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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Cuban gov't offers alternative to pirated films, TV series

A girl in Havana watches a program on the new La Mochila audiovisual system with many made-in-Cuba productions, which the Cuban government is now promoting to substitute the illegally obtained movies and TV series of The Package system that has been available up to now. EFE/Alejandro Ernesto
While in other countries movies-on-demand platforms like Netflix and Hulu offer unlimited entertainment fare, poor Internet access and the ideological overload on Cuban television has encouraged the viewing of illegally obtained movies and TV series, which the island's officialdom now hopes to substitute with "La Mochila."

Launched last Dec. 27, La Mochila (The Backpack) is a free distribution system of films, TV series, documentaries, music, videogames and apps that are renewed weekly, so that Cubans can view what they could otherwise see only at the Youth Clubs, 610 state-run public computer centers around the country.

Source: EFE

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Tech companies to meet on legal challenge to Trump immigration order

A man walks past a logo of Airbnb after a news conference in Tokyo, Japan, November 26, 2015. REUTERS/Yuya Shino/File Photo - RTX2RC1X
A group of technology companies plans to meet on Tuesday to discuss filing an amicus brief in support of a lawsuit challenging U.S. President Donald Trump's order restricting immigration from seven Muslim-majority countries, said a spokesperson for a company organizing the gathering.

The meeting is being called together by GitHub, which makes software development tools.

Amicus, or friend of the court, briefs are filed by parties who are not litigants in a case but want to offer arguments or information to the judge.

Alphabet Inc's Google, Airbnb Inc and Netflix Inc are among the companies invited, a separate person familiar with the situation said.

Representatives for Google and Netflix could not immediately be reached for comment. An Airbnb spokesman declined to comment.

The technology sector has become the clearest corporate opponent to the ban announced last week. The industry depends on talent from around the world, and companies have been considering the best way to muster their resources, with efforts so far including statements condemning the move and financial support for organizations backing immigrants, such as the American Civil Liberties Union.

The Trump administration says the rules will increase national safety and are well within its powers.

Michal Rosenn, general counsel for fundraising company Kickstarter, which will be involved in a filing, said the effort began on Monday.

"We're all very shaken. We're shaken to see our neighbors and our families and our friends targeted in this way," Rosenn said. "All of us are trying to think about what we can do."

The discussions among the tech companies come after Amazon.com Inc and Expedia Inc filed declarations in court on Monday supporting a lawsuit filed by the Washington state attorney general. Amazon and Expedia said Trump's order adversely impacts their business.

A separate lawsuit challenging Trump's order as unconstitutional was filed on Monday by the Council on American-Islamic Relations. If the tech companies decide to file an amicus brief as a group, it is unclear which case they would weigh in on.

Other companies invited to meet include Adobe Systems Inc, AdRoll, Automattic Inc, Box Inc, Cloudera Inc, Cloudflare Inc, Docusign, Dropbox, Etsy Inc, Evernote Corp, Glu Mobile Inc, Lithium, Medium, Mozilla, Pinterest, reddit, Salesforce.com Inc, SpaceX, Stripe, Yelp Inc, and Zynga Inc, the source said.

A representative for internet communications company Twilio confirmed it will be involved in filing an amicus brief.

Cloudflare Chief Executive Matthew Prince said the internet security company is willing to consider and sign an amicus brief. Denelle Dixon, chief legal and business officer for Mozilla, said the immigration order was "misplaced and damaging, to Mozilla, to the technology industry and to the country."

Spokespeople for Box and AdRoll said they would attend the meeting. An Etsy spokeswoman said the company received Github's invite but could not confirm if it would move forward with the group.

Salesforce declined to comment. Representatives for the other companies could not immediately be reached for comment.

Source: Reuters

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Coreia do Norte lança "Netflix" próprio com redes públicas

Campanha foi determinada pelo Ministério das Comunicações às concessionárias de canais de televisão
A Coreia do Norte lançou seu próprio serviço de televisão sob demanda, que permite que as poucas pessoas que dispõem de conexão à internet assistam, quando quiserem, a quatro redes de televisão públicas norte-coreanas.

Com o nome de "Manbang", este sistema funciona seguindo o modelo do Netflix, com um menu que inclui emissões por tipo e rede.

Os telespectadores podem acessar a programação do dia - a televisão norte-coreana é transmitida entre as 15h00 e as 23h00 - e selecionar os programas que desejarem para vê-los quando quiserem.

Uma emissão para apresentar o novo serviço, divulgada na semana passada na Televisão Central Coreana (KCTV), afirmava que ele estava disponível para qualquer pessoa conectada à intranet norte-coreana.

