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quarta-feira, 15 de março de 2017

Brazil workers protest against pension reform, disrupt transport


Brazilian civil servants, rural workers and labor confederations staged nationwide demonstrations on Wednesday against President Michel Temer's pension reform plan, with hundreds of protesters occupying the premises of the finance ministry in the capital Brasilia.

Bus and subway services were partially disrupted in São Paulo and Rio de Janeiro, the country's most populous cities. Drivers remained stranded because of small street demonstrations across several major avenues in São Paulo's eastern, southern and northern corners.

In Brasilia, more than 1,500 people from peasant and homeless groups held protests at the finance ministry, the Landless Peasant Movement said in a statement.

Finance Minister Henrique Meirelles said some damage occurred inside the ministry, without providing details.

"Several floors of the building were invaded because of this strike," Meirelles told reporters in Brasilia.

The demonstrations reflect the deep ideological divide among Brazilians as Temer seeks to pass the nation's most ambitious platform of economic reforms in two decades.

Leaders in Temer's 22-party alliance say capping pension benefits would be a key step to pull the country out of its worst recession on record.

Last week, Temer acknowledged that his administration would have to negotiate with Congress to win passage of the pension reform, which would establish a minimum age of retirement and scale back benefits for civil servants.

Still, senior lawmakers have said there is not much room for changes to Temer's original proposal if the country wants to reduce a record budget deficit that is putting the brakes on an economic recovery and hampering investor confidence.

Public transport workers in the cities of Recife, Curitiba and Belo Horizonte were also striking.

Source: Reuters

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

London celebrates as metro begins first ever night services

A London underground roundel is pictured alongside an advert for the launching of the Night Tubes at Oxford Circus underground station in London, Britain, 19 August 2016. The long delayed Night Tubes service launched on 19 August. The 24-hour service will operate on Fridays and Saturdays. EPA/HANNAH MCKAY
Hundreds of Londoners and tourists on Saturday inaugurated the first night services of the London metro on its Central and Victoria lines.

The start of the 24-hour weekend service was scheduled for September 2015 at the hands of then mayor and now Foreign Minister Boris Johnson.

However, failures to agree on wage and working conditions for employees resulted in several strikes of network personnel and the postponement of the plan.

Greater police presence was also detected on the platforms with 100 additional officers deployed this weekend.

An officer told EFE that the force is prepared "to deal with drunk people" but added that so far there had been no such incident.

Even so, alcohol did make an appearance on the morning of the inauguration: "It is fantastic to have had the chance to take one more drink and not have the metro closed," a happy Adam Smith told EFE.

However, not everyone shared his enthusiasm. Many taxi drivers in the city have not welcomed the recent development, as a 24-hour metro service will affect their business.

London Underground - manager of the city's metro network - estimates that 200,000 users will use the night metro every weekend, once all five routes are running.

For London's new Labour Mayor Sadiq Khan, who launched the night service, the city's transport is an element of great personal importance as his father was the driver the number 44 bus, which is still in operation and links Tooting - the neighborhood where the Mayor was raised - with Victoria station.

Source: EFE

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Sem acordo, greve do metrô no DF continua

Brasília Funcionários da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) entraram em greve a partir da 0h desta terça-feira (José Cruz/Agência Brasil)
Representantes da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) e do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal (SindMetrô-DF) não fecharam acordo em audiência de conciliação realizada nessa quinta-feira (16), na sede do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT10).

Os empregados do metrô estão em greve desde terça-feira (14) e reivindicam melhores condições de trabalho e de segurança do sistema. Eles pedem ainda a reposição salarial da inflação do ano (pouco mais de 9%) na data-base.

Com relação às condições de trabalho, o SindMetrô-DF solicita que sejam cumpridas as normas regulamentadoras de trabalho, funcionamento e horário especial do metrô até a contratação de novos concursados. No que diz respeito à terceirização das bilheterias, os metroviários reivindicam que a companhia se abstenha de firmar convênio com o DFTrans.

