Mostrando postagens com marcador EUA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EUA. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Chanceleres de Rússia e EUA dialogam sobre Síria

O secretário de Estado americano, John Kerry, e o ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, reunidos em Genebra no dia 26/08/2016
O secretário de Estado americano, John Kerry, e o ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, estavam reunidos em Genebra desde as 08h00 GMT (05h00 de Brasília) para tentar dar um novo impulso às negociações de paz para a Síria.

A reunião é realizada em um hotel diante do lago Leman.

O enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, declarou na quinta-feira que a reunião entre os dois responsáveis das Relações Exteriores era "importante" e terá "um verdadeiro impacto" nas "iniciativas políticas da ONU para reativar o processo político na Síria".

Já foram realizadas várias sessões de negociações para colocar fim ao conflito na Síria, que deixou mais de 290.000 mortos em cinco anos, em Genebra, desde o início do ano, mas sem dar frutos.

Moscou e Washington têm o grupo extremista Estado Islâmico como inimigo comum, mas a Rússia apoia política e militarmente o regime de Damasco, enquanto os Estados Unidos apoiam a oposição síria, que exige a saída do presidente Bashar al-Assad.

Fonte: AFP

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

EUA enviam aviões para proteger posições curdas na Síria

Bombardeios da Rússia na Síria
O Pentágono confirmou nesta sexta-feira o envio de aviões para proteger posições curdas entre as quais se encontram forças especiais americanas na cidade de Hasakah, nordeste da Síria, após a região ter sido alvo de bombardeios do regime do presidente Sírio, Bashar al Assad.

"Isto foi feito como uma medida para proteger às forças da coalizão. Deixamos claro que a força aérea dos Estados Unidos defenderia as tropas no território se elas fossem ameaçadas", afirmou o capitão Jeff Davis, porta-voz do Pentágono, em declarações à imprensa americana.

De acordo com Davis, aviões sírios SU-24 lançaram bombas na quinta-feira em uma região "perigosamente próxima" de onde estão situadas forças especiais dos EUA que lutam junto com a milícia curda YPG em Hasakah.

As forças americanas, que formalmente participam como auxiliares das milícias curdas na região e não entram em combate, não registraram vítimas nem feridos, embora vários milicianos curdos possam ter sido mortos no bombardeio, ainda que não haja confirmação oficial destas informações.

Após o ataque, as forças especiais foram retiradas da região.

Davis acrescentou que as forças da coalizão no terreno tentaram comunicação com os aviões sírios sem receber resposta, e depois se comunicaram com a Rússia em um canal conjunto, mas sua resposta foi que as aeronaves russas não fizeram parte do ataque.

Quando os aviões americanos chegaram, os caças sírios já tinham abandonado a região.

Os curdos controlam grande parte do nordeste e do norte da Síria, perto da fronteira com a Turquia, onde proclamaram uma região autônoma, mas ainda lutam contra facções pró-governo na cidade de Hasakah.

Fonte: REUTERS

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Wikileaks diz ter mais de mil e-mails de Hillary Clinton

Wikileaks teria mais de mil e-mails de Hillary Clinton. EFE/Peter Foley
O portal Wikileaks garantiu ter mais de mil e-mails da virtual candidata democrata à Casa Branca, Hillary Clinton, e disse ter publicado informações sobre a Guerra do Iraque recebidas e enviadas pela então secretária de Estado (2009-2013).

Os novos e-mails estão em uma seção intitulada "O arquivo de e-mails de Hillary Clinton", que foi aberta em março no site da organização Wikileaks, criada por Julian Assange.

O portal publicou em 16 de março uma base de dados com 30.322 e-mails enviados e recebidos pelo servidor privado de mensagem que Hillary usou quando liderava a diplomacia americana e que está sendo investigado pelo Departamento de Justiça e o FBI.

Em mensagem em seu perfil do Twitter, o Wikileaks afirmou na segunda-feira ter publicado 1.258 e-mails sobre a Guerra do Iraque.

Entre os e-mails divulgados figura, por exemplo, um enviado por Huma Abedin, uma das pessoas mais próximas à ex-secretária de Estado, no qual informa a Hillary que o vice-presidente, Joe Biden, tinha chegado ao Iraque em 30 de agosto de 2010 para se reunir com líderes políticos do país.

A polêmica pelos e-mails começou em 2015, quando os veículos de imprensa americanos revelaram que, durante seus quatro anos no Departamento de Estado, Hillary usou o tempo todo uma conta pessoal para suas comunicações, com um servidor privado.

Hillary reconheceu então que teria sido "mais inteligente" usar uma conta oficial e entregou 55 mil páginas de e-mails ao Departamento de Estado para sua publicação, mas o caso gerou dúvidas porque poderia ter passado informações do governo ao usar sua conta pessoal.

