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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Instagram soma 500 milhões de usuários

Instagram em tablet
O serviço de compartilhamento de fotos Instagram já acumula 500 milhões de usuários - dos quais 100 milhões adotaram a rede no último ano -, anunciou o aplicativo do Facebook na terça-feira.

"Estamos felizes de anunciar que a nossa comunidade cresceu para mais de 500 milhões de Instagramers, dos quais mais de 300 milhões usam o Instagram todos os dias", publicou a rede social.

"Nossa comunidade continua se tornando cada vez mais global, visto que mais de 80% dos usuários são de fora dos Estados Unidos", acrescentou.

O Instagram foi comprado pelo Facebook em 2012 e é considerado o motor de crescimento da rede social, que já conta com cerca de 1,6 bilhão de usuários no mundo.

De acordo com a empresa de pesquisas eMarketer, o Instagram arrecadará 1,5 bilhão de dólares com publicidade neste ano, um aumento de 144% em relação ao ano passado.

Segundo a eMarketer, o Instagram representará 8,4% da receita publicitária do Facebook em 2016, e 18% em 2018.

Fonte: AFP

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Relatório destaca papel das redes sociais em terremoto

Residente gesticula próximo a prédio desmoronado após terremoto em Portoviejo, Equador, dia 18/04/2016
O Twitter, o Skype e o Facebook, entre outras redes sociais e plataformas digitais, desempenharam um papel fundamental na gestão da informação após o terremoto que castigou o Equador em abril deste ano, uma situação na qual a rapidez e a precisão na transmissão dos dados era decisiva diante da emergência.

O relatório "Terremoto no Equador - A importância da informação em catástrofes", da consultoria de comunicação Llorente e Cuenca, revela que após o tremor de terra de 16 de abril, instrumentos como o Twitter e o Skype "provaram sua utilidade" ao possibilitar a difusão de informação "em poucos minutos" sobre o que ocorria, incluindo a transmissão de fotos e vídeos.

O Twitter serviu para os cidadãos divulgarem imagens de familiares desaparecidos, organizar campanhas de solidariedade e ativar alguns TTs ("Trending Topics", os assuntos mais comentados) que foram se consolidando com o passar dos dias "e que geraram milhões de impressões", afirma o estudo, elaborado pela diretora de Llorente e Cuenca no Equador, Alejandra Rivas, e pelo diretor da área Crise da empresa, Luis Serrano.

Após a catástrofe, que deixou mais de 660 mortos e cerca de 80 mil afetados, segundo o governo, "foi a via ideal para não saturar as comunicações", afirma o estudo, ao destacar que as linhas fixas e as ADSL aguentaram melhor a avalanche de comunicação.

A baixa banda consumida pelo Twitter é uma das vantagens desta plataforma, que serviu como "Muro das Lamentações social para pedir ajuda", algo para o qual o Facebook também mostrou ser útil, segundo o trabalho, que cita o resgate de uma cidadã e suas filhas oito horas depois de o marido emitir o primeiro pedido de socorro através dessa rede.

O relatório menciona também o Skype como "meio ideal para informar que alguém está a salvo", além de ferramentas como "Google Crisis Response"; "Twitter Alerts"; "Family Links", da Cruz Vermelha e o buscador de desaparecidos dessa organização humanitária.

Os analistas indicam que neste tipo de emergência "as empresas tecnológicas costumam ser as primeiras ajudar, uma solidariedade que deveria impregnar" a ação de Responsabilidade Social Corporativa do empresariado da região afetada para "devolver à sociedade" parte do que esta lhe entrega "com sua licença para operar".

As empresas, assinalam os especialistas, deveriam se alinhar as políticas públicas de proteção civil, ajudar a divulgar mensagens de solidariedade e envolver seus funcionários nisso, além de pôr à disposição das administrações seus ativos digitais.

Outras ações das companhias deveriam ser articular canais internos de comunicação e estratégias de ajuda a seu pessoal, apoiar ações de recuperação da ordem social e mostrar que a solidariedade e os valores são parte de sua filosofia empresarial.

O trabalho faz também recomendações gerais perante este tipo de emergência, entre elas obter ajuda nos lugares estabelecidos para isso; não saturar as comunicações com chamadas de voz, videoconferências, vídeos ou fotos; optar pela comunicação por SMS, Twitter ou Facebook, se for possível, se informar pela rádio e não compartilhar informação falsa nas redes sociais.

