Brazil's conservative Democratas party will launch a presidential candidate in 2018, ending the polarization between the PSDB and the PT parties started in 1994, House speaker Rodrigo Maia said on Monday.
Maia said he will not run for president, opting instead to seek re-election as a lower house representative for the state of Rio de Janeiro.
Source: Reuters
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
MEC suspende sistema que permitia participação da sociedade
O pente-fino que o ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou que faria nas portarias e resoluções da gestão anterior - a do PT - chegou ao programa que avalia a educação básica em todas as escolas do País, públicas ou privadas.
A portaria que ampliava o sistema e instituía a participação da sociedade civil nas avaliações foi suspensa, motivando nota de repúdio da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que reúne organizações e associações ligadas ao tema.
A justificativa do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável por aplicar exames de avaliação como o Enem e a Prova Brasil, toma por base a lógica de que "não se mexe em time que está ganhando".
"Para que criar outro sistema se já temos um extremamente consolidado?", questiona a professora Maria Inês Fini, presidente do instituto.
A portaria previa que o Sistema de Avaliação de Educação Básica (Saeb) fosse rebatizado de Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Sinaeb), mas as mudanças não estavam restritas ao nome.
Segundo o texto, na hora de radiografar a escola o Sinaeb levaria em conta não só o desempenho dos alunos em Português e Matemática.
Também seriam analisados a formação do professor na área em que leciona (no ensino médio, 74% dos docentes vivem esse descompasso), os indicadores socioeconômicos do entorno do colégio e a evolução dos estudantes durante a vida escolar.
"Transformaríamos a fotografia em um filme", compara o ex-ministro de Dilma, Aloizio Mercadante, lamentando a extinção da portaria. A criação do Sinaeb está prevista na lei que institui o Plano Nacional de Educação (PNE).
Maria Inês Fini nega que a revogação tenha a ver com contingenciamento na pasta. "Não há por que ampliar, não tem nenhum requisito de avaliação que esteja faltando no atual sistema", prossegue a presidente.
Sobre a participação da sociedade civil em reuniões ordinárias para aconselhar, acompanhar e supervisionar o Sinaeb - algo que a portaria anulada também menciona - ela também considera que não há necessidade.
"Nosso sistema já é reconhecido internacionalmente e o Inep dá conta de fazer a gestão."
Extinção. Na carta da Campanha Nacional, as organizações dizem que a revogação "reforça" a tese de que o novo governo quer "extinguir as ações e programas, em vez de analisá-los e fortalecê-los".
A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) são algumas das entidades que assinam o documento.
Fonte: Estado de S. Paulo
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Dilma vai a NY e deve denunciar golpe em reunião da ONU
A presidente Dilma Rousseff deverá mesmo ir Nova York, nos Estados Unidos, para participar da reunião sobre clima na Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira, 22.
Dilma pretende usar a tribuna internacional para denunciar o que está chamando de "golpe" contra seu mandato, por considerar que está sofrendo impeachment sem crime de responsabilidade.
A previsão é que a presidente embarque na quinta-feira, 21, e volte ao Brasil no sábado, dia 23.
Na semana passada, a viagem dependia da não aprovação do processo de impeachment na Câmara.
Com a derrota, a viagem foi suspensa, mas agora, com a estratégia de difundir a mensagem de ruptura institucional, a presidente voltou a discutir o assunto e deverá mesmo viajar, a não ser que alguma mudança de última hora faça a presidente desistir.
Fonte: Exame
quarta-feira, 16 de março de 2016
Planalto confirma Lula como ministro-chefe da Casa Civil
Em nota, o Palácio do Planalto acaba de confirmar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será o novo ministro chefe da Casa Civil. Dessa forma, ele substitui Jaques Wagner no cargo. O posto é equivalente a uma espécie de primeiro-ministro do Brasil, articulando o funcionamento interno do governo.
Com a manobra, Wagner - que assumiu o cargo em outubro do ano passado - passa a ser chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República.
"A Presidenta da República, Dilma Rousseff, informa que o ministro de Estado Chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, deixará a pasta e assumirá a chefia do Gabinete Pessoal da Presidência da República", afirma trecho da nota.
No mesmo comunicado, o governo também informa que o deputado Mauro Lopes (PMDB-MG) assume a Secretaria de Aviação Civil. Com isso, Lopes e o Planalto contrariam a decisão da Convenção Nacional do PMDB de impedir o ingresso de qualquer peemedebista em cargos do governo até a primeira quinzena de abril.
A NEGOCIAÇÃO
Lula foi a Brasília nesta terça para alinhar os últimos detalhes da negociação, que se arrastou desde a semana passada.Ontem, a reunião com a presidente Dilma durou cerca de 4 horas. Na manhã de hoje, ele participou de um café da manhã com a petista para acertar os últimos detalhes.
A ida de Lula para a Casa Civil pegou analistas e interlocutores do Planalto de surpresa. Até o final da tarde de ontem, a principal aposta era de que o ex-presidente assumiria a Secretaria de Governo - exatamente para se livrar das obrigações burocráticas inerentes à chefia da Casa Civil.
No entanto, segundo a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, Lula só retornaria ao governo com garantias de que a política econômica mudará. O ex-presidente só vê saída para a crise com uma reconexão entre Dilma e a base social do PT, que se mostra insatisfeita com pautas como a reforma da Previdência e com corte de gastos sociais.
AS ACUSAÇÕES
Em nota, o Palácio do Planalto acaba de confirmar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será o novo ministro chefe da Casa Civil. Dessa forma, ele substitui Jaques Wagner no cargo. O posto é equivalente a uma espécie de primeiro-ministro do Brasil, articulando o funcionamento interno do governo.
Com a manobra, Wagner - que assumiu o cargo em outubro do ano passado - passa a ser chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República.
"A Presidenta da República, Dilma Rousseff, informa que o ministro de Estado Chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, deixará a pasta e assumirá a chefia do Gabinete Pessoal da Presidência da República", afirma trecho da nota.
No mesmo comunicado, o governo também informa que o deputado Mauro Lopes (PMDB-MG) assume a Secretaria de Aviação Civil. Com isso, Lopes e o Planalto contrariam a decisão da Convenção Nacional do PMDB de impedir o ingresso de qualquer peemedebista em cargos do governo até a primeira quinzena de abril.
A NEGOCIAÇÃO
Lula foi a Brasília nesta terça para alinhar os últimos detalhes da negociação, que se arrastou desde a semana passada.Ontem, a reunião com a presidente Dilma durou cerca de 4 horas. Na manhã de hoje, ele participou de um café da manhã com a petista para acertar os últimos detalhes.
A ida de Lula para a Casa Civil pegou analistas e interlocutores do Planalto de surpresa. Até o final da tarde de ontem, a principal aposta era de que o ex-presidente assumiria a Secretaria de Governo - exatamente para se livrar das obrigações burocráticas inerentes à chefia da Casa Civil.
No entanto, segundo a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, Lula só retornaria ao governo com garantias de que a política econômica mudará. O ex-presidente só vê saída para a crise com uma reconexão entre Dilma e a base social do PT, que se mostra insatisfeita com pautas como a reforma da Previdência e com corte de gastos sociais.
