Mostrando postagens com marcador bem estar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bem estar. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Viena é a melhor cidade do mundo para viver. De novo

Vista aérea de Viena, na Áustria
Viena, na Áustria, é a melhor cidade do mundo para viver, de acordo com a 18ª edição da pesquisa de qualidade de vida da consultoria Mercer. Este é o segundo ano consecutivo que a capital austríaca lidera esse ranking que investiga a situação atual de 230 cidades em diferentes partes do planeta.

Mas a cidade não é a única europeia a ocupar o topo da lista. Ainda de acordo com a consultoria, logo atrás de Viena estão Zurique, na Suíça, Auckland, na Nova Zelândia, Munique, na Alemanha e Vancouver, no Canadá.

Já entre as piores cidades para viver, não há surpresas. Novamente, o último lugar é ocupado por Bagdá, no Iraque, enquanto Damasco, na Síria, amargou a 229ª posição entre os locais avaliados. Pudera: Iraque e Síria vivem tempos de turbulência após a ascensão do grupo extremista Estado Islâmico e o desenrolar de uma grave guerra civil em território sírio.

A pesquisa geral da Mercer sobre qualidade de vida leva em conta 39 de fatores que são divididos em dez categorias: ambiente social e político, ambiente econômico, ambiente sociocultural, saúde e medicina, escolas e educação, serviços públicos e transportes, recreação, consumo, moradia e meio ambiente.

Além dessas categorias, foi incluída nessa edição da pesquisa análises sobre segurança pessoal e que é baseada em, por exemplo, a estabilidade interna, os níveis de criminalidade e os níveis de aplicação da lei local. No ranking específico das cidades mais seguras, a liderança ficou com Luxemburgo, em Luxemburgo, seguida por Berna, na Suíça, e Helsinque, na Finlândia.

Fonte: Exame

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Ter um cachorro diminui estresse e ansiedade em crianças

Criança abraça cachorro
Uma nova pesquisa realizada nos Estados Unidos estudou 643 crianças com idade entre quatro e dez anos: 58% tinham um cachorro em casa e 42% não.

Foram levados em consideração fatores como índice de massa corporal, atividades físicas, tempo em frente ao computador/TV e saúde mental.

A única diferença significativa encontrada entre os grupos foi nos níveis de ansiedade e de estresse.

Dos 58% das crianças que tinham cachorros, 12% foram diagnosticadas com stress e ansiedade, de acordo com um teste padrão. Esse número pulou para 21% quando as crianças sem o animal de estimação foram analisadas.

"Cachorros podem reduzir a ansiedade infantil, particularmente a ansiedade de separação e social, através de vários mecanismos. Eles podem estimular a conversação e fortalecer laços", aponta o estudo.

Um dos possíveis responsáveis pelo efeito é a ocitocina, hormônio associado à redução da ansiedade e à criação de laços sociais. E não são só as crianças que saem ganhando.

A pesquisa diz que "A interação social entre cachorros e humanos pode aumentar os níveis de ocitocina tanto no humano quanto no cachorro. Interagir com um cachorro amigável também reduz os níveis de cortisol através da liberação da ocitocina, que atenua a resposta psicológica ao stress".

Apesar de a pesquisa ter sido realizada com um grande número de crianças, estudos mais detalhados serão necessários para comprovar uma relação de causa e efeito.

Fonte:Exame/Abril