Quanto às autoridades, aconselham que estas divulguem rapidamente telefones de informação, colocarem cartazes ou distribuam folhetos com informações básicas para "garantir o fornecimento constante de dados que ofereçam certezas".

Fonte: EFE

sábado, 4 de junho de 2016

Filme de terror publicado no Snapchat é lançado para venda

Snapchat
Um filme de terror produzido a partir de centenas de clipes de 10 segundos e publicado na rede social Snapchat foi liberado para venda depois de atrair milhões de espectadores.

Chamado de "Sickhouse", o filme acompanha a celebridade Andrea Russett e seus amigos em uma exploração de uma cabana encravada em uma floresta. A produção foi filmada com iPhones durante cinco dias e publicada na conta de Russett no Snapchat.

O Snapchat, um aplicativo onde as mensagens publicadas desaparecem depois de 24 horas, tem mais de 100 milhões de usuários ativos, a maior parte com idade de menos de 25 anos.

Os clipes usados na produção misturam cenas da vida real e ficção e o filme está disponibilizado no serviço online Vimeo.

"Eu não acho que as pessoas vão perder algum dia interesse em sentar e assistir a um filme, mas eu acho interessante tentar estas coisas diferentes", disse Russett, que tem 2,5 milhões de seguidores em sua conta no YouTube.

Fonte: Exame

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Instagram ganha visual discreto e novo logo extravagante

Novo visual e novo logo do Instagram
Ao longo do último ano, funcionários do Instagram e do Facebook participaram de uma pesquisa interna. Eles foram convidados a desenhar o logo do Instagram de cabeça, sem fazer qualquer consulta. O objetivo era perceber o que era mais marcante no desenho atual.

Hoje, o Instagram anuncia um novo logo, assim como um novo design de seu visual interno. “Nós mantivemos as duas características principais que descobrimos com nossas pesquisas. Elas são a lente e o arco-íris”, falou a EXAME.com Melissa Amorim, chefe de comunicação do Instagram para a América Latina.

Se as lentes estão fáceis de encontrar no novo ícone, o arco-íris é mais conceitual. Ele é representado pelo dégradé de cores que serve como fundo.

Aliás, o Instagram não é o único a ganhar um novo ícone. Os apps da família também estão redesenhados, todos seguindo o novo padrão visual. Eles são Layout, Boomerang e Hyperlapse. A mudança mais representativa é do Boomerang, que passa a exibir um símbolo de infinito—refletindo que você pode passar a eternidade olhando para um Boomerang, por mais que isso não seja aconselhável.

“Ao longo dos cinco anos de existência, o Instagram mudou muito. A nova linguagem visual vem para refletir uma nova fase”, explica Melissa.

Este é o terceiro logo adotado pelo Instagram. O primeiro, foi usado por pouco tempo (veja a imagem aqui). “O ícone original era um desenho sobre uma câmera de verdade e não tinha nada a ver com o Instagram”, explicou Kevin Systrom em 2011.

Veja abaixo os novos ícones dos apps da família Instagram.
Novos ícones dos apps Instagram, Hyperlapse, Boomerang e Layout

Fonte: Exame

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Twittter proíbe que EUA usem análise de mensagens

Twitter em tela de celular
O Twitter decidiu impedir as autoridades americanas de utilizar um programa de análise de mensagens publicadas em seu site, que poderia ser empregado na luta contra o terrorismo, informa o Wall Street Journal.

Ao citar fontes próximas ao caso, o WSJ afirma que o Twitter é contrário à possibilidade de que as autoridades recorram ao Dataminr, um programa criado por uma empresa na qual o Twitter tem uma participação de 5%.

O jornal menciona para reforçar a informação, que não foi anunciada pela empresa, depoimentos de altos funcionários dos serviços de inteligência dos Estados Unidos.

A Dataminr é a única empresa que o Twitter autoriza a ter acesso ao conjunto das mensagens publicadas em seu site, que seu programa analisa posteriormente.

O programa é utilizado por meios de comunicação e outros clientes.

Segundo o jornal, o Twitter pediu expressamente que o programa não seja disponibilizado aos serviços de inteligência.

O recurso ao Dataminr teria permitido aos serviços de inteligência identificar o risco de ataques em Paris em novembro, pouco antes dos atentados na capital francesa, afirma o WSJ. Também informou aos clientes sobre os ataques de Bruxelas antes da divulgação pelos meios de comunicação, completa o jornal.