Não se sabe o número de beneficiados, mas a KCTV afirmou que centenas já assinaram o "Manbang" em Sinuiji (noroeste), uma das três cidades onde a televisão sob demanda está disponível.

Criada em 2000, a intranet norte-coreana só permite o acesso a sites aprovados pelo governo. Serve, principalmente, como plataforma de comunicação para os ministérios, as universidades e as empresas.

Além dos hotéis que abrigam estrangeiros, o acesso à internet na Coreia do Norte está reservado para uma elite que não conta com mais de 1.000 pessoas.

Em sua emissão, a KCTV entrevista uma dona de casa feliz por ter podido melhorar uma receita depois de ter assistido várias vezes ao mesmo programa culinário.

Fonte: AFP

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Netflix deve oferecer recurso para ver filmes offline

Pessoa usando Netflix em um tablet
Os usuários da Netflix poderão ter uma grande novidade em breve. Especialistas afirmam que o serviço de streaming está criando um recurso para que seja possível fazer o download de filmes e séries. O grande benefício disso seria a possibilidade de ver conteúdo mesmo sem acesso à internet.

Com isso, pessoas que estejam viajando e sem acesso ao plano de dados, ou mesmo quem estiver dentro de um avião, poderão passar o tempo vendo alguma coisa na Netflix.

“Sabemos de nossas fontes de dentro da indústria que a Netflix irá lançar este produto”, diz Dan Taitz, COO da Penthera -- uma empresa que oferece um software na nuvem similar ao Dropbox, em entrevista para o site Light Reading. Ele estima que a opção seja apresentada até o final do ano para os clientes do serviço.

Dan Rayburn, principal analista da Frost & Sullivan, uma firma de consultoria focada em novas tecnologias, confirma a informação de Taitz. “É uma progressão natural a Netflix querer ter alguns de seus conteúdos disponíveis para que os consumidores possam ver offline. Nós estamos ouvindo há meses que eles irão liberar algo em breve”, conta Rayburn ao Light Reading.

No início deste ano, Reed Hastings, CEO da Netflix, disse em uma entrevista com investidores que estava aberto à ideia de oferecer downloads de vídeo. “Embora nosso foco permaneça na entrega de uma grande experiência de transmissão, estamos sempre explorando maneiras de tornar o serviço melhor", acrescentou Anne Marie Squeo, porta-voz da Netflix, no mesmo evento.

Apesar de interessante, a ideia ainda precisa ultrapassar uma barreira que persegue a Netflix desde a sua criação: os direitos de conteúdo. Para Rayburn, o novo recurso provavelmente será limitado pelos estúdios de cinema. Contudo, ele espera que todo o conteúdo produzido pela Netflix, como as séries House of Cards e Orange is the New Black, fique disponível para download.

Outra desvantagem do download de conteúdo, segundo o analista, é que ele será possivelmente limitado para dispositivos móveis. Afinal, smartphones e tablets não podem armazenar muitos filmes e séries.

Fonte: Exame

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Netflix considera permitir que você veja séries offline

Pessoa usa aplicativo do Netflix em tablet para ver House of Cards, dia 5/01/2016
A Netflix é uma plataforma online de transmissão de vídeos, mas nem sempre temos conexão com qualidade de sinal ou velocidade boas o suficiente para a reprodução de filmes e séries. Nesta semana, a empresa informou que considera permitir a exibição de vídeos quando os usuários não estão conectados à internet.

"Devemos manter a mente aberta quanto a isso [a oferta de vídeos offline]", afirmou Reed Hastings, CEO da Netflix, em resposta a uma pergunta do site de tecnologia Re/code, durante a conferência de balanço do primeiro trimestre do ano.

Na visão do CEO, a empresa deve considerar a possibilidade por conta da instabilidade da internet em alguns mercados.

"Nós temos nos dedicado muito ao 'clicar e assistir', na beleza e simplicidade do streaming. Conforme nós expandimos nosso negócio ao redor do mundo, para locais onde vemos oferta desigual de redes, essa é uma possibilidade para a qual devemos manter a mente aberta", disse Hastings.

Empresas que têm serviços de transmissão online de conteúdo, como a Amazon e o YouTube, oferecem o recurso de reprodução offline. Ou seja, em vez do streaming, seria como se você baixasse o conteúdo para o seu dispositivo – e isso requer espaço para o armazenamento de dados.

