Um aplicativo móvel - Remumber - que ajuda as crianças a memorizar o número de telefone dos pais, para que possam contactá-los em caso de emergência, está sendo lançado hoje em 15 países, entre eles Portugal.
A ideia, desenvolvida pela organização não governamental (ONG) Missing Children Europe - a Federação Europeia para Desaparecidas e Exploradas Sexualmente - é que as crianças aprendam, por meio de “processo muito simples”, o número do telefone dos pais, usando-o como código de desbloqueio do seu smartphone ou tablet, explicou à agência Lusa Patrícia Cipriano, presidente da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APDC), parceira da federação europeia na divulgação desse aplicativo.
Assim que as crianças estiverem habituadas a se lembrar dos seus códigos de bloqueio do dispositivo, por usá-los diariamente, a aplicação muda o código aleatoriamente para o número de telefone dos pais.
“Hoje, já não é normal saber os números de telefone de cor, mas todas as crianças sabem o código de desbloqueio do smartphone e, nesse sentido, a Missing Children Europe teve essa iniciativa muito importante”, disse Patrícia.
A iniciativa tem particular relevância no período de férias, porque há maior “trânsito de pessoas dentro da Europa”, principalmente em Portugal, onde há muita movimentação de turistas” e, muitas vezes, “as crianças perdem-se e não sabem como contactar os pais”, afirmou Patrícia.
Segundo ela, o fato de as crianças saberem o contato dos pais vai evitar “muitas aflições”, porque imediatamente a polícia, a pessoa que está na praia, um vigilante ou outra pessoa vai poder ligar à família e dar a localização da criança em caso de estar perdida.
Sobre o funcionamento da aplicação Remumber, a federação europeia explica que, depois de instalada, basta digitar o número do telefone a memorizar e o dispositivo será bloqueado.
As crianças vão memorizar o número gradualmente: os quatro primeiros dígitos têm que ser aprendidos de cor e, em seguida, os outros números a inserir são iluminados se a criança está bloqueada e precisa de uma pista.
Depois de a criança memorizar com sucesso todo o código, os pais são informados por e-mail e podem, em seguida, digitar um novo número para memorizar, deixar o número original ou desinstalar a aplicação, diz a organização.
A ONG destaca que o aplicativo Remumber pode também ser "uma boa oportunidade para abordar a matéria da confiança e segurança” com as crianças e para definir algumas diretrizes pouco antes das férias.
O aplicativo é lançado hoje em vários países, entre eles a Bélgica, Itália, República Checa, Sérvia, Estônia, França, Áustria, Espanha, Grécia, Albânia, Irlanda, Hungria e Romênia.
Fonte: Agência Brasil
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quarta-feira, 6 de julho de 2016
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Relatório destaca papel das redes sociais em terremoto
O Twitter, o Skype e o Facebook, entre outras redes sociais e plataformas digitais, desempenharam um papel fundamental na gestão da informação após o terremoto que castigou o Equador em abril deste ano, uma situação na qual a rapidez e a precisão na transmissão dos dados era decisiva diante da emergência.
O relatório "Terremoto no Equador - A importância da informação em catástrofes", da consultoria de comunicação Llorente e Cuenca, revela que após o tremor de terra de 16 de abril, instrumentos como o Twitter e o Skype "provaram sua utilidade" ao possibilitar a difusão de informação "em poucos minutos" sobre o que ocorria, incluindo a transmissão de fotos e vídeos.
O Twitter serviu para os cidadãos divulgarem imagens de familiares desaparecidos, organizar campanhas de solidariedade e ativar alguns TTs ("Trending Topics", os assuntos mais comentados) que foram se consolidando com o passar dos dias "e que geraram milhões de impressões", afirma o estudo, elaborado pela diretora de Llorente e Cuenca no Equador, Alejandra Rivas, e pelo diretor da área Crise da empresa, Luis Serrano.
Após a catástrofe, que deixou mais de 660 mortos e cerca de 80 mil afetados, segundo o governo, "foi a via ideal para não saturar as comunicações", afirma o estudo, ao destacar que as linhas fixas e as ADSL aguentaram melhor a avalanche de comunicação.
