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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Por que velocímetro mostra velocidades que carro não atinge?

Fiat Toro
A razão é simples: questão de marketing, principalmente. E isso ocorre com todos os fabricantes de automóveis. A diferença é que alguns exageram mais, outros menos.

Essas empresas adotam velocímetros cuja escala vai muito além da velocidade máxima efetiva – mesmo considerando o erro do velocímetro (que geralmente exibe uma velocidade maior que a real), influência do vento ou declives da pista – como uma forma de passar a impressão de um desempenho maior do que de fato o veículo tem.

No caso da Toro, a própria Fiat explica que não há um padrão estabelecido de escala do velocímetro para os seus carros, podendo variar de um modelo para outro.

O do Punto T-Jet, por exemplo, indicava otimistas 270 km/h, enquanto a máxima divulgada pela própria fábrica era de 203 km/h. Outro caso clássico foi o do Renault Clio 1.0, que durante certo tempo teve um velocímetro com escala até os 250 km/h.

Mas o mais emblemático talvez seja o do Effa M100, famoso por não ter completado nosso teste de Longa Duração por deficiências no produto e na rede de pós-venda.

Apesar de a fábrica divulgar uma máxima de 120 km/h (no teste da QUATRO RODAS em 2008, ele atingiu apenas 117 km/h), seu velocímetro ia até 200 km/h. Haja coração!

Fonte: Quatro Rodas

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Uso do farol baixo em rodovias é obrigatório a partir de hoje

Brasília - A partir de hoje (8), o uso do farol baixo aceso durante o dia em rodovias é obrigatório. Quem for flagrado com as luzes apagadas será multado em R$ 85,13, por infração leve, e terá quatro pontos na ca
A partir de hoje (8), o farol baixo aceso durante o dia em rodovias é obrigatório. Quem for flagrado com as luzes apagadas será multado em R$ 85,13, por infração leve, e terá quatro pontos na carteira de habilitação.

O objetivo da medida é aumentar a segurança nas estradas, reduzindo o número de acidentes frontais. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), estudos mostram que a presença de luzes acesas reduz entre 5% e 10% o número de colisões entre veículos durante o dia. A maioria das colisões frontais é causada pela não percepção do outro veículo por parte do motorista, a tempo de reagir para evitar o acidente ou pelo julgamento errado da distância e velocidade do veículo que trafega na direção contrária em casos de ultrapassagem.

O farol baixo não pode ser substituído por farol de milha, farol de neblina ou farolete, mas o uso de faróis de rodagem diurna (DRL - Daytime Running Light), ou faróis de LED, está liberado pelo Denatran. O DRL é um filamento de luzes de LED, presente em veículos mais modernos e acionado automaticamente quando o carro é ligado. A validade do DRL para a nova regra chegou a ser questionada, mas o Denatran esclareceu ontem (7) que esse tipo de iluminação também é válido. A orientação de considerar as luzes DRL como farol baixo para fins legais já foi passada à Polícia Rodoviária Federal e aos demais órgãos do Sistema Nacional de Trânsito.

A lei que estabelece a medida foi sancionada pelo presidente interino Michel Temer no dia 24 de maio. A mudança teve origem em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) e foi aprovada pelo Senado em abril.

O uso do farol baixo durante o dia já é exigido para ônibus, ao circularem em vias próprias, e para motocicletas. Também é obrigatório para todos os veículos em túneis.

Em Brasília, os motoristas devem ficar ainda mais atentos à nova medida, porque grande parte das vias que ligam o centro da capital a regiões administrativas é rodovia, como a Estrada-Parque Taguatinga (EPTG), a Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), a Via Estrutural, o Eixão Sul e Norte e a L4 Sul e Norte.

Mais segurança nas estradas

A Polícia Rodoviária Federal vai começar a multar hoje os motoristas que não estiverem com os faróis acesos durante o dia nas rodovias. Desde que a lei foi sancionada, os policiais vêm conversando com os motoristas sobre a importância de deixar os faróis ligados.

Para o assessor de comunicação da PRF, Diego Brandão, os condutores não vão ter dificuldades em se adaptar à nova regra. “É uma mudança cultural. É importante que o motorista seja sensibilizado de que, ao adotar a medida, além de fugir das penalidades impostas pela lei, ele contribui para a diminuição de acidentes, que é o mais importante”.

Segundo Brandão, qualquer medida que aumente a visibilidade de um veículo pode ajudar na redução de acidentes. “Apesar de não haver estudos técnicos na PRF sobre o assunto, temos diversas situações e relatos sobre a causa do acidente ter sido a falta de visibilidade. Então, acreditamos que o aumento da visibilidade vai contribuir para essa redução”, diz.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 9 de março de 2016

Os critérios para um carro ser aceito pela Uber no Brasil

10 - Corolla
Trabalhar na Uber (sim, a empresa se refere a si mesma no feminino, não no masculino) se tornou uma alternativa viável para quem deseja obter uma renda extra.

São vários os casos de taxistas, motoristas particulares e até profissionais de outras áreas que abandonaram seus empregos para virar prestador de serviço na companhia – isso sem contar os desempregados que enxergam na empresa uma forma de ganhar dinheiro. Mas não basta apenas se cadastrar e botar o pé na rua.

Quem pretende se tornar um motorista na categoria Uber Black, por exemplo, precisa ter um veículo de quatro portas, com ar-condicionado e bancos de couro.