O Wikileaks obteve os e-mails divulgados agora da base de dados do Departamento de Estado, que foi publicando de maneira periódica as comunicações da ex-primeira-dama durante a campanha das primárias.

Fonte: EFE

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Polícia: explosão no Central Park não foi atentado

A polícia da Nova York não tem motivo para acreditar que a explosão no Central Park foi um atentado terrorista, disse o representante da polícia de segurança pública, John O’Connell.

O incidente ocorreu perto do local onde era realizada a cerimônia fúnebre do escritor americano de origem judaica Elie Wiesel, do Prêmio Nobel da Paz de 1986. Segundo os dados do portal de informação New York Daily News, a explosão arrancou o pé de um jovem de 18 anos, turista do estado da Virgínia.

Não temos indicações de que essa explosão tenha algo a ver com terrorismo", informa a emissora norte-americana CNN, citando O’Connell. A explosão, provavelmente, foi "resultado de um experimento".
Inicialmente, a polícia informou que fogos de artifício haviam provocado o acidente.

O uso de fogos de artifício é muito comum nos Estados Unidos em datas festivas. Nesta segunda-feira, 4 de julho, será comemorado o aniversário da independência do país. Segundo testemunhas, a explosão não foi grande.

De acordo com John O'Connell, o embrulho com um explosivo fraco, que pode ser produzido por um amador usando objetos comuns, estava no local do incidente há mais de 24 horas. O policial disse que nada "indica perigo ou ameaça" ao 4 de julho, feriado nacional.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Google ativa cabo submarino de internet entre EUA e Japão

Google
O Google anunciou nesta quinta-feira a ativação do cabo submarino de internet de alta velocidade de 9 mil quilômetros entre Estados Unidos e Japão, projeto no qual a empresa trabalhava desde 2014.

O cabo, registrado com o nome de "Faster" (Mais rápido), tem uma velocidade de 60 terabits por segundo, 10 milhões de vezes mais rápido que o típico modem, e custou R$ 300 milhões.

"Os usuários de internet e nossos clientes no Japão devem notar que as coisas se movimentam um pouco mais rápido. Nosso cabo submarino Faster entre Japão e Estados Unidos entrou em serviço oficialmente hoje", afirmou através da rede social Google Plus o vice-presidente de infraestrutura do Google, Urs Hölzle.

O executivo lembrou que o cabo recém-ativado é o mais potente de todos os cabos submarinos e entre suas peculiaridades figura a de emitir luzes de múltiplas cores em diferentes frequências.

"Faster é um dos cabos submarinos que conectam diferentes partes do mundo e que, em conjunto, integram uma importante espinha dorsal que contribui para o funcionamento da internet", explicou Hölzle.

O primeiro cabo transoceânico foi utilizado para comunicações via telegrama foi instalado em 1906. A maioria dos cabos funcionam dentro dos países e entre continentes, mas alguns cruzam oceanos, como o Atlântico.

O cabo SEA-ME-WE 3, que conecta a Europa com a Austrália e a Ásia, é o mais longo do mundo, com uma extensão de 39 mil quilômetros e 39 pontos de conexão terrestre.

Facebook e Microsoft trabalham agora no desenvolvimento de um cabo submarino que se chamará Marea (maré, em espanhol) e que deve ser concluído em 2016, o primeiro a conectar os EUA com o sul da Europa, mais especificamente as cidades de Virgínia (EUA) e Bilbao (Espanha).

Fonte: EFE

Michelle Obama pede mudança cultural para acabar com desigualdade de gênero


A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, apelou nesta quinta-feira à necessidade de os países desenvolvidos iniciarem uma mudança cultural que honre e respeite a população feminina, já que a verdadeira igualdade não se alcança só com leis, mas mudando "as diferenças" que são aplicadas para mulheres e homens.

Michelle Obama, que ofereceu em Madri um discurso perante 600 universitárias e estudantes de colégios públicos espanhóis, pediu que somassem seus esforços a esta necessária transformação.

"Estou impressionada com suas histórias, sei o que têm para oferecer ao mundo e morro de vontade de ver o sucesso de vocês, sigam lutando pelo futuro", destacou.

A primeira-dama dos Estados Unidos chegou ontem em Madri acompanhada por suas filhas, Malia e Sasha e sua mãe, Marian Robinson, em uma visita que faz parte da iniciativa "LeT Girls Learn" (Deixam que as meninas aprendam!), que lidera e que tenta fazer acessível a educação a mais de 60 milhões de meninas em todo o mundo.

No mesmo ato participou a rainha Letizia, que agradeceu Michelle Obama pelas conquistas de sua iniciativa contra a discriminação educativa da mulher no mundo e defendeu o valor da alfabetização digital para garantir o acesso das meninas ao conhecimento e a todas as oportunidades.

