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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Facebook to use photo-matching to block repeat 'revenge porn'

A man poses with a magnifier in front of a Facebook logo on display in this illustration taken in Sarajevo, Bosnia and Herzegovina, December 16, 2015. REUTERS/Dado Ruvic/File Photo
Facebook Inc (FB.O) is adding tools on Wednesday to make it easier for users to report so-called "revenge porn" and to automatically prevent the images from being shared again once they have been banned, the company said.

"Revenge porn" refers to the sharing of sexually explicit images on the internet, without the consent of the people depicted in the pictures, in order to extort or humiliate them. The practice disproportionately affects women, who are sometimes targeted by former partners.

Facebook has been sued in the United States and elsewhere by people who said it should have done more to prevent the practice. The company in 2015 made clear that images "shared in revenge" were forbidden, and users have long had the ability to report posts as violating the terms of service.

Beginning on Wednesday, users of the world's largest social network should see an option to report a picture as inappropriate specifically because it is a "nude photo of me," Facebook said in a statement.

The company also said it was launching an automated process to prevent the repeat sharing of banned images. Photo-matching software will keep the pictures off the core Facebook network as well as off its Instagram and Messenger services, it said.

Users who share "revenge porn" may see their accounts disabled, the company said.

Facing criticism, the company last year met representatives from more than 150 women's safety organizations and decided it needed to do more, Antigone Davis, global head of safety at Facebook, said in a phone interview.

A specially trained group of Facebook employees will provide human review of each reported image, Davis said.

The process to prevent repeat sharing requires Facebook to retain the banned pictures in a database, although the images are blurred and only a small number of employees have access to the database, the company said.

Prosecutors and lawmakers have also sought ways to prevent the spread of "revenge porn," seeking additional penalties for a practice that they said has ruined careers and families and even led to suicide.

Source: Reuters

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Facebook lança programa contra bullying virtual no Brasil

bullying
O Facebook lança hoje no Brasil a Central de Prevenção ao Bullying, uma base online de informações sobre bullying. O objetivo é que o material sirva como base para educação e combate ao bullying na internet (e fora dela também). O projeto no Brasil foi desenvolvido em parceria com o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e a ONG SaferNet.

“O Facebook trabalha em diversas frentes para fomentar o comportamento respeitoso na rede. Acreditamos que as pessoas não irão usar o Facebook se não se sentirem seguras nele”, afirmou Bruno Magrani, diretor de políticas públicas do Facebook, em um evento para a imprensa.

A atitude marca uma mudança na postura da rede social. Em vez de ser responsiva, agindo após denúncias de usuários, ela passa a ser proativa, trabalhando com os problemas antes que eles ocorram.

A central, que chega hoje ao Brasil, já está disponível em 52 países e 26 idiomas diferentes. Normalmente, a empresa trabalha com parceiros. São trinta ao redor do mundo. O projeto foi lançado pela primeira vez em 2013, mas chega aqui somente agora.

“Não queríamos que fosse apenas um material traduzido. Para isso, fomos ouvir adolescentes. Nenhum material desse tipo funcionaria sem isso”, disse Gabriela Mora, do programa cidadania dos adolescentes do Unicef Brasil.

De acordo com Mora, algumas pequenas mudanças foram feitas em comparação ao conteúdo disponível em outros países. Ela ressalta que uma postura de simples repressão ao bullying não funcionaria com a mesma eficácia de uma campanha educativa.

Para Rodrigo Nejm, diretor de educação da SaferNet Brasil, é preciso mostrar aos jovens quando uma brincadeira passa dos limites e vira uma agressão. “Não queremos apenas atribuir culpa a alguém. É preciso ter diálogo com adolescentes e mediação de um adulto”, disse.

A SaferNet tem uma central online para ajudar pessoas. Em 2015, bullying online foi o segundo que mais levou pessoas a procurarem ajuda an central da ONG—a primeira foi o vazamento de imagens íntimas.

Nejm afirma também que é preciso derrubar o mito de que a internet pode ser perigosa. “As redes refletem a sociedade que temos. Essa central certamente não irá resolver todos os problemas de uma vez. Mas é um bom começo.”

O material está organizado em diversas áreas. O conteúdo disponível tem foco nos jovens, pais e familiares e, também, para educadores.

Você pode acessar a Central de Prevenção ao Bullying na página facebook.com/safety/bullying.
Fonte: Exame