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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Concurso de redação da ONU dá viagem a Nova York

nova-york
A Organização das Nações Unidas (ONU) está com as inscrições abertas para o concurso cultural Muitas Línguas, Um Mundo, que selecionará 60 jovens para passar uma semana na sede da organização, em Nova York (EUA). As inscrições vão até o dia 31 de março.

Os vencedores participarão, entre os dias 25 e 31 de julho, de uma série de atividades, incluindo o United Nations Academic Impact Global Youth Forum.

A ideia é que jovens de diferentes partes do mundo ajudem a elaborar planos de ação relacionados ao desenvolvimento sustentável para a agenda 2030 da ONU.

Para participar, é preciso escrever uma redação em um dos seis idiomas oficiais da entidade (inglês, espanhol, árabe, russo, chinês ou francês) de até 2000 caracteres.

O tema deste ano é “O papel da habilidade multilíngue na cidadania global e entendimento cultural”. O texto, segundo o site da ONU, deve refletir o contexto pessoal, acadêmico, cultural e nacional do candidato.

Serão selecionados 10 textos em cada uma das línguas oficiais da ONU. Podem concorrer estudantes que tenham 18 anos ou mais e estejam matriculados em um curso de ensino superior. Em 2015, cinco brasileiros foram escolhidos pela ONU.

Saiba mais e faça sua inscrição aqui

Fonte: Exame

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Governador de NY barra anúncios controversos da Amazon

Anúncio com conteúdo supostamente nazista teria sido colocado no metrô:
Os anúncios para um novo programa da Amazon.com mostrando imagens de inspiração nazista foram retirados de uma movimentada linha de metrô de Nova York, após intervenção do governador Andrew Cuomo, disse um porta-voz do setor de trânsito na terça-feira.

As propagandas para "The Man in the High Castle" envolviam completamente os assentos, paredes e tetos de um trem da linha que liga as estações da Times Square e do Grand Central Terminal, em Manhattan.

Adam Lisberg, porta-voz da Autoridade de Transporte Metropolitano (MTA, na sigla em inglês), disse que o trem foi retirado de serviço depois da hora do rush para que os anúncios pudessem ser removidos.

Um representante da Amazon informou no início da noite que a empresa não tinha pedido a remoção dos anúncios, contradizendo uma autoridade do setor de trânsito que havia dito que a própria empresa tinha solicitado a retirada.

Lisberg não quis comentar sobre as conversas internas entre a MTA e seus anunciantes, mas disse que Cuomo tinha telefonado para o chefe da MTA na terça-feira e pedido que garantisse a remoção dos anúncios.

Mais cedo na terça-feira, o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, havia pedido à Amazon que retirasse os anúncios, dizendo que eram "irresponsáveis e ofensivos aos sobreviventes da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, suas famílias, e inúmeros outros nova-iorquinos".

O programa, baseado em um romance de Philip K. Dick, retrata uma realidade alternativa em que a Alemanha nazista e o Japão dividem o controle dos Estados Unidos, depois de vencerem a Segunda Guerra Mundial.

Os anúncios incluem uma versão da bandeira norte-americana com uma cruz de ferro e a águia alemã em lugar das estrelas, bem como uma bandeira japonesa imperial estilizado.

Em um comunicado, a Amazon não abordou diretamente a controvérsia, dizendo que a série é parte de sua linha de "programação de alta qualidade, provocante, de estímulo a discussões”.

Os anúncios nas linhas de metrô estavam programados para exibição até 6 de dezembro. Os pôsteres em 260 estações não foram removidos.

Fonte: Exame/Abril

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

NY obrigará fast foods a terem aviso sobre excesso de sódio

Lanche do McDonald's em frente a um restaurante da companhia em San Francisco, Califórnia
A cidade de Nova York obrigará às redes de restaurantes fast-food a incluir uma advertência nos alimentos que contenham excesso de sódio, após a aprovação nesta quarta-feira de uma nova legislação pioneira nos Estados Unidos.

A Junta de Saúde aprovou nesta quarta-feira, por unanimidade, uma proposta de lei que exige das redes de restaurantes fast-food incluir em seus cardápios o símbolo de um saleiro junto aos alimentos que superem o limite diário de sódio recomendado pelas autoridades.

Nova York se transforma assim na primeira cidade dos EUA a adotar este tipo de medida, com a qual procura reduzir o consumo de sal e prevenir o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC).

O governo federal recomenda limitar o consumo diário de sódio a menos de 2.300 miligramas, o equivalente a 1 colher de chá de sal, mais os americanos consomem em média de 3.300 miligramas por dia, segundo a Administração de Alimentos e Remédios (FDA).

A maioria do sódio na dieta dos cidadãos provém de alimentos processados e de restaurante de fast-food, onde o conteúdo de sódio nos produtos do menu aumentou mais de 20% entre 1997 e 2010.

Concretamente, as autoridades estimam que 10% dos produtos que aparecem em seus menus superam o limite diário, por isso que terão que incluir a advertência, segundo dados facilitados pelo escritório do prefeito da cidade, Bill de Blasio.

O consumo excessivo de sódio é um dos maiores fatores de risco para sofrer de hipertensão, que aumenta significativamente as probabilidades de sofrer doenças do coração, primeira causa das mortes nos Estados Unidos, e derrames cerebrais, quinta causa de falecimentos no país.

Segundo o escritório do prefeito, mais de um milhão de nova-iorquinos leem diariamente os rótulos de calorias nos alimentos e quatro de cada cinco pessoas consideram que são úteis para levar uma vida mais saudável.

Fonte: http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/ny-obrigara-fast-foods-a-terem-aviso-sobre-excesso-de-sodio