A esposa do presidente dos Estados Unidos, que visita a Espanha pela segunda vez, esteve acompanhada no ato pela rainha Letizia, pelo embaixador dos Estados Unidos na Espanha, James Costos, pela vice-presidente do Governo espanhol, Soraya Sáenz de Santamaría e pela prefeita de Madri, Manuela Carmena, entre outras autoridades.

Fonte: EFE

Exército dos EUA retira proibição de recrutamento de transgêneros


O exército dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira que retirou a proibição de recrutamento de transgêneros, com o argumento de que as Forças Armadas devem poder dispor dos soldados mais qualificados, independentemente da orientação sexual.

Em entrevista coletiva no Pentágono, o secretário de Defesa dos EUA, Ashton Carter, anunciou a retirada da restrição, com a justificativa de que já há transexuais no exército hoje em dia - embora não assumidamente - e que a profissão militar deve ser aberta a todos os americanos.

"O Departamento de Defesa e o exército necessitam dispor das melhores pessoas. Não queremos que haja barreiras que nos impeçam de recrutar os mais qualificados", apontou Carter, que calculou que 2,5 mil transexuais sirvam nas Forças Armadas atualmente.

"A realidade é que temos transexuais servindo de farda hoje em dia. Os americanos querem servir e a profissão das armas deve estar aberta a todos", acrescentou o chefe do Pentágono. A nova medida entra em vigor "com efeito imediato", por isso que a partir de hoje os transexuais podem servir abertamente.

Carter garantiu que no caso dos transexuais serão aplicados os mesmos padrões e procedimentos do restante dos integrantes do exército, e que agora se abre uma fase de 90 dias para a elaboração de guias para os diferentes estamentos militares, desde os oficiais até os médicos.

A partir do dia 1º de outubro, e com os guias já encerrados, os integrantes do exército que se identificarem como transexuais e que assim desejarem terão direito a serem submetidos a cirurgias de mudança de sexo pagas pelo Departamento de Defesa, o que terá um custo adicional "mínimo", segundo os cálculos do Pentágono.

"É o correto e outro passo para garantir que recrutamos e mantemos as pessoas mais qualificadas. Nosso exército, nossa defesa e nosso país serão mais fortes", concluiu Carter.

Fonte: EFE

Putin está irritado


O chefe do Kremlin está irritado, e se pode notar. Irritado e cansado. Mais um ano, e já se passaram três desde o primeiro, convidou-nos, os presidentes das maiores agências de notícias do mundo, para um encontro com ele, em pessoa, por ocasião do Fórum de São Petersburgo. Cansado, porque acumulava mais de 12 horas seguidas de reuniões e discursos, de cumprimentar pessoas e falar em diferentes palcos, e para a última reunião de todas, a que programou com as agências, chegou tão esgotado que até deixou sem perguntas, diretamente porque sim, meus colegas da "France Presse", da alemã "DPA" e da japonesa "Kyodo", nada menos.

E Putin está irritado por vários motivos. Em primeiro lugar, pela resolução que deixa o atletismo da Rússia fora das competições olímpicas do Rio de Janeiro. E ainda, provavelmente inclusive mais, pelo que ele chama de "corrida armamentista" dos americanos, que vai obrigar a seu país - avisou uma e outra vez - a modernizar ao máximo seu arsenal nuclear, por isso o mundo pode voltar a cair em uma situação inevitável de Guerra Fria, "se as tropas da Otan persistirem em se espalhar" por Polônia, Romênia e os demais países de sua fronteira.

E também está irritado, embora menos, porque é responsabilizado por todos os supostos males que acontecem no planeta, entre eles, por exemplo, o Brexit. Sobre este tema, Putin diz com clareza que o que não entende, nem ele nem quase ninguém, é como o primeiro-ministro britânico David Cameron, estando contra o referendo sobre a permanência ou saída do Reino Unido na União Europeia, teve a ideia de convocar a votação a respeito. E se pergunta com total clareza: "Para que iniciou este processo? Para chantagear a Europa outra vez? Qual é seu verdadeiro objetivo?".

Putin está cansado e irritado, sim, embora aparente amabilidade. Chegou ao nosso encontro com três horas de atraso (no ano passado foram cinco), impecavelmente usando terno azul-escuro e uma gravata grená amarronzada e sequer nos deu a mão, como das outras vezes. Sentou-se diretamente em sua cadeira e começou a falar e gesticular. Também não colocou no menu linguado da Crimeia, como há dois anos, mas caviar do Cáspio com chá preto, enquanto ele se serviu com chá branco com limão. Tudo no meio de uma parafernália impressionante de assessores, garçons, câmeras, fotógrafos e pessoas de seu séquito por todas as partes, em um cenário novo e moderno, inaugurado em função do Fórum Econômico de São Petersburgo deste ano.

