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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Google pode lançar smartphone próprio neste ano

Smartphones Nexus e outros produtos do Google em exposição
A cada ano, o Google se junta com uma fabricante de smartphones para lançar o Nexus. Os produtos da linha usam o sistema Android como o Google pensa nele, ou seja, “puro”. Os produtos da linha Nexus acabam sendo metade como pensado pela empresa e metade com a visão de uma fabricante de hardware—LG, Samsung e HTC foram algumas delas.

Mas imagine só se o Google pudesse pensar um smartphone por completo e ter o sistema Android rodando em um smartphone que seja exatamente como a empresa gostaria? Isso pode acontecer ainda em 2016, de acordo com uma reportagem do jornal inglês The Telegraph.

O jornal afirma que falou com fontes que têm conhecimento sobre os planos do Google. A empresa, neste momento, estaria conversando com operadoras de telefonia móvel sobre a chegada de um smartphone com a marca Google.

O novo aparelho, de acordo com fontes, seria lançado até o final deste ano e daria controle total para o Google: design, especificações técnicas, entre outros aspectos.

Para analistas, o movimento do Google tem dois objetivos: manter maior controle sobre o produto final e aumentar a margem de lucro (o mercado de altos preços hoje é quase completamente controlado pela Apple).

“Eles estão preocupados que o Android está fragmentado e que precisa se tornar uma plataforma mais controlada. Acho que eles irão buscar esse controle, assim como a Apple faz”, disse ao Telegraph Bem Wood, analista na consultoria CCS Insight.

O texto do jornal ainda fala sobre o ciclo de tempo para atualização do sistema Android. Algumas fabricantes demorariam muito para permitir que o usuário baixasse a versão mais recente.

Números do Google mostram que a versão mais popular do seu sistema hoje é a 4.4 KitKat, que foi lançada em outubro de 2013. Com lançamento em meio de 2015, a versão mais recente, 6.0 Marshmallow, está presente em apenas 10% dos aparelhos com Android ao redor do mundo.

Por outro lado, 84% dos usuários de dispositivos da Apple estão com a versão mais recente do sistema, o iOS 9. Essa pode ser uma questão na qual o Google tem interesse de trabalhar.

Recentemente, o Google contratou Rick Osterloh, que era CEO da Motorola, para uma nova divisão de hardware da empresa. Hoje, ele seria o responsável pela equipe que estaria criando esse smartphone para ser lançado neste ano.

Por outro lado, é difícil que ele tenha tido envolvimento direto, já que sua chegada (ou volta, já que comandava a Motorola quando ela fazia parte do Google) é muito recente.

Fonte: Exame

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Veek é uma nova operadora brasileira de celular que vai focar nos jovens

veek-marca
O Brasil vai ganhar uma nova operadora de telefonia móvel até o final do ano: trata-se da Veek, uma empresa que planeja focar no público jovem de classe C. A operadora virtual, que venderá somente planos pré-pagos, aposta em tarifas simplificadas e mais baratas que as dos concorrentes.

De acordo com o Mobile Time, a ideia é que haja uma tarifa única por minuto de ligação, independente da chamada ser para fixo ou móvel, local ou de longa distância. O consumo poderá ser acompanhado por meio dos aplicativos da Veek para Android e iOS. Os preços serão, em 80% dos casos, menores que nas outras operadoras, segundo o criador da Veek, Alberto Blanco, que foi o primeiro diretor de marketing da Oi.

Ao Tecnoblog, a empresa acrescenta que terá “uma tarifa única para voz, dados e SMS, onde o usuário paga realmente pelo que usar, sem pegadinhas, sem pacotes que não são utilizados, no modelo conhecido como ‘pay as you go’, onde só é cobrado o que for utilizado”. Segundo a Veek, um beta será lançado nos próximos meses para uma quantidade limitada de usuários.

Por ser uma operadora virtual, a Veek não terá infraestrutura própria de antenas. Ela fechou um contrato com a Surf Telecom, que por sua vez aluga a rede da TIM, ou seja, a cobertura deverá ser a mesma da operadora de celular dos Correios. As tarifas deverão ser mais baratas porque a Veek terá um custo operacional mais baixo que as grandes operadoras.

E como a operadora planeja conquistar novos clientes? A empresa terá divulgadores (os “veekers”) que ganharão R$ 5 por usuário que convidar para fazer parte da operadora. Eles também receberão 2,5% do valor da recarga de seus convidados diretos, 1% da recarga dos convidados de convidados e 1% no nível seguinte. Também será possível comprar pacotes de SIM cards que podem ser revendidos. O dinheiro recebido será carregado num cartão de débito da MasterCard.