O diretor do SindMetrô-DF, Ronaldo Amorim, informou que não foi apresentada proposta pelo governo do Distrito Federal (GDF) durante a audiência. “Não houve proposta, o GDF, ao final da audiência informou que não tinha interesse em fazer conciliação. Estamos aguardando a posição do governo para definir até quando vai a grave, mas a nossa intenção é voltar o quanto antes”, disse.

Em nota, o Metrô-DF informou que mantém diálogo constante com o SindMetrô e apresentou aos dirigentes sindicais contrapropostas durante as negociações da data-base intermediária 2016, que incluem itens sociais e econômicos já reivindicados pelos empregados. As negociações entre a empresa e o SindMetrô ainda não avançaram. Sem acordo, o Judiciário decidirá sobre a legalidade da greve.

Desde o início da greve, o presidente do TRT10, desembargador Pedro Luís Vicentin Foltran, determinou liminarmente que os metroviários mantivessem 24 estações e 24 trens em operação, nos horários de pico (das 6h às 9h e das 17h às 20h30), enquanto durar a paralisação, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

Amorim lembrou que uma ação já foi instaurada para derrubar a liminar. “Estamos tentando recorrer da liminar para que rodem oito trens durante todo o dia, mas o Metrô-DF acha que é mais seguro que rodem mais trens somente no horário de pico. Se a quantidade fosse menor e a circulação ocorresse durante todo o dia, as pessoas que usam o metrô fora do horário de pico poderiam se programar para a utilização”, afirmou.

Prazos

A partir de hoje (17), o sindicato terá 48 horas para apresentação de defesa e, em seguida, o Metrô-DF terá mais 48 horas para se manifestar nos autos do dissídio coletivo. Passados esses prazos, termina a fase de instrução processual e os autos são encaminhados ao Ministério Público do Trabalho. Na sequência, será designado um desembargador para ser o relator do processo, que será julgado pela 1ª Seção Especializada, em data a ser definida.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Suplicy cai no metrô e esclarece: "Não sou namorador"

O senador Eduardo Suplicy
O ex-senador e pré-candidato a vereador, Eduardo Suplicy, sofreu um pequeno incidente na noite da última quarta-feira (4), enquanto utilizava o transporte público da capital paulista para voltar para a casa.

Suplicy foi abordado por uma fã e acabou se desequilibrando e caindo dentro do vagão da linha 4-Amarela do Metrô.

A abordagem fervorosa da moça e a reação do Suplicy foi registrada por um dos usuários e postada no Twitter. Desde então, o vídeo com a legenda "Suplicy namoradeiro no metrô" está viralizando.

Em entrevista ao site da Veja São Paulo, Suplicy explicou que utilizava o metrô para voltar para a casa após o lançamento de um livro na Fiesp, na Paulista, e acabou sendo abordado por muitas pessoas. "Tirei mais de quinze fotos. Essa moça foi uma delas", disse.

O político também negou a mais nova fama de "pegador" e disse que não beijou a moça. "Ela exagerou no abraço, mas não teve beijo na boca. Só no rosto."

"Não sou namorador. As pessoas me conhecem. Todo mundo quer me abraçar. A moça do Metrô disse que tinha muita admiração por mim e que queria me conhecer melhor. Falei que estou há muitos anos namorando a Mônica (Dallari), de quem eu gosto muito, e perguntei se ela conhece meu trabalho. Disse que não. Peguei o nome e o endereço e mandei entregar meu livro Renda Básica de Cidadania."

Confira o vídeo: https://twitter.com/vrmagalhaaes/status/728043598554468352

Fonte: HuffPost Brasil

segunda-feira, 14 de março de 2016

Hyperloop poderá ser mais barato e veloz do que metrô

Trem bala da Hyperloop Transportation Technologies
Você se lembra do hyperloop, um sistema que transporta pessoas dentro de cápsulas em velocidade acima de 1000 km/h por longas distâncias? Várias empresas, incluindo a SpaceX de Elon Musk, querem colocar o projeto em prática. Uma delas, a startup Hyperloop Transportation Technologies, parece estar alguns passos à frente de lançar a tecnologia.