Fonte: Exame

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Brasileira Looke aposta em segmentos em que Netflix falha

Looke
A empresa brasileira de transmissão de filmes online Looke aposta em segmentos nos quais a Netflix falha por investir pouco. A plataforma conta, por exemplo, com uma série de curta-metragens, filmes nacionais, documentários e animações infantis que hoje não têm espaço no serviço americano.

O Looke surgiu a partir da sua provedora de conteúdo, chamada Encripta, que atua no segmento de vídeo sob demanda. Em novembro de 2015, ela comprou a marca Netmovies, que nasceu de maneira parecida com a Netflix – locando DVDs com entrega em casa – e também entrou no segmento de distribuição digital.

O modelo de negócio do Looke é uma mistura de Netflix com iTunes. Os filmes mais novos são vendidos ou alugados virtualmente (por 48h), por valores médios de 9,90 reais, e os demais são oferecidos na plataforma de streaming gratuitamente.

Um dos conteúdos mais procurados do serviço é a animação Niloya, que conta a história de uma menina de quatro anos que vive em uma pequena vila com sua família.

A novela corena Happy Ending também tem uma alta procura dos internautas, de acordo com a empresa.

No total, são 12 mil conteúdos disponíveis no Looke atualmente. Em breve, como resultado de um acordo com a BBC, o seriado médico Critical chegará à plataforma com um período de exclusividade. Animações como Digimon e Cavaleiros do Zodíaco também estarão disponíveis dentro de algumas semanas.

"Em vez de ser uma loja virtual ilimitada onde as prateleiras são renovadas de tempos em tempos, o Looke é uma loja virtual que está sempre em expansão", afirmou Luiz Guimarães, diretor de negócios da companhia. "A plataforma não é só de conteúdos de nicho, o Looke também vai atrás de títulos importantes e os oferece para locação ou compra e, então, no streaming ilimitado."

No serviço de transmissão online, o Looke oferece assinatura com suporte para a reprodução simultânea em três dispositivos por 18,90 ao mês. Também é possível comprar ou alugar títulos sem ser assinante.

Segundo Guimarães, o serviço é mais usado em Smart TVs do que em smartphones, tablets ou computadores. Entretanto, vale notar que a companhia tem parcerias com fabricantes como LG, Samsung e Philips e que o seu app vem pré-instalado de fábrica nos aparelhos dessas marcas.

Assim como a Netflix, o Looke tem uma tecnologia de transmissão de vídeo adaptável para a rede do usuário, reduzindo ou aumentando a qualidade da imagem conforme a velocidade da internet. Por isso, internet banda larga brasileira com velocidade abaixo da média global (a conexão média no Brasil tem velocidade de 3,6 Mbps, segundo a Akamai) não se torna um problema, na visão do executivo.

O Looke continua em expansão e deve adicionar mais 500 horas de vídeos nacionais em breve, mas a empresa não se vê como concorrente direta da Netflix, que tem hoje 81,5 milhões de assinantes (77,7 milhões realmente pagam pelo serviço) e uma série de conteúdos originais. "Somos um serviço complementar", diz Guimarães.

Fonte: Exame

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Brasileiros pensam em trocar TV paga por Netflix em breve

Sede da Netflix, em Los Gatos, na Califórnia
Os brasileiros não estão satisfeitos com o preço da TV por assinatura praticado pelas operadoras. Entre os 26% que pretendem cancelar o serviço nos próximos seis meses, 45% pensam em substituí-lo pela Netflix, que é a plataforma de vídeo sob demanda mais popular no Brasil. É o que mostra uma pesquisa da MeSeems realizada junto a EXAME.com com 1.000 pessoas das classes A, B e C, de todas as regiões do país.

Mais da metade (55%) dos assinantes de TV paga consideram a mensalidade muito cara pelo conteúdo oferecido. O valor gasto no serviço é entre 51 e 150 reais por mês.

Entre os assinantes, 11% disseram estar satisfeitos com a relação custo-benefício desse serviço, enquanto 20% informaram que o valor é alto, mas cabe no bolso.

Boa parte das pessoas (48%) que assinam um serviço de TV também utilizam uma plataforma de streaming, como Netflix (94%), Telecine Play (19%), Net Now (16%), Globosat Play (12%) ou HBO Go (11%). Agora, entre os não assinantes de TV paga, o número de adesão aos vídeos sob demanda constatado foi um pouco menor: 44%.

Dos 55% que acham cara a mensalidade da TV por assinatura, 26% pretendem cancelá-la nos próximos seis meses e 33% estão na dúvida se irão ou não cortar o serviço em breve. A principal razão para o cancelamento é o alto custo.