Uma disputa opõe as empresas de alta tecnologia com as autoridades americanas. A Apple se negou recentemente a comunicar ao FBI uma senha que teria permitido à polícia federal dos Estados Unidos acesso ao conteúdo do telefone celular utilizado pelo autor do ataque de San Bernardino (Califórnia) em dezembro.

Fonte: AFP

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Site descobre se o seu parceiro está secretamente no Tinder

Casal olhando dispositivos eletrônicos
Há uma nova maneira de saber se o seu parceiro está usando o Tinder – e isso não envolve hackear a senha do smartphone dele. O site Swipebuster criou um serviço que permite que usuários insiram informações básicas sobre qualquer pessoa e descubram rapidamente se ela está no aplicativo de relacionamentos.

Para utilizar a funcionalidade, basta entrar no site e pagar uma taxa de 4,99 dólares. Depois, é só digitar nome, idade, sexo e localização geográfica da pessoa que você procura. O serviço irá vasculhar a API pública do Tinder – onde todas os dados dos usuários são arquivados – e irá entregar o resultado.

Em questão de segundos, o Swipebuster revela a imagem do perfil da pessoa, a última vez que ela se conectou ao app e ainda se ela busca por um relacionamento com homens ou mulheres.

A ideia é um pouco bizarra, já que dá mais uma ferramenta para ex-parceiros obcecados perseguirem seus amados.

Em um comunicado adquirido pela revista Vanity Fair, um porta-voz do Tinder disse que “a informação pesquisável no site é pública e os usuários podem acessá-la em seus perfis. Se você quiser ver quem está no Tinder, recomendamos que guarde o seu dinheiro e baixe o aplicativo gratuitamente”.

Apesar de ser interessante saber se o seu parceiro está no app, o objetivo do Swipebuster não é este. Em entrevista para a revista, um funcionário de software do serviço disse que é preocupante o fato de tantos aplicativos disponibilizarem abertamente os dados de seus usuários.

“As pessoas não sabem que existem tantas informações disponíveis sobre elas. Não são apenas as pessoas que estão compartilhando muitos dados sobre elas, mas as companhias também não estão se esforçando para que elas saibam que estão fazendo isso”, disse o empregado.

Fonte: Exame

Facebook tem cada vez mais notícias e menos posts pessoais

Facebook
O Facebook está trabalhando para combater a queda nas postagens de conteúdo original e pessoal dos usuários, o combustível que ajuda a movimentar a máquina de dinheiro no coração de sua rede social, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

As postagens gerais continuaram “fortes”, segundo o Facebook. Contudo, os usuários têm se mostrado menos dispostos a postar sobre suas vidas pessoais devido ao aumento de suas listas de amigos, disseram as pessoas.

Em vez disso, a base de 1,6 bilhão de usuários do Facebook está postando mais notícias e informações de outros sites. À medida que o tempo vai passando, os usuários do Facebook podem, ao longo de uma década, ter adicionado muitos conhecidos como amigos.

É possível que as pessoas nem sempre se sintam à vontade para compartilhar coisas sobre suas vidas sabendo que essas postagens podem não ser relevantes para todos os contatos.

Segundo uma das pessoas familiarizadas com a situação, os funcionários do Facebook que trabalham no problema têm um termo para essa queda na intimidade: “colapso de contexto”.

As postagens pessoais passaram para audiências menores do Snapchat, do Instagram, outra rede social da empresa dona do Facebook, e de outros serviços de mensagens.

O CEO Mark Zuckerberg tem falado nas reuniões de equipe do Facebook deste ano sobre a necessidade de inspirar as postagens pessoais, disseram as pessoas informadas sobre o assunto.

O Facebook tem tentado diversas táticas para incentivar a publicação de mais postagens do tipo, como o recurso “Neste Dia”, lançado no ano passado, que traz recordações dos últimos anos sobre as quais os usuários poderiam querer falar novamente, ou lembretes sobre datas especiais, como o Dia das Mães.

O Facebook também tem estimulado os usuários a postarem suas fotos mais recentes e outros conteúdos acessados recentemente em seus telefones.

As postagens originais de conteúdos pessoais -- em vez de postagens sobre informações públicas, como notícias -- caíram 21 por cento ano a ano até meados de 2015, informou o The Information, um site sobre notícias de tecnologia, na quarta-feira.

