Mostrando postagens com marcador Luiz Inácio Lula da Silva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Luiz Inácio Lula da Silva. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Brazil's ex-president Lula to stand trial for corruption

Former Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva arrives to a news conference with international media in Sao Paulo, Brazil, March 28, 2016.   REUTERS/Paulo Whitaker
Brazil's former president Luiz Inacio Lula da Silva will stand trial on corruption charges, a crusading federal judge ruled on Tuesday, adding more turbulence to the country's political landscape.

Judge Sergio Moro said that Lula, who served as president from 2003-11 and has for two decades been an iconic and powerful political force in Brazil, will face charges of accepting 3.7 million Brazilian reais ($1.14 million) in bribes connected to a sweeping kickback probe at state-run oil company Petrobras.

Moro wrote in his ruling that according to the prosecutors' charges, Lula was a "direct beneficiary" of bribes from OAS SA [OAS.UL], one of the engineering and construction firms at the center of the graft scandal, and therefore must stand trial.

The corruption case will also put on trial Lula's wife, Marisa Leticia Lula da Silva; OAS Chief Executive Jose Aldemario "Leo" Pinheiro; Paulo Okamotto, the president of the Lula Institute, and four others.

In an emailed note late on Tuesday, Lula's lawyers again said their client had committed no crime and labeled Moro as a "impartial" judge who was on a witch hunt to see the former leader jailed.

Lula, speaking via video link, told an event held by his lawyers in New York that the charges were a "farce."

"What's happening isn't getting me down, but just motivates me to go out and talk more," said Lula, adding that he "will keep fighting."

Tuesday's events capped an incredibly choppy few weeks for Brazil.

Lula's hand-chosen successor Dilma Rousseff was found guilty by the Senate of breaking budget rules and dismissed from the presidency late last month.

Her successor, former vice president Michel Temer, has abruptly pulled the country to the political and economic right, and is trying to boost Brazil out of its worst economic recession since the 1930s.

Moro's decision may prevent Lula from making a political comeback in the 2018 presidential campaign. It could also derail any hopes the Workers' Party (PT) had of returning to power, or possibly even surviving, according to some experts.

Despite the corruption allegations facing the PT and several of its former coalition parties, the most recent polls have shown Lula remains a leading candidate for 2018.

Lula was charged with three counts each of corruption, which carries a maximum sentence of 16 years per count, and money laundering, with a possible sentence of up to 10 years per count.

If found guilty, however, the sentence would be determined by the judge, and Lula and the others to stand trial would have chances to appeal.

TURN OF FORTUNES

Nonetheless, simply putting on trial the former president who left office with an 83-percent approval rating sent shockwaves across Brazil.

Lula was widely adored at home and abroad for his exceptional life story, rising from poverty to the presidency, and of being the charismatic, rough-talking former union leader who led massive strikes in the 1980s that helped topple an entrenched military dictatorship.

"It's a huge, grave blow to Lula's myth," said Claudio Couto, professor of political science at the Getulio Vargas Foundation (FGV) university in Sao Paulo. "Any condemnation of Lula would also end up being a condemnation of the Workers Party."

The decision and the Petrobras probe as a whole make up a watershed moment for the fight against corruption in Brazil, experts say, where for centuries the rich, powerful and politically connected have enjoyed impunity.

Now they are the target of this country's most sweeping anti-corruption push ever, which became known to the public two years ago. It has since seen nearly 200 people, including top executives and politicians, facing corruption charges and 83 people already found guilty and jailed.

Federal prosecutors leveled charges against Lula last week, labeling him as the "commander" of the Petrobras graft scheme that they say has caused an estimated 42 billion reais ($12.6 billion) in losses to Petrobras shareholders and tax payers.

It was the first time that Lula, 70, has been charged by federal prosecutors for involvement in the political kickbacks scheme at Petrobras.

He has been indicted separately by a court in Brasilia for obstruction of justice in a case related to an attempt to persuade a defendant in the Petrobras scandal not to turn state's witness.

Lula's lawyers have said prosecutors lacked the evidence to back up their accusations and that charges against him amount to political persecution to stop him from running for president in 2018.

But experts say that if the prosecutors' charges are proven, the case against Lula is essential to demonstrate a new strength in rule of law and the determination of institutions to prosecute corruption at the highest levels.

"It's a crucial and critical juncture for Brazil, to try such a powerful figure like Lula and, if he is guilty, to send him to jail," said Carlos Pereira, a professor of public policy at FGV in Rio de Janeiro and one of Brazil's top experts on corruption.

"Voters now see powerful white guys going to jail - not just poor, black Brazilians, as was always the case."

