorrente do WhatsApp para comunicação

Estado Islâmico

O grupo jihadista Estado Islâmico utiliza um concorrente do WhatsApp para a comunicação. Além da gratuidade e da criptografia anti-vigilância, o Telegram foi escolhido porque tem um recurso de transmissão de mensagens para inúmeras pessoas ao mesmo tempo.

A autoria dos atentados em Paris, bem como a resposta agressiva do grupo aos Anonymous foram publicadas pelos integrantes do Estado Islâmico no Telegram.

Segundo a BBC, o grupo migrou de plataforma principal de propaganda, deixando o Twitter em segundo plano, já que suas contas eram constantemente revogadas. No Telegram, isso não aconteceu até o momento.

Os canais do EI no Telegram servem para que os membros do grupo possam trocar tutoriais sobre fabricação de armas e ciberataques, assim como para planejar suas próximas ações, segundo o Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio. A Al Qaeda também utiliza o app.

Seguir o Estado Islâmico no aplicativo é simples e se parece com a ação de adicionar um amigo no Facebook. Qualquer pessoa com uma conta pode entrar no grupo do Estado Islâmico, basta acessar o seu endereço web (URL) e clicar em participar (join). A partir daí, a pessoa começa a receber as atualizações dos jihadistas.
https://www.magazinevoce.com.br/magazinejacksoncampos/
Codificação

As mensagens trocadas por meio do Telegram são codificadas (criptografia) e também podem se auto-destruir. Ao contrário do WhatsApp, restrito à web e a smartphones, o aplicativo é multiplataforma.

Com 60 milhões de usuários atualmente, o Telegram foi criado em agosto de 2013, por Pavel Durov, que também é cofundador da rede social BK, uma espécie de Facebook russo.

"A razão número um pela qual apoiamos e ajudamos a criar o Telegram é que ele foi feito para ser um meio de comunicação que não pode ser acessado por agências de segurança russas", disse Durov ao TechCrunch.

Entretanto, em longo prazo, não se sabe se o Telegram mantém essa política. A empresa não respondeu o contato de EXAME.com.

Em seu site, ela informa que todas as conversas e grupos são "território privado de seus respectivos participantes e não processamos nenhuma solicitação relacionada a elas".

O uso de software com criptografia pelo Estado Islâmico é apontado por analistas e oficiais de inteligência como um resultado do que fez Edward Snowden, que vazou uma série de documentos mostrando como o governo dos Estados Unidos vigiava a população. O ex-diretor da CIA James Woolsey disse, em diversas ocasiões, que Snowden tem "as mãos sujas de sangue".

Contudo, segundo o Ars Technica, mesmo que um aplicativo tenha criptografia ponta a ponta, agências de inteligência podem utilizar técnicas de análise de tráfego para tentar identificar os participantes.

Fonte:Exame/Abril

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Maioria dos usuários é contra a regulamentação do WhatsApp

A maioria dos usuários de telefones celulares é contra a regulamentação do aplicativo de mensagens WhatsApp e o consequente recolhimento de impostos, segundo uma pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) ao instituto MDA.

Segundo a sondagem, dentro de um universo de 92,9 por cento de entrevistados que responderam possuir telefone celular, 84,9 por cento se disseram contrários à regulamentação do serviço e à cobrança de impostos. Os dados foram divulgados nesta terça-feira.

Apenas 6,4 por cento se posicionaram favoráveis, enquanto 8,7 por cento não souberam responder.

Ainda neste universo dos que têm celular, 60,6 por cento usam o aplicativo, enquanto 39,2 não o utilizam.

Para a pesquisa, o instituto ouviu 2.002 pessoas entre os dias 20 e 24 de outubro.

Em agosto, a Reuters publicou que operadoras de telecomunicações no Brasil pretendiam entregar a autoridades do país relatório econômico e jurídico contra o funcionamento do WhatsApp, controlado pelo Facebook.

Também em agosto, o presidente da TIM, Rodrigo Abreu, defendeu igualdade de condições de competição entre os serviços de voz oferecidos pelas operadoras e aplicativos, enquanto o presidente da Telefônica Brasil, Amos Genish, comparou o aplicativo da rede social a um serviço "pirata", conforme declarações publicadas pela imprensa.


Fonte: Exame/Abril