Dependendo do modelo, são aceitos veículos nas cores prata e azul escuro, como alternativa aos carros pretos que popularizaram o serviço no país – carros com envelopagem fosca, aliás, não são aceitos.

Não é exagero dizer que a Uber fez uma pequena revolução no serviço de transporte privado urbano.

Fundado em 2009, o serviço se enquadra no ramo de “carona remunerada”, permitindo que qualquer pessoa com carteira de habilitação vire colaborador, cadastrando seu próprio veículo para transportar passageiros.

Ao oferecer um serviço semelhante ao táxi convencional sem obrigar o condutor a passar por um curso de especialização e nem exigir uma licença para trabalhar, a Uber comprou briga com os taxistas, que a acusam de concorrência desleal.

Protestos e até agressões contra motoristas da Uber acontecem em todos os países em que o aplicativo está presente – inclusive no Brasil.

Alguns critérios são inusitados. O Freemont é o único modelo elegível no leque da Fiat. O mesmo acontece com marcas como Chrysler (300C), Peugeot (408) e Renault (Fluence).

A maioria dos SUVs compactos, como Jeep Renegade, Ford EcoSport e Renault Duster, não consta na lista divulgada pela Uber, com exceção do Honda HR-V e do finado Mitsubishi TR4, que não é lá muito espaçoso ou confortável.

As restrições são menores para quem deseja aderir à Uber X, serviço que se assemelha a um táxi convencional, com carros mais simples e preço mais em conta para o usuário.

São aceitos qualquer veículo a partir do ano-modelo 2008, com carroceria de quatro portas, cinco lugares e ar-condicionado.

Não são aceitas picapes e caminhonetes (como Fiat Strada e VW Saveiro), vans e minivans chinesas das marcas Changan, CN Auto e Effa, além das vans Ford Transit, Kia Besta e VW Kombi, e as multivans Peugeot Partner e Renault Kangoo.

Em contrapartida, donos de Doblò, que pertence à mesma categoria de Partner e Kangoo, podem trabalhar na Uber X.

​Se você deseja virar um colaborador da Uber, mas não encontrou seu carro na lista de modelos aceitos, nem tudo está perdido.

Embora as informações acima tenham sido baseadas em uma lista divulgada pela própria Uber, a empresa garante que “mesmo que um determinado modelo não esteja necessariamente listado em um dos sites, ele pode vir a ser aceito na plataforma com base em uma análise individual”, sem especificar quais seriam os critérios adotados nesta avaliação.

Isso vale também para modelos mais luxuosos (e caros) do que os citados na lista: segundo a Uber, não há impedimento para que um proprietário de um Audi A6 não seja aceito, ainda que apenas o A4 figure no grupo de modelos elegíveis.

Além da seleção "caso a caso”, a Uber informa que a avaliação dos usuários também determina quais modelos podem entrar e quais devem sair, já que a empresa também realiza a seleção com base na “percepção de qualidade por parte dos passageiros sobre a experiência em diferentes modelos de carros”.

Fonte: Exame

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Honda lançará carro movido a hidrogênio este ano

Sede da Honda Motors no Brasil
A Honda Motor disse nesta quinta - feira que seu carro com célula de combustível de hidrogênio, apelidado de Clarity Fuel Cell, será lançado na Califórnia antes do fim do ano.

O novo sedã, com capacidade para 5 passageiros, deve ser comercializado por cerca de 60 mil dólares, com parcelas mensais de menos de 500 dólares, disse a Honda em declaração divulgada no Salão do Automóvel de Washington D.C.

A Honda disse que espera volumes limitados nos estágios iniciais de produção. As vendas serão realizadas inicialmente por comerciantes certificados de veículos com células de combustível em Los Angeles e condados de Orange, assim como na área da Baía de San Francisco e Sacramento, disse a empresa.

Fonte: Exame

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Ford conversa com Google sobre carros autônomos, diz mídia

Apresentação de carro autônomo do Google em 2 de fevereiro de 2015 na Califórnia
O Google está em negociações com a montadora Ford Motor para ajudar a construir os carros autônomos da companhia de Internet, informou o Automotive News, citando uma fonte com conhecimento do projeto.

O contrato de produção, caso seja finalizado, deve ocorrer durante a feira internacional de eletrônicos de Las Vegas na primeira semana de janeiro, disse o Automotive News.

Um porta-voz do Google disse à publicação que a companhia não comentaria especulações, apesar de executivos do Google terem confirmado que a empresa está conversando com montadoras.

Mais cedo neste ano, o Google iniciou discussões com as principais montadoras do mundo e criou um time de fornecedores tradicionais e não tradicionais para acelerar os esforços para levar os carros autônomos ao mercado até 2020.

Em junho, o Google iniciou testes em protótipos de veículos autônomos com design próprio em rodovias públicas em Mountain View. A companhia também iniciou testes de protótipos de carros autônomos em Austin.

O Google deve tornar sua unidade de carros autônomos independente dentro de sua controladora, a Alphabet, no ano que vem, noticiou a Bloomberg anteriormente.

Apesar de a Ford estar atrás de alguns competidores, a montadora acelerou seu ritmo no desenvolvimento de carros autônomos neste ano e disse que expandiria sua tecnologia de segurança avançada, incluindo freios automáticos, entre outras funções.

A Reuters não pôde contatar Ford Motor e Google para comentários fora do horário comercial.

Fonte:Exame/Abril