O protesto feito na noite de hoje (8) na capital paulista pedindo a saída do presidente da República, Michel Temer, terminou em Alto de Pinheiros, na zona oeste, bairro de classe média-alta, nas proximidades da residência presidencial em São Paulo. A praça, onde fica a casa, estava cercada por grades e protegida por policiais.
Os manifestantes, que partiram em passeata mais cedo do Largo da Batata, na zona oeste, seguiram pela Avenida Faria Lima, depois pela Avenida Pedroso de Moraes e Avenida Professor Fonseca Rodrigues.
“A casa grande está tremendo porque a senzala veio fazer uma visita aqui, mas enquanto Temer não sair, não vamos sair das ruas”, disse o coordenador da Central de Movimentos Populares (CMP), Raimundo Bonfim.
Diante das grades, que impediu o protesto de chegar até a casa de Temer, os manifestantes entoaram palavras de ordem como “Fora Temer”, “Diretas Já”, “a favela chegou”, e “que palhaçada, bate panela, mas quem lava é a empregada”.
A manifestação, que foi acompanhada pela polícia, mas sem a presença ostensiva da Tropa de Choque, transcorreu pacificamente, e, até as 23 h, não havia registro de nenhuma ocorrência grave. Segundo os organizadores, cerca de 15 mil pessoas participaram. A polícia não divulgou uma estimativa.
Fonte: Agência Brasil
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sexta-feira, 9 de setembro de 2016
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
MST bloqueia rodovia federal em Pernambuco em protesto contra impeachment
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) iniciou, em Pernambuco, o que a organização anuncia ser uma série de bloqueios de rodovias, nos últimos dias de julgamento do impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff (PT), no Senado. Uma manifestação na BR-232, no município de Moreno, na Região Metropolitana do Recife (RMR), interrompeu o tráfego por cerca de uma hora e meia.
A manifestação começou por volta de 8h30, e a liberação da via ocorreu às 10h, aproximadamente. Os dois sentidos da BR-232 foram bloqueados com galhos e fogo. De acordo com a assessoria de comunicação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Corpo de Bombeiros trabalha no local para limpar a pista e liberar completamente o trânsito.
Jaime Amorim, da direção estadual do MST, afirma que o protesto é “contra o golpe em curso no país”. Ele acredita que o impeachment não vai ser concretizado no Senado, mas diz que a entidade vem se preparando para o quadro inverso. “Nós vamos continuar fazendo a luta, tem programado manifestação no Brasil inteiro, greve geral”, diz.
O dirigente anuncia que ainda estão programados novos bloqueios para esta tarde e para amanhã. Ainda nesta manhã há previsão de uma manifestação na BR-408, próximo ao municípío de Petrolina, mas a PRF afirma que ainda não há registro de movimentação na região.
Fonte: Agência Brasil
A manifestação começou por volta de 8h30, e a liberação da via ocorreu às 10h, aproximadamente. Os dois sentidos da BR-232 foram bloqueados com galhos e fogo. De acordo com a assessoria de comunicação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Corpo de Bombeiros trabalha no local para limpar a pista e liberar completamente o trânsito.
Jaime Amorim, da direção estadual do MST, afirma que o protesto é “contra o golpe em curso no país”. Ele acredita que o impeachment não vai ser concretizado no Senado, mas diz que a entidade vem se preparando para o quadro inverso. “Nós vamos continuar fazendo a luta, tem programado manifestação no Brasil inteiro, greve geral”, diz.
O dirigente anuncia que ainda estão programados novos bloqueios para esta tarde e para amanhã. Ainda nesta manhã há previsão de uma manifestação na BR-408, próximo ao municípío de Petrolina, mas a PRF afirma que ainda não há registro de movimentação na região.
Fonte: Agência Brasil
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Estudantes mantêm ocupação da Assembleia de São Paulo
Os estudantes secundaristas mantêm a ocupação do plenário Juscelino Kubitschek da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), na zona Sul da capital paulista, ocupado ontem (3) à tarde.
Eles exigem dos deputados a instauração de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a fraude na merenda escolar no estado. Os estudantes prometem permanecer no local até que a CPI seja instaurada.
O presidente da Alesp, Fernando Capez, um dos acusados de envolvimento na fraude, disse que optou por não usar a força policial para retirar os alunos do prédio e que já entrou com pedido de reintegração de posse que deve ser executado na tarde de hoje (4).
Segundo Capez, o prédio foi isolado e foi dado ponto facultativo para os funcionários da Alesp.
“Vamos tomar providências para recuperar os espaços que são da população e onde devem se realizar as votações de projetos. Temos quatro projetos importantes na pauta deste semestre e eu já havia acertado o ritmo das votações, mas a invasão interrompeu isso”.
Com o isolamento do prédio, todos os estudantes que saírem não entrarão mais. A estratégia é chamada por Capez de saturação. Além disso, está proibida a entrada de comida no prédio. Os estudantes podem apenas beber água e usar os banheiros.
Capez informou que, em 27 de janeiro, solicitou ao Ministério Público as investigações sobre fraude da merenda. Em seguida, entregou seu sigilo bancário à Justiça e se colocou à disposição para prestar esclarecimentos.
“A investigação está andando lentamente. O interessado na investigação sou eu”.
O presidente da assembleia reafirmou que está conversando com os deputados sobre a CPI e estabelecendo estratégias para colher as assinaturas necessárias para instaurar a comissão.
Fonte: Agência Brasil
Em ato, índios Guaranis pedem por demarcação de terra
Na manhã desta quarta-feira (4), cerca de 200 indígenas da etnia guarani protestaram na Avenida Paulista, em São Paulo, em frente ao escritório da Secretaria da Presidência da República.
Segundo o portal R7, o grupo pede que a aldeia Tenodé Porã, que fica na região entre Parelheiros, na zona sul da capital, e a cidade de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, seja reconhecida como terra indígena.
De acordo com a publicação, a assinatura está pendente no Ministério da Justiça desde 2012.
“Nós vamos ficar aqui até que o ministro da Justiça assine a portaria declaratória para a demarcação da nossa terra”, diz Claudio Vera, morador da aldeia de Parelheiros.
A Polícia Militar (PM) informou que o protesto foi pacífico e que os manifestantes não interditaram a Avenida Paulista.
Fonte: Exame
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