A baixa banda consumida pelo Twitter é uma das vantagens desta plataforma, que serviu como "Muro das Lamentações social para pedir ajuda", algo para o qual o Facebook também mostrou ser útil, segundo o trabalho, que cita o resgate de uma cidadã e suas filhas oito horas depois de o marido emitir o primeiro pedido de socorro através dessa rede.
O relatório menciona também o Skype como "meio ideal para informar que alguém está a salvo", além de ferramentas como "Google Crisis Response"; "Twitter Alerts"; "Family Links", da Cruz Vermelha e o buscador de desaparecidos dessa organização humanitária.
Os analistas indicam que neste tipo de emergência "as empresas tecnológicas costumam ser as primeiras ajudar, uma solidariedade que deveria impregnar" a ação de Responsabilidade Social Corporativa do empresariado da região afetada para "devolver à sociedade" parte do que esta lhe entrega "com sua licença para operar".
As empresas, assinalam os especialistas, deveriam se alinhar as políticas públicas de proteção civil, ajudar a divulgar mensagens de solidariedade e envolver seus funcionários nisso, além de pôr à disposição das administrações seus ativos digitais.
Outras ações das companhias deveriam ser articular canais internos de comunicação e estratégias de ajuda a seu pessoal, apoiar ações de recuperação da ordem social e mostrar que a solidariedade e os valores são parte de sua filosofia empresarial.
O trabalho faz também recomendações gerais perante este tipo de emergência, entre elas obter ajuda nos lugares estabelecidos para isso; não saturar as comunicações com chamadas de voz, videoconferências, vídeos ou fotos; optar pela comunicação por SMS, Twitter ou Facebook, se for possível, se informar pela rádio e não compartilhar informação falsa nas redes sociais.
Quanto às autoridades, aconselham que estas divulguem rapidamente telefones de informação, colocarem cartazes ou distribuam folhetos com informações básicas para "garantir o fornecimento constante de dados que ofereçam certezas".
Fonte: EFE
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Coreia do Sul desenvolve robôs para o caso de guerra com o Norte
A Coreia do Sul está desenvolvendo robôs para o caso de ocorrer uma guerra contra o seu vizinho do Norte, afirmou o funcionário Kim Doo-seung.
Segundo a agência Reuters, relatório que está sendo feito por Kim Doo-seung diz que o país "agora está desenvolvendo robôs destinados a transportar equipamento militar pesado em terreno montanhoso e salvar soldados feridos".
O projeto faz parte do Programa de Defesa Criativa que o Ministério da Defesa da Coreia do Sul está desenvolvendo com novíssimas tecnologias. A robotécnica tem papel central na iniciativa do governo sul-coreano.
Segundo Kim Doo-seung, o uso de robôs permitirá aos militares enfrentar a ameaça da Coreia do Norte que, na sua opinião, está menos desenvolvida no que se refere a altas tecnologias.
O relatório, que será divulgado nesta semana, informa também que os militares sul-coreanos já testaram robôs pequenos para detectar e desativar engenhos explosivos e fazer ações de reconhecimento.
Fonte: Agência Brasil
quarta-feira, 1 de junho de 2016
5 dicas de segurança para você não cair no "golpe do Uber"
Imagine a cena: você sai do trabalho tarde da noite, e para não voltar para casa de ônibus, decide chamar um Uber.
Enquanto espera na calçada, um carro encosta e pergunta se você está esperando um dos veículos da empresa. Você entra?
Relatos como este estão se tornando comuns. Pessoas mal intencionadas se aproveitam do fato de os carros do Uber não terem nenhuma identificação externa para aplicar esse tipo de golpe.
Não há motivo para desespero, no entanto. É fundamental ficar de olho e seguir essas 5 dicas de segurança para não cair em roubada no Uber.
1. Acompanhe o caminho que o carro está fazendo
O aplicativo mostra o carro a caminho. Se no mapa parece que o carro vai chegar pela direita, e ele chega pela esquerda, tem algo estranho aí.
Se parece que ele está na rua de trás, provavelmente não é o mesmo carro que encostou ao seu lado. Fique atenta!
2. Sempre cheque a placa do carro
Quando o aplicativo seleciona o carro que vai atender sua chamada, ele informa a placa, modelo e marca do carro.
Mesmo se você não souber a diferença entre um Chevrolet Celta e um Honda HR-V, você pode identificar o carro pela placa. Nunca entre no carro sem checar se a placa informada no app corresponde à placa do carro.