Em relação à Netflix, somente 3% dos respondentes da pesquisa informaram intenção de cancelar a assinatura, enquanto 84% disseram que continuarão a pagar pelo uso da plataforma.

Em janeiro, o colunista Ricardo Feltrin, do UOL, publicou um artigo informando que as operadoras brasileiras planejam um ataque à Netflix. A ideia seria trabalhar com representantes em contato com o governo para trazer mudanças prejudiciais ao serviço americano de streaming. Isso teria acontecido em razão da queda de um milhão de assinantes de TV paga desde 2014. Por enquanto, nada foi definido.

O que o telespectador quer ver 

Na TV por assinatura, a pesquisa do MeSeems indicou que os conteúdos favoritos do público são séries e filmes estrangeiros, seguidos por noticiários e desenhos animados, em um segundo patamar.

Já na Netflix, os conteúdos favoritos também são filmes e séries estrangeiros, mas as produções próprias da empresa também são bastante citadas, como Jessica Jones ou House of Cards.

A MeSeems é uma empresa de pesquisas que obtém seus dados por meio de pequenos formulários que oferece aos usuários dos seus aplicativos para Android e iOS. Quem responde as pesquisas, ganha pontos, que podem ser convertidos em prêmios, como vale-presentes em lojas, créditos de celular ou doações para o Graac.

Fonte: Exame

segunda-feira, 21 de março de 2016

31% dos usuários da Netflix não pagam a própria conta

Série original do Netflix - Jessica Jones
Você usa a conta da Netflix de outra pessoa? É daqueles que pega a senha emprestada da amiga para ver uma série e fica usando para sempre? Tudo bem, calma, você não está sozinho nesse mini-calote: uma pesquisa do site Quartz concluiu que 31% dos americanos com acesso ao serviço não pagam por ele.

A pesquisa, realizada em janeiro deste ano, foi respondida por 2.255 pessoas nos Estados Unidos. De acordo com os resultados, os homens são os que mais "roubam" as contas: 37% deles compartilham o usuário, enquanto entre as mulheres, o número cai para 27%.

A idade também tem tudo a ver com as contas não pagas: quanto mais novos os usuários, maiores as chances de "calote". Dos adolescentes de 12 a 17 anos, 69% usam a conta de outras pessoas, mas, a partir dos 25 anos, isso só acontece com 20% dos usuários.

Esses números fazem muito sentido se a gente pensar que pessoas mais novas provavelmente moram com os pais. E de fato, 80% das pessoas que não têm conta "roubam" a dos pais, e só 5% do total de pessoas que responderam ao questionário assistem suas séries e filmes usando contas de amigos. Ou seja: parece que ter a própria conta da Netflix realmente é um sinal de independência!

Mas se tanta gente assim não paga pelo serviço, será que a Netflix não perde grana com essa forma de comercializar seu conteúdo?

Perde, sim. E muito. Ano passado, a Netflix perdeu US$500 milhões por causa do "truque" de usar a conta de outra pessoa. Mas, pelo menos publicamente, a empresa disse que não está preocupada com isso: de acordo com o CEO, Reed Hastings, o compartilhamento de contas não é um defeito, mas uma característica importante do serviço.

Além disso, como a maioria das pessoas que não paga a própria conta dividem o login com os pais, a perda de dinheiro acaba sendo um investimento para atrair novos usuários, já que muitos acabam adquirindo uma conta quando têm condições de pagar. Faz sentido: quanto mais pessoas assistirem, mais consumidores em potencial eles têm, como uma grande publicidade.

O problema real enfrentado pela Netflix, segundo o CEO, é o tráfico de senhas online, feito por hackers, tanto na deep web quanto nas camadas mais superficiais. Mas a pirataria já existia muito antes dos serviços de conta compartilhada da Netflix. E se a empresa decidisse proibir ou dificultar esse compartilhamento, talvez os hackers até ganhassem mais popularidade.

Então, pode dividir a conta com a galera sem culpa.

Fonte: Exame

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Criminosos roubam senhas de usuários do Netflix

Netflix
Ver os seus filmes preferidos no conforto de seu lar pode render uma nova dor de cabeça.

Segundo a empresa de segurança Symantec, criminosos virtuais elaboraram uma técnica para roubar informações dos usuários do serviço de streaming de filmes Netflix, como senhas de acesso ao serviço e até dados de cartão de crédito, utilizando ataques que incluem o uso de arquivos maliciosos (trojans) e páginas falsas (phishing).

Os ataques, que já são comuns em outras partes do mundo, começaram a acontecer no Brasil em janeiro.

