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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Fast food na Austrália cria hambúrgueres de Pokémon

Fãs de Pokémon e Pokémon GO, corram para Sydney!

A lanchonete australiana Down N’ Out, especializada em hambúrgueres bem inventivos, acaba de criar mais três.

Os lanches são uma homenagem aos pokémons Pikachu, Charmander e Bulbasaur.

Custando 15 dólares australianos cada (daria cerca de 36 reais), os lanches são promocionais e serão vendidos somente entre 23 de agosto e 3 de setembro.

Cada hambúrguer, com uma cor característica e ingredientes especiais, ganhou o rosto do seu pokémon marcado no pão.

As orelhas de Doritos do Pikachu são o ponto alto dessa empreitada.

O brócolis (?) na cabeça do Bulbasaur também chama a atenção.

Confira:
 Hambúrguer de PIkachu, da marca australiana Down N’ Out

 Hambúrguer de Charmander, da marca australiana Down N’ Out

 Hambúrguer de Bulbasaur, da marca australiana Down N’ Out

Fonte: Exame

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Estudo alerta para químico nocivo em comida de fast food

Alimentos fast food
À extensa lista de problemas de saúde relacionados ao consumo constante dos chamados alimentos de fast food, como obesidade, diabetes, complicações cardíacas, entre outros, acrescente mais um: risco de exposição a níveis elevados de produtos químicos potencialmente nocivos conhecidos como ftalatos.

Em um estudo publicado recentemente na revista científica Environmental Health Perspectives, pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de George Washington, nos EUA, relatam que quem consome esses alimentos com frequência apresenta uma concentração de ftalatos no organismo 40 por cento maior que pessoas que não têm o hábito.

Os ftalatos pertencem a uma classe de produtos químicos sintéticos comumente utilizados para dar mais flexibilidade aos plásticos e adesivos. Eles são encontrados em inúmeros produtos, incluindo embalagens de alimentos e outros artigos usados na indústria da “comida rápida", e, segundo a pesquisa, podem ser transferidos da embalagem de plástico (ou com películas plásticas) para os alimentos altamente processados disponíveis no mercado.

De acordo com o Centro Americano para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), o efeito de ftalatos na saúde humana ainda é pouco conhecido, mas os efeitos prejudiciais observados nos sistemas reprodutivos dos animais sugerem que não seria uma má ideia diminuir a exposição a eles.

Estudos de laboratório relatam alterações hormonais, baixa contagem de esperma, defeitos congênitos no sistema reprodutor masculino, infertilidade, diabetes e irregularidades na tireoide, entre outros problemas relacionados ao potencial de desregulação endócrina dos ftalatos.

Os pesquisadores coletaram dados sobre 8.877 pessoas que participaram dos questionários do US National Health and Nutrition Examination, entre 2003 e 2010, uma pesquisa de base populacional realizada periodicamente nos Estados Unidos.

Estes participantes deram informações detalhadas sobre a comida que eles tinham consumido nas últimas 24 horas e forneceram aos pesquisadores uma amostra de urina, que foi analisada para apresentar metabolitos (compostos do processo metabólico) de dois ftalatos específicos: DEHP e DINP.

Eles descobriram que os participantes que mais ingeriam alimentos de fast food no estudo apresentaram maior exposição aos ftalatos — 23,8 por cento mais elevado para o DEHP e níveis quase 40 por cento mais elevados de metabólitos DINP em comparação com pessoas que relataram não ter ingerido fast food nas 24 horas anteriores ao teste.

É claro que muitos dos alimentos que comemos hoje em dia estão expostos a transformações de uma maneira ou outra, mas os de fast food, em particular, são conhecidos por serem altamente processados, embalados e manipulados.

Além disso, os pesquisadores destacam que os alimentos que são ricos em gordura, como laticínios e carne, poderiam ser mais propensos à contaminação por ftalato, pelo fato de alguns desses compostos químicos serem lipofílicos, ou seja, têm afinidade para dissolver-se em gordura.

Fonte: Exame

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

McDonald's faz Black Friday de Big Mac: pague 1 e leve 2

Big Mac
Peça um Big Mac e ganhe outro. Essa é a maneira que o McDonald's encontrou de participar da Black Friday brasileira desse ano.

A Black Friday de 2015 acontece nessa sexta-feira, dia 27, mas a promoção da marca vai até o dia 30 de novembro.

Mas a promoção tem número limitado: um milhão de cupons. É preciso correr até o site da ação e clicar em "Pegar Cupom".

Para ver quais restaurantes no Brasil participam da "Black Week Big Mac 2x1", clique aqui.

A marca avisa: só podem participar pessoas acima de 12 anos e cada um tem direito a um cupom promocional, apenas.

FOnte:Exame/Abril

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

NY obrigará fast foods a terem aviso sobre excesso de sódio

Lanche do McDonald's em frente a um restaurante da companhia em San Francisco, Califórnia
A cidade de Nova York obrigará às redes de restaurantes fast-food a incluir uma advertência nos alimentos que contenham excesso de sódio, após a aprovação nesta quarta-feira de uma nova legislação pioneira nos Estados Unidos.

A Junta de Saúde aprovou nesta quarta-feira, por unanimidade, uma proposta de lei que exige das redes de restaurantes fast-food incluir em seus cardápios o símbolo de um saleiro junto aos alimentos que superem o limite diário de sódio recomendado pelas autoridades.

Nova York se transforma assim na primeira cidade dos EUA a adotar este tipo de medida, com a qual procura reduzir o consumo de sal e prevenir o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC).

O governo federal recomenda limitar o consumo diário de sódio a menos de 2.300 miligramas, o equivalente a 1 colher de chá de sal, mais os americanos consomem em média de 3.300 miligramas por dia, segundo a Administração de Alimentos e Remédios (FDA).

A maioria do sódio na dieta dos cidadãos provém de alimentos processados e de restaurante de fast-food, onde o conteúdo de sódio nos produtos do menu aumentou mais de 20% entre 1997 e 2010.

Concretamente, as autoridades estimam que 10% dos produtos que aparecem em seus menus superam o limite diário, por isso que terão que incluir a advertência, segundo dados facilitados pelo escritório do prefeito da cidade, Bill de Blasio.

O consumo excessivo de sódio é um dos maiores fatores de risco para sofrer de hipertensão, que aumenta significativamente as probabilidades de sofrer doenças do coração, primeira causa das mortes nos Estados Unidos, e derrames cerebrais, quinta causa de falecimentos no país.

Segundo o escritório do prefeito, mais de um milhão de nova-iorquinos leem diariamente os rótulos de calorias nos alimentos e quatro de cada cinco pessoas consideram que são úteis para levar uma vida mais saudável.

Fonte: http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/ny-obrigara-fast-foods-a-terem-aviso-sobre-excesso-de-sodio