AS ACUSAÇÕES
Em meio a um turbilhão de acusações, Lula assume status de ministro e garante foro privilegiado nas investigações de corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica das quais foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo e, paralelamente, nas apurações da Operação Lava Jato que verificam a legalidade de repasses de empreiteiras ao Instituto Lula e à LILS, sua empresa de palestras.
Ambos os processos haviam sido encaminhados ao juiz federal Sérgio Moro, que julga todos os crimes relativos a vantagens ilícitas obtidas pelo esquema de corrupção da Petrobras. Os advogados de Lula chegaram a informar na segunda (14) que recorreriam da decisão da juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira, da 4ª Vara Criminal de São Paulo, que encaminhou à Curitiba a denúncia do MP do estado.
Agora Lula entra em um novo escopo de julgamento, pois políticos com cargo no governo tem prerrogativa de foro, sendo encaminhados, portanto, ao Supremo Tribunal Federal, sob relatoria do ministro Teori Zavascki. O governo nega qualquer relação entre a posse de Lula e a tentativa de blindá-lo.
Na 24ª fase da Lava Jato, Lula foi conduzido coercitivamente a depor aos procuradores do Paraná, como investigação de um suposto recebimento de vantagens indevidas pagas ao ex-presidente. Em nota, o MPF estava convencido de que Lula era beneficiado do esquema da Petrobras, mas queria saber sua ciência no caso.
O objetivo da condução foi destrinchar os ganhos da LILS Palestras e do Instituto Lula, controladas pelo petista. Entre 2011 e 2014, ambas teriam recebido R$ 30 milhões, boa parte repassado por empreiteiras com participação já comprovada no âmbito da operação.
De acordo com o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, cerca de 60% das doações ao Instituto Lula e 47% dos rendimentos com palestras foram feitas por Camargo Corrêa, Odebrecht, Queiroz Galvão, UTC, Andrade Gutierrez e OAS.
OAS e Odebrecht, além de serem doadoras, seriam as responsáveis pelas altas cifras despendidas nas reformas no tríplex do Guarujá e do sítio em Atibaia. Pesa sobre ambos os imóveis a suspeita de que se trata de pagamento de favorecimentos ilícitos e, consequentemente, lavagem dinheiro.
Os imóveis também são mote de investigação do MP paulista. Os promotores Cássio Roberto Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Araújo chegaram a pedir a prisão preventiva do ex-presidente sustentando a garantia de aplicação da lei penal, “pois sabidamente possui poder de ex-presidente da República, o que torna sua possibilidade de evasão extremamente simples.”
Ainda de acordo com os promotores, Lula e seus apoiadores fazem “manobras violentas”, “com defesa pública e apoio até mesmo da Presidente da República, medidas que somente têm por objetivo blindar o denunciado – erigindo-o a patamar de cidadão “acima da lei”, algo inaceitável no Estado Democrático de Direito brasileiro, pois é inadmissível permitir-se o tumulto do estado normal de trâmite das investigações e do vindouro processo crime”.
Ambas as ações, porém, foram amplamente criticadas por juristas de várias instâncias, em virtude do modus operandi do MP, dizendo que a prisão seria injustificada e a condução substituível por uma intimação para depor.
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, outro motivo para a demora no anúncio foram os estudos do governo e advogados do ex-presidente para que não houvesse empecilho jurídico para a posse, já que Lula é alvo da Lava Jato e Dilma poderia ser acusada de obstruir a Justiça.
Tornou-se pública também hoje (15) a íntegra da delação do senador Delcídio do Amaral. O ex-presidente é acusado por Delcídio de ter agido para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, na Lava Jato, e do publicitário Marcos Valério, no caso do mensalão.
De acordo com o documento da delação, o senador disse aos procuradores da Lava Jato que Lula lhe "pediu expressamente" para "ajudar" o pecuarista José Carlos Bumlai, pois ele poderia ser implicado em uma delação de Cerveró.
A OPOSIÇÃO
Segundo o Estadão, a oposição já vinha preparando uma ação de impugnação contra Lula, caso ele aceitasse o cargo de ministro.
A junta jurídica do DEM redigiu uma ação popular a ser protocolada pelo partido na Justiça Federal por desvio de finalidade para gerar uma liminar que suspenda a nomeação.
"Achamos que é um escárnio a nomeação do ex-presidente Lula apenas com a finalidade de blindá-lo", afirmou ao jornal o líder do DEM na Câmara, Pauderney Avelino (AM).
VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA
"A presidenta da República, Dilma Rousseff, informa que o ministro de Estado chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, deixará a pasta e assumirá a chefia do Gabinete Pessoal da Presidência da República.
Assumirá o cargo de ministro de Estado chefe da Casa Civil o ex-Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Assumirá, ainda, o cargo de ministro de Estado chefe da Secretaria de Aviação Civil, o deputado federal Mauro Ribeiro Lopes.
A presidenta da República presta homenagem e agradecimento ao Dr. Guilherme Walder Mora Ramalho pela sua dedicação.
Secretaria de Imprensa
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República"
Fonte: Exame
quarta-feira, 9 de março de 2016
Haddad sanciona lei que cria Parque Minhocão em SP
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse nesta quarta-feira, 19, que o Elevado Costa e Silva, conhecido como Minhocão, é um erro e que não teria erguido a via se fosse prefeito na década de 1970, época em que foi criada.
Haddad sancionou nesta quarta uma lei determinando que o elevado passe a se chamar Parque Minhocão quando não houver carros.
Embora tenha ponderado que sua posição pessoal sobre a demolição da via "é o que menos importa", já que toma decisões com base em estudos técnicos, Haddad afirmou que o viaduto é "errado".
"Não faria o Minhocão se eu fosse prefeito. Não faria aquilo. Acho errado. Não gosto de viaduto. Gosto de ponte", disse.
Na prática, com a lei que entra em vigor, a Prefeitura se compromete a executar serviços garantidos a parques da capital paulista, como varrição e segurança.
O prefeito disse que vai recomendar ao subprefeito da área a formação de um Conselho Gestor, constituído por moradores da região, para a criação de regras previstas a um parque.
Segundo Haddad, a discussão sobre o desmonte do Minhocão ainda é precipitada porque o debate não está suficientemente amadurecido. "Não tem posição formada se destrói ou transforma em parque", disse.
O prefeito defendeu, no entanto, que a lei sancionada é um passo para chamar atenção da sociedade ao elevado e reeducar o olhar da cidade sobre as funções do espaço.
Haddad destacou ainda que qualquer decisão terá de vir precedida de "ações de mitigação de qualquer efeito social para a população local". "Temos uma preocupação com a gentrificação da região porque não queremos expulsar ninguém do ambiente", afirmou.
Para o engenheiro e presidente da Associação Parque Minhocão, Athos Comolatti, presente no evento de sanção, a lei é importante porque a Prefeitura passa a reconhecer o elevado como espaço de lazer, e não somente como via expressa.
"A Prefeitura estava ignorando o que acontecia no Minhocão. Mas, pelo volume de pessoas, não estava certo continuar assim. A Prefeitura deveria tratar com o mínimo de atenção. Então, hoje a Prefeitura reconhece o uso como área de lazer", afirmou Comolatti.