De acordo com a empresa, o ataque acontece quando uma pessoa clica em um anúncio publicitário ou e-mail falso enviado pelos cibercriminosos, que em geral oferecem promoções ou mesmo acesso gratuito ao Netflix.

O link leva o usuário a uma página de internet falsa, que inicia o download automático de um arquivo malicioso, um trojan.

A partir de então, ele passa a monitorar a navegação do usuário e envia para o cibercriminoso as credenciais de acesso ao serviço de vídeo sob demanda.

No caso dos ataques de phishing, a Symantec descobriu que criminosos da Dinamarca enviaram um e-mail para usuários dizendo que a plataforma precisava ser atualizada e que havia um problema no pagamento.

Ao clicar no link para a atualização, a pessoa era encaminhada para um site falso da Netflix, que exigia todos os dados necessários para criar uma conta. Os dados, então, ficavam à disposição dos criminosos.

Preço de banana

Além de obter informações de maneira ilegal dos usuários, estas campanhas de malware e phishing ajudam os grupos de ataque a reunir as informações necessárias para invadir e usar as contas Netflix das vítimas.

Entretanto, estes grupos não mantêm o acesso somente para si. Há um grande mercado clandestino direcionado a usuários que desejam acessar o Netflix gratuitamente ou com preço reduzido, com preços de US$ 0,25 para acessar livremente uma conta roubada.

Os produtos podem até mesmo permitir que os clientes abram sua própria loja ilegal. As ofertas mais comuns são para contas Netflix existentes. Estas contas fornecem, geralmente, um mês de acesso ao serviço.

Na maioria dos anúncios para esses serviços, o vendedor pede que o comprador não altere qualquer informação nas contas, como a senha, pois isso pode fazer com que o usuários real perceba e o acesso seja inutilizado.

De acordo com a Symantec, mais de 300 mil contas estão disponíveis no mercado negro. Um outro mercado é o de geradores de contas Netflix.

As contas criadas através destas ferramentas são, na maior parte das vezes, provenientes de assinaturas Netflix ou informações de cartões de pagamento roubadas.

Os desenvolvedores deste tipo atualizam regularmente as suas bases de dados com novas contas e desativam aquelas que não funcionam mais.

Os compradores podem usar este software para si ou revender as contas geradas no mercado negro.

Fonte: Exame

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Celulares Samsung economizarão dados no WhatsApp e Netflix

Smartphone Galaxy On7, da Samsung
Os smartphones da Samsung ganharão um recurso que economiza internet móvel nas próximas semanas.

A iniciativa é resultado de um acordo entre a fabricante e a Opera, que vai levar a tecnologia de compressão de dados do seu app Opera Max para os aparelhos da marca. Com isso, será possível economizar em até 30% a internet móvel consumida no WhatsApp, 60% na Netflix e 50% no YouTube.

Segundo a Opera, o recurso chegará em breve para alguns modelos de smartphones da Samsung presentes no mercado por meio de uma atualização. A fabricante não informou para quais produtos a tecnologia de compressão estará disponível no Brasil. Na Índia, os smartphones da série Galaxy On (On 5 e On 7) já vêm com o app. O On7 foi lançado no mercado nacional no final do ano passado, mas não possuía o recurso de redução de consumo de internet.

O que o Opera Max faz é direcionar todo o tráfego de internet do dispositivo móvel – desde que não haja criptografia – para uma rede virtual privada, também conhecida como VPN. As solicitações de dados, então, vão para os servidores da Opera e são comprimidas para diminuir a quantidade de dados gastos pelo usuário. A empresa diz que não há um delay perceptível no uso diário.

Ligar e desligar essa tecnologia de compressão será intuitivo. O atalho para essa tarefa ficará na barra de acesso rápido do sistema Android. Ou seja, será como ligar ou desligar o Wi-Fi do seu aparelho.

Segundo levantamento da Anatel, 72,93% dos números de celular no Brasil são pré-pagos. Por conta disso, a Opera considera o país como um mercado essencial para sua estratégia de expansão e, portanto, traz agora o recurso do Opera Max nos smartphones da Samsung.

A empresa diz se orgulhar de nunca ter tido problemas com queda de servidores e afirma que não terá entraves para absorver um grande número de usuários vindos do mercado brasileiro após essa atualização chegar aos aparelhos da Samsung.

A Opera diz prezar pela privacidade dos usuários e garante não coletar dados pessoais enquanto faz a compressão que gera a economia no plano de celular.