But Pereira also warned that the political fallout if Lula were to be found guilty and sent to jail would be enormous, and that the chances of the PT "disintegrating" even more likely.

"The PT has been an incredibly important party for the re-democratization of Brazil, being the main force that represents leftist groups and created policies that promoted unprecedented social inclusion in our unequal society," he said.

"Without the PT, it may take a long time for smaller, left-wing parties to find a new 'nucleus' to gravitate around, to provide a healthy counterweight within the political system to the more right-leaning parties," Pereira added.

Source: Reuters

sexta-feira, 18 de março de 2016

Entenda como as ligações de Lula e Dilma foram grampeadas

A presidente Dilma Rousseff fala ao telefone
Foi durante a ditadura militar, na década de 1960, que grampos telefônicos começaram a ser amplamente utilizados pelo governo. Na época, o Serviço Nacional de Informações (SNI) grampeava qualquer suspeito de se opor ao regime.

Porém, foi um caso recente que trouxe à tona as discussões sobre o uso de grampos telefônicos. Nesta quarta-feira (16), o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná, retirou o sigilo de interceptações telefônicas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As gravações entre a presidente Dilma Rousseff e Lula deixaram uma dúvida no ar. Afinal, é difícil grampear uma ligação? Segundo Carlos Marins, vice-diretor do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), a tarefa pode ser fácil, “desde que a pessoa tenha todas as informações do cidadão e da central telefônica”, diz em entrevista a EXAME.com

Toda chamada, seja ela de um telefone fixo ou móvel, é encaminhada para uma central telefônica para que a conexão entre duas pessoas possa ser feita. Quando a mensagem chega nesse local, o sinal é decodificado.

Quando um grampo é legal – ou seja, autorizado pela Justiça a partir de um pedido feito pela Polícia Federal, Polícia Civil ou membros do Ministério Público – as operadoras são obrigadas a gravar essas conversas que chegam à central telefônica de forma extremamente simples.

“É possível gravar digitalmente pelo computador. Porém, no passado, a gravação era feita com um gravador tradicional que registrava todas as informações”, explica Marins. O equipamento precisa estar apenas conectado ao distribuidor geral da companhia.

Geralmente, o prazo inicial é de 15 dias de gravações, de acordo com a lei. No entanto, essa data pode ser prorrogada desde que um novo pedido seja feito.

Todas as escutas e gravações são feitas sob segredo de Justiça, segundo o artigo 8º da Lei 9.296/1996. Na mesma lei, porém no artigo 10, afirma que constitui crime, com pena de dois a quatro anos pressão, quebrar segredo da Justiça.

“É uma ferramenta tecnológica que pode ajudar, e muito, na prevenção de crimes. Agora, é lógico que não é em qualquer situação que o sigilo de um cidadão pode ser deflagrado”, afirma o vice-diretor.

Grampos ilegais

Enquanto as gravações legais são mais simples de serem feitas, as ilegais estão cada vez mais se tornando complicadas. “Para conseguir decodificar as ligações é preciso ter acesso ao celular ou ao telefone fixo e também da central telefônica”, conta Marins.

Isso significa que é preciso ter uma grande noção de criptografia e ainda ter uma velocidade muito alta de processamento para quebrar os códigos. “Se a ligação for curta, a pessoa não tem tempo o suficiente para decodificar uma ligação. É preciso ser um hacker com experiência”, diz o vice-diretor.

Em telefones fixos, os grampos podem ser feitos no aparelho, na tomada da parece ou até nas caixas de telefone nos postes. Em celulares é preciso que a escuta seja feita no próprio dispositivo a partir da instalação de um software – ou até pelo envio de mensagens com vírus.

No caso do Skype e outros aplicativos de chamadas é ainda mais difícil decodificar as informações, pois as criptografias são mais complexas. Porém, se a Justiça pedir uma gravação, a aquisição dos dados é mais fácil.

A exceção é o WhatsApp, porque a empresa diz que todos os dados refentes a conversas ficam armazenados nos seus servidores somente durante o breve período necessário para as mensagens viajem de um smartphone para outro. Depois disso, os dados são apagados dos servidores e ficam armazenados somente nos aparelhos dos usuários.

De acordo com o Marco Civil da Internet, as empresas precisam arquivar todas as informações (incluindo mensagens e ligações) dos usuários por até seis meses no Brasil. “É apenas um semestre, pois o volume de dados de hoje é tão grande que não é possível guardar todos os arquivos por muito tempo”, explica Marins.

