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quarta-feira, 6 de julho de 2016

ONG lança aplicativo que ajuda crianças a memorizar telefone dos pais

Um aplicativo móvel - Remumber - que ajuda as crianças a memorizar o número de telefone dos pais, para que possam contactá-los em caso de emergência, está sendo lançado hoje em 15 países, entre eles Portugal.

A ideia, desenvolvida pela organização não governamental (ONG) Missing Children Europe - a Federação Europeia para Desaparecidas e Exploradas Sexualmente - é que as crianças aprendam, por meio de “processo muito simples”, o número do telefone dos pais, usando-o como código de desbloqueio do seu smartphone ou tablet, explicou à agência Lusa Patrícia Cipriano, presidente da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APDC), parceira da federação europeia na divulgação desse aplicativo.

Assim que as crianças estiverem habituadas a se lembrar dos seus códigos de bloqueio do dispositivo, por usá-los diariamente, a aplicação muda o código aleatoriamente para o número de telefone dos pais.

“Hoje, já não é normal saber os números de telefone de cor, mas todas as crianças sabem o código de desbloqueio do smartphone e, nesse sentido, a Missing Children Europe teve essa iniciativa muito importante”, disse Patrícia.

A iniciativa tem particular relevância no período de férias, porque há maior “trânsito de pessoas dentro da Europa”, principalmente em Portugal, onde há muita movimentação de turistas” e, muitas vezes, “as crianças perdem-se e não sabem como contactar os pais”, afirmou Patrícia.

Segundo ela, o fato de as crianças saberem o contato dos pais vai evitar “muitas aflições”, porque imediatamente a polícia, a pessoa que está na praia, um vigilante ou outra pessoa vai poder ligar à família e dar a localização da criança em caso de estar perdida.

Sobre o funcionamento da aplicação Remumber, a federação europeia explica que, depois de instalada, basta digitar o número do telefone a memorizar e o dispositivo será bloqueado.

As crianças vão memorizar o número gradualmente: os quatro primeiros dígitos têm que ser aprendidos de cor e, em seguida, os outros números a inserir são iluminados se a criança está bloqueada e precisa de uma pista.

Depois de a criança memorizar com sucesso todo o código, os pais são informados por e-mail e podem, em seguida, digitar um novo número para memorizar, deixar o número original ou desinstalar a aplicação, diz a organização.

A ONG destaca que o aplicativo Remumber pode também ser "uma boa oportunidade para abordar a matéria da confiança e segurança” com as crianças e para definir algumas diretrizes pouco antes das férias.

O aplicativo é lançado hoje em vários países, entre eles a Bélgica, Itália, República Checa, Sérvia, Estônia, França, Áustria, Espanha, Grécia, Albânia, Irlanda, Hungria e Romênia.

Fonte: Agência Brasil

sábado, 4 de junho de 2016

Crianças chamadas de “gordinhas” pelos pais ganham mais peso


Uma criança com sobrepeso dificilmente esquece como é ser gordinha, mesmo depois que se torna adulta.

O estigma da obesidade já é sentido desde essa fase e cria um ciclo vicioso - com medo de ser julgada ou maltratada pelos colegas, a criança gorda passa a evitar atividades físicas em geral, o que coloca sua saúde em risco.

As tentativas de proteger o corpo e a mente dos mais cheinhos têm piorado a situação. A aposta de escolas nos EUA e no Reino Unido tem sido medir a altura e o peso da criança e informar os pais caso exista sobrepeso.

Isso porque eles acreditam que os pais não percebem quando o peso do filho está acima do normal e não estabelecem uma alimentação regrada em casa.

Pesquisadores dos dois países testaram essa hipótese com 3.500 crianças de 4 anos. Ela estava metade certa: 80% dos pais de crianças acima do peso achavam que o Índice de Massa Corporal dos filhos estava normal.

Mas outros 20% tinham plena noção de que os filhos estavam gordinhos e isso não foi de muita ajuda.

O estudo acompanhou as crianças dos 4 aos 13 anos. Os participantes considerados gordos pelos pais ganharam mais peso nessa fase do que aqueles considerados normais.

Segundo os autores, a relação era tiro e queda: todas as vezes que fizeram as medições ao longo desses nove anos, a percepção dos pais quanto ao corpo dos filhos previa um ganho de peso.

