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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Suplicy cai no metrô e esclarece: "Não sou namorador"

O senador Eduardo Suplicy
O ex-senador e pré-candidato a vereador, Eduardo Suplicy, sofreu um pequeno incidente na noite da última quarta-feira (4), enquanto utilizava o transporte público da capital paulista para voltar para a casa.

Suplicy foi abordado por uma fã e acabou se desequilibrando e caindo dentro do vagão da linha 4-Amarela do Metrô.

A abordagem fervorosa da moça e a reação do Suplicy foi registrada por um dos usuários e postada no Twitter. Desde então, o vídeo com a legenda "Suplicy namoradeiro no metrô" está viralizando.

Em entrevista ao site da Veja São Paulo, Suplicy explicou que utilizava o metrô para voltar para a casa após o lançamento de um livro na Fiesp, na Paulista, e acabou sendo abordado por muitas pessoas. "Tirei mais de quinze fotos. Essa moça foi uma delas", disse.

O político também negou a mais nova fama de "pegador" e disse que não beijou a moça. "Ela exagerou no abraço, mas não teve beijo na boca. Só no rosto."

"Não sou namorador. As pessoas me conhecem. Todo mundo quer me abraçar. A moça do Metrô disse que tinha muita admiração por mim e que queria me conhecer melhor. Falei que estou há muitos anos namorando a Mônica (Dallari), de quem eu gosto muito, e perguntei se ela conhece meu trabalho. Disse que não. Peguei o nome e o endereço e mandei entregar meu livro Renda Básica de Cidadania."

Confira o vídeo: https://twitter.com/vrmagalhaaes/status/728043598554468352

Fonte: HuffPost Brasil

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Governo alemão diz que "islã faz parte do país"

Islamismo
O governo alemão expressou nesta segunda-feira rejeição aos pronunciamentos islamofóbicos da formação populista de direita Alternativa para a Alemanha (AfD) e lembrou que, tal como expressou reiteradamente a chanceler Angela Merkel, o "islã faz parte do país".

A Constituição garante a liberdade de religião e de culto, apontou o porta-voz do governo, Steffen Seibert, para acrescentar que não era incumbência do Executivo "comentar" os conteúdos dos programas dos partidos políticos.

O porta-voz da chanceler respondeu assim à polêmica surgida por causa das declarações da vice-presidente da AfD, Beatrix von Storch, no fim de semana passado, que definiu o islã de "ideologia que não está de acordo com a Constituição" alemã e alertou contra a suposta "islamização" progressiva do país.

A própria Merkel, questionada sobre a questão em um comparecimento junto ao presidente da Indonésia, Joko Widodo, se limitou a repetir as palavras de Seibert com relação à liberdade de religião, para acrescentar que "a imensa maioria dos muçulmanos pratica aqui sua religião de acordo com a Constituição".

Quando não é assim, enfatizou a chanceler, corresponde aos corpos de segurança atuarem em consequência e mantê-los sob observação.

Storch, representante do ala mais radical desse partido, se propõe a impulsionar uma moção no próximo congresso da formação, que será realizado em duas semanas em Stuttgart (sul do país), para proibir símbolos muçulmanos.

Sua proposta, secundada por outro dos vice-presidentes do partido, Alexander Gaulant, suscitou críticas de todo o espectro parlamentar alemão.

Desde as fileiras conservadoras de Merkel, o porta-voz de assuntos religiosos de seu grupo parlamentar, Franz Josef Jung, advertiu sobre a progressiva radicalização desse partido e disse que sua postura com relação ao islã cai na inconstitucionalidade.

O Conselho Central dos Muçulmanos da Alemanha já havia expressado no domingo protesto e seu presidente, Aiman Mazyek, comparou hoje o AfD com o partido nazista e o qualificou de partido anticonstitucional.

Estima-se que na Alemanha vivam quatro milhões de muçulmanos, aos que é preciso somar a grande maioria dos 1,1 milhão de peticionários de asilo chegados ao país no ano passado.

A AfD é uma formação emergente, presente nas câmaras regionais de seis dos 16 estados federados alemães, assim como na Eurocâmara, embora sem cadeiras no Bundestag.

No pleito regional realizado em março em três estados federados, o partido obteve porcentagens que oscilaram entre 12% e 24% e as pesquisas em nível nacional (embora as próximas eleições não ocorrerão até o ano que vem) lhes outorgam uma perspectiva de voto de 12% há algumas semanas.

Fonte: Exame

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Adele não quer que Trump use sua música em campanha

Cantora britânica Adele em show na Alemanha, dia 6/12/2015
A cantora britânica Adele afirmou hoje que não quer que o pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos Donald Trump utilize uma de suas canções para promover sua campanha eleitoral.

O polêmico empresário americano, cujo slogan de campanha é "Vamos fazer os EUA grandes de novo", utilizou como fundo musical "Rolling In The Deep", do segundo álbum de Adele, "21".

"Adele nunca deu permissão para que a sua música seja utilizada em qualquer campanha política", confirmou a porta-voz da cantora à imprensa britânica nesta segunda-feira.