Quanto ao preço do grampo, o vice-diretor estima um valor vago: não ultrapassa de dez mil reais. “Tecnologicamente custa pouco, pois é preciso ter apenas um computador e um equipamento de captação de voz dentro da estrutura de telecomunicação”.

Fonte: Exame

quarta-feira, 16 de março de 2016

Planalto confirma Lula como ministro-chefe da Casa Civil

Presidente Dilma Rousseff e ex-presidente Lula
Em nota, o Palácio do Planalto acaba de confirmar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será o novo ministro chefe da Casa Civil. Dessa forma, ele substitui Jaques Wagner no cargo. O posto é equivalente a uma espécie de primeiro-ministro do Brasil, articulando o funcionamento interno do governo.

Com a manobra, Wagner - que assumiu o cargo em outubro do ano passado - passa a ser chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República.

"A Presidenta da República, Dilma Rousseff, informa que o ministro de Estado Chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, deixará a pasta e assumirá a chefia do Gabinete Pessoal da Presidência da República", afirma trecho da nota.

No mesmo comunicado, o governo também informa que o deputado Mauro Lopes (PMDB-MG) assume a Secretaria de Aviação Civil. Com isso, Lopes e o Planalto contrariam a decisão da Convenção Nacional do PMDB de impedir o ingresso de qualquer peemedebista em cargos do governo até a primeira quinzena de abril.

A NEGOCIAÇÃO

Lula foi a Brasília nesta terça para alinhar os últimos detalhes da negociação, que se arrastou desde a semana passada.Ontem, a reunião com a presidente Dilma durou cerca de 4 horas. Na manhã de hoje, ele participou de um café da manhã com a petista para acertar os últimos detalhes.

A ida de Lula para a Casa Civil pegou analistas e interlocutores do Planalto de surpresa. Até o final da tarde de ontem, a principal aposta era de que o ex-presidente assumiria a Secretaria de Governo - exatamente para se livrar das obrigações burocráticas inerentes à chefia da Casa Civil.

No entanto, segundo a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, Lula só retornaria ao governo com garantias de que a política econômica mudará. O ex-presidente só vê saída para a crise com uma reconexão entre Dilma e a base social do PT, que se mostra insatisfeita com pautas como a reforma da Previdência e com corte de gastos sociais.

AS ACUSAÇÕES

Em nota, o Palácio do Planalto acaba de confirmar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será o novo ministro chefe da Casa Civil. Dessa forma, ele substitui Jaques Wagner no cargo. O posto é equivalente a uma espécie de primeiro-ministro do Brasil, articulando o funcionamento interno do governo.

Com a manobra, Wagner - que assumiu o cargo em outubro do ano passado - passa a ser chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República.

"A Presidenta da República, Dilma Rousseff, informa que o ministro de Estado Chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, deixará a pasta e assumirá a chefia do Gabinete Pessoal da Presidência da República", afirma trecho da nota.

No mesmo comunicado, o governo também informa que o deputado Mauro Lopes (PMDB-MG) assume a Secretaria de Aviação Civil. Com isso, Lopes e o Planalto contrariam a decisão da Convenção Nacional do PMDB de impedir o ingresso de qualquer peemedebista em cargos do governo até a primeira quinzena de abril.

A NEGOCIAÇÃO

Lula foi a Brasília nesta terça para alinhar os últimos detalhes da negociação, que se arrastou desde a semana passada.Ontem, a reunião com a presidente Dilma durou cerca de 4 horas. Na manhã de hoje, ele participou de um café da manhã com a petista para acertar os últimos detalhes.

A ida de Lula para a Casa Civil pegou analistas e interlocutores do Planalto de surpresa. Até o final da tarde de ontem, a principal aposta era de que o ex-presidente assumiria a Secretaria de Governo - exatamente para se livrar das obrigações burocráticas inerentes à chefia da Casa Civil.

No entanto, segundo a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, Lula só retornaria ao governo com garantias de que a política econômica mudará. O ex-presidente só vê saída para a crise com uma reconexão entre Dilma e a base social do PT, que se mostra insatisfeita com pautas como a reforma da Previdência e com corte de gastos sociais.

AS ACUSAÇÕES

Em meio a um turbilhão de acusações, Lula assume status de ministro e garante foro privilegiado nas investigações de corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica das quais foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo e, paralelamente, nas apurações da Operação Lava Jato que verificam a legalidade de repasses de empreiteiras ao Instituto Lula e à LILS, sua empresa de palestras.