É uma estratégia arriscada porque, se não for bem pensado, esse “marketing multinível” pode se transformar num esquema de pirâmide financeira caso a fonte de renda principal da empresa seja de indicações e não dos produtos. A Veek espera gerar receita média mensal de R$ 40 por usuário, bem acima das grandes operadoras, como Vivo (R$ 27), TIM e Oi (R$ 17) e Claro (R$ 14).

Fonte: Tecnoblog

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Viciados em celular têm mais medo do abandono

Vício em celulares
Você se apega ao seu celular como se ele fosse uma pessoa - e tem até ansiedade de separação, da mesma forma que uma criança resiste a entrar na escola sem os pais.

Mas se o vínculo com o celular já é uma realidade para todo mundo, as pessoas têm jeitos diferentes de se apegar ao aparelho.

Jovens húngaros, de 19 a 25 anos, responderam a uma série de perguntas sobre a forma como usam o celular para ajudar cientistas a entender essa relação esquisita.

Quase todos os participantes ficavam incomodados e aflitos se passavam muito tempo longe do celular.

A maioria tinha o hábito de checar o aparelho com frequência, mesmo que ele não tocasse ou vibrasse.

Deixar o celular em casa ou ficar sem bateria era motivo de tristeza e o smartphone ficava sempre visível e ao alcance - seja na mesa do almoço ou perto da cama durante a noite.

Achou intenso demais? Esse era o comportamento padrão - não precisa ser viciado, segundo os pesquisadores, para ter a necessidade de estar próximo do celular.

Já as pessoas que tinham sinais de dependência eram, na sua maioria, "ansiosamente apegadas".

Segundo a Teoria do Apego, nas relações românticas e sociais, essas pessoas querem ter vínculos muito íntimos, mas sempre têm medo de perdê-los. São os famosos "grudentos".

Os participantes do estudo com esse perfil tinham necessidade constante de estar em contato com outras pessoas e, por isso, passavam mais tempo navegando pelas redes sociais.

Os ansiosos ficavam aflitos quando não conseguiam falar com alguém no telefone e muito angustiados quando tinham chamadas perdidas.

Tudo isso, segundo os cientistas, é consequência de um medo inconsciente de ser rejeitado ou abandonado.

Enquanto, para os ansiosos, a ideia de poder entrar em contato com qualquer pessoa em qualquer momento através do celular era uma grande vantagem, os outros participantes não gostavam da ideia de serem tão acessíveis assim.

Segundo os pesquisadores, o celular acaba sendo uma grande armadilha para as pessoas naturalmente inseguras.

Como dá para se comunicar na hora que der na telha, elas não param para refletir de onde vem essa necessidade tão forte de conexão com os outros.

Pior ainda, como elas sentem que precisam de validação externa para aquilo que fazem, ter as redes sociais sempre à mão faz com que algumas postem demais e se tornem cada vez mais dependentes das curtidas e dos comentários alheios.

Fonte: Superinteressante

sexta-feira, 13 de maio de 2016

App faz sugestões de download e remunera usuários

App Mobonus
Um novo aplicativo chega nesta semana ao Brasil e troca sugestões de download de outros apps por bônus de créditos para celulares pré-pagos. Chamado Mobonus, o software coloca anúncios na tela de desbloqueio do seu smartphone Android.

Com o tempo de uso ou a abertura das sugestões de download, o usuário ganha pontos que podem ser trocados por bônus de créditos de internet, ligações ou SMS.

Além de aplicativos, o Mobonus também exibe notícias que, quando acessadas, remuneram o usuário com pontos.

Para conseguir os créditos, é preciso usar o app por algum tempo. Os bônus de 2 reais, 5 reais e 10 reais requerem pontuação de, respectivamente, 200, 500 e 1.000. Cada abertura de sugestão que aparece tela de desbloqueio do smartphone rende dois pontos ao usuário.

O Mobonus é um aplicativo da Mobocity, que, recentemente, comprou os apps “Qual Operadora” e “Me Diga a Operadora” para aumentar o volume de dados de usuários para o seu aplicativo Mobobox, que também identifica a operadora dos contatos da agenda no smartphone.

Sendo assim, o Mobonus é um aplicativo que sugeriu da relação comercial já estabelecida com as operadoras por causa do Mobobox.