Outro dos motivos do mal-estar de Putin é ser perguntado constantemente sobre a saúde da economia russa. Alguém disse que a Rússia está em crise? Em recessão está, pois neste ano a atividade econômica voltou a se contrair, embora menos do que o previsto: só 1,2% do PIB. Mas no Fórum de São Petersburgo quase não se notou a crise. Vieram mais empresas e multinacionais do que nunca, e foi aberto um espaço ultramoderno e megagigante para debates, apresentações e entrevistas coletivas, com muita aparelhagem eletrônica, entorno digital, tecnologia de vanguarda e, certamente, mármores, carpetes e madeiras de vários tipos.

Até foram visitar Putin líderes ocidentais como Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, e Matteo Renzi, primeiro-ministro da Itália, o que provocou a ira dos países bálticos e do núcleo duro da UE. Algo que não pareceu pesar para Renzi. Ele foi visto com o chefe do Kremlin, deram juntos uma entrevista coletiva e assinaram acordos de 1,3 milhão de euros, apesar de, em teoria, estar proibido de assinar convênios de qualquer tipo com os russos. O que parece pouco importar a Renzi, pois não só assinou esse pacto, como pediu o fim das sanções à Rússia. Algo que também foi feito, na véspera, pelo ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy, que jantou com Putin e pediu que se deixe de punir Moscou.

Não chegou a tanto Juncker, apesar de surpreender o fato de o presidente da Comissão Europeia ter dado respaldo ao presidente russo com sua presença em São Petersburgo. Juncker e também o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que apareceu por lá para falar no Fórum e debater com Putin as questões da Síria e do terrorismo mundial.

Foram tantas atividades e tantos discursos que, quando o relógio bateu meia-noite e cinco, o líder russo decidiu não se alongar e dar por encerrada sua jornada e deixar sem perguntas vários dos presidentes das agências que tinham ido a São Petersburgo para lhe fazer perguntas e ouvi-lo. Coisas da vida. E de Putin.

Fonte: EFE

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Noruega rejeita demanda de Snowden para impedir extradição aos EUA

O ex-analista da CIA Edward Snowden. EFE/Tanya Lokshina
O tribunal de primeira instância de Oslo desprezou nesta segunda-feira a demanda interposta pelo ex-analista da CIA Edward Snowden contra o Estado norueguês para poder viajar para este país nórdico em novembro para receber um prêmio outorgado pelo Pen Clube sem risco de ser extraditado aos Estados Unidos.

O juiz responsável aceitou os argumentos da Procuradoria do Estado de que o tribunal não pode se ocupar do caso enquanto não exista uma solicitação formal de extradição contra Snowden, que desfruta de asilo político na Rússia.

O Pen Clube norueguês outorgou em março a Snowden o prêmio Ossietzsky, que será entregue em 18 de novembro na Universidade de Oslo, por seu trabalho a favor da liberdade de expressão.

Na demanda apresentada em abril esta associação de escritores, que exerce apoio jurídico ao ex-analista, sustentava que os atos de Snowden, a quem os Estados Unidos acusam de revelar segredos de Estado, são "claramente de caráter políticos, e de acordo com o direito internacional e as leis norueguesas, ele não pode ser extraditado.

A também norueguesa Academia Bjørnstjerne Bjørnson já tentou no ano passado levar Snowden a este país nórdico, porque foi agraciado com um prêmio de direitos humanos, mas o governo não quis garantir que não seria extraditado.

Snowden chegou a Moscou em junho de 2013 procedente de Hong Kong e recebeu em 2014 uma permissão de residência na Rússia para um prazo de três anos.

Fonte: EFE

Butantan fecha parceria com os EUA para produção de vacina contra o Zika


O Instituto Butantan e o Ministério da Saúde dos Estados Unidos fecharam parceria para o desenvolvimento de uma vacina contra o vírus Zika. A informação foi divulgada hoje (27) pelo órgão ligado à Secretaria  de Saúde do estado de São Paulo. O vírus Zika é um dos causadores de microcefalia e de lesões cerebrais fetais graves.

A instituição brasileira receberá investimento de US$ 3 milhões da Biomedical Advanced Research and Development Authority (Barda) – Autoridade de Desenvolvimento e Pesquisa em Biomedicina Avançada –, órgão do Ministério da Saúde dos Estados Unidos, para as pesquisas de uma vacina de Zika com vírus inativado. O repasse financeiro se dará por meio de acordo entre a Barda e a Organização Mundial da Saúde (OMS) para a expansão da capacidade de pesquisa e produção de vacinas no Brasil.

Segundo o instituto, os recursos serão investidos em equipamentos e insumos para o desenvolvimento da vacina contra a doença. O acordo também prevê cooperação técnica entre os especialistas em vacinas da Barda e os pesquisadores do Butantan.

