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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Hugo Chavez rules again, this time on TVHu

Colombian actor Andres Parra (l.) seen in the role of Hugo Chavez in the new television series "El Comandante," which in 60 episodes recounts the story of the former authoritarian president of Venezuela and founder of the "Bolivarian Revolution. EFE/Channel RCN
Just like "El Cid," Hugo Chavez may be deceased but now he rules Venezuela again, this time on television as the leading character of the series "El Comandante" (The Commander), created by one of his harshest critics, journalist Moises Naim. The show debuts on the small screen this Monday.

"To those who wish me dead, I wish them long life, so they can see how the Bolivarian Revolution will progress from battle to battle, from victory to victory," Chavez once said, showing that his theatrics, expressions, political strategy and sharp tongue had everything it takes to be a TV character.

Source: EFE

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Coreia do Norte lança "Netflix" próprio com redes públicas

Campanha foi determinada pelo Ministério das Comunicações às concessionárias de canais de televisão
A Coreia do Norte lançou seu próprio serviço de televisão sob demanda, que permite que as poucas pessoas que dispõem de conexão à internet assistam, quando quiserem, a quatro redes de televisão públicas norte-coreanas.

Com o nome de "Manbang", este sistema funciona seguindo o modelo do Netflix, com um menu que inclui emissões por tipo e rede.

Os telespectadores podem acessar a programação do dia - a televisão norte-coreana é transmitida entre as 15h00 e as 23h00 - e selecionar os programas que desejarem para vê-los quando quiserem.

Uma emissão para apresentar o novo serviço, divulgada na semana passada na Televisão Central Coreana (KCTV), afirmava que ele estava disponível para qualquer pessoa conectada à intranet norte-coreana.

Não se sabe o número de beneficiados, mas a KCTV afirmou que centenas já assinaram o "Manbang" em Sinuiji (noroeste), uma das três cidades onde a televisão sob demanda está disponível.

Criada em 2000, a intranet norte-coreana só permite o acesso a sites aprovados pelo governo. Serve, principalmente, como plataforma de comunicação para os ministérios, as universidades e as empresas.

Além dos hotéis que abrigam estrangeiros, o acesso à internet na Coreia do Norte está reservado para uma elite que não conta com mais de 1.000 pessoas.

Em sua emissão, a KCTV entrevista uma dona de casa feliz por ter podido melhorar uma receita depois de ter assistido várias vezes ao mesmo programa culinário.

Fonte: AFP

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Brasileiros pensam em trocar TV paga por Netflix em breve

Sede da Netflix, em Los Gatos, na Califórnia
Os brasileiros não estão satisfeitos com o preço da TV por assinatura praticado pelas operadoras. Entre os 26% que pretendem cancelar o serviço nos próximos seis meses, 45% pensam em substituí-lo pela Netflix, que é a plataforma de vídeo sob demanda mais popular no Brasil. É o que mostra uma pesquisa da MeSeems realizada junto a EXAME.com com 1.000 pessoas das classes A, B e C, de todas as regiões do país.

Mais da metade (55%) dos assinantes de TV paga consideram a mensalidade muito cara pelo conteúdo oferecido. O valor gasto no serviço é entre 51 e 150 reais por mês.

Entre os assinantes, 11% disseram estar satisfeitos com a relação custo-benefício desse serviço, enquanto 20% informaram que o valor é alto, mas cabe no bolso.

Boa parte das pessoas (48%) que assinam um serviço de TV também utilizam uma plataforma de streaming, como Netflix (94%), Telecine Play (19%), Net Now (16%), Globosat Play (12%) ou HBO Go (11%). Agora, entre os não assinantes de TV paga, o número de adesão aos vídeos sob demanda constatado foi um pouco menor: 44%.

Dos 55% que acham cara a mensalidade da TV por assinatura, 26% pretendem cancelá-la nos próximos seis meses e 33% estão na dúvida se irão ou não cortar o serviço em breve. A principal razão para o cancelamento é o alto custo.

Em relação à Netflix, somente 3% dos respondentes da pesquisa informaram intenção de cancelar a assinatura, enquanto 84% disseram que continuarão a pagar pelo uso da plataforma.