3. Nunca diga seu nome antes do motorista
Se você tem o hábito de perguntar “esse carro é para a Fulana?”, pode tratar de mudar. O motorista tem acesso ao seu nome, e em geral ele mesmo pergunta, até para a segurança dele. Espere que ele pergunte, e então você pode confirmar.
4. Verifique se o motorista está usando o aplicativo
Em geral os motoristas deixam o celular com o aplicativo aberto no painel do carro. Lá, antes deles iniciarem a viagem, você pode ver seu nome e sua foto. Isso confirma que aquele motorista é o que foi designado para atender seu chamado.
5. Ainda insegura? Compartilhe sua localização
Você pode enviar para seus amigos e familiares um link que mostra onde você está enquanto está no Uber. Basta entrar no menu da viagem e clicar em “Compartilhar rota”.
Dessa forma a pessoa que receber a mensagem com link poderá ver em tempo real onde você está, se está mesmo a caminho de casa ou de qualquer que seja seu destino.
Fonte: MdeMulher
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Secretaria lança estudo para redução de homicídios
A Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançaram hoje (11), em Brasília, o estudo Indicadores Multidimensionais de Educação e Homicídios nos Territórios Focalizados pelo Pacto Nacional pela Redução de Homicídios.
O documento tem o objetivo de apresentar o papel central que a educação desempenha para mitigar a criminalidade violenta.
Para isso, foi feito um mapeamento das condições educacionais nas escolas e nos bairros em que se observou a incidência de homicídios em 2014, dentre os 81 municípios que são o foco do Pacto Nacional de Redução de Homicídios e que concentravamm 48,6% dos homicídios do país naquele ano.
O técnico de planejamento e pesquisa do Ipea e responsável pelo estudo, Daniel Cerqueira, falou sobre a importância da redução de homicídios.
“A cada ano temos 65 mil homicídios. O Brasil responde por mais de 10% do total de homicídios do planeta. A ideia de que prender, encarcerar e colocar a polícia para matar os bandidos não resolve. Dentro dos condicionantes que levam o indivíduo ao caminho do crime há uma pedra angular que se chama educação. Educação é a grande peça transformadora para evitar que as crianças sejam os bandidos de amanhã”.
Segundo a secretária nacional de Segurança Pública, Regina de Luca, são necessárias políticas sociais para combater à criminalidade.
“Nós não temos ainda no Brasil algo comparável em termos de homicídio, temos estados que registram ocorrências, mas podem ter morrido duas ou três mortes em uma ocorrência. Já ficou registrado na nossa cabeça que segurança pública não se faz só com órgãos de polícia. Nessa linha, de abrir os horizontes para trabalhar com segurança pública, uma delas é trabalhar com políticas sociais e a principal é a educação”, disse.
Fonte: Agência Brasil
quarta-feira, 6 de abril de 2016
WhatsApp agora codifica todas as mensagens que você envia
Se você se preocupa com vazamento de dados das suas conversas, o WhatsApp diz que você não tem mais nada a temer. A partir de hoje, todas as mensagens que você envia ou recebe no aplicativo (mesmo nos grupos) são codificadas e só podem ser lidas pelos destinatários.
Com a oferta da criptografia ponta a ponta, o WhatsApp diz que usar o seu aplicativo é como ter uma conversa cara a cara com um amigo.
"Estamos orgulhosos de anunciar que concluímos um desenvolvimento tecnológico que faz do WhatsApp um líder na proteção da comunicação privada: criptografia completa de ponta a ponta (End-to-end Encryption). De agora em diante, quando você e seus contatos usarem a versão mais recente do aplicativo, cada ligação que você faz, e cada mensagem, foto, vídeo, arquivo ou mensagem de voz que você envia, são criptografadas de ponta a ponta por padrão, incluindo as conversas em grupo", informou o WhatsApp, em nota a EXAME.com.
O anúncio desse recurso de segurança chega pouco depois de um embate judicial entre o FBI e a Apple. As autoridades pediam que a companhia desse acesso a um iPhone envolvido em uma investigação. A Apple negou o pedido, justificando que oferecer uma porta de acesso (backdoor) poderia comprometer os seus demais clientes, pois essa backdoor poderia cair nas mãos erradas, eventualmente.
