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quarta-feira, 8 de junho de 2016

Ministério Público acompanhará inquérito sobre menino morto por policiais


O Ministério Público de São Paulo informou hoje (7) que vai acompanhar a investigação sobre a morte de um menino de 10 anos por policiais militares. De acordo com o órgão, a promotora de Justiça Maria Gabriela Ahualli Steinberg, titular do I Tribunal do Júri da capital, foi designada pela Procuradoria-Geral de Justiça para acompanhar o inquérito policial e começará a trabalhar amanhã (8).

De acordo com nota divulgada na semana passada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), o menino de 10 anos e um amigo de 11 furtaram um carro na garagem de um condomínio na Vila Andrade, zona sul de São Paulo. Policiais perceberam a ação e saíram em perseguição ao veículo, um Daihatsu Terios.

Pela versão policial, o menino foi baleado em confronto, após ter disparado três vezes contra os policiais com uma arma calibre 38. Os dois primeiros disparos foram feitos com o veículo ainda em movimento, antes de o carro bater em um ônibus e depois em um caminhão que estava estacionado, até perder o controle. Conforme os policiais, o terceiro tiro foi disparado pelo menor após as batidas.

O outros garoto que estava no veículo apresentou várias versões sobre o ocorrido à polícia. Na primeira vez em que foi ouvido, acompanhado apenas pela mãe, ele relatou à polícia que o outro menino atirou duas vezes nos policiais e que, depois de bater o carro, disparou novamente, pouco antes de ser atingido e morrer.

Na segunda versão, ele contou que foram feitos dois disparos e que não houve o terceiro tiro, o que indicaria o confronto. No último domingo, porém, em uma entrevista à Corregedoria da Polícia, acompanhado por uma psicóloga, o menino mudou novamente a versão, dizendo que ele e o amigo não estavam armados e que não foi feito nenhum disparo em direção à polícia. O garoto disse que a arma encontrada com eles foi plantada ali por policiais.

Hoje (7), a mãe do menino, Cintia Ferreira Francelino, prestou depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Ao sair, por volta das 14h de hoje, ela não quis responder a perguntas da imprensa, mas disse que o filho não atirou nos policiais. “Meu filho não atirou em ninguém. Ele não tinha nenhuma arma”, afirmou Cintia.

Fonte: Agência Brasil

sábado, 4 de junho de 2016

Piloto espanhol Luis Salom morre após acidente na Moto2

Piloto Luis Salom sofreu grave acidente e foi levado para o hospital. EFE/Toni Albir
O piloto espanhol Luis Salom (SAG Kalex), de 24 anos, morreu no hospital nesta sexta-feira após sofrer um grave acidente durante o segundo treino livre para o Grande Prêmio da Catalunha de Moto2.

O acidente ocorreu na curva 12 do circuito de Montmeló, faltando 25 minutos para o final da sessão. Após o incidente, a organização da prova decidiu suspender o treino.

Segundo a organização do Mundial da Moto2, após a queda, Salom ficou imóvel ao lado da moto. Dois carros médicos, duas ambulâncias e, pouco depois, o helicóptero que fica no circuito foram atender o piloto ainda na pista.

Devido à gravidade dos ferimentos, Salom foi levado ao Hospital Geral da Catalunha, centro médico mais próximo ao circuito. No local, ele foi atendido pela equipe de traumatologia, mas não resistiu e acabou morrendo às 16h55 locais (11h55 em Brasília).

Salom estreou na motovelocidade em 2009, na categoria 125cc. Depois, subiu para a Moto3, na qual chegou a ser vice-campeão mundial em 2012 e obteve o terceiro lugar na classificação em 2013.

Já na Moto2, Salom terminou no pódio três vezes em 41 corridas disputada, a última delas na primeira corrida deste ano, disputada no circuito de Losail, no Catar.

A Federação Internacional de Motociclismo (FMI), a Dorna, empresa organizadora do Mundial, a Federação Internacional de Equipes (IRTA) e a Real Federação Espanhola de Motociclismo (RFME) expressaram, de forma conjunta, suas condolências aos familiares e amigos de Salom.