Fechamento
Desde julho do ano passado, o Minhocão passou a ser fechado para carros e aberto para pedestres também aos sábados, às 15 horas. Antes, o elevado era aberto para lazer somente aos domingos. A via permanece quase 40 horas fechada sendo reaberta na segunda-feira, às 6h30. De segunda à sexta, o tráfego no Minhocão já fica fechado à noite (21h30 às 6h30).
O projeto de lei 439/2015, sancionado nesta quarta-feira, é de autoria do vereador José Police Neto (PSD) e foi aprovado na Câmara Municipal em dezembro do ano passado.
O debate sobre a eficiência do Minhocão como via de tráfego vem ganhando força desde julho de 2014, quando a gestão Haddad aprovou o Plano Diretor. No artigo 375 do projeto, a Prefeitura previu a elaboração de uma lei específica para o Minhocão "determinando a gradual restrição ao transporte individual motorizado" e "definindo prazos até sua completa desativação como via de tráfego, sua demolição ou transformação, parcial ou integral, em parque".
Um estudo da Companhia de Engenharia do Tráfego (CET), divulgado no ano passado, concluiu que a desativação do elevado causaria baixo impacto trânsito da região central.
O Minhocão, criado há 45 anos pela gestão do então prefeito Paulo Maluf (Arena), tem 3,4 quilômetros de extensão.
Fonte: Exame
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Dilma promete "todos os recursos" para vacina contra zika
A presidente Dilma Rousseff prometeu nesta sexta-feira investir recursos federais para o desenvolvimento de uma vacina contra o Zika vírus, mas ressaltou a importância de a população combater o mosquito transmissor Aedes aegypti enquanto uma vacina não estiver disponível.
"Vamos usar todos os nossos recursos para garantir uma vacina contra o Zika vírus, mas até a gente criar a vacina, produzir e distribuir nós temos de combater o vírus de qualquer jeito", disse Dilma em discurso durante cerimônia de entrega de moradias do programa Minha Casa Minha Vida em Petrolina (PE).
Segundo a presidente, que ainda nesta sexta visitará uma escola de Juazeiro (BA) para dar uma aula sobre o combate ao Aedes, "só tem um jeito, que é matar o mosquito, não deixar o mosquito nascer. Temos de combater o mosquito nas nossas casas".
Especialistas do Brasil e dos Estados Unidos estão trabalhando juntos em pesquisas para encontrar uma vacina contra o Zika vírus, que se espalhou rapidamente nas Américas desde que apareceu pela primeira vez na região em 2015.
Na semana passada, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, disse que uma vacina pode ser desenvolvida em aproximadamente um ano, como resultado de uma parceira fechada pelo ministério com a Universidade do Texas, nos EUA.
Até o momento estão previstos investimentos brasileiros de 1,9 milhão de dólares nos próximos cinco anos na parceria com os Estados Unidos.
O Brasil, país mais afetado pelo Zika, estabeleceu no ano passado a relação entre o vírus e um surto de microcefalia em recém-nascidos na Região Nordeste do país, o que aumentou os temores em relação à doença. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta sexta-feira que há evidências crescentes de ligação do Zika com a microcefalia, mas que pode levar de 4 a 6 meses para se provar essa relação.
Mais de 500 casos de microcefalia ou outras alterações do sistema nervoso central já foram confirmados no Brasil, dos quais a "maior parte" está ligada à infecção pelo Zika vírus, segundo o ministério. Outros 3.935 casos suspeitos de microcefalia no país estão sendo investigados.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, cuja entidade declarou o surto de Zika uma emergência global de saúde pública, visitará o Brasil na próxima semana para se encontrar com autoridades de saúde e vítimas da doença.
Fonte: Exame
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Manifestantes a favor e contra Lula se enfrentam em SP
Manifestantes com posições a favor e contra Lula se enfrentaram hoje na frente do Ministério Público de São Paulo, onde o ex-presidente deveria depor em um caso de lavagem de dinheiro, audiência que foi suspensa por meio de liminar.
Pelo menos uma mulher ficou ferida ao ser atingida por uma pedra lançada por um dos manifestantes, que começaram a se reunir no começo da manhã, mesmo o depoimento tendo sido suspenso pelo Conselho Nacional do Ministério Público, órgão que supervisiona às procuradorias.
Os dois grupos, que inicialmente estavam separados por cercas, trocaram insultos e jogaram objetos, como cones, garrafas de água, ovos, frutas e até uma bandeira do Partido dos Trabalhadores (PT).
A tensão começou pouco depois das 10h30, quando manifestantes contrários ao ex-presidente tentaram inflar um boneco de Lula vestido de presidiário, o mesmo que esteve presente na maioria das manifestações de oposição realizadas em 2015.
Dezenas de pessoas vinculadas à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e ao PT se aproximaram do Fórum Criminal de São Paulo para mostrar apoio ao ex-presidente, que está sendo investigado por lavagem de dinheiro associada à corrupção na Petrobras.
Estes manifestantes vestiam camisetas com o slogan "Lula presidente", levaram bandeiras do PT e entoaram músicas em apoio ao ele, a quem chamaram de "guerreiro".
Raimundo Bonfin, coordenador da central de Movimentos Populares, criticou a atuação do promotor responsável pelo caso, Cassio Conserino, e advertiu que "criminalizar Lula é criminalizar toda a esquerda e os movimentos sociais".
"A perseguição contra Lula não tem precedentes na história do Brasil, nem pode ser comparada com as perseguições contra o presidente (Getúlio) Vargas", afirmou Bonfim à Agência Efe, em referência líder trabalhista que se suicidou em 1954.
Entre o grupo que se manifestou contra o ex-presidente, foram alçadas bandeiras do Brasil e alguns cartazes que pediam intervenção militar no país.
Fonte: Exame
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
País está trabalhando em vacina contra zika vírus, diz Dilma
A presidente Dilma Rousseff disse que o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, está buscando "incansavelmente" o desenvolvimento de uma vacina contra o zika vírus.
"Estamos em contato com os Estados Unidos para o desenvolvimento de uma vacina contra o zika vírus. Três instituições do Brasil estão fazendo pesquisas para fazer essa vacina", disse, durante entrega de unidades do Minha Casa Minha Vida em Indaiatuba (SP).
"Há também o empenho do governo federal com Estados e municípios para combater o mosquito que transmite essa doença."
As declarações de Dilma a respeito do zika vírus foram feitas em meio a uma mudança no discurso do governo em relação à doença.
Desde a semana passada, a presidente assumiu a frente do que tem chamado de "batalha" contra o mosquito.
Ela mobilizou diversos ministérios para mostrar que o governo está colocando em prática ações para resolver o problema.
A presidente também convocou para esta quarta-feira um pronunciamento em cadeia de rádio e televisão com objetivo de pedir apoio de todos os segmentos da sociedade para combater o Aedes aegypti. O discurso irá ao ar às 20h20.
Na fala, que terá pouco mais de seis minutos e foi gravada na tarde de segunda-feira, 01, a presidente pedirá a mobilização da população para combater os criadouros do mosquito evitando assim que o zika vírus continue a se proliferar.
Fonte: Exame
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Chico Buarque é xingado por antipetistas em rua do Leblon
O jantar mensal do cantor e compositor Chico Buarque com um grupo de amigos terminou anteontem de forma inesperada. Por volta da meia-noite, Chico e os companheiros foram hostilizados por um grupo antipetista, em uma movimentada esquina do Leblon, na zona sul carioca.