Por isso, o WhatsApp deixa clara sua posição quanto ao compartilhamento de dados de usuários com entidades policiais. "Embora reconheçamos o importante trabalho da Justiça em manter as pessoas seguras, os esforços para enfraquecer a criptografia arriscam a exposição de informações dos usuários ao abuso de criminosos virtuais, hackers e regimes opressivos", segundo a dona do app de mensagens mais popular do mundo.
Quem quiser entender melhor como funciona a criptografia utilizada pela WhatsApp pode acessar uma página do site oficial da empresa dedicada ao assunto.
A privacidade dos usuários sempre foi algo que o WhatsApp defendeu a qualquer custo. Exemplo disso foi o bloqueio judicial sofrido pelo app no Brasil no final do ano passado por não compartilhar dados de conversas de um suspeito ligado ao PCC (organização criminosa de São Paulo).
A justificativa apresentada pela companhia foi que os dados dos usuários só permanecem nos servidores da empresa durante o breve período em que eles saem do smartphone do remetente e chegam ao aparelho do destinatário.
A EXAME.com, o CEO da empresa responsável pelo app, Jan Koum, disse que outra medida que a empresa toma em prol da segurança dos dados dos usuários é permitir o acesso por computadores somente quando o celular está perto do usuário. Segundo Koum, o histórico de mensagens fica armazenado apenas no smartphone, evitando que uma cópia fique gravada ou no computador do usuário ou nos servidores da empresa.
O WhatsApp diz esperar que essa medida possa ser um exemplo de como será a comunicação pessoal no futuro: livre, e não vigiada por regimes políticos opressores ou hackers.
"As pessoas merecem ter segurança. Isso possibilita que elas se conectem com as pessoas amadas. Ela nos dá confiança para expressarmos opiniões. Ela permite que troquemos informações sensíveis com colegas, amigos e outras pessoas", escreveu Koum hoje, em seu perfil no Facebook.
Fonte: Exame
quarta-feira, 16 de março de 2016
Você não precisa mais memorizar várias senhas com este app
A grande quantidade de serviços online que utilizamos no computador ou no smartphone faz com que nossas senhas sejam fracas ou porque são palavras e sequências numéricas ou porque usamos a mesma senha em mais de um site. Por exemplo, um estudo recente da SplashData mostra que a senha 123456 ainda é a mais popular na web.
Uma solução para esse mar de serviços online é usar um gerenciador de senhas – sim, mais um serviço online. O seu diferencial é que ele oferece uma área criptografada para que você guarde todas as suas senhas (o que é bem mais seguro do que anotá-las em um arquivo no bloco de notas).
A ideia é que você precise memorizar somente uma senha mestre para que tenha acesso a tudo que você acessa na web, como suas contas no Facebook, no Instagram ou mesmo no PayPal. Um aplicativo da Intel Security chamado TrueKey se diferencia de concorrentes populares, como o LastPass, por oferecer um método pouco usual de recuperação da senha-mestre: reconhecimento facial.
Usar o TrueKey é simples nas plataformas Android, iOS, OS X ou Windows. Após instalá-lo no seu PC ou smartphone, basta cadastrar as senhas dos sites que você mais usa. Este pode ser um momento também para alterá-las para melhorar a sua segurança online. Feito isso, será preciso somente entrar no TrueKey e escolher o serviço que quer acessar para que o login aconteça sem precisar digitar nada.
O aplicativo, porém, não é totalmente gratuito. Ele permite cadastrar 15 senhas e cobra caso o usuário queira armazenar mais. A anuidade é de 29,90 reais.
Há também mais dois recursos interessantes no TrueKey. O primeiro é uma área no seu app para smartphones que permite gerar senhas complexas que podem ser adotadas nas suas contas. O segundo é um espaço para guardar informações pessoais sensíveis, como números de cartões bancários, CPF, passaporte, carteira de habilitação e até compromissos da sua agenda.
Outra opção gratuita é o KeePassX. Apesar da interface pouco intuitiva, ele é uma opção interessante para quem gosta de ficar de olho em tudo que está acontecendo com a sua conta, já que o código do serviço é aberto e pode ser consultado.
O LastPass é o gerenciador de senhas mais popular da web e a sua anuidade é de 12 dólares.
