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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Poll shows Lula and Silva tied in 2018 Brazil presidential vote


Former Brazilian President Luiz Inácio Lula da Silva would tie with Marina Silva in the runoff stage of the 2018 presidential elections, a poll published on Monday by the Folha de S.Paulo newspaper showed, though high rejection rates suggested strong voter disdain against politicians amid recent scandals.

The Datafolha poll asked voters about eight combinations of 12 potential candidates in a first-round vote. Lula, a member of the leftist Workers' Party, takes all scenarios where he runs, with around 30 percent of support, despite facing several corruption trials.

Lula, who was Brazil's president from 2003 to 2010, and Silva, a former senator who came in third in the past two presidential elections, each polled at 40 percent in a runoff scenario. Lula was in a statistical tie with anti-corruption federal judge Sergio Moro, who has vowed never to enter politics.

If Lula is found guilty of corruption by Moro, who is expected to issue a decision as soon as this month, and the ruling is upheld by an appeals court, he will be barred from running for public office. Silva easily wins all first-round vote scenarios in which Lula does not run.

The poll showed 46 percent of voters would not vote for the former president, the highest rejection rate among all candidates considered in the survey.

Many analysts see voter anger over corruption opening the door for a candidate from outside Brazil's political establishment, along with the fact nearly all expected candidates are ensnared in a corruption investigation involving kickbacks from some of Brazil's biggest companies.

That has reflected in increasing support for right wing, law-and-order congressman Jair Bolsonaro, who polled as high as 18 percent in some of the scenarios in the Datafolha poll. Still, he fails to win any potential runoffs.

The most recent poll interviewed 2,771 people across Brazil from June 21-23. The margin of error was 2 percent.

Source: Reuters

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

TSE aprova criação do Rede Sustentabilidade, de Marina Silva

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, em sessão realizada na noite de hoje (22), o registro do partido Rede Sustentabilidade, idealizado pela ex-senadora Marina Silva. Todos os ministros acompanharam o voto do relator, o ministro João Otávio Noronha.

O partido teve o registro negado pelo TSE, em outubro de 2013, por não ter reunido o número mínimo de assinaturas exigido pela Justiça, de 484.169. Em maio deste ano, a direção do Rede entregou mais 56 mil assinaturas, chegando a 498 mil signatários.

O ministro Gilmar Mendes chegou a arrancar aplausos dos presentes durante a leitura de seu voto. Ele se referiu a Marina como “uma candidata que teve, por duas vezes, mais de 20 milhões de votos em eleições presidenciais”, mas o registro de seu partido foi negado, enquanto “legendas de aluguel logram receber esse registro, para constrangimento desse tribunal”.

Mendes criticou a decisão de 2013 do TSE e, sem citar nomes, falou na dificuldade de Marina se candidatar a presidente da República nas eleições de 2014, o que acabou ocorrendo após a morte de Eduardo Campos, de quem era candidata a vice-presidente.

“O partido sofrera um notório abuso e era preciso que nós reconhecêssemos e deferíssemos o registro naquelas circunstâncias. Tanto fizeram para evitar que essa mulher fosse candidata e ela acabou sendo candidata, em circunstâncias trágicas. Marina perdeu as eleições, mas ganhou a nossa admiração. Portanto, perdeu ganhando”, disse o ministro.

A votação serviu para motivar uma discussão sobre o sistema de criação de partidos no país e negociação de tempo de TV entre partidos durante campanhas eleitorais. O presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, lembrou que, com a criação da Rede, o Brasil conta com 34 partidos. Ele disse ainda que se o sistema não for rediscutido “cada deputado vai querer ser um partido político”.

“Uma vez não tendo sido alterado o nosso sistema eleitoral, o que vai ocorrer é que cada deputado vai querer ser um partido político. Com a distribuição do tempo de TV dessa forma, cada deputado vai querer ser um partido político e de 34 passaremos a 500”, disse Toffoli, referindo-se à “necessidade de reflexão” sobre o tema.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/tse-aprova-criacao-do-rede-sustentabilidade-partido-de-marina-silva,038a946b9b1178b4fabe21fb000c739clymj9ko5.html