"Você é um merda, quero ouvir da sua boca: quem apoia o PT, o que é?", perguntou um dos provocadores. "É petista", respondeu o compositor. "É um merda", interrompeu o rapaz. Vídeos da discussão foram publicados nas redes sociais e replicados durante todo o dia de ontem.
Em determinado momento, o grupo ironizou o fato de Chico ter um apartamento em Paris. "Para quem mora em Paris é fácil", disse um deles. "Você mora em Paris?", retrucou Chico.
Simpatizante do PT, Chico já participou de várias campanhas do partido, inclusive em 2014, quando gravou um vídeo de apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff.
Chico saía do restaurante Brigites com o cantor, compositor e arranjador Edu Lobo, os cineastas Cacá Diegues, Miguel Faria Jr. e Ruy Solberg e o jornalista e escritor Eric Nepomuceno. Com exceção de Cacá, os artistas se encontram uma vez por mês para jantar. Edu Lobo já tinha ido embora e, enquanto os demais esperavam um táxi, um grupo que saía do restaurante Sushi Leblon começou a gritar "petista", "ladrão", "vai para Paris", "vai para Cuba".
Diante das provocações, Chico decidiu argumentar com os jovens. "Vai se informar, não basta sair falando", disse o cantor. Embora tenha discutido com o grupo, Chico manteve a voz baixa e riu em alguns momentos. Um dos jovens afirmou a Chico que "o PT é bandido" e o compositor respondeu: "Eu acho que o PSDB é bandido".
"Chico foi um santo, um cavalheiro. Os meninos começaram a hostilizar, do outro lado da calçada. Chico atravessou e foi lá falar com eles. Essa cena de repressão nazista é um exemplo do que está acontecendo no Brasil: a absoluta intolerância. As discussões políticas estão indialogáveis. A disputa política se transformou em duelo. Eles não queriam argumentar, só xingar", comentou Cacá Diegues na tarde de segunda.
Eric Nepomuceno lamentou que uma noite divertida com velhos amigos tenha sido encerrada com aquela discussão. "É muito impressionante a fúria agressiva dessa direita que saiu do armário embutido", declarou Eric. "Estávamos numa ótima, de repente vieram os caras, muito agressivos. Eu estava mais irritado que o Chico, mas depois nós todos demos risada", contou o escritor.
Segundo Eric, não foi o primeiro episódio de provocação, embora tenha sido o mais ostensivo. "Uma outra vez, o cara na mesa ao lado pegou o celular e falou com alguém: 'Estou em um restaurante caríssimo de Ipanema onde os comunistas adoram vir'", lembrou.
Questionado pelo cantor, o agressor respondeu que seu nome era Tulio Dek, rapper. "Eu sou fã do Chico Buarque, é um ídolo. Mas como um cara desse nível intelectual continua apoiando cegamente o PT? (...) Eu não vou deixar de me posicionar."
Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu na terça-feira em seu perfil no Facebook sobre o episódio. "É muito triste ver a que ponto o ódio de classe rebaixa o comportamento de alguns que se consideram superiores, mas não passam de analfabetos políticos. Apesar de vocês, amanhã há de ser outro dia. Receba, querido Chico, nossa solidariedade, sempre", escreveu Lula.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte:Exame/Abril
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Presidente do Ibope diz que Aécio teve 14% dos votos, e não 48% na eleição
O caloroso debate entre os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) sobre a rejeição do tucano na recente pesquisa do Ibope continua gerando repercussão e polêmicas. Aécio criticou os dados do instituto e afirmou que contratou pesquisas em que ele aparece bem à frente do ex-presidente Lula.
À coluna de Ilimar Franco, na edição desta quarta-feira (28) do jornal "O Globo", o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, ironizou a reação do senador mineiro diante do resultado.
"O presidente de um partido grande não sabe a diferença entre potencial e intenção de voto. Se ele tem pesquisa, diga: quem fez? Quando? Divulgue o resultado", desafiou Montenegro.
O presidente do Ibope argumentou com a desconstrução dos 48% de votos válidos obtidos por Aécio na eleição presidencial de 2014. Segundo Montenegro, o então candidato tucano obteve em votos genuinamente a favor de sua candidatura apenas 15%. Os outros 33% que recebeu são de votos dos eleitores anti-PT, completou o presidente do instituto.
Fonte:Jornal do Brasil/Eduardo Miranda
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Deputado agride manifestante em defesa de Cunha
O depoimento do coordenador nacional do Movimento Brasil Livre (MBL), Rubens Alberto Gatti Nunes, à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Crimes Cibernéticos, nesta terça-feira (20), na Câmara dos Deputados, gerou polêmica e até agressão por parte do deputado Laerte Bessa (PR-DF), que jogou um copo d’água em um participante que o acusou de defender o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado de corrupção.
A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) cobrou dos parlamentares do colegiado que se manifestem com relação ao ato do deputado. “Hoje é um copo d’água; amanhã vai ser um tiro?”, criticou a deputada.
O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), autor do convite para que Nunes comparecesse à CPI, disse que irá apresentar uma representação contra Bessa.
Wyllys explicou que pediu o comparecimento de Nunes na CPI por ser parte de um grupo contra o governo, uma vez que grupos favoráveis também foram convidados. “Comparando a Dilma Bolada (perfil em redes sociais de sátira positiva à presidente Dilma Rousseff) ao MBL, vejo que o MBL tem uma linha de atuação pautada por injúria, difamação e calúnia. E estou falando de fatos”, acusou Wyllys. E questionou se as opiniões manifestadas pelo MBL atendem a interesses de grupos internacionais e empresariais.
Rubens Nunes informou que o movimento é sustentado por doações de apoiadores. “Arrecadamos em média R$ 30 mil por mês”, afirmou.
O deputado Jean Wyllys criticou vídeo postado pelo MBL que dizia que “os negros estão roubando as vagas das universidades federais” e questionou o coordenador se ele concordava com tal afirmação. Nunes disse que não apoia tal manifestação, mas se mantém contrário às cotas. “A cor de pele não faz o mérito para ninguém.”
Wyllys também afirmou que foi caluniado por membros do MBL. Segundo o parlamentar, o movimento fez postagens em vídeos que diziam que Wyllys afirmava que “cristãos eram nojentos” ou que Wyllys “teria tramado a morte de um músico que o criticava”.
Rubens Nunes respondeu que os vídeos citados pelo deputado não foram feitos pelo MBL e que o movimento não endossa tais afirmações.
Posições contrárias
A presidente da CPI, deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), afirmou que Nunes foi apenas convidado para esclarecer a respeito do papel do Movimento Brasil Livre. A parlamentar destacou que, apesar do debate acalorado, o depoimento vai contribuir para o relatório final do colegiado.
“Sem dúvida, a gente percebe que existe uma tensão nas redes sociais. A gente tem de avaliar quando é apenas uma crítica ou quando se torna um crime cibernético”, ponderou a presidente.
O deputado Odorico Monteiro (PT-CE) disse que o MBL é uma iniciativa golpista, centrada no ódio. “Vocês produzem o tempo inteiro uma tensão para desconstruir o processo democrático”, declarou o parlamentar ao coordenador nacional do movimento. Monteiro também criticou a “intolerância” do grupo. “Vocês estão na contramão dos valores da história”, completou.
