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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Cérebro maior não significa mais inteligência, diz estudo


Cérebro
Cérebro: o pesquisador afirmou que o fator decisivo é "a estrutura do córtex, o mesencéfalo (cérebro médio) e o cerebelo, e o fato de que a matéria branca esteja conectada com a matéria cinza de uma forma ótima"

Ter um cérebro maior não é garantia de ter um QI mais alto, já que o que importa é como está estruturada a massa cinza - é o que revelou um extenso estudo que cruza os dados de dezenas de pesquisas anteriores.

Os dados mostram claramente que os cientistas "superestimaram" a suposta relação entre o tamanho do cérebro e o rendimento intelectual, explicou nesta quarta-feira à agência APA o diretor do estudo, Jakob Pietschnig, da Universidade de Viena.

O pesquisador afirmou que o fator decisivo é "a estrutura do córtex, o mesencéfalo (cérebro médio) e o cerebelo, e o fato de que a matéria branca esteja conectada com a matéria cinza de uma forma ótima".

O estudo foi publicado na revista Neuroscience & Biobehavioral Reviews na semana passada, depois que Pietschnig e sua equipe realizaram uma metanálise a partir de mais de 88 estudos, com mais de 8.000 participantes.

Os dados mostram que os homens, apresar de terem um cérebro maior do que o das mulheres, não têm mais habilidades cognitivas.

As pessoas com um cérebro anormalmente grande, condição conhecida como megaencefalia, têm em média um rendimento menor nos testes de QI, afirmou Pietschnig.

A mesma lógica aplica-se ao reino animal, afirmam os cientistas, que dão como exemplo o cachalote, que com um cérebro de nove quilos deveria ser o animal mais inteligente do planeta, mas não é.

Fonte: Exame/Abril

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Menina de 12 anos atinge nota máxima em teste de QI e supera Albert Einstein

"Estava bem mais fácil do que eu imaginava", disse a estudante Lydia Sebastian sobre a prova aplicada pela sociedade Mensa
Como se determina a relação da transformação da massa de um objeto em energia, e vice-versa?*

Caso você não saiba responder a essa questão cabeluda, seria uma boa ideia pedir ajuda à estudante Lydia Sebastian. Com apenas 12 anos de idade, ela alcançou a nota máxima no teste de QI supervisionado pela sociedade Mensa, que reúne intelectuais como Albert Einstein e Stephen Hawking.

Os dois físicos acima, inclusive, foram superados por Lydia no teste de quociente de inteligência. Enquanto a jovem moradora de Essex, na Inglaterra, atingiu 162 pontos, Einstein e Hawking ficaram "apenas" nos 160.

A nota da jovem, que está prestes a iniciar o segundo ano do Ensino Médio em um colégio só para meninas, é a maior possível para quem tem menos de 18 anos de idade. Já a nota máxima para adultos é 161.

Segundo a Mensa, apenas 1% da população mundial é capaz de realizar a façanha de Lydia. A nota mínima exigida no teste para entrar na sociedade é de 140 pontos.

Preparação

Lydia passou um ano se preparando para a prova, formada por 150 questões que visam, principalmente, medir a capacidade de raciocínio verbal do candidato.

Segundo o pai da estudante, Arun Sebastian, a filha procurou testes na internet e pediu diversas vezes a permissão dos pais para realizar o teste da Mensa.

"Eu estava muito nervosa no começo, mas, assim que comecei, percebi que estava bem mais fácil do que aquilo que eu esperava, então eu relaxei", disse Lydia ao jornal britânico "Guardian".
A jovem começou a falar já aos seis meses de idade, segundo os pais. Ela toca violino desde os quatro anos de idade e demonstra carinho especial pela leitura. Ela leu três vezes os sete livros da saga Harry Potter.

*Aplicando a equação E = mc² (criada justamente pelo alemão Albert Einstein)

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2015-09-04/menina-de-12-anos-atinge-nota-maxima-em-teste-de-qi-e-supera-albert-einstein.html