Fonte: Exame
segunda-feira, 14 de março de 2016
Facebook, Google e Whatsapp aumentarão codificação de dados
Alguns dos principais gigantes tecnológicos do mundo, Facebook, Google e Whatsapp, planejam aumentar os sistemas de codificação de dados dos usuários em seus serviços, revelou nesta segunda-feira o jornal britânico "Guardian".
Os especialistas das empresas líderes do Vale do Silício trabalham em suas próprias tecnologias de privacidade, enquanto a Apple está em uma batalha legal com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
O FBI quer que a Apple projete um software que permita a desativação da segurança do iPhone de um suspeito de terrorismo, e a empresa se nega a fazê-lo por considerar que prejudicaria as liberdades civis.
Segundo o jornal, os projetos dessas companhias indicam que o setor está disposto a apoiar publicamente a Apple com ações concretas contra as exigências do governo americano.
A Apple apresentou em fevereiro um recurso de nulidade ao pedido de um tribunal para que ajudasse o FBI a desbloquear um telefone utilizado por um dos autores do tiroteio de dezembro de 2015 na cidade californiana de San Bernardino, que deixou 14 mortos e 22 feridos.
A empresa considera que a ordem tem amplas repercussões e causaria "um prejuízo significativo às liberdades civis, à sociedade e à segurança nacional".
Segundo o "Guardian", em questão de semanas o Whatsapp planeja expandir seus sistemas de codificação de modo que também suas mensagens de voz estejam encriptadas, assim como suas mensagens de grupos, enquanto o Facebook tem pensado em reforçar a segurança em seu sistema de mensagem.
Outras empresas tecnológicas que cogitam adotar medidas semelhantes são o Snapchat e o Google.
Até o momento, os engenheiros dessas empresas, assim como do Twitter, exploraram os produtos de mensagens codificadas, apesar de não os terem lançado ao mercado por considerar que são difíceis de usar ou por terem priorizado outros projetos que consideram mais acessíveis ao consumidor.
No entanto, segundo o "Guardian", essas companhias esperam agora aumentar a codificação, pois os altos diretores desses gigantes tecnológicos consideram as ferramentas de privacidade como uma vantagem nos negócios.
Fonte: Exame
quarta-feira, 2 de março de 2016
Pentágono convida hackers a atacarem suas páginas na web
Se alguma vez você sonhou em invadir sites do governo dos Estados Unidos, só precisa ter cidadania americana e provar que não possui antecedentes criminais para fazê-lo com o aval do Pentágono.
O Departamento de Defesa americano está convidando hackers a colocarem à prova a cibersegurança da instituição com um programa piloto que é o primeiro do tipo no governo federal, informou o Pentágono na sexta-feira.
Chamado "Hack the Pentagon" (Piratear o Pentágono), este programa premiará com dinheiro os participantes capazes de identificar as fragilidades nas páginas públicas do Pentágono.
"Sempre incentivo nosso pessoal a pensar fora da caixa de cinco ângulos que é o nosso Pentágono", disse o secretário de Defesa, Ashton Carter.
"Convidar hackers responsáveis a por à prova nossa cibersegurança é certamente um destes casos. Estou certo de que esta iniciativa inovadora fortalecerá nossa defesa digital e, em última instância, melhorará nossa segurança nacional", concluiu.
Fonte: Exame
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Europa cria lista própria de "mais procurados"
Chegue pra lá, FBI: a Europa agora tem sua própria lista de "mais procurados", incluindo os militantes islâmicos suspeitos pelos atentados em Paris ainda à solta.
As agências de polícia europeias apresentaram a lista nesta sexta-feira em um site abrigado pela Europol, a polícia da Europa, como parte de um esforço para aumentar o compartilhamento de informações sobre criminosos através das fronteiras, após o ataque do Estado Islâmico na capital francesa em novembro de 2015.
O site, que desperta comparações com os tradicionais pôsteres de "mais procurados" da Polícia Federal norte-americana (FBI, na sigla em inglês), traz fotos e descrições de fugitivos condenados ou suspeitos de terem cometido crimes graves.
As forças policiais nacionais de países europeus selecionam suspeitos para a lista quando acreditam que torná-los conhecidos no exterior pode ajudar em sua captura.
"Estamos convencidos de que pelo menos algumas destas pessoas estão se escondendo em um país diferente daquele em que cometeram crimes", disse a porta-voz da Europol, Tine Hollevoet. A maioria das nações da União Europeia faz parte do Espaço Schengen, a zona de livre circulação do bloco.