O deputado Laerte Bessa (PR-DF) defendeu o MBL e disse acreditar que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, irá deferir o pedido de impeachment de Dilma. Após ser criticado por defender Cunha, Bessa jogou um copo de água na cara de um participante que se manifestou na CPI.
Fonte: Vermelho.org.br
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Temer recebe cotado para Ministério da Saúde
O vice-presidente da República, Michel Temer, informou hoje (30) que o anúncio da reforma ministerial pode ser feito nesta quinta-feira (1º), mas que há a possibilidade de ficar para sexta (2).
Á noite, o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), cotado pela bancada do partido na Câmara para assumir o Ministério da Saúde, esteve no gabinete da Vice-Presidência, mas, de acordo com Temer, Castro foi apenas cumprimentá-lo.
Presidente nacional do PMDB, Temer recebeu, também no início da noite, os ministros peemedebistas que se reúnem diariamente com ele desde que a presidente Dilma Rousseff iniciou as negociações sobre a reforma administrativa: Eliseu Padilha (Secretaria de Aviação Civil), Henrique Eduardo Alves (Turismo) e Helder Barbalho (Secretaria de Pesca e Aqüicultura).
Dilma prometeu que vai cortar dez dos 39 ministérios do seu governo. Por isso, desde a semana passada ela se reúne com lideranças do PMDB e de outras legendas em busca do melhor desenho para a nova equipe.
Nessa terça-feira (29), após anunciar a demissão de Arthur Chioro do Ministério da Saúde para abrigar o PMDB, o ministério informou que o anúncio ocorreria quinta-feira. A informação ainda não foi confirmada oficialmente pelo Palácio do Planalto.
Indagado por jornalistas sobre a data do anúncio ministerial, Temer adiantou não saber se vai ficar para sexta-feira. "Tem muita coisa para resolver ainda. Amanhã à tarde, amanhã à noite ou sexta", disse o vice-presidente, ao deixar o gabinete, no Palácio do Planalto.
O vice-presidente disse ainda que não sabe se vai se encontrar com a presidenea nesta quinta-feira. Perguntado se a presença do deputado Marcelo Castro era um indicativo de que o nome dele já estava fechado para ocupar o Ministério da Saúde, ele respondeu: "Ele veio me cumprimentar".
Na Vice-Presidência, Castro conversou por mais tempo com o ministro Eliseu Padilha. De acordo com o deputado, apesar das expectativas com relação ao seu nome, ainda não há nada de concreto. Sobre a possibilidade de assumir na eventualidade de algum convite, ele respondeu: "Só depende da presidenta".
Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/temer-recebe-cotado-para-ministerio-da-saude
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Dilma: Não há hipótese de o governo não continuar o Minha Casa Minha Vida
Todo o esforço que o governo vem fazendo para alcançar o equilíbrio nas contas públicas é para garantir que os programas sociais possam ter continuidade. E durante a entrega das chaves da casa própria a mais de 10 mil famílias de Presidente Prudente e Cotia (SP) nesta quarta-feira (16), a presidente Dilma Rousseff garantiu o Minha Casa Minha Vida 3.
“Todo o esforço que nós estamos fazendo para cortar as despesas do governo é para que o Minha Casa Minha Vida 3 possa ser contratado e ser entregue. Nós vamos começar com cuidado, mas vamos começar. Não vai haver hipótese de a gente não continuar o Minha Casa Minha Vida 3. Não há essa hipótese”.
Explicando às famílias beneficiadas a necessidade do ajuste fiscal, a presidente comparou as contas do governo ao orçamento doméstico.
“Nós, hoje, vivemos um momento de dificuldades. Todas as famílias sabem o que é passar por um momento de dificuldade. Diminuiu um pouco o dinheiro que nós temos. Como qualquer família, a gente dá uma apertada no cinto e preserva aquilo que é melhor para o futuro das pessoas”, disse. E demonstrou assim que esta é a razão das medidas para o reequilíbrio no Orçamento. “Não é para acabar com tudo, pelo contrário, é para conseguir manter aquilo que é mais importante”.
A presidente ressaltou a importância do programa habitacional que já beneficiou mais de 4 milhões de famílias brasileiras “de Norte a Sul, de Leste a Oeste”. Deste total, já foram entregues mais de 2,5 milhões de unidades habitacionais e outro 1,5 milhão está em construção.
Mais cedo, em entrevista a uma rádio, Dilma Rousseff disse que querer usar a crise econômica que o país atravessa como instrumento para chegar ao poder é “uma versão moderna do golpe”. Segundo Dilma, vários países passaram por crises nos últimos anos e, em nenhum, a “ruptura democrática” foi proposta como solução.
“Em todos esses países que passaram por dificuldades, você não viu nenhum país propondo a ruptura democrática como forma de saída da crise. Esse método que é querer utilizar a crise como um mecanismo para chegar ao poder é uma versão moderna do golpe”, comparou Dilma, em entrevista para a rádio Comercial AM, de Presidente Prudente, antes de viajar para um compromisso na cidade do interior paulista.
Dilma disse que há pessoas “que não se conformam” com o fato de o Brasil ser uma democracia sólida, baseada na legitimidade do voto popular. “Essas pessoas geralmente torcem para o quanto pior, melhor, e aí é em todas as áreas, quanto pior, melhor na economia, quanto pior, melhor na área politica; todas elas esperando uma oportunidade para pescar em águas turvas”, disse.
Fonte: http://www.jb.com.br/pais/noticias/2015/09/16/dilma-nao-ha-hipotese-de-o-governo-nao-continuar-o-minha-casa-minha-vida/?from_rss=None
“Todo o esforço que nós estamos fazendo para cortar as despesas do governo é para que o Minha Casa Minha Vida 3 possa ser contratado e ser entregue. Nós vamos começar com cuidado, mas vamos começar. Não vai haver hipótese de a gente não continuar o Minha Casa Minha Vida 3. Não há essa hipótese”.
Explicando às famílias beneficiadas a necessidade do ajuste fiscal, a presidente comparou as contas do governo ao orçamento doméstico.
“Nós, hoje, vivemos um momento de dificuldades. Todas as famílias sabem o que é passar por um momento de dificuldade. Diminuiu um pouco o dinheiro que nós temos. Como qualquer família, a gente dá uma apertada no cinto e preserva aquilo que é melhor para o futuro das pessoas”, disse. E demonstrou assim que esta é a razão das medidas para o reequilíbrio no Orçamento. “Não é para acabar com tudo, pelo contrário, é para conseguir manter aquilo que é mais importante”.
A presidente ressaltou a importância do programa habitacional que já beneficiou mais de 4 milhões de famílias brasileiras “de Norte a Sul, de Leste a Oeste”. Deste total, já foram entregues mais de 2,5 milhões de unidades habitacionais e outro 1,5 milhão está em construção.
Mais cedo, em entrevista a uma rádio, Dilma Rousseff disse que querer usar a crise econômica que o país atravessa como instrumento para chegar ao poder é “uma versão moderna do golpe”. Segundo Dilma, vários países passaram por crises nos últimos anos e, em nenhum, a “ruptura democrática” foi proposta como solução.
