A polícia da Nova York não tem motivo para acreditar que a explosão no Central Park foi um atentado terrorista, disse o representante da polícia de segurança pública, John O’Connell.
O incidente ocorreu perto do local onde era realizada a cerimônia fúnebre do escritor americano de origem judaica Elie Wiesel, do Prêmio Nobel da Paz de 1986. Segundo os dados do portal de informação New York Daily News, a explosão arrancou o pé de um jovem de 18 anos, turista do estado da Virgínia.
Não temos indicações de que essa explosão tenha algo a ver com terrorismo", informa a emissora norte-americana CNN, citando O’Connell. A explosão, provavelmente, foi "resultado de um experimento".
Inicialmente, a polícia informou que fogos de artifício haviam provocado o acidente.
O uso de fogos de artifício é muito comum nos Estados Unidos em datas festivas. Nesta segunda-feira, 4 de julho, será comemorado o aniversário da independência do país. Segundo testemunhas, a explosão não foi grande.
De acordo com John O'Connell, o embrulho com um explosivo fraco, que pode ser produzido por um amador usando objetos comuns, estava no local do incidente há mais de 24 horas. O policial disse que nada "indica perigo ou ameaça" ao 4 de julho, feriado nacional.
Fonte: Agência Brasil
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segunda-feira, 4 de julho de 2016
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Concurso de redação da ONU dá viagem a Nova York
A Organização das Nações Unidas (ONU) está com as inscrições abertas para o concurso cultural Muitas Línguas, Um Mundo, que selecionará 60 jovens para passar uma semana na sede da organização, em Nova York (EUA). As inscrições vão até o dia 31 de março.
Os vencedores participarão, entre os dias 25 e 31 de julho, de uma série de atividades, incluindo o United Nations Academic Impact Global Youth Forum.
A ideia é que jovens de diferentes partes do mundo ajudem a elaborar planos de ação relacionados ao desenvolvimento sustentável para a agenda 2030 da ONU.
Para participar, é preciso escrever uma redação em um dos seis idiomas oficiais da entidade (inglês, espanhol, árabe, russo, chinês ou francês) de até 2000 caracteres.
O tema deste ano é “O papel da habilidade multilíngue na cidadania global e entendimento cultural”. O texto, segundo o site da ONU, deve refletir o contexto pessoal, acadêmico, cultural e nacional do candidato.
Serão selecionados 10 textos em cada uma das línguas oficiais da ONU. Podem concorrer estudantes que tenham 18 anos ou mais e estejam matriculados em um curso de ensino superior. Em 2015, cinco brasileiros foram escolhidos pela ONU.
Saiba mais e faça sua inscrição aqui
Fonte: Exame
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Conheça as funções do novo "orelhão" digital das ruas de NY
Numa época em que praticamente todo mundo tem um ou mais smartphones e as pessoas com menos de 25 anos pouco fazem uso de um telefone fixo, as cabines telefônicas das grandes cidades vão se tornando cada vez mais obsoletas.
Em Nova York, para aproveitar o valioso espaço na calçada e prestar um serviço à população, a prefeitura local já começou a instalar, em parceria com as empresas, aproximadamente 7,5 mil pontos de acesso Wi-Fi.
É possível você já tenha até mesmo lido essa notícia em algum lugar, mas o que talvez você não saiba é que a transformação do "orelhão" vai muito além de um ponto de conexão com a internet.
Além de oferecer Wi-Fi para pessoas que carregam seu próprio dispositivo, os quiosques contam ainda com uma espécie de computador, que permite navegação na web, acesso a mapas e rotas e aos serviços da cidade, como a situação do trânsito, por exemplo.
De acordo com o site Web Urbanist, os usuários poderão ainda fazer chamadas gratuitas para qualquer lugar dos Estados Unidos e conectar seus fones de ouvido na instalação. Um botão vermelho também permite acionar rapidamente o serviço de emergência 911.
O quiosque conta ainda com entradas para carregar os mais diversos gadgets.
Além do design aerodinâmico, que deixa a cidade mais moderna, a ideia é que as propagandas laterais do mobiliário financiem o projeto dos hubs.
Fonte: Exame
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Governador de NY barra anúncios controversos da Amazon
Os anúncios para um novo programa da Amazon.com mostrando imagens de inspiração nazista foram retirados de uma movimentada linha de metrô de Nova York, após intervenção do governador Andrew Cuomo, disse um porta-voz do setor de trânsito na terça-feira.
As propagandas para "The Man in the High Castle" envolviam completamente os assentos, paredes e tetos de um trem da linha que liga as estações da Times Square e do Grand Central Terminal, em Manhattan.
Adam Lisberg, porta-voz da Autoridade de Transporte Metropolitano (MTA, na sigla em inglês), disse que o trem foi retirado de serviço depois da hora do rush para que os anúncios pudessem ser removidos.
