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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Twitch, o YouTube dos games, chega ao Brasil e à Am Latina

Logo da marca Twitch
O Twitch, uma das maiores plataformas de streaming de vídeos de games, anunciou hoje que está iniciando operações na América Latina. A chegada se faz por uma parceria com a Internet Media Services (IMS)--a Sony tem 51% das ações da IMS.

O Twitch, vale dizer, é uma subsidiária da Amazon. O serviço de vídeos foi comprado pela empresa de Jeff Bezos em 2014 por 970 milhões de dólares.

O foco do Twitch é consolidar seus negócios no México e no Brasil, líderes no mercado de games na América Latina. Em 2014, o Brasil arrecadou 1,28 bilhão de dólares com games e o México, 997 milhões, de acordo com dados do instituto de pesquisa de mercado NewZoo.

“Nós temos uma comunidade incrivelmente apaixonada de publicadores de vídeos e telespectadores na América Latina e estamos ansiosos para que o IMS nos ajude a fortalecer as nossas relações industriais na região”, diz Jonathan Simpson-Bint, diretor de receita do Twitch, em um comunicado divulgado à imprensa.

A América Latina representa quatro bilhões de dólares do valor do mercado global de jogos, que chegou a valer mais de 91 bilhões dólares em 2015, segundo outro relatório da NewZoo.

Para Ignacio Basaguren, sócio da IMS, o Twitch veio para a região para liderar uma transformação profunda na indústria de jogos. Afinal, o Twitch oferece "todos os aspectos de entretenimento que os ‘Millenials’ esperam de uma plataforma de jogos”, disse Basaguren em um comunicado.

Todo mês, mais de 100 milhões de espectadores assistem aos vídeos de mais de 1,7 milhão de pessoas que publicam suas jogadas no Twitch, de acordo com dados da própria empresa.

Fonte: Exame

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Nos EUA, mulheres jogam videogames tanto quanto homens

Jogar videogame
Ao contrário do que se costuma pensar, nos Estados Unidos as mulheres jogam videogames tanto quanto os homens, segundo um estudo do Instituto Pew publicado nesta terça-feira.

De acordo com o instituto com sede em Washington, 60 % dos entrevistados acreditam que os videogames são, acima de tudo, uma coisa de homens.

Mas "os números mostram que quase uma idêntica proporção de homens e mulheres os jogam". Exatamente um em cada dois homens e 48% das mulheres dizem usá-los.

A disponibilidade de jogos de vídeo para smartphones e tablets fez com que o público - em geral caracterizadas como jovens homens especializados no tema - aumente e se diversifique notoriamente.

Cerca de 49% dos adultos, independentemente do sexo, dizem ter jogado por meio de um computador, um console, uma televisão ou um telefone celular, de acordo com o levantamento realizado com 2.001 americanos entre meados de junho e julho.

No entanto, apenas 10% dos entrevistados se descreveram como "jogadores" ('gamers', em inglês), um termo que geralmente identifica os usuários mais apaixonados. Destes, cerca de dois terços são homens.

Menos da metade dos entrevistados acreditam que os videogames podem estimular a violência. A opinião é mais dividida sobre se os jogos são úteis.

Cerca de 26% acreditam que os videogames são um desperdício de tempo, mas 24% pensam o contrário.

"A percepção dos jogos pelo público em geral é complexa", diz Maeve Duggan, um pesquisadores do Pew. "No debate sobre videogames, o público fica dividido sobre o conteúdo e seu impacto sobre os jogadores".

Fonte: Exame/Abril