“Em todos esses países que passaram por dificuldades, você não viu nenhum país propondo a ruptura democrática como forma de saída da crise. Esse método que é querer utilizar a crise como um mecanismo para chegar ao poder é uma versão moderna do golpe”, comparou Dilma, em entrevista para a rádio Comercial AM, de Presidente Prudente, antes de viajar para um compromisso na cidade do interior paulista.
Dilma disse que há pessoas “que não se conformam” com o fato de o Brasil ser uma democracia sólida, baseada na legitimidade do voto popular. “Essas pessoas geralmente torcem para o quanto pior, melhor, e aí é em todas as áreas, quanto pior, melhor na economia, quanto pior, melhor na área politica; todas elas esperando uma oportunidade para pescar em águas turvas”, disse.
Fonte: http://www.jb.com.br/pais/noticias/2015/09/16/dilma-nao-ha-hipotese-de-o-governo-nao-continuar-o-minha-casa-minha-vida/?from_rss=None
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Polícia Federal pede para interrogar o ex-presidente Lula
Polícia Federal: Lula é suspeito de ter se beneficiado com esquema do petrolão
A Polícia Federal pediu autorização do Supremo Tribunal Federal para interrogar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo reportagem publicada nesta sexta-feira pelo site da revista Época.
A revista teve acesso a um documento da PF que cita Lula como suspeito de ter conseguido vantagens pessoais, para o governo e para o PT, no esquema desvendado pela operação Lava Jato.
Para a Polícia Federal, as investigações da Lava Jato deixam claro que se trata de “um esquema de poder político alimentado com vultuosos recursos da maior empresa do Brasil”.
A partir destas suspeitas, a PF fez uma lista de pessoas de altos cargos que também deveriam ser ouvidas.
Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/policia-federal-quer-ouvir-lula
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Lula ironiza ciclovias de Haddad e velocidade nas Marginais
Em evento de lançamento do Memorial da Democracia, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva arrancou risos dos convidados ao ironizar o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.
Em meio à presença de prefeitos da região metropolitana, Lula indicou que a ausência de Haddad podia ter relação com a redução da velocidade das Marginais do Tietê e Pinheiros instauradas desde agosto.
“O Haddad tinha se comprometido a vir, mas não compareceu. Vai ver que ele está vindo a 50 km/h, não chegou ainda aqui em São Bernardo do Campo. Ou está vindo de bicicleta”, disse o ex-presidente em referência também às ciclovias, outra das marcas da gestão municipal.
O Memorial da Democracia, lançado ontem pelo Instituto Lula, é um portal na internet que apresenta informações históricas sobre as lutas e as conquistas na área social e de direito do país, concebido por uma equipe de jornalistas, historiadores, artistas e pesquisadores.
Serão incluídos mais módulos adiante para contar toda a história do Brasil, mas os primeiros contém documentos, vídeos e fotos sobre o período da ditadura militar e redemocratização até 2002.
Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/lula-ironiza-ciclovias-de-haddad-e-velocidade-nas-marginais
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Dilma afirma que governo vai garantir a volta do crescimento
Em cerimônia de entrega de unidades do Minha Casa Minha Vida, em Caucaia (CE), a presidente Dilma Rousseff voltou a afirmar, nesta sexta-feira, 28, que o Brasil é um país forte e que vai superar suas dificuldades.
"Tem uma minoria que aposta sempre no 'quanto pior, melhor'. São pessoas que pescam em águas turvas e, quando as águas estão claras, nunca conseguem o que querem. Nós temos a clareza que o Brasil é um país forte, que vai crescer, vai superar suas dificuldades, que são momentâneas", afirmou.
Dilma disse ainda que o Brasil tem muito o que preservar e que não vai permitir retrocessos, nem nos programas sociais nem na democracia. "Todos nós sofremos as consequências de ter um país não democrático, que não respeitava as leis, não deixava as pessoas darem suas opiniões", comentou.
A presidente também falou sobre o cenário econômico, afirmando que o governo pensa em aumentar o emprego e garantir a volta do crescimento.
"Vocês acham que a situação está incerta, que a inflação está alta, vocês temem perder o emprego, mas o meu governo pensa em aumentar o emprego e garantir a volta do crescimento", disse. "Também queremos reduzir a inflação, porque sabemos que a inflação corrói a renda do trabalhador."
Dilma recebeu apoio da plateia, que a saudou com gritos de "Não vai ter golpe". Ela lembrou o projeto de interligação do Rio São Francisco e elogiou a visão do ex-governador Cid Gomes de garantir o abastecimento de água na região metropolitana de Fortaleza. "Nos últimos treze anos o Nordeste brasileiro foi completamente transformado. Ainda falta muito a fazer, mas mostramos que juntos somos capazes", afirmou a presidente.
Além das unidades em Caucaia, foram entregues simultaneamente outras casas em Fortaleza e Maracanaú, ambas no Ceará; e Castanhal, no Pará; Colinas do Tocantins, em Tocantins; e Bom Conselho, em Pernambuco. No total, são 2.701 residências, que devem beneficiar 10 mil pessoas beneficiadas.
Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/dilma-afirma-que-governo-vai-garantir-a-volta-do-crescimento
14 de 68 prefeitos petistas de SP devem deixar sigla
O presidente do Diretório Estadual do PT de São Paulo, Emídio de Souza, revelou nesta quinta-feira, 27, que 14 dos 68 prefeitos que o partido tem no Estado comunicaram que deixarão a legenda.
De acordo com Emídio, os prefeitos alegam "desgaste" da sigla em São Paulo, medo de perder as eleições em 2016 por serem petistas e também por serem "mal atendidos" pelo governo federal no recebimento de recursos para as prefeituras.
Ele reclamou da atuação "intensa" do vice-governador e presidente do Diretório Estadual do PSB, Márcio França, em "cooptar" prefeitos petistas. "O Márcio França, virou especialidade dele hoje fazer essa pescaria em aquário", disse.
Segundo Emídio, a atuação de França hoje se assemelha à que o ex-governador Orestes Quércia fazia quando comandava o PMDB paulista na década de 1980.
Apesar de admitir que é um número relevante de prefeituras que o PT perde, Emídio destaca que elas têm um peso "muito pequeno" em relação ao eleitorado que a agremiação comanda em nível municipal no Estado - que é cerca de 45% dos eleitores.
O presidente do Diretório Estadual do PT de São Paulo disse não ter a lista dos 14 prefeitos que anunciaram a saída do partido, mas citou alguns: Itupeva, Jaú, Taquaritinga, Sales de Oliveira, Roseira, Piquete, Iracemápolis, Santa Branca e Jundiaí.
Emídio afirmou que, além do vice-governador de São Paulo, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, do PSD, também faz a "pescaria".
De acordo com Emídio, os prefeitos alegam "desgaste" da sigla em São Paulo, medo de perder as eleições em 2016 por serem petistas e também por serem "mal atendidos" pelo governo federal no recebimento de recursos para as prefeituras.
Ele reclamou da atuação "intensa" do vice-governador e presidente do Diretório Estadual do PSB, Márcio França, em "cooptar" prefeitos petistas. "O Márcio França, virou especialidade dele hoje fazer essa pescaria em aquário", disse.
Segundo Emídio, a atuação de França hoje se assemelha à que o ex-governador Orestes Quércia fazia quando comandava o PMDB paulista na década de 1980.