O Facebook disse em um comunicado que “o nível global de postagens não só se manteve forte, mas também similar aos níveis dos anos anteriores”.

Nesta semana, a empresa tomou outra medida para facilitar as postagens, introduzindo uma ferramenta de vídeo ao vivo que todos os usuários do Facebook podem usar.

Na terça-feira, Zuckerberg fez um discurso em vídeo para os usuários do Facebook incentivando-os a postarem vídeos ao vivo do que quisessem, pontuando que até mesmo atividades comuns, como um corte de cabelo, podem entreter os espectadores quando realizadas em tempo real.

Fonte: Exame

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Instagram não exibirá mais publicações em ordem cronológica

Logo do instagram
O Instagram anunciou nesta terça-feira, 15, uma alteração polêmica no funcionamento do aplicativo.

A partir de agora, o serviço de fotos e vídeos irá exibir primeiro as publicações de perfis que você mais interage ou curte. Ou seja: as postagens não serão mais exibidas em ordem cronológica, como é feito desde 2010, quando o aplicativo foi lançado.

Sem dar data exata para o lançamento do novo recurso, o Instagram, que pertence ao Facebook, disse que o algoritmo deverá ser implementado aos poucos para seus usuários nos próximos meses.

De acordo com a empresa, todas as publicações continuarão a ser exibidas, só que com uma ordem diferente e definida pelo algoritmo.

"A organização das fotos e dos vídeos no seu feed será feita com base na probabilidade de você se interessar pelo conteúdo, no seu relacionamento com a pessoa que está publicando e no momento que a publicação se deu", explica o Instagram, por meio de uma nota.

Assim, o serviço de compartilhamento de fotos e vídeos deverá empregar um algoritmo como o do Facebook, que "aprende" com os hábitos do usuários para tentar se ajustar.

Como justificativa, a empresa disse que as pessoas não veem, em média, 70% dos seus feeds. "Ficou mais difícil acompanhar todas as fotos e vídeos que as pessoas compartilham", disse o Instagram, por meio de nota.

"Isso quer dizer que muitas vezes você não vê publicações que pode considerar importantes." Além desta mudança, o aplicativo, recentemente, gerou reações negativas após inserir publicidade no feed, poluindo a experiência das pessoas.

Para alguns especialistas, o uso de algoritmo é um efeito direto do aumento de publicidade, já que a empresa poderia fazer o mesmo que faz no Facebook: monetizar o alcance das publicações, exigindo o pagamento para promover fotos ou vídeos dentro do algoritmo.

Fonte: Exame

quarta-feira, 16 de março de 2016

Você não precisa mais memorizar várias senhas com este app

Cadeado virtual com senhas
A grande quantidade de serviços online que utilizamos no computador ou no smartphone faz com que nossas senhas sejam fracas ou porque são palavras e sequências numéricas ou porque usamos a mesma senha em mais de um site. Por exemplo, um estudo recente da SplashData mostra que a senha 123456 ainda é a mais popular na web.

Uma solução para esse mar de serviços online é usar um gerenciador de senhas – sim, mais um serviço online. O seu diferencial é que ele oferece uma área criptografada para que você guarde todas as suas senhas (o que é bem mais seguro do que anotá-las em um arquivo no bloco de notas).

A ideia é que você precise memorizar somente uma senha mestre para que tenha acesso a tudo que você acessa na web, como suas contas no Facebook, no Instagram ou mesmo no PayPal. Um aplicativo da Intel Security chamado TrueKey se diferencia de concorrentes populares, como o LastPass, por oferecer um método pouco usual de recuperação da senha-mestre: reconhecimento facial.

Usar o TrueKey é simples nas plataformas Android, iOS, OS X ou Windows. Após instalá-lo no seu PC ou smartphone, basta cadastrar as senhas dos sites que você mais usa. Este pode ser um momento também para alterá-las para melhorar a sua segurança online. Feito isso, será preciso somente entrar no TrueKey e escolher o serviço que quer acessar para que o login aconteça sem precisar digitar nada.

O aplicativo, porém, não é totalmente gratuito. Ele permite cadastrar 15 senhas e cobra caso o usuário queira armazenar mais. A anuidade é de 29,90 reais.

Há também mais dois recursos interessantes no TrueKey. O primeiro é uma área no seu app para smartphones que permite gerar senhas complexas que podem ser adotadas nas suas contas. O segundo é um espaço para guardar informações pessoais sensíveis, como números de cartões bancários, CPF, passaporte, carteira de habilitação e até compromissos da sua agenda.

