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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Sony, HTC seek to expand use of virtual reality beyond video games

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Consumer electronics giants Sony and HTC are looking to diversify their virtual reality, or VR, business beyond video games and into sectors such as cinema and medicine.

Sony Interactive Entertainment's initial virtual reality focus was on video games because that sector provided an excellent market for the technology, Yasuo Takahashi, director of the company's hardware global product strategy & management department, told EFE here Thursday.

Takahashi said the games occur in real time and provide the user a sense of immersion, although he added that there is a much broader scope for the employment of virtual reality.

The Japanese company, which is participating through Sept. 18 in the Tokyo Game Show - one of the world's largest video game fairs - is working to bring its VR technology to fields such as cinema, giving viewers a much more real sense of what it is like, for example, to be on a battlefield or in outer space, Takahashi said.

Sony, which did not reveal further details, is currently focused on its Playstation VR, a virtual reality gaming headset that is due to hit the market in October.

For its part, Taiwanese company HTC, which released its own virtual reality head-mounted gaming display earlier this year, also shares the same vision of diversifying VR technology.

Virtual reality is not exclusively for games, the head of HTC's Japanese division, Hiroshi Tamano, told EFE, adding that the technology is rapidly spreading to other industries.

Tamano, who was also present on the first day (reserved for the press) of the four-day fair, said builders and developers were already using virtual reality to simulate apartment floorings, facades and interiors.

It used to be necessary to build a showroom on the first floor, but with VR the fifth, 20th and even 50th floor of a building can be simulated, he said.

The automobile industry is also benefitting from virtual reality, with companies such as Audi using it to design their cars and even allow customers to configure their own dream vehicles, the executive added.

Moreover, virtual reality is assisting neurologists, who have used VR technology in scanners to create images of patients' brains and gain insight into how to proceed with their operations, Tamano said.

Source: EFE

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Sony trabalha em robô que cria laços emocionais com pessoas

Dois robôs de mãos dadas
A Sony afirmou estar trabalhando em robôs que terão uma ligação emocional com pessoas. A afirmação foi feita pelo CEO da empresa Kaz Hirai em uma apresentação sobre os rumos da empresa, que foi realizada na última semana.

Este trabalho está sendo desenvolvido por uma nova companhia formada dentro da própria em abril deste ano. A nova divisão estaria desenvolvendo seu plano de negócios para um lançamento oficial que deve acontecer em breve. As informações foram publicadas pelo site The Verge.

A empreitada não será a primeira da Sony dentro do campo dos robôs. Em 2006, a empresa lançou o Aibo, um robô canino dotado de inteligência artificial.

Na época, o Aibo chegou a estabelecer ligação emocional com humanos—mais no senso de os humanos terem uma ligação do que algo partindo do próprio robô. A imprensa relatou que algumas pessoas estavam organizando funerais para seus “cães robôs” depois da “morte” de alguns deles.

Além dos comentários sobre robôs, o CEO da Sony falou sobre realidade virtual como um campo importante para o futuro da empresa. Uma das principais aplicações da tecnologia será com o Playstation 4, console de videogame da japonesa.

O CEO ainda estuda se realidade virtual será uma divisão da Sony ou se ela será desenvolvida dentro de outras categorias.

Fonte: Exame

sexta-feira, 11 de março de 2016

Sony lança primeiro smartphone com tela 4K no Brasil

Smartphone Sony Xperia Z5 Premium
A Sony lança nesta semana no Brasil o smartphone Xperia Z5 Premium, que é o primeiro do mercado a contar com tela com resolução 4K.

O aparelho tem uma tecnologia chamada upscale, que, basicamente, melhora a qualidade de imagens que não estejam em 4K para tirar mais proveito da tela de alta resolução.

Isso é útil, por exemplo, na hora de assistir a um vídeo da Netflix ou do YouTube.

O display do smartphone tem 5,5 polegadas, seu processador é um Snapdragon 810, há 3 GB de memória RAM e ele tem 32 GB de armazenamento interno – com suporte para cartões de memória microSD.

Em testes preliminares do INFOlab, a tela do Z5 Premium foi comparada com a de um Galaxy S6, da Samsung, que tem resolução Quad HD (resolução inferior ao 4K e superior ao Full HD). O resultado foi que as imagens no produto da Sony apresentaram melhor definição ao executar vídeos em 4K, enquanto o concorrente passou a impressão de ter cores mais vivas, mais saturadas. A taxa de contraste do Z5 Premium, porém, foi superior.

A Sony afirma que trazer o smartphone de 4.699 reais para o Brasil é uma medida que reforça o comprometimento da empresa com a "inovação" e o "pioneirismo".

Fonte: Exame

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Vendas do PlayStation 4 superam 30 mi de unidades, diz Sony

PlayStation 4
A Sony divulgou nesta quarta-feira que as vendas do console de videogame PlayStation 4 superaram as 30,2 milhões de unidades até 22 de novembro, depois que redução nos preços globais antes da temporada de compras de Natal impulsionaram a demanda.

