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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Líder norte-coreano quer que seu país seja uma potência nuclear


O líder norte-coreano, Kim Jong-un, manifestou o desejo de reforçar o status de potência nuclear, com a formação de especialistas militares na Universidade de Defesa Nacional, informa o jornal oficial do país, Rodong Sinmun.

De acordo com o Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte, Kim Jong-un declarou, ao visitar o centro de ensino, que o dever da Universidade de Defesa Nacional é fortalecer ainda mais o estatuto do país como "potência oriental nuclear" e o "país com a força militar mais poderosa".

A Coreia do Norte se proclamou potência nuclear em 2005 e já fez três testes nucleares, em 2006, 2009 e 2013, que lhe valeram sanções internacionais.

A tensão na península coreana voltou a aumentar depois que o governo fez o quarto ensaio nuclear em janeiro deste ano. O ensaio foi feito um mês após o lançamento de um foguete com satélite, que poderia ter sido um teste de um míssil com alcance de 12 mil quilômetros.

Em março, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas aprovou as sanções mais duras das últimas duas décadas contra o país asiático, que proíbem o transporte de combustível para aviões e mísseis e vetam a entrega de todo tipo de arma.

O governo norte-coreano desistiu em 2009 de continuar as negociações que mantinha com os Estados Unidos, a Rússia, China, o Japão e a Coreia do Sul para a desnuclearização da península coreana.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Arsenal nuclear dos EUA ainda roda com disquetes

Disquete - computador
Feche os olhos e imagine a central de armas nucleares do governo dos Estados Unidos. O que você vê?

Homens de vestes militares, luz baixa e computadores de última geração com luzinhas vermelhas piscando? Bom, desculpe matar sua imaginação, mas a coisa não é bem assim - pelo menos no quesito dos computadores.

O governo americano revelou que, na verdade, a máquina que controla o armamento nuclear do Obama é um sistema da década de 1970 que lê disquetes.

Mesmo que você tenha reimaginado a cena toda é capaz que nem assim tenha conseguido visualizar direito.

Os disquetes em questão não são nem mesmo aqueles que se popularizaram no Brasil nos anos 1990 (com cerca de 3,5 polegadas), estamos falando da versão-avó daquela tecnologia - os disquetes de 8 polegadas.

De acordo com relatório do Departamento de Defesa dos gringos, as forças armadas locais usam um IBM/Series 1 para controlar mísseis intercontinentais, bombas nucleares, e aeronaves transportadoras de combustível.

"O sistema continua em uso porque, basicamente, continua funcionando", afirmou, em entrevista à AFP, a coronel Valerie Henderson - porta-voz do Pentágono.

No próprio relatório é feita uma crítica ao uso do IBM. "De acordo com oficiais, o sistema [do Departamento de Defesa] é feito à base de tecnologias que estão no final de suas vidas úteis" afirmam os escritores do texto que reforça "[o computador] possui partes difíceis de substituir porque hoje são obsoletas".

Essa história, no entanto, já começou a mudar. O governo americano anunciou que investiu 60 milhões de dólares (cerca de R$ 215 milhões), para que até o fim de 2020 todo o sistema seja substituído.

Os disquetes em si devem desaparecer um pouco antes. O plano é que eles sejam trocados por cartões digitais antes de 2017 acabar.

Fonte: Superinteressante