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segunda-feira, 28 de março de 2016

Microsoft faz reunião sobre compra do Yahoo, diz fonte

Microsoft
Executivos da Microsoft estão em negociações iniciais com potenciais investidores do Yahoo sobre contribuições para financiamento da compra da companhia de Internet, afirmou uma fonte familiar com o assunto.

As negociações são preliminares, afirmou a fonte, e a Microsoft está focada em preservar o relacionamento entre as duas empresas. Microsoft e Yahoo têm acordos envolvendo sistemas de busca e publicidade.

Empresas de investimento de risco interessadas no Yahoo contataram a Microsoft, afirmou a fonte. Representantes da Microsoft não comentaram o assunto.

O Yahoo está vendendo seus principais negócios de Internet, que incluem busca, email e sites de notícias.

A empresa pioneira do mercado de buscas na Web têm enfrentado dificuldades para competir com Google e Facebook por anunciantes.

O vice-presidente financeiro do grupo de telecomunicações Verizon, Fran Shammo, afirmou em dezembro que a operadora poderia avaliar os ativos do Yahoo se fizessem sentido para o grupo.

O fundo de hedge Starboard Value agiu na quinta-feira pela retirada de todo o Conselho de Administração do Yahoo, incluindo a presidente-executiva, Marissa Mayer, que tenta há quatro anos recuperar os negócios da empresa.

O interesse da Microsoft no Yahoo acontece quase uma década depois de uma tentativa anterior de compra da empresa.

Em 2008, o então presidente-executivo da Microsoft Steve Ballmer tentou comprar o Yahoo por cerca de 45 bilhões de dólares.

Fonte: Exame

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Confiança do consumidor brasileiro melhora em janeiro

Mulher faz compras com cartão de crédito, consumo
A confiança do consumidor brasileiro mostrou alguma melhora no início do ano, após registrar em dezembro a pior leitura de 2015, com ganhos em todos os subíndices que compõem o dado, segundo o indicador da Thomson Reuters/Ipsos divulgado nesta quarta-feira.

O Índice Primário de Sentimento do Consumidor (PCSI, na sigla em inglês) subiu para 38,1 em janeiro, após 33,6 em dezembro, quando marcou a menor leitura do ano passado.

Apesar da recuperação este mês, o indicador continua longe da leitura vista um ano antes, de 47,6, e muito abaixo da leitura de 56,7, em janeiro de 2014.

O subíndice que aponta o cenário de emprego teve a maior alta em janeiro, de 6,3 pontos, para 32. A segunda maior alta foi verificada no grupo que avalia o cenário para as condições atuais, com avanço de 5,9 pontos, para 26,8.

O subíndice de investimentos subiu 5,1 pontos, a 36,5. A menor alta foi verificada no grupo que reflete as expectativas, de apenas 1,5 ponto, para 60,7.

Apesar do início de ano com a confiança em patamares acima dos vistos em dezembro, o cenário ainda sugere incertezas, com a economia brasileira enfrentando condições desafiadoras para sair de uma de suas piores recessões.

O cenário econômico é formado ainda por inflação elevada, com o IPCA encerrando 2015 em alta de 10,67 por cento, muito acima da meta, de 4,5 por cento com margem de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

O dado aumenta a pressão sobre o Banco Central em sua decisão sobre a taxa básica de juros do país, atualmente em 14,25 por cento ao ano.(Por Flavia Bohone)

Fonte: Exame

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Governador de NY barra anúncios controversos da Amazon

Anúncio com conteúdo supostamente nazista teria sido colocado no metrô:
Os anúncios para um novo programa da Amazon.com mostrando imagens de inspiração nazista foram retirados de uma movimentada linha de metrô de Nova York, após intervenção do governador Andrew Cuomo, disse um porta-voz do setor de trânsito na terça-feira.

As propagandas para "The Man in the High Castle" envolviam completamente os assentos, paredes e tetos de um trem da linha que liga as estações da Times Square e do Grand Central Terminal, em Manhattan.

Adam Lisberg, porta-voz da Autoridade de Transporte Metropolitano (MTA, na sigla em inglês), disse que o trem foi retirado de serviço depois da hora do rush para que os anúncios pudessem ser removidos.

Um representante da Amazon informou no início da noite que a empresa não tinha pedido a remoção dos anúncios, contradizendo uma autoridade do setor de trânsito que havia dito que a própria empresa tinha solicitado a retirada.

Lisberg não quis comentar sobre as conversas internas entre a MTA e seus anunciantes, mas disse que Cuomo tinha telefonado para o chefe da MTA na terça-feira e pedido que garantisse a remoção dos anúncios.

Mais cedo na terça-feira, o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, havia pedido à Amazon que retirasse os anúncios, dizendo que eram "irresponsáveis e ofensivos aos sobreviventes da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, suas famílias, e inúmeros outros nova-iorquinos".

O programa, baseado em um romance de Philip K. Dick, retrata uma realidade alternativa em que a Alemanha nazista e o Japão dividem o controle dos Estados Unidos, depois de vencerem a Segunda Guerra Mundial.

Os anúncios incluem uma versão da bandeira norte-americana com uma cruz de ferro e a águia alemã em lugar das estrelas, bem como uma bandeira japonesa imperial estilizado.

Em um comunicado, a Amazon não abordou diretamente a controvérsia, dizendo que a série é parte de sua linha de "programação de alta qualidade, provocante, de estímulo a discussões”.

Os anúncios nas linhas de metrô estavam programados para exibição até 6 de dezembro. Os pôsteres em 260 estações não foram removidos.

Fonte: Exame/Abril

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Na bolsa, a Apple equivale aos Brics

Logotipo da Apple na frente de loja da empresa na 5a Avenida, em Nova York
Há apenas uma brasileira entre as 251 maiores empresas de tecnologia com capital aberto em bolsa no mundo: a varejista B2W, avaliada em 1,8 bilhão de dólares.

No alto da lista está a Apple, cotada em 729 bilhões, segundo dados do banco de investimento americano Jefferies, colhidos no final de outubro. Para comparar, a capitalização da empresa americana equivale à soma do valor em bolsa de 56 negócios de tecnologia de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — os Brics. Entre esses países, o Brasil é o último colocado
Gráfico das dez maiores empresas de tecnologia do mundo em valor de mercado
O valor de mercado das 251 maiores empresas de tecnologia com capital listado em bolsa chega a 3,3 trilhões de dólares. Se fosse um país, seria a quinta maior economia global, superior à França.

O Brasil tem apenas uma colocada entre as 251 maiores empresas de tecnologia por valor de mercado, o que coloca o país em 20º lugar entre 24 países e territórios com negócios do setor listados em bolsa.
Gráfico do ranking de países por número de empresas listadas e valor de capitalização

Fonte:Exame/Abril