Apesar de admitir que é um número relevante de prefeituras que o PT perde, Emídio destaca que elas têm um peso "muito pequeno" em relação ao eleitorado que a agremiação comanda em nível municipal no Estado - que é cerca de 45% dos eleitores.
O presidente do Diretório Estadual do PT de São Paulo disse não ter a lista dos 14 prefeitos que anunciaram a saída do partido, mas citou alguns: Itupeva, Jaú, Taquaritinga, Sales de Oliveira, Roseira, Piquete, Iracemápolis, Santa Branca e Jundiaí.
Emídio afirmou que, além do vice-governador de São Paulo, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, do PSD, também faz a "pescaria".
Se for necessário, serei candidato em 2018, diz Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou na manhã desta sexta-feira (28) que, se for preciso, poderá disputar a Presidência da República em 2018. Esta é a primeira vez que ele falou publicamente sobre a possibilidade de se candidatar.
"Não posso dizer que sou, nem que não sou [candidato]. Sinceramente, espero que tenha outras pessoas para serem candidatas. Agora, uma coisa pode ficar certa. Se a oposição pensa que vai ganhar, que não vai ter disputa e que o PT está acabado, ela pode ficar certa do seguinte: se for necessário, eu vou para a disputa e vou trabalhar para que a oposição não ganhe as eleições", afirmou Lula em entrevista à Rádio Itatiaia, de Belo Horizonte, na cidade de Montes Claros (417 km de Belo Horizonte).
Ontem, o ex-presidente participou de evento na cidade mineira que serviu de estreia para as viagens que ele fará pelo país para tentar melhorar a imagem do PT.

A fala de Lula se deu após questionamento sobre a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Segundo Lula, a oposição tem de "esperar 2018", aludindo à próxima eleição para a Presidência da República. Pesquisa do instituto Datafolha divulgada em junho mostra que, se as eleições fossem hoje, Lula teria 25% das intenções de voto, mas seria derrotado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), que teria 35% das intenções. Se o candidato fosse o governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), Lula venceria: 26% das intenções de voto contra 20% do tucano, que seria superado ainda por Marina Silva (PSB-AC), com 25%.
"A oposição tem que ter paciência neste país. Eu perdi três eleições, voltava para casa. Eu não ficava xingando as pessoas. Eu não ficava falando palavrão. Eu ia para casa me preparar. Como diria o [Leonel] Brizola [1922-2004], se estive vivo, eu ia para casa lamber minhas feridas, ou seja, para me preparar para a outra eleição. Foi assim que eu fiz durante 12 anos. A oposição precisa parar de resmungar, tem de parar de xingar a presidenta, ela tem que torcer para que esse país melhore", afirmou.
O ex-mandatário afirmou ainda que a população do Brasil não "aceita golpe'.
"Ninguém quer mais golpe neste país. Quem quiser ser candidato à Presidência da República que espere 2018, dispute democraticamente e vê se ganha as eleições", afirmou.
Lula ainda alfinetou a oposição ao afirmar que ela nunca "fez nada por esse país" e que governava apenas para "um terço da população".
Ele disse não acreditar na interrupção do mandato de Dilma antes do término dele.
"Não acredito em impeachment da presidente Dilma. Acredito que as dificuldades que nós estamos passando agora serão vencidas na medida que a economia comece a se recuperar e os programas anunciados pela presidenta Dilma comecem a dar resultado', disse Lula.
Lula também defendeu a Petrobras e as investigações que versam sobre corrupção nas esferas públicas do governo. Ele afirmou que as administrações petistas permitiram a criação de instrumentos para a investigação dos casos de corrupção.
"PT cometeu desvios"
O ex-presidente avaliou que o PT "cometeu desvios" porque "passou a fazer política igual aos outros partidos políticos. O PT era para ser diferente de verdade", declarou.
"Teve gente do PT que errou, teve. Eu dizia, quando estava na presidência, que só tem um jeito, neste país, de você não ser molestado por uma investigação, é você ser honesto", afirmou.
Lula ainda declarou que Dilma não era conhecedora dos desvios de dinheiro público na Petrobras.
"Gostaria de ter sabido antes. A Polícia Federal não sabia, o Ministério Público não sabia, a direção da Petrobras não sabia. Só se ficou sabendo depois que houve um grampeamento e pegou o [doleiro] Alberto Youssef, que já tinha muitas passagens pela polícia, falando com outros caras", afirmou.
Palpites
O ex-presidente ainda disse que passará a falar mais com a imprensa para, segundo ele, rebater "palpiteiros" e que fiou mais quieto quando deixou o cargo de presidente da República para não ficar dando "palpites".
"Desde que eu deixei a Presidência, eu tomei uma decisão de não dar mais entrevistas, porque quem tem que governar é a Dilma. Eu não posso ficar dando palpite. Eu, sinceramente, estou até com saudade de um microfone (....). Eu vou voltar a falar, dar palpite nas coisas, porque eu vejo muita gente que já governou esse país, eu vejo muita gente que já foi deputado, eu vejo muita gente que já foi governador e que não fez nada e agora fica dando palpite como se fosse salvador da pátria. Então ele pode ficar certo do seguinte: o Lula vai voltar a uma atividade política mais intensa, vou viajar o Brasil e vou disputar com eles ideias."
Fonte: http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2015/08/28/se-for-necessario-serei-candidato-em-2018-diz-lula.htm
"Não posso dizer que sou, nem que não sou [candidato]. Sinceramente, espero que tenha outras pessoas para serem candidatas. Agora, uma coisa pode ficar certa. Se a oposição pensa que vai ganhar, que não vai ter disputa e que o PT está acabado, ela pode ficar certa do seguinte: se for necessário, eu vou para a disputa e vou trabalhar para que a oposição não ganhe as eleições", afirmou Lula em entrevista à Rádio Itatiaia, de Belo Horizonte, na cidade de Montes Claros (417 km de Belo Horizonte).
Ontem, o ex-presidente participou de evento na cidade mineira que serviu de estreia para as viagens que ele fará pelo país para tentar melhorar a imagem do PT.
A fala de Lula se deu após questionamento sobre a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Segundo Lula, a oposição tem de "esperar 2018", aludindo à próxima eleição para a Presidência da República. Pesquisa do instituto Datafolha divulgada em junho mostra que, se as eleições fossem hoje, Lula teria 25% das intenções de voto, mas seria derrotado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), que teria 35% das intenções. Se o candidato fosse o governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), Lula venceria: 26% das intenções de voto contra 20% do tucano, que seria superado ainda por Marina Silva (PSB-AC), com 25%.
"A oposição tem que ter paciência neste país. Eu perdi três eleições, voltava para casa. Eu não ficava xingando as pessoas. Eu não ficava falando palavrão. Eu ia para casa me preparar. Como diria o [Leonel] Brizola [1922-2004], se estive vivo, eu ia para casa lamber minhas feridas, ou seja, para me preparar para a outra eleição. Foi assim que eu fiz durante 12 anos. A oposição precisa parar de resmungar, tem de parar de xingar a presidenta, ela tem que torcer para que esse país melhore", afirmou.
O ex-mandatário afirmou ainda que a população do Brasil não "aceita golpe'.
"Ninguém quer mais golpe neste país. Quem quiser ser candidato à Presidência da República que espere 2018, dispute democraticamente e vê se ganha as eleições", afirmou.