Em uma palestra no festival South by Southwest (SXSW), Dirk Ahlborn, CEO da Hyperloop Transportation Technologies, disse que o hyperloop irá funcionar em pequenas distâncias e as viagens serão mais baratas do que as de metrô.

“De Los Angeles até São Francisco irá custar 30 dólares a passagem, então nós conseguiremos recuperar os custos iniciais depois de oito anos. Dentro da cidade, nós somos mais baratos do que o metro”, relata o site Business Insider.

Ahlborn também informou que uma viagem entre as duas cidades norte-americanas poderá levar apenas 36 minutos com o hyperloop. Geralmente, um passeio de Los Angeles a São Francisco leva cinco horas de ônibus.

Recentemente, a empresa fechou um acordo com o governo da Eslováquia para conectar a capital Bratislava a outros centros europeus com a nova tecnologia. A Hyperloop Technologies também irá fazer um teste com o hyperloop em uma pista de oito quilômetros em Quay Valley, na Califórnia. A companhia espera abrir a estação para o público em 2018.

Fonte: Exame

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Governador de NY barra anúncios controversos da Amazon

Anúncio com conteúdo supostamente nazista teria sido colocado no metrô:
Os anúncios para um novo programa da Amazon.com mostrando imagens de inspiração nazista foram retirados de uma movimentada linha de metrô de Nova York, após intervenção do governador Andrew Cuomo, disse um porta-voz do setor de trânsito na terça-feira.

As propagandas para "The Man in the High Castle" envolviam completamente os assentos, paredes e tetos de um trem da linha que liga as estações da Times Square e do Grand Central Terminal, em Manhattan.

Adam Lisberg, porta-voz da Autoridade de Transporte Metropolitano (MTA, na sigla em inglês), disse que o trem foi retirado de serviço depois da hora do rush para que os anúncios pudessem ser removidos.

Um representante da Amazon informou no início da noite que a empresa não tinha pedido a remoção dos anúncios, contradizendo uma autoridade do setor de trânsito que havia dito que a própria empresa tinha solicitado a retirada.

Lisberg não quis comentar sobre as conversas internas entre a MTA e seus anunciantes, mas disse que Cuomo tinha telefonado para o chefe da MTA na terça-feira e pedido que garantisse a remoção dos anúncios.

Mais cedo na terça-feira, o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, havia pedido à Amazon que retirasse os anúncios, dizendo que eram "irresponsáveis e ofensivos aos sobreviventes da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, suas famílias, e inúmeros outros nova-iorquinos".

O programa, baseado em um romance de Philip K. Dick, retrata uma realidade alternativa em que a Alemanha nazista e o Japão dividem o controle dos Estados Unidos, depois de vencerem a Segunda Guerra Mundial.

Os anúncios incluem uma versão da bandeira norte-americana com uma cruz de ferro e a águia alemã em lugar das estrelas, bem como uma bandeira japonesa imperial estilizado.

Em um comunicado, a Amazon não abordou diretamente a controvérsia, dizendo que a série é parte de sua linha de "programação de alta qualidade, provocante, de estímulo a discussões”.

Os anúncios nas linhas de metrô estavam programados para exibição até 6 de dezembro. Os pôsteres em 260 estações não foram removidos.

Fonte: Exame/Abril

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Alckmin decide manter sigilo só sobre documentos protegidos

O governador Geraldo Alckmin esteve em Santos para assinar o contrato de PPP (Parceria Público Privada) com o Consórcio BR Mobilidade Baixada Santista
Geraldo Alckmin afirmou que deu ordem para que fosse revogado o sigilo imposto a diversos documentos das estatais de transporte público

O secretário de Transportes Metropolitanos do governo Geraldo Alckmin (PSDB), Clodoaldo Pelissioni, assinou nesta quinta-feira, 8, a Resolução 52/STM, que resguarda apenas documentos protegidos por lei ou ordem judicial.