A associação não tinha nada a ver com o corpo dos participantes em si, os cientistas garantem. Isso porque alguns pais achavam que seus filhos estavam com sobrepeso quando seu IMC era totalmente normal.

Ao longo dos anos, essas crianças também apresentaram ganho de peso, igualzinho àquelas que estavam realmente gordinhas.

Se o ganho de peso não é uma questão de tipo físico, os autores acreditam que as causas sejam psicológicas.

Passar pelo estigma da obesidade durante essa fase de desenvolvimento, vendo o estereotipo negativo de ser gordo espalhado pela mídia, é um dos fatores de risco para desenvolver compulsões alimentares.

A comida vira uma forma de consolo e a criança gordinha vira o adolescente obeso.

Em vez de se traduzir em uma mudança positiva de hábitos, a percepção dos pais do sobrepeso dos filhos se torna uma profecia autorealizada.

Fonte: Superinteressante

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Criança descobre falha no Instagram e ganha 10 mil dólares

Logo do Instagram
Aprender programação cedo na vida tem suas vantagens para o mercado de trabalho e este é o caso de Jani, de 10 anos de idade. Ele descobriu uma falha no código do aplicativo do Instagram – que já foi corrigida – e se tornou a pessoa mais jovem a receber uma recompensa do Facebook: 10.000 dólares.

Ao mexer no código do app, o garoto finlandês descobriu que era possível forçar a remoção de comentários nas publicações dos usuários, algo que permitiria uma espécie de censura a quem conhecesse a técnica.

O prêmio dada a Jani faz parte do programa de caça a bugs, que é promovido pelo Facebook desde 2011. No total, a companhia já pagou o valor de 4,3 bilhões de dólares a mais de 800 pesquisadores de segurança digital por descobertas de falhas em seus apps. As recompensas normalmente têm valor menor que a concedida a Jani e giram em torno dos 1.780 dólares, segundo o Washington Post.

O jovem recebeu um prêmio maior do que a média porque a falha encontrada por ele poderia afetar qualquer um dos mais de 400 milhões de usuários mensalmente ativos do Instagram.

Não se sabe como a falha foi encontrada na API (interface de programação do app), mas Jani e seu irmão têm o hábito de assistir vídeos sobre segurança digital no YouTube, de acordo com o site iltalehti.

O garoto planeja usar o dinheiro para comprar uma nova bicicleta, equipamento de futebol americano e novos computadores para seus irmãos.

Uma curiosidade: segundo os termos de serviço do Instagram, a idade mínima para utilizar o aplicativo é 13 anos de idade. Ou seja, Jani ainda precisa esperar três anos para poder publicar fotos na rede social sem violar a política de uso – apesar de sua descoberta.

Fonte: Exame

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Crianças têm grande influência nas decisões de compra

Criança diante de computador
Hoje, a mobilidade traz a informação para a palma das nossas mãos, e esse acesso está cada dia mais dentro das casas. Para falar sobre como essa democratização impacta a decisão de compra nas famílias, o Facebook publicou o estudo "Meet the Parents".

Nele, dados importantes como o fato da criança exercer uma grande influência nos lares são abordados.

Mesmo sem saber, ela impacta em todas as decisões da família, desde a escolha da viagem de férias, jantares e opções de entretenimento, até a escolha do carro ou em outros hábitos de consumo. Além disso, a criança também impacta no comportamento dos pais como um todo.

Confira os destaques encontrados no estudo:

Informar em vez de importunar

• 59% dos pais dizem que seus filhos têm mais impacto nas decisões de compra do que eles tinham durante o seu crescimento, com suas famílias.

• Cerca de 69% dos pais dizem que compram mais produtos específicos para crianças do que seus pais compravam para eles próprios na mesma fase. A tática de ‘importunar’ os pais para que comprem produtos para seus filhos está sendo substituída pela tática de ‘informar’ — e, em certas categorias, as crianças têm se tornado especialistas.

Paternidade é Mobilidade

• Mobile é um salva-vidas de conectividade para os pais, que passam mais tempo conectados pelo celular do que pessoas que ainda não têm filhos. Esse comportamento é ainda mais evidente em novos pais — eles passam 1,2 vezes mais tempo no Facebook, por exemplo, do que quem não tem filhos.