Ambos os processos haviam sido encaminhados ao juiz federal Sérgio Moro, que julga todos os crimes relativos a vantagens ilícitas obtidas pelo esquema de corrupção da Petrobras. Os advogados de Lula chegaram a informar na segunda (14) que recorreriam da decisão da juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira, da 4ª Vara Criminal de São Paulo, que encaminhou à Curitiba a denúncia do MP do estado.

Agora Lula entra em um novo escopo de julgamento, pois políticos com cargo no governo tem prerrogativa de foro, sendo encaminhados, portanto, ao Supremo Tribunal Federal, sob relatoria do ministro Teori Zavascki. O governo nega qualquer relação entre a posse de Lula e a tentativa de blindá-lo.

Na 24ª fase da Lava Jato, Lula foi conduzido coercitivamente a depor aos procuradores do Paraná, como investigação de um suposto recebimento de vantagens indevidas pagas ao ex-presidente. Em nota, o MPF estava convencido de que Lula era beneficiado do esquema da Petrobras, mas queria saber sua ciência no caso.

O objetivo da condução foi destrinchar os ganhos da LILS Palestras e do Instituto Lula, controladas pelo petista. Entre 2011 e 2014, ambas teriam recebido R$ 30 milhões, boa parte repassado por empreiteiras com participação já comprovada no âmbito da operação.

De acordo com o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, cerca de 60% das doações ao Instituto Lula e 47% dos rendimentos com palestras foram feitas por Camargo Corrêa, Odebrecht, Queiroz Galvão, UTC, Andrade Gutierrez e OAS.

OAS e Odebrecht, além de serem doadoras, seriam as responsáveis pelas altas cifras despendidas nas reformas no tríplex do Guarujá e do sítio em Atibaia. Pesa sobre ambos os imóveis a suspeita de que se trata de pagamento de favorecimentos ilícitos e, consequentemente, lavagem dinheiro.

Os imóveis também são mote de investigação do MP paulista. Os promotores Cássio Roberto Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Araújo chegaram a pedir a prisão preventiva do ex-presidente sustentando a garantia de aplicação da lei penal, “pois sabidamente possui poder de ex-presidente da República, o que torna sua possibilidade de evasão extremamente simples.”

Ainda de acordo com os promotores, Lula e seus apoiadores fazem “manobras violentas”, “com defesa pública e apoio até mesmo da Presidente da República, medidas que somente têm por objetivo blindar o denunciado – erigindo-o a patamar de cidadão “acima da lei”, algo inaceitável no Estado Democrático de Direito brasileiro, pois é inadmissível permitir-se o tumulto do estado normal de trâmite das investigações e do vindouro processo crime”.

Ambas as ações, porém, foram amplamente criticadas por juristas de várias instâncias, em virtude do modus operandi do MP, dizendo que a prisão seria injustificada e a condução substituível por uma intimação para depor.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, outro motivo para a demora no anúncio foram os estudos do governo e advogados do ex-presidente para que não houvesse empecilho jurídico para a posse, já que Lula é alvo da Lava Jato e Dilma poderia ser acusada de obstruir a Justiça.

Tornou-se pública também hoje (15) a íntegra da delação do senador Delcídio do Amaral. O ex-presidente é acusado por Delcídio de ter agido para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, na Lava Jato, e do publicitário Marcos Valério, no caso do mensalão.

De acordo com o documento da delação, o senador disse aos procuradores da Lava Jato que Lula lhe "pediu expressamente" para "ajudar" o pecuarista José Carlos Bumlai, pois ele poderia ser implicado em uma delação de Cerveró.

A OPOSIÇÃO

Segundo o Estadão, a oposição já vinha preparando uma ação de impugnação contra Lula, caso ele aceitasse o cargo de ministro.

A junta jurídica do DEM redigiu uma ação popular a ser protocolada pelo partido na Justiça Federal por desvio de finalidade para gerar uma liminar que suspenda a nomeação.

"Achamos que é um escárnio a nomeação do ex-presidente Lula apenas com a finalidade de blindá-lo", afirmou ao jornal o líder do DEM na Câmara, Pauderney Avelino (AM).

VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA

"A presidenta da República, Dilma Rousseff, informa que o ministro de Estado chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, deixará a pasta e assumirá a chefia do Gabinete Pessoal da Presidência da República.

Assumirá o cargo de ministro de Estado chefe da Casa Civil o ex-Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Assumirá, ainda, o cargo de ministro de Estado chefe da Secretaria de Aviação Civil, o deputado federal Mauro Ribeiro Lopes.

A presidenta da República presta homenagem e agradecimento ao Dr. Guilherme Walder Mora Ramalho pela sua dedicação.

Secretaria de Imprensa
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República"

Fonte: Exame