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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Brazil state says no hands severed in indigenous tribe's clash with farmers


Brazilian authorities on Tuesday lowered the toll of people injured in a recent bloody clash between farmers and an indigenous tribe over land, and said no one had their hands cut off as reported earlier by a rights group.

The government of Maranhao state, where the violence occurred on Sunday, said seven people were taken to hospital and only three remain hospitalized, including a man who underwent surgery for exposed bone fractures in both arms.

"Not one had a hand cut off," the government statement said, adding that police intervened as soon as the incident was reported and the circumstances are under investigation.

The Indigenous Missionary Council (Cimi) said on Monday that members of the Gamela tribe were leaving some land recently reclaimed from cattle ranchers when they were attacked by dozens of men armed with guns, knives and clubs.

The rights group said that no deaths were reported, but the injured included a man whose hands were hacked off and several with bullet wounds.

Violent confrontations between farmers and indigenous tribes claiming ancestral lands have become more intense in recent years as Brazil's agricultural frontier has advanced further into the Amazon region.

Brazil's federal indigenous affairs department, Funai, said separately it did not have enough resources after suffering a 44 percent cut in its budget this year.

"Unfortunately, we do not have the manpower to resolve the large number of land disputes we have," Funai President Antonio Costa told reporters. "The land issue is not easy to settle."

A spokeswoman for Funai said the agency would not take a position on the latest violence until it had investigated the facts, but the preliminary view was that it began when the ranchers attacked the indigenous tribe.

Source: Reuters

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Índia reconhece prostituição involuntária como trabalho forçado e eleva ajuda


O governo da Índia decidiu reconhecer como trabalhos forçados a prostituição involuntária e a mendicidade controlada por máfias, quadruplicar as ajudas a vítimas e reduzir a duração de seus julgamentos a um máximo de um mês, com uma reforma de seu Plano para a Reabilitação de Trabalhadores Forçados.

A nova versão do plano contempla ajudas de cerca de US$ 4.500 para casos "extremos de privação e marginalização" como os transexuais e as mulheres e crianças vítimas de exploração sexual, segundo a notificação divulgada nesta quarta-feira pelo Ministério do Trabalho, à qual a Agência Efe teve acesso.

Apesar de ter abolido os trabalhos forçados com uma lei específica em 1976, a Índia é o país com maior incidência de emprego infantil, com 50 milhões de crianças trabalhadoras, segundo estimativas da ONG do vencedor do Prêmio Nobel da Paz, Kailash Satyarthi, Bachpan Bachao Andolan (BBA, Movimento para Salvar a Infância).

Os homens adultos vítimas de trabalhos forçados receberão a partir de agora quase 80% a mais, US$ 1.500 frente aos US$ 300 contemplados no plano anterior, enquanto a quantia se eleva a cerca de US$ 3.000 para mulheres e crianças.

O departamento assegurou ontem à noite em comunicado que pretende aumentar a dotação orçamentária do plano de US$ 750.000 anuais a mais de US$ 7 milhões.

O novo programa garante, além disso, que os julgamentos das vítimas não durarão mais de um mês, um processo que até agora se estendia até uma década, detalhou à Efe o diretor de projetos da BBA, Rakesh Senger.

O ativista destacou que, sob o novo plano, serão reconhecidos como trabalhos forçados todos os tipos de "exploração" e qualificou sua aprovação como "muito frutífera", após seis meses de pressões ao Executivo por parte de sua organização para alcançá-lo.

Fonte: EFE

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Federação de futebol grega é esvaziada por ameaça de bomba

Atenas, na Grécia
A sede da federação de futebol da Grécia, localizada nos arredores de Atenas, foi desocupada nesta quarta-feira após uma ligação anônima informando que havia uma bomba no local.

Especialistas em desativação de bombas foram chamados para examinar os escritórios da Federação Helênica de Futebol após o jornal Efimerida ton Syntakton receber uma ligação dizendo que uma bomba iria explodir às 13h (9h no horário de Brasília).

A mídia local relatou que a polícia esperou até as 15h antes de enviar uma equipe, mas nenhuma bomba foi encontrada.

Na terça-feira, uma bomba explodiu do lado de fora dos escritórios da federação comercial da Grécia, em Atenas, sem deixar feridos, mas danificando a embaixada do Chipre, próxima ao local.

A tensão está alta entre torcedores de futebol em Atenas deste a partida de sábado entre o Olympiakos Piraeus e Panathinaikos, cancelada pelo árbitro antes do início por conta da violência dentro e nos arredores do estádio.

Fonte: Exame/Abril