Em janeiro, o colunista Ricardo Feltrin, do UOL, publicou um artigo informando que as operadoras brasileiras planejam um ataque à Netflix. A ideia seria trabalhar com representantes em contato com o governo para trazer mudanças prejudiciais ao serviço americano de streaming. Isso teria acontecido em razão da queda de um milhão de assinantes de TV paga desde 2014. Por enquanto, nada foi definido.

O que o telespectador quer ver 

Na TV por assinatura, a pesquisa do MeSeems indicou que os conteúdos favoritos do público são séries e filmes estrangeiros, seguidos por noticiários e desenhos animados, em um segundo patamar.

Já na Netflix, os conteúdos favoritos também são filmes e séries estrangeiros, mas as produções próprias da empresa também são bastante citadas, como Jessica Jones ou House of Cards.

A MeSeems é uma empresa de pesquisas que obtém seus dados por meio de pequenos formulários que oferece aos usuários dos seus aplicativos para Android e iOS. Quem responde as pesquisas, ganha pontos, que podem ser convertidos em prêmios, como vale-presentes em lojas, créditos de celular ou doações para o Graac.

Fonte: Exame

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Gigantes do cinema e da internet lançam nova forma de ver TV

Pessoas assistindo televisão
Uma nova maneira de assistir televisão que pretende deixar o espectador diante de todos os tipos de telas conectáveis à internet, sem que os canais tenham que modificar seu funcionamento, está prestes a ser revelada na França e em outros países vizinhos.

O projeto visa dar acesso a produções de grandes e pequenas emissoras públicas e privadas, em detrimento do incalculável material oferecido por sites, blogs e portais como YouTube.

A ideia se chama "Molotov.TV" e tem o apoio de dois grandes empresários do cinema, da internet e da televisão: Jean-David Blanc, escritor, músico e fundador do site francês "AlloCine"; e Pierre Lescure, cofundador nos anos 80 da emissora a cabo "Canal Plus" e atual presidente do Festival de Cannes.

Ainda sem ter estreado, o aplicativo para smartphones, tablets, computadores e televisões reúne mais de 80 emissoras, a maioria francesas, mas também internacionais, como a "CNN".

Criado para revolucionar a relação entre internet, usuários e televisão, o projeto promete um fácil acesso gratuito a uma vasta programação e serviços anexos por meio de pagamento capazes de "enriquecer ainda mais a experiência de consumo".

Após vários atrasos, o lançamento ainda não tem datas exatas, mas ocorrerá primeiro na França e em seguida em países vizinhos. De acordo com Lescure, os mais de 100 mil assinantes já inscritos terão "novidades neste mês de fevereiro".

Junto a Jean-Marc Denoual, vice-presidente da "Molotov.TV", ambos garantem que não há empresas similares, com uma equipe técnica de 40 pessoas e que acaba de abrir uma segunda campanha de arrecadação de recursos para multiplicar "por três ou quatro" os 10 milhões de euros arrecadados na primeira.

As grandes operadoras a cabo e a Apple tentaram fazer o mesmo nos Estados Unidos, mas tiveram que desistir porque "não conseguiram convencer o conjunto das emissoras a compartilhar uma mesma plataforma". Na França, as emissoras parecem ter acreditado no método para reconquistar audiência.

"Total lealdade às televisões, a seus programadores e a seus criadores de programas. Este é o nosso lema", ressaltou Lescure, antes de lembrar que as televisões públicas e privadas investem 3 bilhões de euros na França em programas gratuitos, e as pagas a mesma coisa, enquanto continuam a perder audiência.

Na opinião de Lescure, tudo se baseia em "simplesmente fazer jus à televisão", já que a maioria das pessoas não compreendem sua qualidade.

O famoso "tempo de cérebro humano disponível" que as televisões vendem a preço de ouro à publicidade se expande pela internet, assunto crucial que a "Molotov.TV" promete resolver em um só golpe e com um mínimo número de cliques.

Os assinantes poderão visualizar que programas estão passando, já passaram e ainda passarão em seus canais favoritos, além de buscar por tema, gênero, filme, apresentador, ator, diretor ou personagem que interessar.