A parceria da Opera com fabricantes é a segunda etapa da estratégia de monetização do app Max. Primeiro, a empresa buscou conquistar usuários ao longo do ano passado e, agora, parte para a monetização de seu negócio. Além da Samsung, a companhia também tem uma aliança semelhante com a Xiaomi – que ainda não tem previsão de chegar aos consumidores brasileiros.

Procurada por EXAME.com, a Samsung Brasil não comentou o caso até a conclusão da reportagem.

Quem não usa um smartphone da Samsung também pode ter acesso gratuito ao aplicativo de compressão de dados, basta baixá-lo na Google Play Store em seu dispositivo Android. Uma versão beta para iOS está em desenvolvimento.

Fonte: Exame

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

TV a cabo quer atacar Netflix por queda de assinantes

Frank Underwood, protagonista da série House of Cards, da Netflix

Queixas.com.br

Operadoras brasileiras estão planejando um ataque ao Netflix. A informação foi publicada pelo colunista Ricardo Feltrin, do UOL.

De acordo com ele, as empresas estão trabalhando com representantes em contato com o governo para trazer mudanças que sejam maléficas ao serviço de streaming. O alarme teria soado após a perda de um milhão de assinantes de TV a cabo desde 2014.

Para as operadoras, uma das principais causas dessa queda é o Netflix. Segundo o colunista, as empresas trabalharão em quatro pontos.

O primeiro é exigir o pagamento de uma taxa à Ancine, a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional). O valor seria de três mil reais por título disponível online.

O segundo ponto seria exigir a presença de, ao menos, 20% de conteúdo nacional—norma à qual as operadoras de TV a cabo estão sujeitas.

Em terceiro, elas defendem que os Estados cobrem ICMS dos clientes pelas assinaturas.

O último ponto é cobrar, de alguma forma, pelo tráfego de vídeo online—elas justificam que o streaming de vídeo consome muita banda, por ser um conteúdo pesado.

A última ideia, diga-se de passagem, vai contra o princípio da neutralidade da rede, que faz parte do Marco Civil da Internet, aprovado em abril de 2014.

Apesar de aprovado, o Marco Civil da Internet ainda está sem regulamentação. O Ministério da Justiça vem trabalhando nisso—por mais que seja de forma vagarosa.

Fonte: Exame

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Netflix revela quais séries ganharão nova temporada em 2016

Série original do Netflix - Jessica Jones
O Netflix anunciou o lançamento das novas temporadas de cinco séries produzidas pela empresa. O serviço de streaming também confirmou a estreia de oito novos seriados para seus usuários.

Uma das séries mais esperadas é a segunda temporada de Jessica Jones que, segundo a Variety, já tem 13 novos episódios confirmados. A primeira temporada da heroína da Marvel estreou em novembro e ainda não há previsão de estreia da segunda.

Além de Jessica Jones, outras séries que fizeram sucesso no ano passado estão de volta. Orange is The New Black, por exemplo, irá estrear sua quarta temporada no dia 17 de junho e Unbreakable Kimmy Schmidt entrará no ar com sua segunda temporada no dia 15 de abril.

Outro seriado que chega em sua segunda temporada é Grace & Frankie, que tem data de estreia marcada para o dia seis de maio. A quarta temporada de House of Cards será lançada no início de março (4).

The Get Down, a série musical dirigida por Baz Luhrmann (O Grande Gatsby e Moulin Rouge) sobre a história do hip-hop, será lançada no dia 12 de agosto. Provavelmente até o início do segundo semestre deste ano, o Netflix irá revelar novas temporadas de outras séries já disponíveis no serviço.

Veja abaixo a lista dos seriados que entrarão na lista do Netflix neste ano:

- Love (19 de fevereiro): série de comédia/romance produzida pelo Netflix que terá dez episódios de 30 minutos em sua primeira temporada.

- Flaked (11 de março): nova série de comédia produzida pelo Netflix.

- The Ranch (1 de abril): nova série de comédia estrelada pelo ator Ashton Kutcher.

- Lost and Found Music Studios (01 de abril): reality show sobre um grupo de adolescentes que tentam achar seu espaço no mundo da música.

- Kong: King of the Apes (15 de abril): série de animação sobre o gorila King Kong.

- Marseille (5 de maio): série de política estrelada pelo ator francês Gérard Depardieu.

- Stranger Things (15 de julho): série de drama escrita e dirigida por Matt Duffer e Ross Duffer consiste em oito episódios, de uma hora cada.

Fonte: Exame

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Netflix aperta cerco e bloqueia usuários por país

Sede da Netflix, em Los Gatos, na Califórnia

Queixas.com.br
O Netflix informou aos seus assinantes nesta semana que não vai mais permitir o uso de proxies para acessar conteúdos que não estão disponíveis em seus respectivos países.