Fonte: EFE

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Autópsia confirma que Prince morreu por overdose de opioides


O músico Prince morreu devido a uma overdose do opiode Fentanyl, de acordo com os resultados finais da autópsia revelados nesta quinta-feira pelo Midwest Medical Examiners Office de Ramsey, em Minnesota (EUA).

O relatório clínico foi divulgado publicamente depois de a imprensa americana ter antecipado hoje a causa da morte do artista, de 57 anos. As conclusões da autópsia apontam para uma overdose de Fentanyl no último dia 21 de abril.

De acordo com a descrição disponível no site do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (NIDA, na sigla em inglês), o Fentanyl é um opiáceo sintético "similar à morfina, mas mais potente". Segundo o NIDA, o Fentanyl costuma ser usado no tratamento de pacientes com dores intensas ou crônicas , ou após uma operação.

O relatório do centro médico revelou, além disso, que o músico pesava 50,8 quilos no momento da morte.

Desde a morte do músico, diferentes informações apontavam para o consumo excessivo de opioides como o possível motivo de seu falecimento. Na época, o site "TMZ" publicou que Prince tinha sido hospitalizado por uma overdose de Percocet, outro opioide, seis dias antes de sua morte.

Além disso, funcionários do artista entraram em contato com Howard Kornfeld, um especialista em tratamento de vício em opioides, um dia antes da morte de Prince.

Fonte: EFE

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Cientistas criam relógio para prever data da morte

Executivo e ampulheta
E se fosse possível saber sobre sua morte, você pagaria para ver as datas na lápide?

Pesquisadores da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, estão lançando um estudo que pode tornar esse pesadelo mais real, além de revolucionar a indústria de seguros.

Em quatro anos de pesquisa, eles desenvolveram um algoritmo capaz de determinar a expectativa de vida e prever doenças crônicas e seus tratamentos.

A lógica desse relógio da morte é simples: juntaram as informações sobre como vivemos com big data para saber quando os ponteiros vão parar.

Os cientistas estão interessados em fatores que afetam a longevidade, como condições de saúde, escolhas de vida, carga de trabalho e condições médicas.

Mais que matar a curiosidade de conhecer o próprio prazo de validade e planejar o que fazer com o resto dos dias, o estudo está sendo visto como uma importante ferramenta para as seguradoras avaliarem os clientes e ampliarem os tipos e especificidades de serviços que podem oferecer.

Mas, veja bem, não quer dizer que você vai saber o dia e a hora exata da sua própria morte, mas que o conjunto de informações reunidas por big data serão capazes de estimar sua longevidade para adequar o seguro de vida, por exemplo.

Inclusive, um grupo de especialistas da gigante de seguros Aviva auxiliou os pesquisadores das áreas médicas e de ciências da computação a desenvolver o algoritmo.

Se o cronômetro da expectativa de vida representa mais lucro para as empresas de seguros, pode servir também para que as autoridades melhorem a gestão dos fundos de pensão.

E, claro, a qualidade da saúde pública. A equipe responsável pelo estudo acredita que, com a estimativa do obituário em mãos, os médicos serão capazes diagnosticar e aconselhar seus pacientes de maneira mais precisa.

"As pessoas ao redor do mundo estão vivendo mais. Queremos identificar os fatores chaves para a mortalidade e desenvolver softwares com informações fornecidas por profissionais da saúde para dar melhores previsões de longevidade", afirma a professora responsável pela pesquisa, Elena Kulinskaya. É a big data adiantando os detalhes do nosso cortejo fúnebre.

Fonte: Exame

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Índia registra primeira morte por meteorito do mundo

Meteorito no Reino Unido
O primeiro caso de morte por um meteorito da história pode ter sido registrado na Índia. As investigações preliminares das autoridades locais apontam para que a causa de morte de um motorista de um ônibus tenha sido o impacto de um meteorito. O acidente aconteceu do lado de fora do campus de uma universidade de engenharia.

Além do motorista, outras três pessoas teriam ficado feridas. O estrondo causado pelo impacto teria sido ouvido a três quilômetros de distância. A queda ainda teria aberto uma cratera de pouco mais de um metro de profundidade. O deslocamento de ar causado pelo meteorito teria quebrado janelas das salas de aulas da universidade.