De acordo com Zhen Zhang, CEO da Mobocity, o seu aplicativo vai ajudar empresas chinesas de tecnologia a entrar no mercado brasileiro. “Novos apps não chegam a aparecer nem na primeira página nas pesquisas na Google Play Store, o Mobonus ajuda a dar destaque a eles”, declarou Zhang, que é natural da China, mas vive no Brasil há quatro anos.

Além do anúncio do lançamento do Mobonus, o CEO informou a EXAME.com que o Mobobox terá novidades em breve, devido à queda do número de linhas pré-pagas no Brasil. Zhang disse que estuda duas possibilidades: dar ao app a capacidade de realizar recargas de créditos para o celular e transformá-lo em uma espécie de lista telefônica da era digital.

No segundo caso, a ideia seria que o usuário do aplicativo visse quem está ligando sem que seja necessário ter o nome do contato na agenda. Isso seria útil, por exemplo, para quem quiser evitar ligações de call centers.

Outra opção para o futuro do app é dar a ele a capacidade de envio de mensagens – mas Zhang afirma que, para isso, seria preciso criar uma solução melhor do que a do WhatsApp. No entanto, esse projeto ainda está em fase embrionária. Por ora, o Mobonus é o app da vez para a Mobocity.

Fonte: Exame

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Clássico "GTA: Liberty City Stories" chega também ao Android e com uma super promoção!

Game "GTA: Liberty City Stories" chega também ao Android com preço promocional!
Agora as ruas de Liberty City também podem ser exploradas na tela do seu smartphone Android!

E quem pensava que a Rockstar tinha esquecido da galera do Android, estava muito enganado. Depois do clássico game "Grand Theft Auto: Liberty City Stories" ser lançado para o iOS no final do ano passado, a partir desta sexta-feira (12), chegou a vez do donos do sistema do robozinho verde já poderem comprar o jogo na Google Play Store e o melhor: com um super desconto! Confira abaixo o trailer e mais detalhes.
Um dos melhores títulos da incrível franquia da Rockstar, que você pode jogar também no seu computador mais antigo, foi lançado originalmente para o PSP, da Sony, você sabia? Mas por conta do seu enorme sucesso, a companhia teve de expandir isso aí e levar o game para outras plataformas. A experiência e a história continuam sendo as mesmas, apenas o que muda são os controles, que foram adaptados para a tela touch dos smartphones.

Pra instalar "Grand Theft Auto: Liberty City Stories" é preciso desembolsar R$ 15,99 e ter o Android 4.0 ou superior, além de ter 1,9GB de espaço sobrando. E aí, tá esperando o que pra ter logo essa experiência nas suas mãos?

Fonte: Purebreak

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Grupos no WhatsApp agora podem ter até 256 participantes

Whatsapp
O WhatsApp aumentou nesta semana a quantidade máxima de pessoas que pode participar de um mesmo grupo. O limite, que antes era de 100 contatos, agora é de 256.

A mudança foi primeiramente notada pelo site NDTV e está disponível por meio de uma atualização do WhatsApp em suas versões para smartphones com sistema Android e iPhones.

O processo de criar grupos não mudou em nada, somente o número de participantes foi elevado.

A novidade chega na mesma semana em que o WhatsApp anunciou que atingiu a marca de 1 bilhão de usuários ativos mensalmente. A empresa informou recentemente que vai monetizar o seu negócio com planos corporativos – e o aumento de participantes nos grupos pode ser sinal de que a companhia se prepara para isso.

Microsoft Edge

Um ano depois do lançamento da sua versão para computadores, o WhatsApp passou a funcionar no novo navegador do Windows 10, o Microsoft Edge.

O processo de sincronização é o mesmo usado nos demais navegadores. No entanto, em depoimento recente a EXAME.com, Jan Koum, CEO do WhatsApp, afirmou que o recurso batizado de WhatsApp Web funciona melhor no navegador Google Chrome do que nos demais.

Koum também ressaltou que o uso em PCs requer que o smartphone esteja por perto para que o histórico de mensagens do usuário permaneça armazenado somente no aparelho. Com essa medida, a ideia é aumentar a segurança dos dados.

Fonte: Exame

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Celular pode prejudicar fertilidade masculina, aponta estudo

Homem usa iPhone
O uso de telefones celulares durante mais de uma hora ao dia duplica o risco de redução da qualidade do esperma a níveis ínfimos para a procriação, segundo revelam os dados de um estudo realizado por especialistas israelenses.