A Resolução 52 também prevê uma revisão de todos os pedidos de informações relativas à Pasta que foram indeferidos desde que entrou em vigor, em 3 de julho de 2014, a Resolução 36 - agora revogada pela norma 52.

Segundo nota divulgada pela assessoria de Pelissioni, a medida ‘visa a total transparência das informações’. A Resolução 36 previa sigilo por até 25 anos sobre documentos do Metrô, CPTM e EMTU.

A medida atende determinação do governador. Na quarta-feira, 7, Alckmin afirmou que deu ordem para que fosse revogado o sigilo imposto a centenas de documentos das estatais de transporte de massa classificados em 2014 como 'ultrassecretos'.

A Resolução 52/STM foi tomada 24 horas depois que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) cobrou esclarecimentos do governo, acolhendo pedido do Ministério Público de Contas.

Em despacho desta quarta-feira, 7, o conselheiro Roque Citadini, do TCE de São Paulo, deu prazo de cinco dias para que a Pasta de Transportes Metropolitanos envie as informações e os motivos do ultrasigilo.

A ordem que mergulhava os documentos da secretaria de Alckmin em um segredo tão longevo e amplo foi revelada na terça-feira, 6, pelo jornal Folha de S. Paulo.

O sigilo alcançaria contratos e execução de obras do sistema viário, envolvendo as estatais de transporte de massa. No mesmo dia, Alckmin informou que iria reavaliar a medida.

Ao cobrarem informações sobre os segredos do Metrô, da CPTM e da EMTU, os procuradores de Contas que atuam no âmbito do TCE, alertaram. "Transparência é regra.’

A Resolução 52 da Secretaria de Transportes Metropolitanos será publicada no Diário Oficial do Estado nesta sexta-feira, 9.

Fonte: Exame

Metrô de Londres testa tecnologia que "recicla" energia

Metrô de Londres
Com mais de 400 quilômetros de extensão e cerca de 3 milhões de usuários por dia, o metrô de Londres é um sistema faminto por energia.

Procurando reduzir a demanda por eletricidade e tornar o processo mais sustentável, o Transport for London (TFL), que administra o metrô londrino, está testando uma nova tecnologia que promete cortar 5% da conta de energia e garantir economia de 6 milhões de libras esterlinas por ano (algo próximo de 35 milhões de reais).

A nova tecnologia reaproveita a energia liberada durante as frenagens dos trens e a envia de volta ao sistema em forma de eletricidade.

Os testes iniciais ocorreram na subestação de Cloudesley Road, na linha Victoria, e apresentaram bons resultados. Em apenas uma semana, segundo o TFL, a tecnologia recuperou energia suficiente para abastecer a estação de Holborn, uma das principais de Londres, durante dois dias por semana.

Ainda segundo a administradora do metrô londrino, a tecnologia poderia recuperar 1 megawatt-hora (MWh) de energia por dia, o suficiente para eletrificar 104 casas por ano.

Além de poupar no consumo, a 'reciclagem' de energia tem a vantagem de diminuir a quantidade de calor gerada pelos trens no anda-e-para dentro dos túneis, o que também ajudaria a reduzir a energia necessária para refrigerar as estações.

Os testes, que vão continuar por mais algumas semanas, são parte de um amplo programa de modernização do metrô londrino, que inclui, ainda, a reparação da infraestrutura existente e instalação de novas linhas.

Fonte: Exane/Abril

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Gestão Alckmin não vai priorizar monotrilho nos extremos da cidade

Obra na linha Ouro do monotrilho (Foto: TV Globo/Reprodução)
A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu congelar a construção de 17 das 36 estações de monotrilho previstas para as linhas 17-Ouro, que está sendo construída na Zona Sul de São Paulo, e da Linha 15-Prata, na Zona Leste.

Segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, “a prioridade é concluir os trechos que já possuem obras avançadas antes de abrir novas frentes de trabalho”. Diz ainda que, nas áreas que não serão atendidas agora, estão sendo equacionadas questões como ampliações viárias, reassentamentos e desapropriações.
Questionada, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos não informou quantos dos 44,3 km anunciados ficam comprometidos com essa decisão.

Na Linha 17-Ouro, anunciada como serviço que atenderia o bairro de Paraisópolis, mas que não vai mais cruzar o Rio Pinheiros, são pelo menos 9,9 km congelados, segundo informações disponíveis no site do Metrô. A obra terá agora 7,7 km dos cerca de 17,7 km prometidos e ficará restrita ao trecho entre o Aeroporto de Congonhas e a Marginal Pinheiros.

A linha também vai perder o trecho que ligaria o aeroporto até a Estação Jabaquara, onde faria conexão com a Linha 1-Azul do Metrô.

A linha foi anunciada quando ainda se discutia o uso do Estádio do Morumbi para a Copa do Mundo de 2014. Ela chegou a ser prometida para 2013, mas só deve ficar pronta em 2017 e com extensão menor que a prevista.

Ficam de fora até segunda ordem as estações Panamby, Paraisópolis, Américo Mourano, Estádio do Morumbi, São Paulo-Morumbi, Jabaquara, Hospital Sabóia, Cidade Leonor, Vila Babilônia e Vila Paulista.

Zona Leste

Já a Linha 15-Prata seria a substituição do antigo Expresso Tiradentes. O chamado “Fura Fila”, projetado nos anos 90 para ir até o extremo leste, foi redesenhado depois para ser um serviço de ônibus elevado ligando o Centro à Vila Prudente. De lá, seguiria em sistema de monotrilho até Cidade Tiradentes.

Em 2013, o G1 mostrou que já havia um impasse na obra em razão de o trajeto prever a construção dos pilares do monotrilho na Avenida Ragueb Chohfi, via comercial e estreita e que é um dos principais acessos à região de Cidade Tiradentes. O impasse se dava em relação às inúmeras desapropriações previstas para a área.

Agora, a Secretaria de Transportes Metropolitanos decidiu congelar sete estações da linha 15:  Jequiriçá, Jacu-Pêssego, Érico Semer, Marcio Beck, Cidade Tiradentes e Hospital Cidade Tiradentes. Além dessas, a conexão com a Estação Ipiranga, da Linha 10-Turquesa, de 2,2 km, na outra ponta da linha.

A quilometragem total que não será priorizada neste momento não foi informada pela secretaria. A previsão inicial era que o monotrilho tivesse, no total, 26,6 km.
Secretaria

"A Secretaria dos Transportes Metropolitanos informa que, sobre os projetos dos monotrilhos das linhas 15- Prata e 17-Ouro, a prioridade é concluir os trechos que já possuem obras avançadas antes de abrir novas frentes de trabalho. Os trechos prioritários são a ligação do Aeroporto de Congonhas até o Morumbi (integração com a Linha 9 da CPTM) na Linha 17 e Vila Prudente a Iguatemi na Linha 15.

Nos demais trechos, estão sendo equacionadas as questões referentes às ampliações viárias com a Prefeitura de São Paulo, levantamento de reassentamentos e desapropriações necessárias para o prosseguimento das obras, licenciamentos ambientais e novas fontes de financiamento."

Linha Bronze 

Há exatamente um ano o governo do estado assinou o contrato para construir a Linha Bronze do monotrilho, que vai ligar o ABC à Zona Leste da Capital. Mas, até agora, não tem nem sinal de obra. O governo diz que ainda espera pelo dinheiro do governo federal para iniciar a construção.

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/08/gestao-alckmin-nao-vai-priorizar-monotrilho-nos-extremos-da-cidade.html