• Mães de primeira viagem passam 1,3 vezes mais tempo no Facebook pelo celular do que mulheres que não tem filhos. Em um mundo que pode, às vezes, parecer caótico, o mobile é o meio pelo qual pais e mães consomem informação prontamente. Os dispositivos móveis ajudam os pais a ficar conectados e informados, a registrar e compartilhar momentos importantes dos filhos, e a manter seu senso de identidade.

Coloque sua máscara de oxigênio antes de ajudar as crianças

• Pais são, sobretudo, pessoas. Eles estão, cada vez mais, percebendo que, se cuidarem de si mesmos antes, estarão melhores preparados para lidar com suas responsabilidades e pressões diárias, como cuidar das necessidades das suas famílias de uma maneira mais amorosa e disciplinada.

• 42% dos pais dizem que suas famílias estão bem quando eles mesmos estão bem. É por isso que eles asseguram-se de tomar conta de si mesmos para poder tomar conta de suas famílias.

Fonte: Exame

quarta-feira, 9 de março de 2016

Google cria buscador especial para crianças

Kiddle - Google
O Google lançou recentemente uma solução para os pais que ficam preocupados com a segurança de seus filhos enquanto navegam na internet. O "Kiddle", como foi batizada a plataforma, é basicamente uma versão do buscador da gigante para as crianças.

O sistema de buscas veta qualquer possibilidade de acesso dos pequenos aos conteúdos adultos que inundam a "internet de gente grande".

A página segue um layout bastante parecido o Google original, mas devidamente inserido em sua proposta, com um robô que funciona como um "guardião" do buscador e outros infantis ilustrativos.

Os algoritmos utilizados na ferramenta fazem uma triagem que exibe apenas conteúdos "comportados" para os mini usuários, ainda que a palavra buscada tenha algum tipo de assunto indevido relacionado, e barra temas que considera inapropriados para o público.
Busca no Kiddle
Fonte: Exame

quarta-feira, 2 de março de 2016

Gadget permite que pais monitorem saúde de bebês com app

Button BabyHug
Ser pai ou ser mãe é estar em constante vigilância, principalmente, quando o filho ainda é um bebê. Por isso, muitos têm dificuldade em se distanciar da criança. Foi pensando nisso que Roberto Castro Junior, CEO da Ventrix, decidiu criar um gadget que monitora todos os movimentos do bebê à distância, desde a respiração até eventuais quedas.

“Eu notei que a minha esposa estava sempre preocupada com o nosso filho. Eu quis devolver a qualidade de vida para ela e deixar a criança mais à vontade”, explica Castro Junior.

Chamado de BabyHug, o aparelho é um button de 34 x 36 mm de diâmetro que pesa apenas 16 gramas. Ele é colocado na roupa do bebê para que um sensor interno possa detectar os micro movimentos da criança. “Após a identificação, um algoritmo diferencia o que é respiração e o que é, por exemplo, uma agitação”, conta o CEO.

Todos os dados coletados pelo button são enviados para os smartphones dos pais, em tempo real, por meio de um aplicativo de mesmo nome. A conexão entre o app e o aparelho pode ser feita via Bluetooth ou internet sem fio.

Outra característica interessante do BabyHug é que ele permite que os pais filmem vídeos e gravem áudios do local onde a criança está. Isso é feito a partir do mesmo app que conecta o button a outros dispositivos móveis.

Assim, resumindo, o gadget é uma babá eletrônica mais moderna. “Entretanto, o equipamento se diferencia por permitir que os adultos, por meio do smartphone, falem com a criança à distância e até mesmo selecionem músicas para acalmá-la”, diz Castro Junior.

O BabyHug, começou a ser desenvolvido em 2013 e recebeu investimento de 1,2 milhão de reais. A empresa espera vender cerca de mil buttons até o final de ano ao custo de 649 reais a unidade.

O gadget já pode ser encontrado nos principais sites de vendas online, como Submarino, Americanas, Extra, Pontofrio, Casas Bahia, Mercado Livre e Shoptime. O aplicativo já está disponível no Google Play e, segundo a empresa, ele será liberado na App Store após a primeira venda.

Fonte: Exame

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Muçulmano de 10 anos erra palavra e escola chama polícia

Menino escrevendo
Quem nunca errou a grafia de uma palavra nas aulas de português na escola? Mas um erro bobo como esse custou muito caro a um menino muçulmano de 10 anos no Reino Unido.

