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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

EUA enviam aviões para proteger posições curdas na Síria

Bombardeios da Rússia na Síria
O Pentágono confirmou nesta sexta-feira o envio de aviões para proteger posições curdas entre as quais se encontram forças especiais americanas na cidade de Hasakah, nordeste da Síria, após a região ter sido alvo de bombardeios do regime do presidente Sírio, Bashar al Assad.

"Isto foi feito como uma medida para proteger às forças da coalizão. Deixamos claro que a força aérea dos Estados Unidos defenderia as tropas no território se elas fossem ameaçadas", afirmou o capitão Jeff Davis, porta-voz do Pentágono, em declarações à imprensa americana.

De acordo com Davis, aviões sírios SU-24 lançaram bombas na quinta-feira em uma região "perigosamente próxima" de onde estão situadas forças especiais dos EUA que lutam junto com a milícia curda YPG em Hasakah.

As forças americanas, que formalmente participam como auxiliares das milícias curdas na região e não entram em combate, não registraram vítimas nem feridos, embora vários milicianos curdos possam ter sido mortos no bombardeio, ainda que não haja confirmação oficial destas informações.

Após o ataque, as forças especiais foram retiradas da região.

Davis acrescentou que as forças da coalizão no terreno tentaram comunicação com os aviões sírios sem receber resposta, e depois se comunicaram com a Rússia em um canal conjunto, mas sua resposta foi que as aeronaves russas não fizeram parte do ataque.

Quando os aviões americanos chegaram, os caças sírios já tinham abandonado a região.

Os curdos controlam grande parte do nordeste e do norte da Síria, perto da fronteira com a Turquia, onde proclamaram uma região autônoma, mas ainda lutam contra facções pró-governo na cidade de Hasakah.

Fonte: REUTERS

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Coreia do Sul desenvolve robôs para o caso de guerra com o Norte


A Coreia do Sul está desenvolvendo robôs para o caso de ocorrer uma guerra contra o seu vizinho do Norte, afirmou o funcionário Kim Doo-seung.

Segundo a agência Reuters, relatório que está sendo feito por Kim Doo-seung diz que o país "agora está desenvolvendo robôs destinados a transportar equipamento militar pesado em terreno montanhoso e salvar soldados feridos".

O projeto faz parte do Programa de Defesa Criativa que o Ministério da Defesa da Coreia do Sul está desenvolvendo com novíssimas tecnologias. A robotécnica tem papel central na iniciativa do governo sul-coreano.

Segundo Kim Doo-seung, o uso de robôs permitirá aos militares enfrentar a ameaça da Coreia do Norte que, na sua opinião, está menos desenvolvida no que se refere a altas tecnologias.

O relatório, que será divulgado nesta semana, informa também que os militares sul-coreanos já testaram robôs pequenos para detectar e desativar engenhos explosivos e fazer ações de reconhecimento.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Turquia e EUA matam 63 militantes do EI na Síria

Ataques aereos pela Turquia e EUA na Síria
O exército da Turquia disse nesta segunda-feira que bombardeios e ataques com drones realizados pela coalizão liderada pelos EUA têm atingido posições do Estado Islâmico na Síria e mataram um total de 63 militantes.

Quatro drones implantados a partir da base aérea de Incirlik, um ponto de partida para os EUA, participaram da operação e mataram 29 militantes.

Os ataques aéreos foram informados por informações recolhidas pelo exército turco, disse a agência privada de notícias Dogan.

Os restantes 34 militantes foram mortos por disparos de foguetes e bombardeios da Turquia, de acordo com a agência estatal Anadolu.

A ofensiva começou no domingo, quando quatro foguetes disparados da Síria atingiram a cidade fronteiriça turca de Kilis e feriu oito pessoas.

Fonte: Associated Press.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Países desenvolvidos têm a maior dívida desde a 2ª guerra

Emergentes já atraem mais investimentos diretos do que países ricos
A dívida pública das economias avançadas disparou aos níveis mais altos desde a Segunda Guerra Mundial, no momento em que os governos tentam combater o crescimento fraco e a deflação - advertiu o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta quarta-feira.

Para boa parte das economias avançadas, "a dívida pública supera o nível observado durante a Grande Depressão e se aproxima do nível visto imediatamente depois da Segunda Guerra Mundial", disse o FMI em seu relatório sobre a dívida.

Os níveis de créditos a que os governos têm recorrido desde a crise financeira continuam aumentando, na medida em que potências como o Japão e países da Europa continuam com um crescimento fraco, enquanto muitas economias mais pobres e emergentes lutam contra a queda das receitas procedentes de matérias-primas, como petróleo e metais.

Para as economias dos países centrais, a dívida cresceu para mais de 107% do Produto Interno Bruto - ou em quase 250% no caso do Japão, por exemplo -, alerta o FMI em seu relatório apresentado durante a assembleia do organismo.

As economias emergentes parecem melhor, com dívidas inferiores a 50% do PIB, mas suas necessidades aumentam, e muitas se deparam com desafios. Entre eles, o crescimento do déficit fiscal.