Outra opção gratuita é o KeePassX. Apesar da interface pouco intuitiva, ele é uma opção interessante para quem gosta de ficar de olho em tudo que está acontecendo com a sua conta, já que o código do serviço é aberto e pode ser consultado.

O LastPass é o gerenciador de senhas mais popular da web e a sua anuidade é de 12 dólares.

Fonte: Exame

sexta-feira, 11 de março de 2016

Rede social propõe troca de likes por dinheiro

Doação em dinheiro
Correntes do tipo "o Facebook vai doar R$ 1 para cada compartilhamento que essa foto tiver" já são comuns (e até motivo de piada) na rede social, mas fora da companhia de Mark Zuckerberg existe uma iniciativa com uma proposta semelhante a esta.

A Gaption, rede social lançada no ano passado, promete mudar a dinâmica tradicional nas rede sociais, em que o engajamento gera capital para os anunciantes apenas.

O que propõe a plataforma é que o usuário que tanto movimenta esse mercado também passe a "ganhar sua fatia" nesse bolo.

A ideia é que ao gerar conteúdo dentro da rede os internautas eles ganhem uma porcentagem dos ganhos que seu compartilhamento gerou em cliques em publicidade, por exemplo.

Outra forma são as vendas no e-commerce que existe dentro do Gaption. É possível anunciar e vender produtos na própria rede social e a empresa fica com uma pequena parte do lucro.

Esse modelo vem sendo testado no site desde sua criação, em junho do ano passado, mas agora um novo recurso foi anunciado, também no sentido de ajudar seus usuários a lucrarem com seus posts.

"Gifts", como foi batizado, é um botão que permite realizar espécies de "doações" aos posts. É como se trocássemos os famosos Likes do Facebook por centavos.

Os "presentes" variam entre US$ 0,99 e US$ 9,99 e o pagamento desses valores são feitos através dos sistema da Apple e do Google e o usuário presenteado pode resgatar o dinheiro via PayPal.

O app da Gaption está disponível para download em iOS e há também uma versão beta para os usuários de Android realizarem um tese na rede social.

Fonte: Exame

quarta-feira, 2 de março de 2016

Por que Facebook e WhatsApp vivem encrencados com a Justiça

Tela de smartphone com ícone do WhatsApp
Não é raro ver Facebook e WhatsApp encrencados com a Justiça brasileira. No ano passado, o app de mensagens foi bloqueado, deixando seus 100 milhões de usuários no país sem poder conversar com seus contatos – e até algumas pessoas da Argentina foram afetadas.

Hoje, Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook para a América Latina, foi preso preventivamente em São Paulo. O motivo, segundo a rede social, é a desobediência quanto à entrega de dados para a Justiça sobre um caso envolvendo o WhatsApp.  

Mas por que acontecem problemas judiciais com as duas empresas com tanta frequência no Brasil?

Segundo o Facebook, o WhatsApp e fontes consultadas por EXAME.com, os motivos são dois e tudo não passa de um mal-entendido da Justiça.

O WhatsApp não armazena os dados de conversas entre usuários em seus servidores. Eles são mantidos somente nos smartphones das pessoas. É por isso, por exemplo, que o WhatsApp Web – versão do app para computadores – requer que o aparelho esteja por perto.  

"Nós apenas mantemos as mensagens até que elas sejam entregues. A partir da entrega, elas existem apenas nos dispositivos dos usuários que as receberam", informou o WhatsApp.

A segunda razão é que o WhatsApp não tem sucursal no Brasil. Isso não torna o Facebook responsável pelo que acontece na outra empresa. "O WhatsApp e o Facebook operam de forma independente", garante a dona do app de mensagens mais popular do mundo, com 1 bilhão de usuários ativos mensalmente.  

Uma ordem judicial precisa ser devidamente comunicada, entregue ao cliente por meio da via de cooperação internacional com os Estados Unidos. Dessa maneira, a empresa receberá a ordem corretamente.

No entanto, os termos de serviço do WhatsApp impossibilitam a empresa de colaborar com a Justiça quando o pedido é oferecer dados de conversas entre usuários de seu aplicativo.

A companhia ressalta que a prisão preventiva do VP do Facebook para a América Latina, realizada hoje pela Polícia Federal é "com base em dados que não existem".