Entre os 45 suspeitos atualmente no site estão Salah Abdelslam e Mohammed Abrini, ambos ligados aos ataques em Paris, que mataram 130 pessoas, e à vizinha Bélgica, onde moravam.
Fonte: Exame
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Cabine destacável pode salvar passageiros de queda de avião
Um inventor russo propôs uma nova tecnologia para salvar passageiros de uma queda de avião: uma cabine destacável.
Em vez de atingir o solo ou o mar junto com o restante da aeronave, o compartimento em que ficam os passageiros é ejetado e um paraquedas se abre para que ele pouse em segurança.
Segundo o inventor, Tatarenko Vladimir Nikolaevich, isso pode acontecer durante qualquer momento: decolagem, aterrissagem ou no meio do voo. A cabine destacável conta também com boias que permitem um pouso na água, se necessário.
Na patente registrada por Nikolaevich, há um espaço para a bagagem. Com isso, as malas dos passageiros também podem ser salvas.
Segundo um levantamento feio pelo próprio inventor – com uma base de entrevistados não divulgada – 95% das pessoas estão dispostas a pagar mais para viajar em um avião com a sua tecnologia.
De acordo com o The Independent, a criação gerou controvérsia. Enquanto alguns acreditam que isso pode poupar vidas, outros questionam sobre os pilotos, que ficariam fora dessa cabine destacável, bem como sobre o ponto de impacto da aeronave desgovernada, que poderia ser um prédio ou uma avenida.
Como bem lembra a Wired, esse tipo de tecnologia de ejeção de passageiros já foi proposta, de maneira similar, pela Airbus, em 2013.
Fonte: Exame
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Marinha faz operação de segurança para o Réveillon no Rio
Com a finalidade de dar segurança às pessoas que vão assistir à queima de fogos nas praias de Copacabana e Flamengo, na capital fluminense e em Niterói, região metropolitana do Rio, a Marinha, por meio da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro iniciou os preparativos para o espetáculo, onde milhões de pessoas se reúnem na orla na passagem do ano.
A operação Réveillon vai fiscalizar e orientar o tráfego de embarcações na Baía de Guanabara e na entrada para o mar aberto, na Praia de Copacabana, a fim de contribuir para a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana e prevenção da poluição do mar.
A queima de fogos será feita por balsas ancoradas na orla, e o planejamento da parte marítima dos espetáculos envolve a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar, além das prefeituras e guardas municipais do Rio e de Niterói, e as empresas envolvidas na produção do espetáculo.
Cabe à Capitania dos Portos fiscalizar as balsas e o seu posicionamento, além de organizar os navios de cruzeiro, as embarcações de turismo náutico e de esporte e recreio que utilizam a orla para assistir à queima de fogos de artifício.
Este ano, na Praia de Copacabana, são esperados dez navios de cruzeiro, cerca de 250 barcos de turismo náutico, de esporte e recreio.
Durante a operação, a Capitania dos Portos vai empregar um helicóptero, um navio-patrulha, um aviso de patrulha, cerca de 30 embarcações menores e 135 militares.
Serão disponibilizadas 21 balsas, posicionadas por 14 rebocadores nas orlas do Rio de Janeiro e Niterói, sendo 11 em Copacabana, cinco no Flamengo e cinco em Icaraí.
Com o objetivo de reforçar os aspectos de segurança no mar, no dia 29, será feita uma reunião de coordenação com todos os envolvidos nos eventos, e, posteriormente, será efetuada uma inspeção final nas balsas, antes de serem movimentadas para os locais dos espetáculos.
No dia 31, equipes de inspeção naval da Capitania estarão distribuídas nas diversas marinas inspecionando os barcos de turismo náutico, de esporte e recreio que demandarão as áreas dos espetáculos, de forma a prevenir a presença de embarcações que não possuam todos os requisitos de segurança exigidos pelas normas.
Um Centro de Coordenação, será montado, a bordo do navio-patrulha, para conduzir as ações de salvaguarda da vida humana no mar e a separação dos barcos dos espectadores por tamanho.
As embarcações de esporte e recreio, assim como as de turismo náutico, serão posicionadas em duas áreas distintas, de acordo com o seu porte.
