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quarta-feira, 15 de junho de 2016

More gravitational waves detected

Optics
Scientists have collected a second burst of gravitational waves sweeping through the Earth.

The warping of space-time was sensed on Christmas Day in the US at the Advanced LIGO laboratories - the same facilities that made the historic first detection in September last year.

Back then, the waves came from two huge coalescing black holes.

This new set of waves, likewise, is ascribed to a black hole merger - but a smaller one.

Reporting the event in the journal Physical Review Letters, the international collaboration that operates LIGO says the two objects involved had masses that were 14 and eight times that of our Sun.

The data indicates the union produced a single black hole of 21 solar masses, meaning they radiated pure energy to space equivalent to the mass of one star of Sun size.

It is this energy, in the form of gravitational waves, that was sensed in the laser interferometers of the LIGO labs in Livingston, Louisiana, and Hanford, Washington State, at 22:38 Eastern Standard Time on 25 December (03:38 GMT, 26 Dec; Boxing Day in Europe).

Source: BBC

Ondas gravitacionais são detectadas pela segunda vez nos EUA

Ondas gravitacionais
A detecção inédita de ondas gravitacionais, as dobras no espaço e no tempo postuladas por Albert Einstein 100 anos atrás e anunciadas em fevereiro, não foram um acaso feliz – cientistas disseram nesta quarta-feira que as flagraram pela segunda vez.

Os pesquisadores disseram ter captado as ondas gravitacionais que se espalharam pela Terra depois que dois buracos negros distantes giraram um rumo ao outro e se fundiram em um único e imenso abismo 1,4 bilhão de anos atrás.

A colisão violenta desencadeou reverberações pelo espaço-tempo, uma fusão dos conceitos de tempo e espaço tridimensional.

Estas ondas gravitacionais foram detectadas por observatórios gêmeos dos Estados Unidos no dia 25 de dezembro de 2015 pelo horário norte-americano.

Os detectores estão localizados em Livingston, na Louisiana, e Hanford, no Estado de Washington.

A primeira detecção de ondas gravitacionais ocorreu em setembro passado e foi anunciada em 11 de fevereiro.

O acontecimento criou sensação no meio científico e representou um marco na física e na astronomia, transformando uma implicação peculiar da Teoria Geral da Gravidade de 1916 no reino da observação astronômica.

Tanto as ondas detectadas em setembro quanto as de dezembro foram desencadeadas pela fusão de buracos negros, regiões de massa tão densa que nem fótons de luz podem escapar dos escoadouros gravitacionais que eles produzem no espaço.

Os buracos negros fundidos que fizeram o espaço vibrar em dezembro eram muito menores do que o primeiro par, demonstrando a sensibilidade dos instrumentos do recentemente atualizado Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser (Ligo, na sigla em inglês).

"Estamos começando a ter um vislumbre de um tipo de informação astronômica nova que só pode vir de detectores de ondas gravitacionais", disse David Shoemaker, pesquisador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o prestigioso MIT.

Os buracos negros que suscitaram as ondas gravitacionais recém-captadas eram oito e 14 vezes maiores do que o sol, respectivamente, antes de se fundirem em um único buraco negro cerca de 21 vezes maior do que o sol.

O detector de Louisiana percebeu as ondas primeiro e o de Washington 1,1 millissegundo mais tarde. Os cientistas podem usar a diferença de tempo para calcular aproximadamente onde a fusão dos buracos negros aconteceu.

Fonte: REUTERS

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

China revela 3 projetos de detecção de ondas gravitacionais

Simulação gráfica das ondas gravitacionais
Cientistas chineses contam com três projetos diferentes envolvendo a detecção de ondas gravitacionais, anunciou a imprensa local, poucos dias depois que um grupo de pesquisadores confirmou a previsão do físico Albert Einstein.

Esses projetos permitirão à China virar o "líder mundial" no campo desta pesquisa, segundo as fontes.

Pequim dedica milhões de dólares à conquista do espaço, considerada um novo símbolo da potência do país.

Em um marco para a física e a astronomia, cientistas de vários países anunciaram na quinta-feira passada ter detectado de forma direta as ondas gravitacionais, ondulações do espaço-tempo que foram previstas por Albert Einstein em 1915.

Dois buracos-negros se chocaram há 1,3 bilhão de anos.

O cataclismo lançou estas ondas em todas as direções até que chegaram à Terra no dia 14 de setembro, onde foram captadas por instrumentos instalados nos Estados Unidos.

Esta descoberta foi feita em colaboração com equipes de investigação europeias, especialmente de França, Itália e Alemanha.