Vários admiradores da artista também expressaram desaprovação em comentários no Twitter, nos quais alguns se mostravam "ofendidos em nome de Adele".

Durante um comício que Trump fez em Lexington, na Carolina do Sul, "Rolling In The Deep", que ganhou vários prêmios, começou a tocar enquanto o político subia ao palco para discursar, o que gerou estranheza em um correspondente da rede "BBC" nos EUA.

O polêmico magnata, que já fez comentários xenófobos e islamofóbicos, é fã da música de Adele. Essa, no entanto, não é a primeira vez que Trump tem problemas ao escolher a música de seus comícios.

No ano passado, o líder do Aerosmith, Steven Tyler, o obrigou a parar de tocar "Dream On" com fins políticos.

Fonte: Exame

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Em sabatina, Janot rebate acusações de Collor

Denunciado pelo Ministério Público Federal ao Supremo Tribunal Federal por corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Lava Jato, o senador Fernando Collor (PTB-AL) fez várias acusações ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, durante a sabatina desta quarta-feira (26). Janot precisa ser aprovado pelo Senado para ser reconduzido ao cargo.

Entre vários questionamentos, Collor acusou Janot de querer ser visto como “novo super-homem” e de vazar informações sigilosas dos processos. Janot respondeu dizendo que “o que tem sido chamado de espetacularização da Lava Jato, nada mais é do que a aplicação de princípio fundamental de uma República: todos são iguais perante a lei”.

O senador alagoano afirmou que Janot agiu com promiscuidade à frente do Ministério Público, por ter acolhido contraventores em sua casa de Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro.

“Não participarei da exumação pública de um homem que sequer pode se defender”, rebateu Janot, depois de explicar que um dos contraventores a quem Collor se referia era seu irmão, morto há cinco anos.

Collor acusou Janot de ter contratado a empresa Oficina da Palavra, sem licitação, para fazer a campanha dele ao cargo de chefe do Ministério Publico Federal em 2013 e de, após ser eleito, ter nomeado o dono da empresa, Raul Pillati, como secretário de Comunicação da Procuradoria-Geral da República.

"A Oficina da Palavra não é empresa de publicidade, é uma empresa que, nesses contratos, presta consultoria e treinamento de media training [treinamento para se relacionar com a imprensa] para membros do Ministério Público Federal. Aliás, [a empresa]  presta treinamento de media training para vários ministérios públicos, juízes e magistrados de vários estados", explicou Janot.

O senador quis saber detalhes do aluguel de uma casa no Lago Sul por R$ 46 mil mensais, que não teria habite-se (documento que autoriza ocupação de imóvel) para uso da Procuradoria-Geral da República. Janot esclareceu que o imóvel foi alugado para abrigar a recém-criada 7ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público.

"Foi sugerida a locação do imóvel, segundo critérios técnicos e menor custo em relação à área útil. No entanto, por ter sido apresentada carta de habite-se materialmente falsa para uso institucional, expedida pela Administração Regional do Lago Sul, bem como plantas arquitetônicas diversas das que foram visadas por aquele órgão, antes da ocupação pelo MPF, o contrato foi rescindido, e não houve pagamento de aluguel”, respondeu o procurador-geral.

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2015/08/26/interna_politica,594618/em-sabatina-janot-rebate-acusacoes-de-collor.shtml

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Temer deixa o dia a dia da articulação política do governo


Brasília - O vice-presidente Michel Temer deixará o dia a dia da articulação política do governo, que comanda desde abril. Temer continuará atuando na articulação do Executivo com os demais poderes, com um papel mais institucional.

As funções do chamado varejo da articulação política, como a negociação de cargos e emendas parlamentares, ficarão sob a responsabilidade do ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, pelo menos até o dia 1° de setembro.

Depois disso, o ministro deve passar a se dedicar exclusivamente à sua pasta.

A decisão de Temer foi comunicada à presidente Dilma Rousseff na manhã de hoje (24). O vice-presidente e Eliseu Padilha participaram da reunião de coordenação política, com outros ministros, e depois permaneceram no gabinete para a conversa com Dilma.

Em entrevista após a reunião, os ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, e das Cidades, Gilberto Kassab, defenderam a atuação de Temer no governo, independente da função que ele ocupe.

“O vice-presidente Temer tem sido vital na construção da agenda do governo e na sua aprovação no Congresso. Tenho certeza que em qualquer cargo ou função que entender melhor para seu desempenho, ele continuará sendo um importante agente de apoio, de construção e de contribuição", disse o ministro.

Segundo ele, "várias propostas foram melhoradas por contribuição ou sugestão do vice-presidente”, disse Barbosa.

Temer assumiu as funções da Secretaria de Relações Institucionais em abril, diante do agravamento da crise entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional.

No período, ele foi responsável pela articulação da aprovação das medidas do ajuste fiscal na Câmara e no Senado.

Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/temer-deixa-o-dia-a-dia-da-articulacao-politica-do-governo