Fonte: Exame

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

EUA pede que Rússia e Turquia evitem escalada na Síria

Tanques do Exército da Turquia na fronteira com a Síria
Os Estados Unidos pediram, nesta segunda-feira, à Rússia e Turquia que evitem qualquer tipo de escalada no conflito sírio ante o tom cada vez mais violento que Moscou e Ancara empregam sobre suas operações miliares na Síria.

"É importante que russos e turcos dialoguem diretamente e tomem medidas para impedir uma escalada", disse à AFP um porta-voz do departamento de Estado.

O país americano se encontra comprometido em um situação incômoda, uma vez que Ancara é um de seus aliados no seio da coalizão contra o grupo Estado Islâmico, mas, ao mesmo tempo, Washington apoia os curdos da Síria, que agora são alvo dos bombardeios turcos.

Washington também é aliado da Rússia nos esforços para encontrar uma saída diplomática à guerra na Síria que se traduziram, na quinta-feira, em um acordo para um eventual "cessar de hostilidades" e uma "trégua humanitária".

Mas, há dez dias, os americanos pedem que Moscou cesse seus bombardeios no norte da Síria em apoio às forças governamentais do regime de Bashar Al-Assad.

Fonte: Exame

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Drone mostra cidade síria devastada pela guerra; veja

Imagem captada por drone da cidade de Homs, na Síria.
Homs, agora, é uma cidade em ruínas. O lugar foi um dos primeiros e mais importantes centros a se rebelar contra o regime do presidente sírio Bashar al-Assad, na esteira da Primavera Árabe, em 2011.

Cinco anos de conflitos sangrentos entre as forças da oposição e tropas leais ao governo, porém, transformaram vários bairros da outrora pujante cidade - a terceira maior da Síria - em escombros.

Imagens desoladoras da destruição em Homs foram captadas por um drone, guiado pelo cinegrafista russo Alexander Pushkin, que escreveu em sua página no YouTube: "As pessoas deixaram esta parte da cidade para sempre".

A filmagem mostra apenas alguns veículos solitários dirigindo pelas ruas abandonadas de prédios, escolas e mesquitas em ruínas.

Em um determinado momento, três meninos aparecem andando em meio ao entulho enquanto o drone sobrevoa o local.

Veja no vídeo abaixo:

Fonte: Exame

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

EI divulga foto de bomba que teria derrubado avião russo

Foto divulgada pelo Estado Islâmico
Uma revista do Estado Islâmico divulgou uma foto nesta quarta-feira do que afirma ser a bomba improvisada que derrubou um avião de uma companhia aérea russa sobre a península do Sinai, no Egito, no mês passado.

A foto mostra uma lata de refrigerante Schweppes Gold e o que parece ser um detonador e um interruptor num fundo azul.
https://www.magazinevoce.com.br/magazinejacksoncampos/
O grupo publicou ainda uma foto do que afirma serem passaportes que pertenciam a russos mortos "obtidos pelos combatentes da guerra santa".

Não foi possível verificar imediatamente a autenticidade das fotos divulgadas online na revista Dabiq.

Fonte:Exame/Abril

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Dilma faz visita à fabricante de caças comprados pelo Brasil


Piloto de testes e o premiê da Suécia, Stefan Lofven (e), mostra para a presidente Dilma Rousseff um caça Gripen
A presidente Dilma Rousseff encerrou nesta segunda-feira sua viagem à Suécia com uma visita à fábrica da empresa Saab, em Linköping, para verificar o processo de fabricação dos caças Gripen NG, comprados há um ano pelo Brasil.

Os governos dos dois países firmaram um acordo em 2014, avaliado em US$ 5,4 bilhões, pelo qual a Força Aérea Brasileira (FAB) receberá 36 caças entre 2019 e 2014, em uma operação financiada pelo Instituto Sueco de Crédito à Exportação.

Do total, 15 aviões serão construídos nas fábricas da Embraer, em acordo no qual a Saab transferirá a tecnologia necessária para o desenvolvimento dos caças pela companhia brasileira.

Durante sua passagem pela Suécia, Dilma defendeu em várias oportunidades a solidez das finanças do país para quitar o financiamento apesar da crise da economia brasileira.

"Não acredito que a questão da crise tenha relevância no acordo dos Gripen", declarou em entrevista coletiva conjunta o primeiro-ministro da Suécia, Stefan Löfven, ressaltando que a aquisição dos caças é um dos projetos mais importantes do Brasil.

Dilma tinha defendido a economia brasileira horas antes em um fórum empresarial em Estocolmo, capital da Suécia, enfatizando que o comércio entre os dois países cresceu 45% na última década e que há potencial para ampliá-lo.

A presidente também visitou o Real Instituto de Tecnologia e a sede da fabricante de equipamentos de telecomunicação Ericsson.

A Ericsson anunciou hoje um acordo com a mexicana América Móvil para testar em 2016 os sistemas para redes 5G no Brasil, além de vários programas de pesquisa com universidades brasileiras.

Após a visita à fábrica da Saab, onde hoje começaram a trabalhar 50 engenheiros brasileiros em virtude do acordo entre ambos os países sobre a transferência de tecnologia, Dilma viajou para Helsinque, capital da Finlândia.

Ela se reunirá amanhã com o presidente finlandês, Sauli Niinistö, e o primeiro-ministro, Juha Sipilä, além de participar de um evento com empreendedores.

Fonte: Exame/Abril