Meteoros entram em nossa atmosfera com certa regularidade em nosso planeta. De acordo com a Nasa, o planeta Terra é bombardeado por 100 toneladas de objetos diariamente.

No caso de corpos maiores, o atrito da atmosfera faz com que eles entrem em chamas. Os que sobrevivem e chegam até a superfície do planeta são chamados de meteoritos.

Apesar de a entrada de corpos celestes ser algo normal, até hoje nenhum caso de morte causada por um meteorito havia sido registrado.

As chances de que um objetos desses mate uma pessoa são minúsculas. De acordo com estatísticas calculadas pelo astrônomo Alan Harris, a chance de alguém morrer ao ser atingido por um meteorito é de uma em 700 mil. Mesmo assim, é mais fácil você morrer assim do que ganhar na Mega-Sena (chance de uma em 50 milhões com um jogo de seis números).

Por outro lado, a chance de ser atingido por um meteorito e sobreviver é de uma em 75 mil. Incrivelmente, todos os três relatos desse caso até hoje são de pessoas que sobreviveram, como lembra o site iO9.

O caso da Índia ainda pode ter deixado dois outros feridos, além do morto. Casos assim são mais comuns. Em 2013, por exemplo, um meteorito caiu na cidade de Chelyabinsk, na Rússia, deixando um milhar de feridos. Um fragmento recuperado tinha mais de 570 quilos.

Fonte: Exame

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

David Bowie, o talento e a reinvenção que marcaram gerações

Cantor britânico David Bowie durante show em Viena, dia 04/02/1996

http://queixas.com.br/

O camaleônico David Bowie, que morreu no domingo aos 69 anos, conjugou magistralmente talento, gancho comercial e ambiguidade para influenciar gerações de artistas com um inigualável estilo que jamais deixou de reinventar.

Provocador, enigmático e inovador, o britânico David Robert Jones - seu nome real - construiu uma das corridas mais veneradas e imitadas da caprichosa indústria do espetáculo, que lhe colocou no pedestal das lendas da música.

Referência imprescindível da cultura glam e uma virtuosa na encenação, entre suas múltiplas habilidades destacaram-se suas facetas como ator, produtor fonográfico ou arranjador, mas também venerado como ícone da moda por sua tendência a provocar com seus enfeites e a brincar com sua imagem.

Dentro da música popular, Bowie conseguiu se firmar como uma das figuras de maior relevância durante mais de cinco décadas.

Durante os anos 70, a profundidade intelectual de seu trabalho, sua particular voz e a originalidade que impressionava todos seus projetos o transformou em um dos professores do glam rock.

Autor de elogiados álbuns como "Heroes" (1977), "Lodger" (1979) e "Scary Monsters" (1980), o artista de Brixton (Londres), estabelecido em Nova York durante anos, chegou ao mais alto desta indústria em 6 de junho de 1972 com "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spider From Mars".

Esse venerado disco, no qual relata a inverossímil história do personagem Ziggy Stardust, um extraterrestre bissexual e andrógino que virou estrela do rock, mostrou duas das obsessões do cantor: o teatro japonês kabuki e a ficção científica.

Mas esse excêntrico personagem foi apenas uma das muitas e variadas personalidades que adotou ao longo de sua carreira, como os outros "alter ego" de sua colheita criativa: Aladdin Sane e o Duque Blanco. Uma reinvenção incombustível que o permitiu flertar com facetas diferentes durante sua prolífica trajetória.

Em 1975, chegaria seu primeiro êxito nos Estados Unidos pelas mãos de seu single "Fame", um tema que escreveu junto com John Lennon, assim como com seu disco "Young Americans".

Seus experimentos inovadores e suas tendências transgressoras já não cessariam. Após isso, chegaria o minimalista "Löw" (1977), a primeira de três colaborações com Brian Eno, conhecidos como "Trilogia de Berlim", que entraram no Top 5 britânico.

Mais tarde, se situou no mais alto das listas de sucessos de seu país com o pegajoso "Ashes to Ashes", do álbum "Scary Monsters (and Super Creeps)"; colaborou com Queen no bem-sucedido "Under Pressure" e voltou a triunfar em 1983 com "LeT's Dance".