A criança, que mora na cidade de Lancashire, na Inglaterra, se confundiu durante a aula de língua inglesa e ao invés de escrever que mora numa "casa com terraço" ("terrace house", em inglês), ele escreveu que mora numa "casa terrorista" ("terrorist house").

Seus professores não sabiam que se tratava de um erro de ortografia e 'denunciaram' o menino à polícia, relata o jornal The Guardian.

Ao agir dessa forma, eles seguiam uma lei antiterrorista e de segurança de 2015, que estabelece que os professores são obrigados a alertar as autoridades sobre qualquer comportamento suspeito terrorista.

Como resultado, a criança não só foi interrogada pela polícia, mas também teve sua casa investigada e um laptop da família apreendido.

Mas tudo não passou de um simples erro de grafia. A família do menino exigiu que a escola e a polícia se retratassem, de acordo com a BBC.

"Ele agora está com medo"

Um primo do menino, cuja identidade foi protegida, disse à BBC que inicialmente pensou que era tudo uma "piada".

"Você pode imaginar isso acontecendo com um homem de 30 anos de idade, mas não com uma criança", disse ele.

"Se o professor tivesse quaisquer preocupações, deveria ter sido sobre a sua ortografia", acrescentou, pontuando logo em seguida: "Eles não deveriam fazer uma criança passar por isso. Ele agora está com medo de escrever, de usar sua imaginação".

Fonte: Exame

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Celulares podem ser os vilões das dores nas costas de jovens

Criança joga no celular
As crianças vêm sofrendo cada vez mais de dores nas costas e um dos fatores por trás disso é a má postura durante a utilização dos aparelhos celulares, segundo o neurocirurgião Vinicius Benitez, especialista em doenças da coluna.

"O que se observa é que há realmente um aumento em queixas de jovens com dores cervicais nos últimos anos", constata.

Esse problema pode ter consequências sérias para as crianças. "Imediatamente, isso causa dores musculares e cansaço. Em longo prazo, pode se perpetuar e se transformar em uma dor crônica. Qualquer dor que dure mais de dois meses é considerada crônica", explica o médico.

Ele recomenda trocar de posição com frequência ao utilizar os eletrônicos e, se possível, levantar o celular na altura da cabeça para não prejudicar a região cervical.

O neurocirurgião Alexandre Elias, especialista em coluna do Hospital 9 de Julho, confirma que "uma fonte de dor é ficar olhando para baixo ao usar o celular, e outro perigo que se vê hoje é digitar enquanto caminha".

De acordo com ele, a má postura não apenas causa desconforto, mas pode também levar ao agravamento de situações já existentes, como uma hérnia. Em alguns casos, a prática pode piorar uma dor prévia e exigir até uma operação.

Segundo os especialistas, é necessário fazer pausas a cada 40 minutos pelo menos, e não há uma forma de usar os aparelhos por tempo prolongado sem acarretar dores.

"O ideal é não ficar horas na mesma posição, isso vale não só para o celular, mas também para pessoas que trabalham sentadas no computador", indica Elias.

"A má postura ou posição viciosa acelera o processo degenerativo que já ocorre naturalmente", explica Benitez, que enfatiza a necessidade de crianças e jovens praticarem exercícios físicos como forma de prevenção para esse tipo de problema.

O médico ressalta que a musculação é permitida apenas a partir dos 16 anos. "Pode ser uma atividade na água, com bola ou qualquer outra, desde que a criança goste. Ela não pode ser obrigada", defende.

O sedentarismo pode ser um agravante para as dores nas costas, pois, de acordo com Elias, a musculatura ao redor da coluna é muito frágil. "Quem pratica atividades físicas tem uma estrutura mais adequada para proteger a área", diz.

A obesidade pode atrapalhar também os adultos, que já podem recorrer à musculação, mas o médico alerta para os cuidados que deve-se tomar ao iniciar uma rotina de exercícios.

"Deve ser feito sempre com a orientação de um profissional e aos poucos para não danificar a coluna", aconselha.

Fonte: Exame

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Ter um cachorro diminui estresse e ansiedade em crianças

Criança abraça cachorro
Uma nova pesquisa realizada nos Estados Unidos estudou 643 crianças com idade entre quatro e dez anos: 58% tinham um cachorro em casa e 42% não.