Lula ainda alfinetou a oposição ao afirmar que ela nunca "fez nada por esse país" e que governava apenas para "um terço da população".
Ele disse não acreditar na interrupção do mandato de Dilma antes do término dele.
"Não acredito em impeachment da presidente Dilma. Acredito que as dificuldades que nós estamos passando agora serão vencidas na medida que a economia comece a se recuperar e os programas anunciados pela presidenta Dilma comecem a dar resultado', disse Lula.
Lula também defendeu a Petrobras e as investigações que versam sobre corrupção nas esferas públicas do governo. Ele afirmou que as administrações petistas permitiram a criação de instrumentos para a investigação dos casos de corrupção.
"PT cometeu desvios"
O ex-presidente avaliou que o PT "cometeu desvios" porque "passou a fazer política igual aos outros partidos políticos. O PT era para ser diferente de verdade", declarou.
"Teve gente do PT que errou, teve. Eu dizia, quando estava na presidência, que só tem um jeito, neste país, de você não ser molestado por uma investigação, é você ser honesto", afirmou.
Lula ainda declarou que Dilma não era conhecedora dos desvios de dinheiro público na Petrobras.
"Gostaria de ter sabido antes. A Polícia Federal não sabia, o Ministério Público não sabia, a direção da Petrobras não sabia. Só se ficou sabendo depois que houve um grampeamento e pegou o [doleiro] Alberto Youssef, que já tinha muitas passagens pela polícia, falando com outros caras", afirmou.
Palpites
O ex-presidente ainda disse que passará a falar mais com a imprensa para, segundo ele, rebater "palpiteiros" e que fiou mais quieto quando deixou o cargo de presidente da República para não ficar dando "palpites".
"Desde que eu deixei a Presidência, eu tomei uma decisão de não dar mais entrevistas, porque quem tem que governar é a Dilma. Eu não posso ficar dando palpite. Eu, sinceramente, estou até com saudade de um microfone (....). Eu vou voltar a falar, dar palpite nas coisas, porque eu vejo muita gente que já governou esse país, eu vejo muita gente que já foi deputado, eu vejo muita gente que já foi governador e que não fez nada e agora fica dando palpite como se fosse salvador da pátria. Então ele pode ficar certo do seguinte: o Lula vai voltar a uma atividade política mais intensa, vou viajar o Brasil e vou disputar com eles ideias."
Fonte: http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2015/08/28/se-for-necessario-serei-candidato-em-2018-diz-lula.htm
Após acidente, prefeitura de São Paulo instalou nova sinalização no minhocão
Após o acidente (19 de Agosto) que resultou na morte de um pedestre idos no elevado Costa e Silva (minhocão), a prefeitura de São Paulo instalou uma nova sinalização e espelhos para evitar futuros acidentes.

(Foto por: Ernesto Rodrigues)
(Foto por: Ernesto Rodrigues)
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
TCU concede mais 15 dias para governo explicar contas de 2014
Prazo anterior concedido pelo Tribunal expiraria nesta quinta-feira (27 de agosto)
O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira conceder mais 15 dias para o governo federal explicar pontos adicionais sobre as contas de 2014, após o ministro relator do processo, Augusto Nardes, ter dito que um eventual agravo interposto pela Advocacia Geral da União (AGU) atrasaria ainda mais o processo.
O prazo começará a correr após notificação feita à Presidência da República. O prazo anterior expiraria nesta quinta-feira.
Falando no início da sessão da corte, Nardes disse que o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, indicou em conversa que poderia entrar com um agravo caso o alongamento do prazo não fosse atendido.
"Com um agravo poderíamos perder mais 15, 20, 30 dias", pontuou o relator, acrescentando que a decisão do tribunal de estender o prazo seria, dentro desse contexto, uma forma de apressar o processo. Chamados a votar, todos os ministros acompanharam o relator.
Também presente na sessão, Adams disse que o pedido de mais 15 dias não era "meramente postergatório".
"Estamos tratando aqui de apresentação de esclarecimentos e de defesa em cima de argumentos e acusações que foram feitos pelo procurador (do Ministério Público junto ao TCU) Júlio Marcelo, que procura explicitamente criar responsabilidade presidencial que extrapola a discussão de contas", disse.
Com o novo prazo, o caso deverá ser votado pelo TCU a partir de meados de setembro, já que quando o governo entregar suas últimas explicações, a área técnica do TCU ainda terá que produzir um relatório a respeito.
A partir deste material o ministro Nardes elaborará seu voto, que só então será levado a plenário para análise dos demais ministros.
Em meados deste mês, o TCU já havia concedido outros 15 dias para o governo explicar dois fatos apontados pelo procurador Júlio Marcelo de Oliveira, envolvendo a edição de decretos presidenciais para abertura de crédito suplementar com o objetivo de custear despesas primárias. A iniciativa foi tomada após o Senado aprovar requerimento pedindo explicações nesse sentido.
Para o procurador, os decretos contrariam a Lei de Responsabilidade Fiscal e são de responsabilidade direta da presidente Dilma Rousseff.
Fonte: http://www.dci.com.br/economia/tcu-concede-mais-15-dias-para-governo-explicar-contas-de-2014-id491646.html
O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira conceder mais 15 dias para o governo federal explicar pontos adicionais sobre as contas de 2014, após o ministro relator do processo, Augusto Nardes, ter dito que um eventual agravo interposto pela Advocacia Geral da União (AGU) atrasaria ainda mais o processo.
O prazo começará a correr após notificação feita à Presidência da República. O prazo anterior expiraria nesta quinta-feira.
Falando no início da sessão da corte, Nardes disse que o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, indicou em conversa que poderia entrar com um agravo caso o alongamento do prazo não fosse atendido.
"Com um agravo poderíamos perder mais 15, 20, 30 dias", pontuou o relator, acrescentando que a decisão do tribunal de estender o prazo seria, dentro desse contexto, uma forma de apressar o processo. Chamados a votar, todos os ministros acompanharam o relator.
Também presente na sessão, Adams disse que o pedido de mais 15 dias não era "meramente postergatório".
"Estamos tratando aqui de apresentação de esclarecimentos e de defesa em cima de argumentos e acusações que foram feitos pelo procurador (do Ministério Público junto ao TCU) Júlio Marcelo, que procura explicitamente criar responsabilidade presidencial que extrapola a discussão de contas", disse.
Com o novo prazo, o caso deverá ser votado pelo TCU a partir de meados de setembro, já que quando o governo entregar suas últimas explicações, a área técnica do TCU ainda terá que produzir um relatório a respeito.
A partir deste material o ministro Nardes elaborará seu voto, que só então será levado a plenário para análise dos demais ministros.
Em meados deste mês, o TCU já havia concedido outros 15 dias para o governo explicar dois fatos apontados pelo procurador Júlio Marcelo de Oliveira, envolvendo a edição de decretos presidenciais para abertura de crédito suplementar com o objetivo de custear despesas primárias. A iniciativa foi tomada após o Senado aprovar requerimento pedindo explicações nesse sentido.
Para o procurador, os decretos contrariam a Lei de Responsabilidade Fiscal e são de responsabilidade direta da presidente Dilma Rousseff.
Fonte: http://www.dci.com.br/economia/tcu-concede-mais-15-dias-para-governo-explicar-contas-de-2014-id491646.html
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