Em 2006, o cantor anunciou que tiraria um ano sabático e a partir daí muitos de seus fãs choraram uma prolongada ausência que valeram todos os tipo de rumores sobre sua saúde.

Esse "retiro" musical foi quebrado apenas com alguma colaboração esporádica e pontual como sua aparição por surpresa em um concerto de David Gilmour (Pink Floyd) no Royal Albert Hall de Londres em 2006 ou sua colaboração no álbum de canções de Tom Waits que publicou em 2008 a atriz americana Scarlett Johansson.

Após dez longos anos de silêncio, Bowie "ressuscitou" em 2013 aos 66 anos com o lançamento de "The Next Day", um disco produzido pelo veterano Tony Viscontti, seu homem de confiança, que conquistou crítica com típicos elementos "bowinianos".

E um ano depois lançou ao mercado a antologia "Nothing Has Changed", com a qual comemorva meio século de carreira.

Seu último álbum foi "Blackstar", que saiu à venda na sexta-feira passada, coincidindo com seu 69° aniversário.

Seu magnetismo e inesgotável puxão comercial fizeram com que o museu londrino "Victoria & Albert" lhe dedicasse uma ampla exposição, na qual foi explorada sua influente carreira mediante 300 objetos selecionados de entre mais de 7 mil, como alguns de seus extravagantes atavios e instrumentos.

A influência de Bowie, que vendeu aproximadamente 136 milhões de discos no mundo todo, é detectada em artistas de todo tipo, como Marilyn Manson, Boy George e Groove Armada.

No âmbito pessoal, Bowie estava casado desde 1992 com a modelo somali Iman, com quem teve uma filha, Alexandria Zahra "Lexi" Jones, e antes havia tido outro filho, Duncan Jones, fruto de um primeiro casamento com Angela Bowie.

Fonte: Exame

Twitter tem 3 milhões de mensagens sobre Bowie em 4 horas

Mulher fotografa homenagem ao cantor David Bowie com um tablet com capa do "Ziggy Stardust", dia 11/01/2016

http://queixas.com.br/
O anúncio da morte de David Bowie nesta segunda-feira já gerou mais de 3 milhões de tuítes em todo o mundo, indicou a Visibrain, plataforma que supervisiona o Twitter.

Visibrain contabilizava às 12h30 (10h30 de Brasília) mais de 3,16 milhões de tuítes em torno dos termos David Bowie e hashtags #RIPDavidBowie, #Bowie e #DavidBowie.

Para efeito de comparação, o último Oscar gerou em cinco horas 5,9 milhões de tuítes, enquanto o Globos de Ouro na noite deste domingo gerou 3,7 milhões de tuítes.

Fonte: Exame

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Estado Islâmico queima vivos combatentes xiitas iraquianos

As vítimas foram penduradas com correntes a uma barra com as mãos e os pés atados e depois tiveram os corpos queimados
Jihadistas do Estado Islâmico (EI) queimaram vivos quatro combatentes xiitas iraquianos que haviam sido acorrentados, segundo um vídeo divulgado pelo grupo, famoso pelos atos de barbárie.
Bandeira do Estado Islâmico na estrada entre as cidades iraquianas de Tikrit e Kirkuk, em 2014. Foto: Jim Lopez/AFP
Bandeira do Estado Islâmico na estrada entre as cidades iraquianas de Tikrit e Kirkuk, em 2014. Foto: Jim Lopez/AFP

As vítimas, identificadas como combatentes do grupo pró-governo Hashed al-Shabi (Mobilização Popular), que luta contra os jihadistas no sul do Iraque, foram penduradas com correntes a uma barra com as mãos e os pés atados e depois tiveram os corpos queimados.

Segundo o EI, que controla várias faixas de território no Iraque e na vizinha Síria, a execução é uma vingança por quatro integrantes do grupo que supostamente morreram queimados em uma ação das forças pró-governo.

O EI já executou várias atrocidades no Iraque e na Síria, incluindo execuções em massa, sequestros e estupros de integrantes de minorias religiosas. Muitos assassinatos, incluindo decapitações, fuzilamentos e afogamentos, foram divulgados em vídeos publicados na internet.

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/mundo/2015/08/31/interna_mundo,595410/estado-islamico-queima-vivos-combatentes-xiitas-iraquianos.shtml