Foram levados em consideração fatores como índice de massa corporal, atividades físicas, tempo em frente ao computador/TV e saúde mental.

A única diferença significativa encontrada entre os grupos foi nos níveis de ansiedade e de estresse.

Dos 58% das crianças que tinham cachorros, 12% foram diagnosticadas com stress e ansiedade, de acordo com um teste padrão. Esse número pulou para 21% quando as crianças sem o animal de estimação foram analisadas.

"Cachorros podem reduzir a ansiedade infantil, particularmente a ansiedade de separação e social, através de vários mecanismos. Eles podem estimular a conversação e fortalecer laços", aponta o estudo.

Um dos possíveis responsáveis pelo efeito é a ocitocina, hormônio associado à redução da ansiedade e à criação de laços sociais. E não são só as crianças que saem ganhando.

A pesquisa diz que "A interação social entre cachorros e humanos pode aumentar os níveis de ocitocina tanto no humano quanto no cachorro. Interagir com um cachorro amigável também reduz os níveis de cortisol através da liberação da ocitocina, que atenua a resposta psicológica ao stress".

Apesar de a pesquisa ter sido realizada com um grande número de crianças, estudos mais detalhados serão necessários para comprovar uma relação de causa e efeito.

Fonte:Exame/Abril

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Crianças escolhem entre receber e dar presente de Natal

Em vídeo do Walmart, jovens optam por entregar os brinquedos para outras crianças
As crianças são as mais impactadas no Natal. As diversas propagandas sobre brinquedos, roupas, entre outros atrativos, criam os mais variados desejos nos pequenos.

Mas, e se ela tivessem que escolher entre ganhar ou dar um presente?

Esse é o mote da nova campanha da Walmart. Assinado pela Saatchi Nova Iorque, o filme coloca as crianças contra a parede, perguntando se elas preferem receber o presente que desejam ou dar um para quem nunca foi presentado.

Com uma sequência de cenas encantadoras, os jovens optam por entregar os brinquedos para outra criança.

Fonte: Exame/Abril

26% das crianças souberam verdade sobre Papai Noel pela web

Crianças na escola
Antes, as crianças descobriam que o Papai Noel não era real em conversas com os amigos ou ao achar os presentes ainda não embalados em algum canto da casa.

Com mais acesso ao computador, pesquisa da empresa de segurança digital AVG Technologies aponta que 26% das crianças fizeram a descoberta pela internet.

A pesquisa foi feita em treze países, com 14.089 famílias com filhos nascidos entre 1997, ano em que o Google foi lançado, e 2013.

O levantamento também apontou que a idade em que deixam de acreditar caiu de uma média de 8 anos e 7 meses, na geração dos pais, para 6 anos e 11 meses na atual geração.

A pesquisa também foi feita no Brasil com 2.010 famílias entrevistadas. Entre os pais brasileiros, 52% disseram considerar a internet como o "maior vilão" na descoberta precoce sobre o Natal e 96% disseram acreditar que a internet "torna mais fácil" a descoberta. As entrevistas foram feitas em novembro.

Já entre as crianças brasileiras, 41% delas respondeu que tiveram suas primeiras suspeitas a respeito do Papai Noel depois de visualizar anúncios online dos presentes que haviam pedido em suas cartinhas.

25% das crianças ainda disseram que viram os pais fazendo as compras de presente online e 21% disseram ter visto piadinhas na internet sobre o Papai Noel.

Para estimular a crença das crianças, a empresa lançou um software gratuito que os pais podem instalar no computador e assim "esconder" conteúdos online capazes de levar as crianças a descobrir prematuramente a verdade sobre o Papai Noel.

O "conteúdo revelador" é substituído por uma imagem do Papai Noel em uma oficina de brinquedos.

"A internet não é apenas a principal fonte do fim da inocência das crianças, mas também está fazendo com que descubram a verdade sobre o Papai Noel muito antes daquelas nascidas antes da era digital. Com essa campanha, queremos oferecer aos pais a opção de uma ferramenta para ajudar a manter vivo o mistério do Papai Noel por mais alguns anos", disse Cian Mckenna-Charley, diretor de marketing da HMA!, empresa do grupo AVG, que desenvolveu o software.

Fonte: Exame/Abril