As ondas gravitacionais são produzidas por perturbações na trama do espaço-tempo pelos efeitos do deslocamento de um objeto de grande massa. Estas perturbações se deslocam na velocidade da luz em forma de ondas e nada as detêm.

Este fenômeno costuma ser representado como a deformação que ocorre quando um peso repousa sobre uma rede. Neste caso, a rede representa o tecido do espaço-tempo.

A descoberta é histórica porque permite verificar de forma direta uma das previsões da teoria geral da relatividade.

Os físicos determinaram que as ondas gravitacionais detectadas em setembro nasceram na última fração de segundo antes da fusão de dois buracos negros, objetos celestes ainda misteriosos que resultam do colapso gravitacional de estrelas gigantes.

A possibilidade de uma colisão entre esses corpos havia sido prevista por Einstein, mas o fenômeno nunca tinha sido observado.

De acordo com a teoria geral da relatividade, um par de buracos negros em que cada um orbita em torno do outro perde energia, produzindo ondas gravitacionais.

Ser capaz de detectar essas ondas que viajam sem perturbação por milhões de anos torna possível voltar para o primeiro milissegundo do chamado Big Bang.

Fonte: Exame

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Veja como as ondas gravitacionais mudarão a visão do cosmos

Buracos Negros em rota de colisão
As ondas gravitacionais, previstas por Albert Einstein em 1916, foram observadas por cientistas pela primeira vez em uma colisão de buracos negros que aconteceu há 1,3 bilhão de anos e que converteu em energia o equivalente a cerca de três vezes a massa do sol em um segundo, liberando as ondas no espaço.

Mas o que a observação desse fenômeno muda para a ciência? Algumas coisas.

A primeira é que agora temos uma confirmação de que a teoria da relatividade de Einstein estava correta. As ondas gravitacionais foram demonstradas indiretamente nos anos 1980, mas só puderam ser vistas pelos pesquisadores do Laser Interferometer Gravitational Wave Observatory (LIGO) em 14 de setembro do ano passado – e a informação veio a público hoje.

Segundo a Teoria da Relatividade, os objetos que se movimentam no universo produzem ondulações no espaço-tempo que se propagam pelo espaço – como o efeito de Ripple que acontece ao jogarmos uma pedra em um lago.

Sendo assim, essas ondas gravitacionais deixam rastros que não são alterados pela matéria. Como indica o Gizmodo, elas funcionam como uma impressão digital viajando pelo espaço-tempo. Isso é importante porque, com a existência dessas ondas confirmada, se torna possível que cientistas possam estudar de maneira diferente uma Estrela de Nêutrons ou um buraco negro.

A dificuldade atual de entender o que acontece com esses corpos que têm massa absurda em relação a um planeta – e, por isso, muita força gravitacional – é que eles não emitem luz (ou, ao menos, não da forma que uma estrela o faz). Por conta disso, fica mais difícil a observação realizada com telescópios espaciais localizados na Terra.

"Essa descoberta permite que olhemos para trás no tempo da criação do universo, com significativas repercussões para a atual pesquisa astronômica", afirmou o processor Bob Bingham, físico do Conselho de Instalações Tecnológicas e Científicas no Harwell Campus, no Reino Unido, de acordo com o IFLS.

Com isso, para o astrofísico Scott Hughes, do MIT, as ondas gravitacionais abrem um novo capítulo para a exploração do cosmos. "Há muitas informações ricas guardadas nas ondas gravitacionais ", declarou Hughes, segundo o Gizmodo.

A descoberta foi feita da maneira de Einstein havia previsto. Quando dois buracos negros começam a orbitar um ao outro, eles perdem energia lentamente, o que faz com que eles fiquem gradualmente mais próximos até que comecem a se movimentar a metade da velocidade da luz e uma fusão ocorre, gerando um buraco negro maior. Esse fenômeno gera uma tremenda explosão de energia que propaga as ondas gravitacionais pelo espaço. O vídeo abaixo ilustra como é esse fenômeno.
Fonte:Exame

Tudo que você precisa saber sobre as ondas gravitacionais

Simulação gráfica das ondas gravitacionais
Cientistas anunciaram hoje a detecção de ondas gravitacionais. O fenômeno havia sido previsto pelo físico Albert Einstein na sua Teoria da Relatividade Geral, há mais de um século.

A descoberta é de grande importância para o mundo da astrofísica. Os cientistas disseram que a detecção foi feita no dia 14 de setembro.

Veja abaixo o que exatamente são as ondas gravitacionais e o que muda com essa descoberta.

O que são as ondas gravitacionais?

Ondas gravitacionais são ondulações no espaço-tempo. De acordo com a Teoria Geral da Relatividade, colisões colossais ou explosões estelares irradiam energia o suficiente para que essas ondulações fujam na velocidade da luz pelo universo.