A companhia americana vai utilizar técnicas iguais ou similares às de outros serviços que também são, de alguma maneira, prejudicados pelo uso de VPNs, segundo David Fullagar, vice-presidente de conteúdo do Netflix.

"Essa tecnologia continua evoluindo e estamos evoluindo junto com ela. Isso quer dizer que, nas próximas semanas, aqueles que usarem proxies ou desbloqueadores poderão acessar somente o serviço oferecido no país em que eles estão", segundo Fullagar.

À agência Reuters. o Netflix informou que o uso de VPNs ou proxies viola os termos de uso do seu serviço de streaming, por conta de restrições de licenciamento de filmes e programas de TV.

Neste mês, o Netflix anunciou que tem presença em 190 países e que os conteúdos serão liberados gradualmente aos internautas pagantes de países como Índia e Rússia, locais em que o serviço foi lançado há pouco tempo.

"Estamos ansiosos para oferecer todo o nosso conteúdo para todos os países e para que os consumidores possam aproveitar o Netflix sem usar um proxy", finaliza Fullagar.

Fonte: Exame

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Wagner Moura é desbancado por Jon Hamm no Globo de Ouro

A atriz Krysten Ritter ao lado do ator Wagner Moura

queixas.com.br

Jon Hamm, astro da série sobre o mundo da publicidade “Mad Men”, desbancou o ator brasileiro Wagner Moura, de “Narcos”, e ganhou o Globo de Ouro de melhor ator de drama na TV, em uma cerimônia no domingo em que hackers e músicos dominaram a cena enquanto antigos favoritos da TV foram postos de lado por uma onda de novos programas e atores em ascensão.

O programa do Amazon Studio transmitido pela Internet “Mozart in the Jungle”, sobre as vidas fora dos palcos de concertistas de música clássica em Nova York, levou para casa os prêmios de melhor série de comédia e de melhor ator para Gael Garcia Bernal, que protagoniza o programa.

Do lado dramático, a série de TV por assinatura “Mr. Robot”, sobre um grupo de hackers e anarquistas, surgiu como grande surpresa, desbancando a fantasia medieval produzida pela HBO e série vencedora do Emmy “Game of Thrones”.

“Mr. Robot” também conquistou o prêmio de melhor ator coadjuvante para Christian Slater, à medida que os organizadores do Globo de Ouro, a Associação de Imprensa Internacional de Hollywood, manteve sua tradição de premiar novos programas.

Com antigas séries premiadas e suas estrelas – incluindo a sátira política “Veep”, o inovador seriado sobre mudança de sexo “Transparent” e a excêntrica comédia de humor negro “Fargo”– postas de lado, o astro de “Mad Men”, Jon Hamm, foi o único que conseguiu a façanha de conquistar o prêmio por uma segunda vez.

“Obrigado à Associação de Imprensa Internacional de Hollywood por apoiar nosso programa até o final”, disse Hamm, ao receber seu prêmio de melhor ator dramático por seu papel como o temperamental e mulherengo Don Draper, batendo, entre outros, Wagner Moura, que foi indicado pelo papel de Pablo Escobar em "Narcos", do Netflix.

“Obrigado ao sr. Weiner (criador do programa), que escreveu sobre esse terrível personagem e me escolheu para interpretá-lo”, acrescentou Hamm.

A popular saga da Fox sobre a indústria musical do hip-hop “Empire” conquistou os prêmios de melhor atriz para a radiante Traji P.

Henson, que interpreta a matriarca Cookie Lyon.

A estrela pop Lady Gaga, vestida com um clássico longo de veludo preto, recebeu um prêmio modesto por seu papel como uma condessa na série “American Horror Story: Hotel.”

Fonte: Exame

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Netflix apresenta problemas no Brasil, EUA e México

Logo do NetflixO serviço americano de vídeos online Netflix se viu temporariamente interrompido na tarde desta terça-feira no Brasil, Estados Unidos e México.

Vários usuários se queixaram no Twitter de problemas para ver vídeos em streaming, e o serviço ao cliente do grupo californiano começou a informar - por volta das 16H40 local - que sofria um "corte imprevisto".

Uma hora depois, anunciava que os "problemas de streaming citados mais cedo tinham sido resolvidos".

De acordo com as respostas dirigidas aos clientes no Twitter, os problemas afetaram usuários no Brasil, Estados Unidos e México.

A AFP pediu mais detalhes à Netflix, mas a empresa não respondeu até o momento.