A pesquisa, elaborada por uma equipe do Centro Médico Carmel e do instituto Technion de Haifa (norte do país), e publicada nesta semana pela revista científica digital "Reproductive BioMedicine Online", evidencia a temida ligação que especialistas pensavam existir entre a infertilidade masculina e a prevalência do uso de telefones celulares.

A infertilidade masculina constitui de 30% a 40% dos casos em que um casal não pode procriar.

Alguns estudos mostraram uma contínua piora na qualidade do sêmen desde o início do século XX, sendo um dos pontos analisados o impacto da radiação de frequência eletromagnética emitida pelos telefones celulares.

Os pesquisadores, liderados pelo médico Ariel Zilbertlicht, do Centro Médico Carmel, estudaram a relação entre as características do uso do celular e a qualidade do sêmen.

Para isso foram analisadas as referências de 106 homens mediante o acesso a dados demográficos e como eles utilizavam o telefone, assim como a qualidade de seu esperma.

Os resultados revelam que a qualidade do sêmen foi reduzida a níveis que poderiam causar infertilidade entre os homens que costumam carregar seus celulares a meio metro ou menos da virilha.

Além disso, 47% dos que guardavam o aparelho nos bolsos de suas calças ao longo do dia apresentaram os mesmos níveis anormalmente baixos de concentração de sêmen de 11% da população masculina em geral.

Outro fator que influencia na concentração do esperma é falar pelo telefone celular durante mais de uma hora ao dia ou enquanto carrega a bateria do aparelho, o que duplica segundo o risco de baixa concentração de sêmen, de acordo com o estudo.

Os cientistas introduziram uma variável adicional e chegaram à conclusão de que falar enquanto o celular carrega e fumar contribuem drasticamente para a má qualidade do esperma.

"Com os resultados do estudo, é recomendado (aos homens) que reduzam a duração das conversas e evitem portar o aparelho perto da virilha, dormir junto a ele, ou falar quando enquanto a bateria carrega e usar fones sempre que possível", afirmou Zilberlicht ao "Canal 2" da televisão local.

Os pesquisadores apontam como conclusão que certos aspectos do uso dos celulares podem provocar efeitos adversos na concentração do esperma e que seria necessário pesquisar em estudos de maior envergadura o dano que este tipo de radiação pode causar à fertilidade masculina.

Fonte: Exame

Microsoft compra app que prevê digitação com redes neurais

Imagem do app de teclado SwiftKey, comprado pela Microsoft
A Microsoft confirmou a compra do aplicativo de teclado SwiftKey, que utiliza inteligência artificial para prever as próximas palavras que serão digitadas pelo usuário.

O valor da aquisição não foi informado oficialmente, mas uma reportagem do Financial Times diz que o acordo foi de 250 milhões de dólares.

A Microsoft já possui um aplicativo de teclado chamado Word Flow, disponível para smartphones com Windows Phone e em fase de desenvolvimento para iPhones. O SwiftKey já possui versões para aparelhos com sistemas Android e iOS, ambas gratuitas.

A equipe do SwiftKey será parte do time de pesquisa da Microsoft e levará sua tecnologia de previsão de palavras com inteligência artificial, que utiliza redes neurais em vez de algoritmos tradicionais.

Desde que o CEO Satya Nadella assumiu o comando da Microsoft, a empresa mudou de postura em relação a sistemas operacionais concorrentes e passou a oferecer aplicativos para Android e iOS, não somente para Windows Phone.

Fonte: Exame

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Celulares Samsung economizarão dados no WhatsApp e Netflix

Smartphone Galaxy On7, da Samsung
Os smartphones da Samsung ganharão um recurso que economiza internet móvel nas próximas semanas.

A iniciativa é resultado de um acordo entre a fabricante e a Opera, que vai levar a tecnologia de compressão de dados do seu app Opera Max para os aparelhos da marca. Com isso, será possível economizar em até 30% a internet móvel consumida no WhatsApp, 60% na Netflix e 50% no YouTube.

Segundo a Opera, o recurso chegará em breve para alguns modelos de smartphones da Samsung presentes no mercado por meio de uma atualização. A fabricante não informou para quais produtos a tecnologia de compressão estará disponível no Brasil. Na Índia, os smartphones da série Galaxy On (On 5 e On 7) já vêm com o app. O On7 foi lançado no mercado nacional no final do ano passado, mas não possuía o recurso de redução de consumo de internet.

O que o Opera Max faz é direcionar todo o tráfego de internet do dispositivo móvel – desde que não haja criptografia – para uma rede virtual privada, também conhecida como VPN. As solicitações de dados, então, vão para os servidores da Opera e são comprimidas para diminuir a quantidade de dados gastos pelo usuário. A empresa diz que não há um delay perceptível no uso diário.