“O Butantan já vem trabalhando no desenvolvimento de uma vacina de vírus inativado. Esse tipo de vacina tem desenvolvimento científico e tecnológico mais rápidos e, por usar vírus não infectante, tem aprovação pelos órgãos reguladores, como a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], facilitada”, disse, em nota, o diretor do Instituto Butantan, Jorge Kalil.

Atualmente, a instituição está no estágio de imunização do vírus inativado em roedores. Nos últimos meses, os pesquisadores do instituto trabalharam no processo de cultura, purificação e inativação do vírus em laboratório, informou o Butantan.

A expectativa do Instituto Butantan é que a vacina possa estar disponível para os primeiros testes em humanos no primeiro semestre de 2017. “O investimento reconhece a excelência do Instituto Butantan na pesquisa e produção de novos imunobiológicos. A parceria permitirá que a instituição prossiga na produção de uma vacina contra o Zika vírus, contribuindo para o avanço das pesquisas científicas no país”, afirmou Kalil.

Microcefalia

Na quarta-feira (22), o Ministério da Saúde informou que 1.616 casos de microcefalia foram registrados de outubro do ano passado até o dia 18 de junho.

Segundo a pasta, há 3.007 bebês com suspeita de malformações que ainda não tiveram os exames concluídos para diagnóstico preciso. São 40 casos a menos sem diagnóstico conclusivo, considerando os dados do boletim anterior.

Dos casos confirmados, 233 tiveram exames laboratoriais comprovando que foram causados pelo vírus Zika. Entretanto, para o Ministério da Saúde, esse número não reflete a realidade. Para a pasta, a maior parte dos casos confirmados foi causada pelo Zika, mas, por dificuldades de diagnosticar a doença, a situação não foi comprovada em laboratório.

Fonte: Agência Brasil

Após Brexit, secretário de Estado dos EUA pede tranquilidade ao mercado

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, encontrou-se hoje (27), em Bruxelas, na Bélgica, com o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, com o objetivo de discutir uma solução para a crise política decorrente da saída do Reino Unido da União Europeia.

“Ninguém deve perder a cabeça”, disse Kerry, ao falar sobre a instabilidade política e econômica provocada pela decisão dos britânicos que, em referendo na última quinta-feira (23), votaram pela saída do Reino Unido do bloco. O secretário de Estado deve ter um encontro ainda hoje com o primeiro-ministro britânico David Cameron. Em Bruxelas, Kerry reuniu-se também com a chefe de política externa da União Europeia, Frederica Mogherini.

A viagem do secretário de Estado dos Estados Unidos tinha inicialmente a meta de discutir a programação de temas da cúpula da Otan, que ocorrerá nos dias 8 e 9, de julho, em Bruxelas. Agora, depois do referendo britânico, a cúpula ganhou um novo significado para os países membros da Otan, que reúne, entre outros integrantes, 22 países da União Europeia.

Em entrevista a jornalistas, o secretário-geral Stoltenberg, disse que "depois que o Reino Unido decidiu abandonar a União Europeia, a Otan tornou-se não só uma plataforma ainda mais importante para a cooperação entre Europa e América do Norte, como também um mecanismo de defesa e de segurança entre os aliados europeus".

O resultado do referendo provocou, na sexta-feira, a desvalorização de 10% da libra esterlina – a moeda britânica – e a maior queda das bolsas de valores europeias em um período de cinco anos.

Hoje, o mercado financeiro mundial continou instável, apesar dos esforços dos líderes europeus para acabar com a incerteza política e econômica desencadeada pelo referendo britânico.

O ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, disse que a economia britânica é forte o suficiente para lidar com a volatilidade causada pelo referendo.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Três pessoas morrem em novo tiroteio nos Estados Unidos

Dez dias após o massacre na boate gay Pulse, em Orlando, no estado da Flórida, um novo tiroteio matou ao menos três pessoas hoje (22) em Thurston, no estado norte-americano de Washington.

De acordo com a polícia local, as vítimas são dois homens e uma mulher. Uma quarta pessoas sobreviveu ao ataque. Ferida, ela conseguiu telefonar para os serviços de emergência.

O tiroteio ocorreu perto de duas escolas, mas ainda não se conhecem detalhes do caso. O mais novo episódio de violência vem em um momento em que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tenta convencer o Congresso a reformar as leis de vendas de armas de fogo.

A Segunda Emenda à Constituição norte-americana garante o direito ao porte de arma.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Coreia do Norte ameaça atacar base norte-americana com armas nucleares

As recentes ameaças da Coreia do Norte de efetuar ataques nucleares contra bases militares dos Estados Unidos no território da Coreia do Sul representam chantagem, informou hoje (20) o porta-voz do Ministério da Unificação da Coreia do Sul, Jeong Joon-Hee.