Muitos advogados demonstravam repúdio à prisão preventiva de Dzodan. No entanto, Maristela Basso, professora de direito internacional da faculdade de direito da USP e advogada associada do Nelson Wilians e Advogados Associados, tem uma opinião contrária.

“Os dados são protegidos e só podem ser revelados por decisão judicial. Estas são as regras do jogo. Quem usa o aplicativo deve saber que a Justiça pode requisitar essas informações à empresa. Quem administra o aplicativo deve manter os dados porque a Justiça também pode solicitá-los. O que está em vigência no Brasil, a exemplos dos demais países, é o Marco Civil da Internet, que manda preservar os dados e revelar apenas se a Justiça requisitar. Empresa que está no Brasil deve seguir as leis brasileiras”, disse, em nota, Maristela.

Já Adriano Mendes, advogado e especialista em direito digital no escritório Assis e Mendes, acredita que a Justiça não tenha agido corretamente. "Aqui, ao invés de entendermos a tecnologia, preferimos punir quem a desenvolve ou represente ao invés de buscar provas e concentrar os esforços contra as pessoas que realmente cometeram crimes", declarou Mendes.  

"Tecnicamente considerando que os servidores estão em outro país e que o Brasil é signatário de acordos internacionais como o MLAT [acordo de cooperação penal internacional], qualquer ordem policial deveria ser enviada através deste procedimento ao exterior, ao invés de serem expedidas apenas no Brasil com citação dos representantes do Facebook no Brasil", finaliza o advogado.

Um porta-voz do WhatsApp consultado por EXAME.com explicou que o ato de não armazenar dados nos servidores da empresa é uma medida em prol da segurança dos usuários. "Dessa maneira, se houver um vazamento de dados, as informações das conversas das pessoas estarão protegidas nos smartphones delas", declarou o porta-voz, que disse também que a empresa está criptografando todo o tráfego de dados na troca de mensagens.

Fonte: Exame

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Zuckerberg anuncia transmissão de vídeos ao vivo no Facebook

Pessoa usando smartphone em frente ao logo do Facebook
O executivo-chefe do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta sexta-feira que provavelmente mês que vem a rede social incorporará em nível mundial a possibilidade de transmitir ao vivo para todos seus usuários.

Zuckerberg antecipou esta nova ferramenta do Facebook em um encontro em Berlim no qual respondeu às perguntas do público, e no qual explicou que a empresa está há alguns meses fazendo testes com este sistema.

"O objetivo não é que poucos possam transmitir ao vivo. Queremos que todo mundo tenha esse poder em seu bolso", o cofundador do Facebook.

Além disso, acrescentou que a nova ferramenta, que estará disponível nos sistemas operacionais iOs e Android, começará a funcionar "com sorte no mês que vem".

Zuckerberg garantiu que as retransmissões de vídeo ao vivo funcionarão muito bem na rede social porque são um tipo de conteúdo muito pessoal que não pode ser editado, algo "cru, visceral e emocional" para compartilhar.

O CEO do Facebook está em Berlim para uma visita de dois dias, parte de uma tour pela Europa. Antes ele estava em Barcelona, na feira tecnológica Mobile World Congress.

Ontem, também em Berlim, anunciou um programa de cooperação com centros de pesquisa europeus sobre inteligência artificial.

Fonte: Exame

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Facebook expande reações, as alternativas ao curtir

Reações do Facebook


O Facebook anunciou hoje (24) a expansão das reações, que serão as novas formas de interação com publicações na rede social. Com isso, o curtir deixará de ser a única forma de expressar uma emoção com apenas um clique.

Em breve, todos os usuários do Facebook poderão marcar algo com as reações acima. Será possivel dizer que você amou, riu, ficou surpreso ou triste ou ainda se você se enfureceu com a publicação. Os novos recursos estavam em fase de testes desde o final do ano passado.

O Facebook deixará de mostrar somente o número que reflete a quantidade de vezes que as pessoas curtiram um conteúdo. Em vez disso, a rede social terá um contador total de reações e os ícones das mais populares aparecerão em destaque.

O funcionamento das reações não tem caráter ofensivo, segundo o Facebook. A ideia é dar novas opções para demostrar empatia em momentos que não são felizes, expressar rapidamente se você está contente ou surpreso com o que acabou de ver.

Ainda não há um botão não curtir, mas os usuários do Facebook poderão se mostrar nervosos com a publicação de um amigo – e, talvez, o efeito seja o mesmo de um chamado não curtir.