O PlayStation 4, que começou a ser vendido no final de 2013, tem sido o console com maior velocidade de vendas da Sony, afirmou a companhia. Até março, as vendas do console estavam na casa das 20 milhões de unidades.

O PS4 ajudou a Sony e ter o maior lucro operacional de segundo trimestre em oito anos.

Fonte: Exame/Abril

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Por que Adele não colocou seu novo álbum no Spotify ou Apple

A cantora britânica Adele
Adele já teve problemas com o Spotify antes sobre música grátis. Inicialmente, ela reteve seu álbum “21” porque o serviço se recusava a limitar as músicas para assinantes pagos. Taylor Swift fez a mesma coisa no ano passado com “1989”, apesar de ter permitido que o disco fosse incluído no serviço de streaming Apple Music após a estreia do serviço.

“Amamos e respeitamos Adele, assim como os seus 24 milhões de fãs no Spotify”, afirmou a empresa na quinta-feira em um comunicado enviado por e-mail. “Esperamos que ela dê a esses fãs a oportunidade de desfrutar de ‘25’ no Spotify junto com ‘19’ e ‘21’ em breve”.

Pandora Media Inc, pioneira em rádios na web, que trabalha com regras diferentes que seus rivais de streaming, terá acesso ao álbum e vai oferecê-lo aos clientes em poucos dias.

É fácil ver por que todos querem estrelas como Adele, cujo apelido é Adkins.

O último disco da cantora britânica já vendeu mais de 11 milhões de cópias nos EUA, atingindo essa marca mais rápido do que qualquer artista em mais de uma década. Swift conseguiu a maior semana de vendas em 12 anos com “1989”.

Ao contrário de Swift, que é mais popular entre os ouvintes mais jovens, Adele tem mais presença entre consumidores mais velhos.

Mais adultos compraram discos on-line e em lojas em 2011 graças a “21” de Adele, de acordo com Russ Crupnick, analista de MusicWatch.

Crupnick credita a Adele a diminuição temporária do declínio nas vendas totais de álbuns nos EUA. Nesse país, depois que as vendas da indústria da música caíram 11 por cento em 2010, subiram 0,2 por cento em 2011 antes de voltarem a cair.

Mesmo assim, é um risco deixar o streaming de fora. Estes serviços mais recentes surgiram como uma importante fonte de receitas desde 2011, quando representaram cerca de 10 por cento.

No primeiro semestre de 2015, o streaming on-line cresceu para 32 por cento de todas as vendas de música nos EUA, compensando a queda nas compras de CDs e singles digitais, de acordo com um relatório da Recording Industry Association of America.

Esse crescimento explica por que alguns analistas e executivos questionam a decisão de Adele de limitar o acesso ao seu álbum.

O hit single do disco “Hello”, que está disponível no Spotify, já está perto do topo das paradas, e o vídeo da canção foi visto mais de 400 milhões de vezes no YouTube em menos de um mês.

Abençoado com um hit certeiro, os executivos da indústria fonográfica repetem um mantra simples: não mexam com os fãs.

O crescimento dos serviços de streaming não impediu que recebessem o desprezo dos artistas mais populares do mundo quando lançam novos discos.

Um streaming ainda não é tão valioso quanto uma venda, e a popularidade de uma canção no YouTube e no Spotify pode indicar que uma música é um sucesso.

Fãs de Beyoncé e Adele sempre podem fazer streaming dos discos mais tarde, quando as vendas começam a desacelerar.

Fonte:Exame/Abril

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Xiaomi lança pulseira fitness mais barata do Brasil

Pulseira Fitness Mi Band, da Xiaomi
A fabricante chinesa de smartphones Xiaomi anunciou o lançamento da pulseira fitness mais barata do Brasil. Chamada Mi Band, ela pode detectar sua movimentação ao longo do dia, marcando seus passos em caminhadas e corridas, bem como medir a qualidade do seu sono durante a noite.

O aparelho chega por 95 reais, menos de um quarto do preço cobrado pela Sony na sua SmartBand.

A Mi Band é compatível com iPhones e smartphones com sistema Android que tenham conexão Bluetooth 4.0. Todas as informações detectadas pelo produto ficam organizadas no aplicativo gratuito Mi Fit.

O aparelho da Xiaomi é resistente à água e à poeira, de acordo com a certificação IP67. Ela pode ser mergulhada durante 30 minutos em profundidade máxima de 1 metro.

A bateria da Mi Band, segundo a fabricante, tem 41 mAh e dura 30 dias com uma única carga. Pequenas lâmpadas LED indicam quanto resta de bateria no produto. A recarga leva, no máximo, 3 horas.
App da Mi Band, pulseira fitness da Xiaomi
O início das vendas acontecerá quando a empresa conseguir um número almejado, porém, não divulgado, de mensagens publicadas no Twitter com a hashtag #CadaTweetConta. Um hotsite mostra como está essa contagem.

A empresa venderá a Mi Band somente pelo seu site, Mi.com.

Fonte: Exame/Abril