Os barcos maiores ficarão próximos à entrada da Baía de Guanabara e os menores permanecerão próximos ao Forte de Copacabana.
Fonte:Exame/Abril
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Austrália e Indonésia reforçam cooperação contra terrorismo
A Austrália e a Indonésia firmaram hoje (21) um acordo de combate ao terrorismo, um dias depois de a polícia indonésia ter detido seis pessoas que supostamente planejavam um atentado.
Os ministros da Defesa e dos Negócios Estrangeiros dos dois países assinaram o acordo durante reunião em Sydney, na qual também anunciaram a renovação do acordo de cooperação militar que deve ser revisto em 2017.
A ministra dos Negócios Estrangeiros australiana, Julie Bishop, recursou-se a comentar se a Austrália forneceu informações às autoridades indonésias para facilitar a detenção de um grupo de supostos jihadistas que pretendia praticar atentados à bomba durante as festividades do Natal e Ano Novo.
“A Austrália está sempre preparada para assumir o seu papel e, nesse caso, parece que a polícia indonésia teve êxito ao frustrar uma tentativa de ato terrorista”, disse Julie Bishop à estação de televisão ABC.
As detenções foram feitas pela Densus 88, a unidade antiterrorista treinada pelos Estados Unidos e a Austrália, criada depois do atentado em Bali em 2002, no qual morreram 202 pessoas, a maioria turistas australianos.
A reunião ocorreu depois de os dois países terem reatado as relações bilaterais, afetadas pela execução, em abril, de dois australianos por tráfico de droga pelas autoridades indonésias.
Além da luta antiterrorista, durante o encontro também foram abordados assuntos de segurança nacional, a reabilitação dos jihadistas e a troca de informação, assim como as relações comerciais, o turismo e o intercâmbio de estudantes.
Também foi abordada a imigração ilegal e a controversa política australiana de devolver aos seus portos de origem, geralmente na Indonésia, os barcos com requerentes de asilo que tentam alcançar a Austrália pelo mar.
O acordo foi assinado por Julie Bishop e Marise Payne, titular da pasta da Defesa australiana, e pelos ministros indonésios Retno Marsudi e Ryamizard Ryacudu.
Fonte: Exame/Abril
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
USP faz folder com dicas de segurança
A superintendência de Prevenção e Proteção Universitária da USP elaborou um folder com orientações de segurança para ser entregue a alunos, professores, funcionários e até para os candidatos ao vestibular da Fuvest deste ano. Entre as dicas estão estacionar em áreas "bem iluminadas" e fazer trajetos "em grupo".
"Estamos finalizando esse material e eu vou colocar no nosso site uma lista com maneiras de se proteger", afirmou José Antonio Visintin, superintendente de Segurança da USP. "São coisas simples, mas que acho importantes. Vamos divulgar e distribuir o folder para todos os alunos, professores e funcionários da universidade. São orientações.
Se alguém tiver outras sugestões, pode nos mandar também, contribuir", explicou. O material, ao qual o Estado teve acesso, traz dicas divididas nos seguintes itens: "carros e motos", "objetos de uso pessoal", "bicicletas", "trajetos" e "bancos e caixas eletrônicos".
Na primeira seção, a descrição pede que, "sempre que possível, faça seu trajeto ou pratique esporte em grupo, isso minimiza os riscos e contribui para construção de um ambiente mais tranquilo e saudável."
Outra recomendação é a de procurar estacionar o veículo no câmpus em "áreas bem iluminadas, vigiadas, e próximo do seu destino". Ainda, "ao estacionar, não permanecer dentro do veículo, retire a chave do contato e lembre de verificar se trancou as portas e os vidros".
O estudante de Letras Alexandre Simão de Oliveira Cardoso, de 28 anos, foi baleado em uma tentativa de assalto no câmpus Butantã, na zona oeste de São Paulo, quando se dirigia ao estacionamento da Faculdade de Letras por voltas das 21horas de terça-feira.
Luz
Embora a USP tenha afirmado que foi implementado um novo sistema de iluminação no câmpus, alunos reclamam que ainda há pontos escuros e o próprio folheto reconhece que as pessoas devem buscar estacionar em locais "bem iluminados". Apesar do anúncio do folheto ter sido feito um dia após a tentativa de assalto, o superintende de Segurança da USP, José Antonio Visintin, afirma que o material já começou a ser pensado no início no ano.
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