As novas reações devem chegar em breve aos usuários do Facebook, mas a dispobinilização das novidades deve ser gradual e pode levar algumas semanas para chegar a todos.

Fonte: Exame

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Instagram finalmente terá suporte para mais de uma conta

Imagem do recurso de múltiplas contas de usuário no Instagram
O Instagram anunciou hoje que terá suporte para múltiplas contas. O recurso era algo que fazia falta para alguns usuários. Outras redes sociais, como Twitter, já contavam com essa possibilidade.

A novidade chegará na versão 7.15 de acordo com a empresa. O recurso estará disponível para os usuários do app em iPhone e Android.

Esse recurso deve agradar principalmente usuários que tenham que lidar com mais de uma conta rotineiramente. Um exemplo seriam pessoas que tenham que alimentar uma conta profissional ou relacionada a uma marca.

A rede social terá um limite de cinco contas por dispositivo. Para mais informações, veja essa página (em inglês) com explicações do novo recurso.

Fonte: Exame

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

LinkedIn pode perder US$9 bi em valor de mercado

Logo do LinkedIn aparece em um tablet iPad da Apple
A LinkedIn vai precisar melhorar seu perfil para se reconectar com investidores depois que a rede social para profissionais perturbou o mercado com uma previsão de receita anual bem abaixo das expectativas.

As ações da LinkedIn operavam em queda de cerca de 35 por cento nesta sexta-feira, nível de preço que representa uma perda de mais de 9 bilhões de dólares em valor de mercado. A queda é a mais acentuada desde que a companhia abriu seu capital em 2011.

Pelo menos sete corretoras cortaram recomendações para a ação da LinkedIn de "comprar" para "manter", afirmando que a elevada valorização da empresa não era mais justificável.

Enquanto isso, pelo menos 22 corretoras reduziram o preço-alvo para a ação, com a RBC cortando em quase 50 por cento, para 156 dólares.

A LinkedIn previu que terá receita no ano de entre 3,6 bilhões e 3,65 bilhões de dólares, abaixo da média de estimativas de analistas de 3,91 bilhões, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.

Ressaltando a desaceleração, a LinkedIn afirmou que o crescimento da receita publicitária caiu para 20 por cento no quarto trimestre ante 56 por cento um ano antes.

Fonte: Exame

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Fotolog volta ao ar para permitir resgate de fotos

Homepage do site Fotolog
O site de compartilhamento de imagens Fotolog voltou ao ar no final de janeiro, mas ainda assim será desativado em breve.

Os usuários têm até dia 20 de fevereiro para resgatar as fotografias publicadas em seus perfis. A questão é que será peciso que a pessoa se lembre da sua senha no serviço, já que a ferramenta de recuperação de senhas não funciona mais.

No início do ano, a página saiu do ar, tornando inacessíveis as imagens hospedadas nos servidores da empresa.

Os apps do Fotolog para smartphones não estão mais disponíveis nas lojas do Android nem do iOS.

O seguinte aviso foi publicado no site, alertando os internautas sobre o fim do fotolog:

"Caros membros, informamos que o Fotolog estará inacessível de forma permanente nas próximas semanas.
O objetivo deste aviso é que você possa recuperar todos os seus dados o mais rápido possível, e antes do dia 20 de fevereiro de 2016.
Esperamos que você continue mantendo seus blogs e que compartilhe suas fotos em outras plataformas.
Por favor, faça circular essa informação entre os demais membros da comunidade."

Fonte: Exame

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Twitter tem 3 milhões de mensagens sobre Bowie em 4 horas

Mulher fotografa homenagem ao cantor David Bowie com um tablet com capa do "Ziggy Stardust", dia 11/01/2016

http://queixas.com.br/
O anúncio da morte de David Bowie nesta segunda-feira já gerou mais de 3 milhões de tuítes em todo o mundo, indicou a Visibrain, plataforma que supervisiona o Twitter.

Visibrain contabilizava às 12h30 (10h30 de Brasília) mais de 3,16 milhões de tuítes em torno dos termos David Bowie e hashtags #RIPDavidBowie, #Bowie e #DavidBowie.

Para efeito de comparação, o último Oscar gerou em cinco horas 5,9 milhões de tuítes, enquanto o Globos de Ouro na noite deste domingo gerou 3,7 milhões de tuítes.

Fonte: Exame