Elas foram descobertas?

Sim. Apesar de prevista por Einstein, a existência das ondas gravitacionais ainda não havia sido provada. Hoje, cientistas do Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser (LIGO) afirmaram que, pela primeira vez na história, elas foram detectadas.
Albert Einstein em seu escritório
Por que isso é importante?

As ondas gravitacionais seriam uma forma a mais de observar e procurar respostas sobre o universo. A analogia que se faz é que, até hoje, cientistas podiam observar o espaço apenas. Com as ondas gravitacionais, os cientistas ganham ouvidos também.

Muitas perguntas podem ganhar novas respostas com os estudos envolvendo as ondas gravitacionais. Questões sobre o momento da criação e sobre a evolução do universo, por exemplo, podem ganhar novos olhares.

O físico Stephen Hawking afirmou que a descoberta abre uma porta para “uma nova forma de olhar o universo”.

"Podemos esperar ver buracos negros ao longo da história do universo. Poderíamos inclusive ver os vestígios do universo primordial, durante o Big Bang, graças às ondas gravitacionais", disse Hawking.

Estima-se que 90% do universo é formado por matéria escura. Com as ondulações gravitacionais, cientistas poderão estudá-la com mais detalhes.

O que pode gerar ondas gravitacionais?

Colisões de buracos negros e explosões de estrelas (supernovas) são capazes de gerar as ondulações. Outro exemplo, importante para os cientistas, é o Big Bang.

As ondas descobertas pelo LIGO foram geradas pela colisão e união de dois buracos negros que aconteceram há mais de um bilhão de anos.
Detector do LIGO, em Hanaford, Washington
O que é LIGO?

É a sigla em inglês de Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser. Foi esse projeto de pesquisa que foi capaz de detectar as ondas gravitacionais. O LIGO usa duas estruturas gigantes nos Estados Unidos como detectores. Uma fica no estado de Washington (na foto acima) e outra no de Louisiana. As duas estruturas ficam distantes para quem sinais falsos gerados localmente não sejam tomados como leituras de ondas gravitacionais.

Os cientistas vão ganhar um Nobel?

Talvez. A descoberta é muito importante e dá visibilidade ao grupo que trabalhou nela. O diretor do Instituto Max Planck de Física de Hannover, na Alemanha, afirmou que a descoberta "tem potencial de Nobel, não há dúvida disso".

Fonte: Exame

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Menina de 12 anos atinge nota máxima em teste de QI e supera Albert Einstein

"Estava bem mais fácil do que eu imaginava", disse a estudante Lydia Sebastian sobre a prova aplicada pela sociedade Mensa
Como se determina a relação da transformação da massa de um objeto em energia, e vice-versa?*

Caso você não saiba responder a essa questão cabeluda, seria uma boa ideia pedir ajuda à estudante Lydia Sebastian. Com apenas 12 anos de idade, ela alcançou a nota máxima no teste de QI supervisionado pela sociedade Mensa, que reúne intelectuais como Albert Einstein e Stephen Hawking.

Os dois físicos acima, inclusive, foram superados por Lydia no teste de quociente de inteligência. Enquanto a jovem moradora de Essex, na Inglaterra, atingiu 162 pontos, Einstein e Hawking ficaram "apenas" nos 160.

A nota da jovem, que está prestes a iniciar o segundo ano do Ensino Médio em um colégio só para meninas, é a maior possível para quem tem menos de 18 anos de idade. Já a nota máxima para adultos é 161.

Segundo a Mensa, apenas 1% da população mundial é capaz de realizar a façanha de Lydia. A nota mínima exigida no teste para entrar na sociedade é de 140 pontos.

Preparação

Lydia passou um ano se preparando para a prova, formada por 150 questões que visam, principalmente, medir a capacidade de raciocínio verbal do candidato.

Segundo o pai da estudante, Arun Sebastian, a filha procurou testes na internet e pediu diversas vezes a permissão dos pais para realizar o teste da Mensa.

"Eu estava muito nervosa no começo, mas, assim que comecei, percebi que estava bem mais fácil do que aquilo que eu esperava, então eu relaxei", disse Lydia ao jornal britânico "Guardian".
A jovem começou a falar já aos seis meses de idade, segundo os pais. Ela toca violino desde os quatro anos de idade e demonstra carinho especial pela leitura. Ela leu três vezes os sete livros da saga Harry Potter.

*Aplicando a equação E = mc² (criada justamente pelo alemão Albert Einstein)

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2015-09-04/menina-de-12-anos-atinge-nota-maxima-em-teste-de-qi-e-supera-albert-einstein.html