Fonte:Exame/Abril

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Netflix sabe qual episódio fez você amar Breaking Bad

Se você gosta de alguma série, provavelmente sabe quando começou a fica viciado nela, certo? Não? Bom, o Netflix anunciou hoje que sabe o exato episódio que fez você passar horas assistindo House of Cards ou Breaking Bad.

Segundo o comunicado, a empresa fez um estudo que analisou as primeiras temporadas de diversas séries, originais do Netflix ou não, para descobrir quando os usuários foram fisgados.

Para o Netflix, um episódio-gancho é aquele que 70% dos espectadores, após o assistirem, continuam acompanhando a série.

"Dada a natureza do horário nobre na TV tradicional, o episódio piloto é indiscutivelmente o ponto mais importante na vida de uma série", disse Ted Sarandos, diretor de conteúdo do Netflix, no comunicado.

Segundo Sarandos, nenhum usuário da plataforma foi fisgado no episódio piloto de qualquer série. “Isso nos dá confiança de que disponibilizar todos os episódios de uma só vez para os nossos assinantes está mais alinhado em como surgem os fãs."

A diferença no gosto por determinadas séries ficou evidente em alguns países. Na Holanda, por exemplo, os usuários se apaixonam por qualquer seriado um episódio antes que os outros países que fizeram parte da pesquisa.

O estudo foi feito entre os meses de janeiro e julho de 2015 com mais de 20 séries em 16 países, incluindo o Brasil, onde o Netflix atua.

Embora os dados tenham identificado o episódio-gancho, eles não são suficientes para definir o ponto exato da trama que desencadeou o vício.

E aí, qual foi o episódio?

Antes de começar a ler isto, um alerta: contém spoilers.

No caso da série Breaking Bad, segundo o Netflix, o episódio que marcou o início do sucesso da série entre seus espectadores foi o segundo, intitulado de “Cat’s in the Bag”. Nele, Jesse Pinkman e Walt White (protagonistas da série) corroeram o teto da casa de Jesse ao tentar esconder os restos mortais do traficante Krazy 8.

Já na série Orange is the New Black, o episódio que fez os espectadores ficarem loucos pela série foi o terceiro. Foi nele que Piper Chapman foi finalmente direta com Crazy Eyes e disse que não queria um relacionamento com ela. Além disso, foi também neste episódio que a história da transexual Sophia Burset foi contada.

Fonte: Exame.abril.com.br

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Vivendo Pablo Escobar em série, Wagner Moura diz: "As drogas deveriam ser legalizadas"

Interpretando o traficante Pablo Escobar na série 'Narcos', Wagner Moura revelou ser a favor da legalização das drogas no Brasil. O ator lança a série nesta sexta-feira (28), que será exibida pelo Netflix. Em um bate-papo com o site 'Ego', o baiano falou que acredita que outros países devem aos poucos pensar no mesmo.

"Eu acho que não só no Brasil, mas toda a política de combate às drogas na América Latina segue um pouco a política de combate às drogas dos EUA, que é uma política de enfrentamento e de repressão. A gente nota que com o tempo as coisas vão mudando. Hoje em dia o consumidor já não é tão criminalizado em todos os países. Eu acho que é um processo sem volta no sentido de legalização das drogas", disse.

Wagner diz: "As drogas deveriam ser legalizadas."

"É uma opinião que eu tenho, que talvez demore para acontecer, mas qualquer análise mais aprofundada - e eu não sou especialista em drogas nem nada -, não resiste ao fato de que os óbitos com relação ao abuso de drogas são muito menores em quantidade do que os óbitos da guerra contra o narcotráfico. A quantidade de dinheiro gasto com segurança pública é muito maior do que se gastaria com saúde pública. Para mim, as drogas são um caso de saúde pública, muito grave, muito sério. Não é não levar em conta o problema das pessoas com drogas, mas é um problema de saúde pública", completou.

A série conta as histórias de chefões do tráfico de drogas no final dos anos 1980 e o início da campanha de 'guerra às drogas" promovida pelos Estados Unidos. "É muito louco porque tem uma entrevista de Pablo Escobar para uma rádio em que ele fala exatamente isso: a tendência é que as drogas se tornem um comércio controlado pelo Estado. A minha opinião pessoal é essa: as drogas deveriam ser legalizadas", explicou.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/single-entretenimento/noticia/vivendo-um-traficante-em-serie-wagner-moura-diz-as-drogas-deveriam-ser-legalizadas/?cHash=d0cdafd9be2a7ac04f919c29ae237d76