O Comitê Estatal de Defesa da Coreia do Norte disse que o país vai efetuar ataques nucleares contra as bases militares norte-americanas na Coreia do Sul. "A falsa iniciativa de paz da Coreia do Norte falhou, os habitantes do norte tentam mudar nossa atitude com ameaças", disse Jeong, citado pela agência sul-coreana Yonhap.
Ele acrescentou que o governo da Coréia do Sul classifica as iniciativas de paz por parte do norte como propaganda aberta.

No mês passado, a Coréia do Norte exortou a Coréia do Sul a aceitar a sua oferta para manter conversações militares e apelou visando tomar medidas construtivas conjuntas para efetuar as iniciativas especiais destinadas a garantir a unidade nacional, citando a necessidade de diminuição das tensões no território da Península Coreana. A Coreia do Sul rejeitou a proposta exigindo passos concretos para a desnuclearização.

A situação na península da Coreia piorou após a realização, em 6 de janeiro deste ano, do quarto teste de um míssil nuclear por parte da Coreia do Norte e lançamento, em 7 de fevereiro, de um satélite através de um foguete portador, que pode ser usado para a realização de um ataque nuclear em um raio de 12 mil quilômetros.

Fonte: Agência Brasil

Japoneses protestam contra presença militar dos Estados Unidos em Okinawa

Militares norte-americanos cometeram mais de 5.800 crimes nas Ilhas Okinawa desde 1972, quando os territórios foram devolvidos ao Japão, informa a agência de notícias do país Kyodo, referindo-se à resolução adotada na véspera por participantes de uma manifestação popular contra a presença norte-americana na região.

Os autores da resolução, que tiveram acesso a dados da polícia de Okinawa, observaram que 571 infrações cometidas por norte-americanos na região, onde está concentrada a maior parte de bases militares do país no Japão, podem ser classificadas como crimes graves.

Em torno de 65 mil manifestantes participaram do evento popular em Naha, capital da província, levando cartazes e gritando "A nossa raiva chegou ao limite!" e "Fora Marinha! [dos EUA]". Os protestos ocorrem na cidade logo depois do homicídio de uma jovem, cujo suspeito é um funcionário da base militar norte-americana.

De acordo com a agência Kyodo, depois desse incidente, outra militar da mesma base foi flagrada embriagada após causar um acidente de trânsito, ferindo dois japoneses. Em março passado, um marinheiro norte-americano foi detido suspeito de estuprar uma japonesa.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que visitou o Japão no fim de maio para participar da cúpula do G7, prometeu medidas preventivas contra esses incidentes, assim como o fortalecimento da disciplina nas Forças Armadas. Entretanto, de acordo com o governador de Okinawa, Takeshi Onaga, essas declarações costumam ser feitas depois de cada crime, porém a situação não muda.

A Kyodo informa ainda que a manifestação foi marcada por apelos de mudança de status dos militares dos EUA no país, para que possam responder perante a Justiça japonesa.

Okinawa representa apenas 0,6% do território do Japão, mas a província abriga 74% da infraestrutura militar dos Estados Unidos e mais de metade das Forças Armadas norte-americanas no Japão. De acordo com a prefeitura das ilhas, Okinawa tem 25,8 mil militares dos EUA.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Terremoto de magnitude de 5,2 graus sacode o sul da Califórnia

Terremoto de magnitude 5,2 graus na escala Richter sacudiu nesta sexta-feira o sul da Califórnia, nos Estados Unidos. EFE/USGS
Um terremoto de magnitude 5,2 graus na escala Richter sacudiu nesta sexta-feira o sul da Califórnia, nos Estados Unidos, informou o Serviço Geológico americano (USGS).

O tremor foi registrado às 8h04 GMT (11h04 em Brasília), com hipocentro a 12,3 quilômetros de profundidade e localizado a 20 quilômetros ao noroeste da cidade de Borrego Springs, que fica a 130 quilômetros de San Diego.

O terremoto principal foi seguido de várias réplicas de magnitudes que variavam entre 2,6 e 3,8 graus.

A costa da Califórnia é uma região de alta atividade sísmica, já que se encontra entre a placa pacífica e a norte-americana.

Fotne: EFE

EI reivindica massacre de Orlando e classifica Mateen de soldado do califado

Multidão realiza vigília pelas vítimas do massacre em Orlando. EFE/John G. Mabanglo.
O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) reivindicou novamente nesta segunda-feira o massacre de Orlando (Estados Unidos), que deixou 50 mortos e 53 feridos, e qualificou o autor, Omar Mateen, como um "soldado do califado".