Um representante da Amazon informou no início da noite que a empresa não tinha pedido a remoção dos anúncios, contradizendo uma autoridade do setor de trânsito que havia dito que a própria empresa tinha solicitado a retirada.
Lisberg não quis comentar sobre as conversas internas entre a MTA e seus anunciantes, mas disse que Cuomo tinha telefonado para o chefe da MTA na terça-feira e pedido que garantisse a remoção dos anúncios.
Mais cedo na terça-feira, o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, havia pedido à Amazon que retirasse os anúncios, dizendo que eram "irresponsáveis e ofensivos aos sobreviventes da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, suas famílias, e inúmeros outros nova-iorquinos".
O programa, baseado em um romance de Philip K. Dick, retrata uma realidade alternativa em que a Alemanha nazista e o Japão dividem o controle dos Estados Unidos, depois de vencerem a Segunda Guerra Mundial.
Os anúncios incluem uma versão da bandeira norte-americana com uma cruz de ferro e a águia alemã em lugar das estrelas, bem como uma bandeira japonesa imperial estilizado.
Em um comunicado, a Amazon não abordou diretamente a controvérsia, dizendo que a série é parte de sua linha de "programação de alta qualidade, provocante, de estímulo a discussões”.
Os anúncios nas linhas de metrô estavam programados para exibição até 6 de dezembro. Os pôsteres em 260 estações não foram removidos.
Fonte: Exame/Abril
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
NY declara guerra à maconha sintética, conhecida como K2
A cidade de Nova York declarou nesta terça-feira guerra à maconha sintética, uma droga barata e perigosa que preocupa cada vez mais as autoridades.
Hoje, o prefeito Bill de Blasio sancionou três projetos de lei que reforçam as sanções contra a fabricação e a venda dessa droga, que apareceu nos anos 2000 e é conhecida como K2, Spice, Galaxy, Diamond, Rush ou Matrix.
As tabacarias que continuarem a vendê-la terão sua licença suspensa, ou mesmo cancelada. A venda de K2 pode acarretar um ano de prisão e uma multa de 5.000 dólares. Não há pena prevista para o consumidor.
"O K2 é uma ameaça à segurança e à saúde públicas", disse o prefeito, antes de firmar os projetos, que entram em vigor em 60 dias.
Nos Estados Unidos, ela é vendida de maneira legal como "incenso" em pequenos pacotes de material vegetal seco.
Segundo o Departamento de Saúde de Nova York, o uso da maconha sintética foi vinculado ao aparecimento de taquicardia, convulsões, hipertensão, perda da consciência, problemas renais e até óbito.
Uma pessoa morreu de overdose em Nova York, segundo as autoridades. Mais de 4.500 internações de emergência registradas desde o início do ano são atribuídas à droga.
Fonte: Exame/Abril
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Presidente de Mianmar é denunciado por genocídio nos EUA
O presidente de Mianmar, Thein Sein: "Estamos tentando impedir a entrada do presidente Thein Sein nos Estados Unidos e que o tribunal americano o declare responsável por genocídio"
Um grupo de 19 organizações muçulmanas americanas apresentou uma denúncia de "genocídio" ante a justiça de Nova York contra o presidente de Mianmar e autoridades de seu governo por supostos crimes de perseguição contra a comunidade Rohingya.
Os queixosos também pediram à juíza federal Debra Freeman que convoque Thein Sein, seu chanceler Wunna Maung Lwin, dois ex-ministros e dois funcionários a responder à denúncia, segundo documentos apresentados perante a corte.
"Estamos tentando impedir a entrada do presidente Thein Sein nos Estados Unidos e que o tribunal americano o declare responsável por genocídio", afirmou nesta segunda-feira à AFP o advogado Gurpatwant Pannun, cuja organização apresentou a denúncia na última quinta-feira.
Segundo esta associação civil, membros da comunidade Rohingya, uma minoria muçulmana de cerca de 1,3 milhão de pessoas que vive no oeste de Mianmar, "tem sido o alvo principal de crimes de ódio e discriminação equivalentes a genocídio comandados por monges budistas extremistas nacionalistas e o governo de Thei Sein".
"Desde 1962, o governo de Mianmar, de supremacia budista, governou com uma ideologia autoritária e excludente. Aos rohingyas foi negada a cidadania e são brutalmente perseguidos devido a sua fé e identidade étnica", completa.
Os queixosos, entre os quais se encontra um membro dessa comunidade que fugiu de Mianmar para os Estados Unidos, denunciam "genocídio, tortura, detenção arbitrária e tratamento cruel, desumano e degradante por parte das autoridades".
Caso a juíza aceite a denúncia, "caberá à administração americana iniciar ações penais contra os responsáveis de genocídio", indicou o advogado Punnan.
Mianmar foi comandado por uma junta militar por quase meio século, até sua autodissolução em 2010, quando o poder foi transferido a um regime liderado por Thain Sein, general que se reformou para poder participar das eleições.
Fonte: Exame.com
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