Será possível gravar ao vivo e programar as gravações, voltar a transmissão e buscar os últimos capítulos, jogos, episódios ou telejornais. Tudo isso sem a necessidade de utilizar o controle remoto e sem passar pelas atuais operadoras, pois o "Netflix francês" só requer uma tela "conectada".

A plataforma "abre as portas para tudo o que há. É como entrar em uma livraria, mas não vamos reclamar por ter muitos bons livros. Tem que aprender a escolher", concluiu Lescure.

Fonte: Exame

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

TV a cabo quer atacar Netflix por queda de assinantes

Frank Underwood, protagonista da série House of Cards, da Netflix

Queixas.com.br

Operadoras brasileiras estão planejando um ataque ao Netflix. A informação foi publicada pelo colunista Ricardo Feltrin, do UOL.

De acordo com ele, as empresas estão trabalhando com representantes em contato com o governo para trazer mudanças que sejam maléficas ao serviço de streaming. O alarme teria soado após a perda de um milhão de assinantes de TV a cabo desde 2014.

Para as operadoras, uma das principais causas dessa queda é o Netflix. Segundo o colunista, as empresas trabalharão em quatro pontos.

O primeiro é exigir o pagamento de uma taxa à Ancine, a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional). O valor seria de três mil reais por título disponível online.

O segundo ponto seria exigir a presença de, ao menos, 20% de conteúdo nacional—norma à qual as operadoras de TV a cabo estão sujeitas.

Em terceiro, elas defendem que os Estados cobrem ICMS dos clientes pelas assinaturas.

O último ponto é cobrar, de alguma forma, pelo tráfego de vídeo online—elas justificam que o streaming de vídeo consome muita banda, por ser um conteúdo pesado.

A última ideia, diga-se de passagem, vai contra o princípio da neutralidade da rede, que faz parte do Marco Civil da Internet, aprovado em abril de 2014.

Apesar de aprovado, o Marco Civil da Internet ainda está sem regulamentação. O Ministério da Justiça vem trabalhando nisso—por mais que seja de forma vagarosa.

Fonte: Exame

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Netflix revela quais séries ganharão nova temporada em 2016

Série original do Netflix - Jessica Jones
O Netflix anunciou o lançamento das novas temporadas de cinco séries produzidas pela empresa. O serviço de streaming também confirmou a estreia de oito novos seriados para seus usuários.

Uma das séries mais esperadas é a segunda temporada de Jessica Jones que, segundo a Variety, já tem 13 novos episódios confirmados. A primeira temporada da heroína da Marvel estreou em novembro e ainda não há previsão de estreia da segunda.

Além de Jessica Jones, outras séries que fizeram sucesso no ano passado estão de volta. Orange is The New Black, por exemplo, irá estrear sua quarta temporada no dia 17 de junho e Unbreakable Kimmy Schmidt entrará no ar com sua segunda temporada no dia 15 de abril.

Outro seriado que chega em sua segunda temporada é Grace & Frankie, que tem data de estreia marcada para o dia seis de maio. A quarta temporada de House of Cards será lançada no início de março (4).

The Get Down, a série musical dirigida por Baz Luhrmann (O Grande Gatsby e Moulin Rouge) sobre a história do hip-hop, será lançada no dia 12 de agosto. Provavelmente até o início do segundo semestre deste ano, o Netflix irá revelar novas temporadas de outras séries já disponíveis no serviço.

Veja abaixo a lista dos seriados que entrarão na lista do Netflix neste ano:

- Love (19 de fevereiro): série de comédia/romance produzida pelo Netflix que terá dez episódios de 30 minutos em sua primeira temporada.

- Flaked (11 de março): nova série de comédia produzida pelo Netflix.

- The Ranch (1 de abril): nova série de comédia estrelada pelo ator Ashton Kutcher.

- Lost and Found Music Studios (01 de abril): reality show sobre um grupo de adolescentes que tentam achar seu espaço no mundo da música.

- Kong: King of the Apes (15 de abril): série de animação sobre o gorila King Kong.

- Marseille (5 de maio): série de política estrelada pelo ator francês Gérard Depardieu.

- Stranger Things (15 de julho): série de drama escrita e dirigida por Matt Duffer e Ross Duffer consiste em oito episódios, de uma hora cada.

Fonte: Exame