"O irmão Omar Mateen, um soldado do califado, realizou uma incursão de segurança com a qual conseguiu irromper no clube noturno de homossexuais de Orlando, onde matou e feriu mais de cem antes de ser assassinado", disse o EI através de sua emissora de rádio "Al Bayan".

Esta mensagem sucede à divulgada ontem pela agência "Amaq", vinculada ao grupo extremista, no qual expressava em termos similares que o massacre tinha sido obra de "um soldado do califado".

O EI insistiu que "Deus permitiu (a Mateen) atacar os imundos cruzados (...)" e destacou que este atentado é "o maior registrado nos EUA pelo número de mortos".

Desta forma, o grupo extremista confirmou a identidade do agressor, que era americano de origem afegã e que foi investigado em duas ocasiões entre 2013 e 2014 pelo FBI por possível vínculo com grupos terroristas.

Mateen, que levava um fuzil e uma pistola, fez vários reféns na boate frequentada por homossexuais, antes de ser morto em um enfrentamento com agentes das forças da ordem.

O prefeito da cidade de Orlando, Buddy Dyer, declarou ontem que das 50 pessoas mortas como consequência do massacre em uma boate gay de Orlando, 39 delas morreram no local e as outras 11 no hospital.

O ataque, que começou por volta das 2h local (3h, em Brasília) do domingo, é o pior tiroteio em massa na história do país, e foi qualificado pelo presidente americano, Barack Obama, qualificou o ataque de "ato de terrorismo e ódio".

Fotne: EFE

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Jovem vive mais de um ano sem um coração em seu corpo

Jovem com coração artificial
Quem vê o americano Stan Larkin na rua não imagina que o jovem de 25 anos viveu durante 17 meses sem um coração. É isto mesmo que você leu. Desde 2014, Larkin utilizou o SynCardia, um órgão artificial externo que substituiu as funções de seu coração por mais de um ano.

Isso significa que a máquina não precisou ser transplantada para o corpo do jovem. Na realidade, Larkin carregou o aparelho – que pesava cerca de 6 quilos – dentro de uma mochila e, por isso, ele pode ter uma vida normal (tão normal que continuou a jogar basquete).

O dispositivo é oferecido para um paciente quando ambos os lados de seu coração param de funcionar e outros aparelhos cardíacos não podem mais mantê-lo vivo. Foi exatamente o caso de Larkin. Ele e seu irmão foram diagnosticados com cardiomiopatia, uma condição que causa a falência do coração aos poucos.

Em dezembro de 2014, o coração do americano foi retirado e ele se tornou o primeiro paciente do estado de Michigan, nos EUA, a ser equipado com o controlador portátil. A partir de então, o aparelho começou a utilizar ar comprimido para assumir o trabalho do coração de bombear o sangue através de seu corpo.

O jovem finalmente recebeu seu transplante de coração em maio deste ano. Ele descreveu toda a experiência como uma "montanha-russa emocional". Duas semanas após a operação, Larkin disse em um evento na universidade que sentia “como se pudesse iniciar uma caminhada”.

Com mais de 350 pessoas na lista nacional de espera por um coração, um dispositivo deste tipo poderia ajudar a salvar muitas vidas.

O vídeo abaixo (em inglês) mostra a jornada do americano:


Fonte: Exame

Funeral de Muhammad Ali reúne milhares de pessoas nos Estados Unidos


Uma multidão se reuniu nesta quinta-feira (9) para dar o último adeus a Muhammad Ali, lenda do boxe mundial, que morreu no fim de semana passado, aos 74 anos de idade. A cerimônia fúnebre de hoje é a primeira das programadas para ocorrer até o enterro do ex-pugilista em sua cidade natal, Louisville.

Além de membros de sua família, cerca de 14 mil pessoas assistiram à cerimônia, em Louisville. O funeral seguiu as tradições muçulmanas e ocorreu no Freedom Hall, arena onde Ali lutou pela última vez em 1961. Com duração de 30 minutos, o rito foi celebrado pelo imã Zaid Shakir e contou com a presença de ativistas de direitos civis, como Jesse Jackson, e um dos maiores empresários dos Estados Unidos, Don King.

No entanto, a cerimônia fúnebre mais suntuosa para Muhammad Ali ocorrerrá amanhã (10), no KFC Yum Center, de Louisville, com vários líderes políticos, como o rei da Jordânia, Abdullah II, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e o ex-presidente norte-americano Bill Clinton. O atual presidente dos EUA, Barack Obama, não comparecerá ao ato, que coincide com a formatura da sua filha Malia.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 6 de junho de 2016

"As Tartarugas Ninja" alcança primeiro lugar nas bilheterias dos EUA


O filme "As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras", do estúdio Paramount Pictures, alcançou o primeiro lugar nas bilheterias americanas, arrecadando US$ 35,3 milhões (cerca de R$ 122,8 milhões) em sua estreia, segundo informou nesta segunda-feira o site especializado "Box Office Mojo".