Ligar e desligar essa tecnologia de compressão será intuitivo. O atalho para essa tarefa ficará na barra de acesso rápido do sistema Android. Ou seja, será como ligar ou desligar o Wi-Fi do seu aparelho.

Segundo levantamento da Anatel, 72,93% dos números de celular no Brasil são pré-pagos. Por conta disso, a Opera considera o país como um mercado essencial para sua estratégia de expansão e, portanto, traz agora o recurso do Opera Max nos smartphones da Samsung.

A empresa diz se orgulhar de nunca ter tido problemas com queda de servidores e afirma que não terá entraves para absorver um grande número de usuários vindos do mercado brasileiro após essa atualização chegar aos aparelhos da Samsung.

A Opera diz prezar pela privacidade dos usuários e garante não coletar dados pessoais enquanto faz a compressão que gera a economia no plano de celular.

A parceria da Opera com fabricantes é a segunda etapa da estratégia de monetização do app Max. Primeiro, a empresa buscou conquistar usuários ao longo do ano passado e, agora, parte para a monetização de seu negócio. Além da Samsung, a companhia também tem uma aliança semelhante com a Xiaomi – que ainda não tem previsão de chegar aos consumidores brasileiros.

Procurada por EXAME.com, a Samsung Brasil não comentou o caso até a conclusão da reportagem.

Quem não usa um smartphone da Samsung também pode ter acesso gratuito ao aplicativo de compressão de dados, basta baixá-lo na Google Play Store em seu dispositivo Android. Uma versão beta para iOS está em desenvolvimento.

Fonte: Exame

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Apple quer criar "efeito Wolverine" para os iPhones

Wolverine, personagem da série X-Men

http://queixas.com.br/

De acordo com informações do Olhar Digital, a gigante da tecnologia registrou patentes de uma ferramenta que darias aos iPhones um curioso recurso de "cura". Na prática, a ideia é que os aparelhos ganhem tecnologias que consertem automaticamente os produtos.

Se uma pequena quantidade de água entrar no telefone e chegar ao sistema de som, por exemplo, o próprio celular toca um som mais alto para expulsar rapidamente o líquido antes que ele danifique o aparelho.

O mais interessante é que ele só faz isso se perceber que o usuário está num ambiente com barulho.

Outra novidade é a funcionalidade que permite que o próprio aparelho faça pequenos reparos quando estiver em ‘stand by’, como consertar pixels mortos na tela, problemas com a câmera e também com a conectividade.

É evidente que, por enquanto, esse é apenas um projeto que como tantos outros não tem a mínima garantia de que realmente será implementado.

Embora se saiba que não é a cara da marca uma comunicação mais pop, não seria nenhum exagero brincar com a ideia do Wolverine, e o seu sistema de cura, numa possível campanha de lançamento de produtos com essas tecnologias.

Fonte: Exame

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Motorola desafia: você consegue ficar sem olhar o celular?

Motorola resolveu criar um experimento sobre o tempo em que as pessoas conseguem ficar sem olhar para o celular
Os smartphones se tornaram tão onipresentes em nossas vidas que podemos considera-los uma extensão do nosso corpo.

Claro que isso acarreta consequências nem sempre positivas. Já existem definições para distúrbios e doenças por conta do vício em estar sempre conectado.

Para mostrar como a sociedade não consegue, nem mesmo está disposta a deixar o online, a Motorola resolveu criar um experimento sobre o tempo em que as pessoas conseguem ficar sem olhar para o celular.

Comandada por Ashton Kutcher, o estudo colocou voluntários sentados em frente aos seus celulares, porém, os aparelhos estavam virados com a parte traseira para cima, o que os impediam de visualizar as notificações.

Para piorar, todos tinham que ficar com as mãos dentro de uma circunferência com sensor de movimento, ou seja, se retirassem as mãos para tocar no celular, eram denunciados por um alarme.

O filme mostra a preocupante dependência das pessoas por seus estimados smartphones. Claro que, vinda de uma fabricante de aparelhos móveis, a campanha não trataria o tema com uma crítica.

O intuito é apenas identificar e provar esse comportamento nas novas gerações, trazendo uma linguagem leve e humorística ao vídeo.