Essa cifra representa uma queda significativa com relação aos números obtidos no primeiro filme da franquia, lançado em 2014, com US$ 65,6 milhões.

As célebres tartarugas (Michelangelo, Donatello, Leonardo e Raphael) retornam para combater uma nova ameaça e contarão novamente com a ajuda da jornalista April O'Neil, interpretada por Megan Fox. No filme, o vilão Destruidor (Brian Tee) une forças com um cientista para dominar o mundo.

A segunda colocação ficou com "X-Men: Apocalipse", que arrecadou US$ 22,3 milhões (cerca de R$ 78,2 milhões). Em seu segundo fim de semana, o filme acumula nos EUA um total de R$ 116,5 milhões, número superior ao obtido pelo seu antecessor, "X-Men: Dias de um Futuro Esquecido", de 2014.

O romance "Como Eu Era Antes de Você" alcançou o terceiro lugar, arrecadando US$ 18,3 milhões (cerca de R$ 64,2 milhões). Baseado no livro da jornalista e romancista britânica Jojo Moyes, o filme conta a história de uma jovem de uma cidade pequena (Emilia Clarke) que inicia uma grande amizade com um homem (Sam Claflin) que acaba de ficar paralítico.

Na quarta posição aparece "Alice Através do Espelho", com US$ 10,6 milhões (cerca de R$ 37,2 milhões) e por último, a animação "Angry Birds: O Filme" que arrecadou US$ 9,8 milhões (aproximadamente R$ 34,4 milhões).

Fonte: EFE

sábado, 4 de junho de 2016

Americanos fazem mais sexo com pessoas do mesmo gênero

mochila com bandeiras da causa gay e dos estados unidos
Um estudo realizado por cientistas dos Estados Unidos mostra que a porcentagem dos americanos que fizeram sexo com pessoas do mesmo gênero cresceu mais que o dobro em comparação a 1990.

A aceitação da prática também aumentou nesse período em todas as gerações, mas em especial na geração que tem hoje entre 24 e 35 anos - os chamados "millennials" - segundo os autores.

A pesquisa se baseia em dados de levantamentos realizados pelo governo americano desde 1972, envolvendo mais de 30 mil adultos.

As questões sobre aceitação do sexo com parceiros do mesmo gênero foram incluídas desde 1973 e as questões sobre parceiros sexuais foram introduzidas a partir de 1989.

Segundo o estudo, entre 1990 e 2014, o número de pessoas que fez sexo com alguém do mesmo gênero aumentou, em média, de 3,1% para 7,7%.

Entre os homens, o número passou de 4,5% para 8,2%. Entre as mulheres, subiu de 3,6% para 8,7%.

A pesquisa mostrou que, entre 1973 e 1990, a porcentagem de adultos que acreditam que "não há nada de errado em relações sexuais entre dois adultos do mesmo sexo" passou de 11% para 13%.

Entre 1990 e 2014, no entanto, o porcentual aumentou de 13% para 49%. Entre os "millenials" o aumento é ainda mais expressivo: 63%.

De acordo com uma das autoras, Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade Estadual de San Diego (Estados Unidos), os resultados mostram uma rápida transformação social em curso nos Estados Unidos, favorecida por vários fatores sociais e midiáticos.

Segundo ela, de forma geral, os americanos estão se importando menos com normas sociais e mais com suas próprias vontades.

"Essas mudanças amplas tanto nas atitudes como no comportamento ocorreram em apenas 25 anos, sugerindo uma rápida transformação cultural. Essas tendências são mais uma prova de que a cultura americana se tornou mais individualista e mais focada no ego e na igualdade. Sem as estritas regras sociais que eram comuns no passado, os americanos se sentem mais livres para ter as experiências sexuais que bem entenderem", disse Jean.

Bissexuais

O estudo, publicado na revista científica Archives of Sexual Behavior, também revelou que os adultos que tiveram parceiros de ambos os sexos - comportamento classificado como bissexual - aumentou de 3,1% para 7,7% entre 1990 e 2014.

Entre os "millenials", 7,5% dos homens e 12,2% das mulheres já tiveram relação sexual com alguém do mesmo sexo. As experiências entre mulheres, segundo a pesquisa, tendem a ocorrer em maior número durante a juventude. Entre os homens não há essa tendência.

"A experiência sexual lésbica é mais frequente quando as mulheres são jovens, sugerindo que há alguma verdade na ideia de que algumas mulheres são 'bissexuais até faculdade', pelo menos entre as gerações mais jovens, como os 'millennials'. Esse padrão não aparecem nas experiências de sexo entre homens gays", disse Ryne Sherman, coautor do estudo e professor de psicologia na Universidade Florida Atlantic.

Fonte: Exame