Fonte:Exame/Abril

Você provavelmente usa seu celular muito mais do que pensa

Mulheres usando smartphone
Quantas vezes por dia você acha que checa seu iPhone? Trinta vezes, 50, 50? Pegue qualquer número que lhe ocorreu e multiplique por dois, e assim talvez se aproxime do número real.

Uma pesquisa nova de psicólogos britânicos mostra que os adultos jovens passam aproximadamente duas vezes mais tempo com seus smartphones do que estimam. Na realidade, o pequeno estudo preliminar mostrou que esses adultos jovens usam seus telefones em média cinco horas por dia – ou seja, mais ou menos um terço das horas que passam acordados.

“O fato de usarmos nossos telefones duas vezes mais vezes do que achamos indica que boa parte do uso do aparelho representa comportamentos habituais e automáticos, dos quais não temos consciência”, disse ao Huffington Post em e-mail a psicóloga Sally Andrews, da Universidade Nottingham Trent e autora principal do estudo.

O Dr. Richard House, psicólogo britânico que pesquisa os impactos da tecnologia sobre a experiência humana, concordou que muitas vezes se vê um grau importante de inconsciência em relação ao uso de tecnologia.

“É chocante constatar que em média cerca de um terço do tempo que as pessoas passam acordadas é gasto com o smartphone, que é usado em média cinco vezes por hora durante cada hora de tempo acordado”, House disse ao Huffington Post em e-mail. “Isso sugere que precisamos urgentemente estudar a psicodinâmica dessas tecnologias, em termos da função emocional e possivelmente psicopatológica que estão exercendo na vida das pessoas.”

No estudo, os pesquisadores pediram a 23 adultos jovens que estimassem quanto usavam seus smartphones Android durante um período específico de duas semanas, incluindo o total de tempo de uso e o número de vezes que checavam seus telefones. Os participantes também responderam a perguntas sobre como o uso do smartphone afeta seu cotidiano.

Enquanto isso, os pesquisadores instalaram um aplicativo no telefone de cada participante. O app registrou quanto tempo eles realmente passaram usando o smartphone durante as duas semanas do estudo.

O que os pesquisadores descobriram? Que não havia correlação entre o tempo estimado de uso do smartphone e o tempo real. Os participantes checaram seus telefones em média 85 vezes por dia, mais ou menos o dobro do que estimaram.

Os pesquisadores também descobriram que mais de metade do uso feito do smartphone – 55% -- se deu em períodos curtos de menos de 30 segundos de atividade. Andrews sugere que esse pode ser um comportamento habitual de muitos usuários.

A pesquisa destaca como, em matéria de uso de tecnologia, os dados relatados pelos próprios usuários, que são os que cientistas geralmente utilizam, podem não ser muito precisos. Com a necessidade crescente de dados sobre o uso de smartphones e como ele está afetando nossa saúde e nossa função cognitiva, o uso de aplicativos para registrar o uso pode ajudar os cientistas a colher informações mais precisas.

“Considerando quanto tempo usamos o smartphone, é plausível supor que isso vá afetar nossas atitudes, nossos pensamentos e comportamentos”, disse em e-mail Caglar Yildirim, doutorando de psicologia na Iowa State University que estuda as interações entre humanos e computadores. “Esses aparelhos podem ter um impacto sobre o cérebro humano. Se esse efeito é benéfico ou prejudicial depende de como você usa o smartphone e para qual finalidade o usa.”

Pesquisas mostram que o uso de tecnologia pode prejudicar a atenção, produtividade e memória, reduzir o pensamento criativo, elevar o nível de estresse, prejudicar a qualidade do sono e levar a “erros cognitivos”, como esquecer reuniões e colidir com pessoas.

“Com base em nossos dados, é difícil dizer que efeitos isto vai ter sobre a cognição, mas pesquisas recentes sugerem que a disponibilidade constante do smartphone limita a qualidade analítica e a intuitiva do pensamento e raciocínio das pessoas, porque tudo pode ser procurado no Google”, disse Andrews.

É claro que o uso frequente do smartphone, visto isoladamente, pode não ser uma coisa negativa. A psicóloga traçou uma distinção entre o uso constante do aparelho e o uso problemático. A medição do uso problemático é baseada em quanto esse uso parece estar prejudicando a qualidade de vida do indivíduo. E quaisquer desvantagens precisam ser contrabalançadas com os muitos benefícios da tecnologia.

“Para resumir, não é preto ou branco”, disse Yildirim. “Precisamos nos deter mais sobre os tons de cinza, tomar consciência do uso que fazemos do smartphone e de como isso afeta nossa vida.”

Fonte:Exame/Abril