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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Muhammad Ali auction items seen fetching heavyweight prices


Muhammad Ali's 1974 WBC heavyweight championship boxing belt and a handwritten letter about his conversion to Islam are among items that will hit the auction block in September, in the biggest such sale since Ali's death in June.

Heritage Auctions said on Friday that the auction will include the trunks Ali wore for his "Rumble in the Jungle" victory over George Foreman in Zaire in 1974. The gloves worn by Sonny Liston when he lost his title to Ali in 1964 are also among 79 lots in the Sept. 10 auction.

Ali's 1964 letter to Life magazine, in which he talks about his conversion to Islam and changing his Cassius Clay birth name, is expected to fetch upwards of $100,000, the Dallas-based auction house said.

The one-time Christian Baptist became the most famous convert to Islam in American history when he announced he had joined the Black Muslim movement under the guidance of Malcolm X.

Kathleen Guzman, managing director of Heritage Auctions, said the Feb. 18, 1964 letter followed an interview the boxer had done the same day with Life magazine announcing he was changing his name.

"The editors, especially Jack McDermott, were worried that he would disavow saying that when the actual Life magazine article came out. So he ripped off a piece of paper and had him (Ali) sign an affidavit that said clearly he was changing his name," Guzman said.

Heritage said the World Boxing Council belt is the first of those won by the three-time world heavyweight champion to come to auction, and is expected to sell for some $600,000.

Ali's death on June 4 at age 74, after a long battle with Parkinson's disease, prompted an outpouring of grief and tributes worldwide, culminating in an elaborate public funeral in his Louisville, Kentucky hometown.

"With the recent passing of Muhammad Ali, we have received telephone calls from collectors all over the world seeking important pieces from his life and career,” said Chris Ivy, director of Heritage Sports Collectibles.

Heritage Auctions said most of the items came from collectors, with nothing coming from Ali's family, who have a number of significant artifacts in their keeping.

Ali's "Rumble in the Jungle" trunks are expected to sell for $150,000, and Sonny Liston's gloves have an estimated sale price of $100,000, Heritage said.

Earlier this month, Ali’s fight-worn boxing gloves from his famed 1971 encounter with Joe Frazier sold for $606,000 at a different auction house.

Source: Reuters

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Thousands honor Muhammad Ali at Muslim prayer service in Louisville

Sahid, a resident of Atlanta and admirer of the late Muhammad Ali, shows off his T-shirt honoring the fighter at a remembrance service Thursday in the boxer's hometown of Louisville, Kentucky. EFE
A Muslim prayer service drawing thousands of people was held here Thursday for boxing legend Muhammad Ali, who died a week ago at age 74.

Ali, who changed his name from Cassius Clay after converting to Islam in 1964, "made being a Muslim dignified," Sherman Jackson, an Islamic scholar from the University of Southern California, said during the service at the Kentucky Exposition Center.

Source: EFE

Funeral de Muhammad Ali reúne milhares de pessoas nos Estados Unidos


Uma multidão se reuniu nesta quinta-feira (9) para dar o último adeus a Muhammad Ali, lenda do boxe mundial, que morreu no fim de semana passado, aos 74 anos de idade. A cerimônia fúnebre de hoje é a primeira das programadas para ocorrer até o enterro do ex-pugilista em sua cidade natal, Louisville.

Além de membros de sua família, cerca de 14 mil pessoas assistiram à cerimônia, em Louisville. O funeral seguiu as tradições muçulmanas e ocorreu no Freedom Hall, arena onde Ali lutou pela última vez em 1961. Com duração de 30 minutos, o rito foi celebrado pelo imã Zaid Shakir e contou com a presença de ativistas de direitos civis, como Jesse Jackson, e um dos maiores empresários dos Estados Unidos, Don King.

No entanto, a cerimônia fúnebre mais suntuosa para Muhammad Ali ocorrerrá amanhã (10), no KFC Yum Center, de Louisville, com vários líderes políticos, como o rei da Jordânia, Abdullah II, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e o ex-presidente norte-americano Bill Clinton. O atual presidente dos EUA, Barack Obama, não comparecerá ao ato, que coincide com a formatura da sua filha Malia.

Fonte: Agência Brasil

sábado, 4 de junho de 2016

Muhammad Ali, um dos maiores atletas do século 20, morre aos 74 anos

Muhammad Ali
O lendário boxeador Muhammad Ali - um dos maiores esportistas do século 20 - morreu ontem (3) aos 74 anos. A informação sobre a sua morte só foi conhecida na madrugada de hoje (4). Ele estava internado em um hospital de Phoenix, capital do estado norte-americano do Arizona, desde o início desta semana, para tratar de problemas respiratórios.

Até o dia do enterro, previsto para quarta-feira, haverá homenagens ao boxeador em várias cidades dos Estados Unidos. Hoje haverá homenagem em Louisville, Kentucky, sua cidade natal.

Muhammad Ali, que há 30 anos foi diagnosticado com a doença de Parkinson, era conhecido como pelo título "O Maior" (The Greatest), por ter obtido três vezes - em 1964, 1974 e 1978 - o título de campeão mundial de pesos pesados em uma carreira de 21 anos. Ele ganhou o primeiro título mundial aos 22 anos, em 1964, em uma luta contra Sonny Liston, até então considerado um lutador praticamente invencível.

O boxeador se destacou também por lutar abertamente - com sua língua afiada - contra o racismo nos Estados Unidos, em uma época em que os atletas negros costumavam agradar a elite esportiva branca para buscar riqueza e se transformar em celebridades.

Muhammad Ali também desafiou a legitimidade da guerra do Vietnã, ao se recusar, em 1967, a se alistar no exército norte-americano em uma época em que poucos cidadãos ousavam protestar contra o serviço militar, um ato considerado de desobediência civil. Tal atitude custou caro a Muhammad Ali que foi suspenso do boxe por mais de três anos.

Em outra atitude de desafio à tradição cultural e religiosa dos Estados Unidos, o boxeador - que foi registrado com o nome de Cassius Clary em sua certidão de nascimento - mudou o nome para Muhammad Ali depois que anunciou, em 1975, a adesão ao islamismo, em um período em que parte da imprensa e agentes do FBI (a polícia federal norte-americana) consideravam a religião muçulmana como um culto destinado a destruir os Estados Unidos.

Antes de entrar no mundo das competições esportivas, o jovem Cassius Clay era um estudante pobre. Segundo sua esposa Lonnie Ali, ele lutava para conseguir ler, provavelmente porque tinha dislexia. Ele descobriu seu talento para o boxe por acaso: aos 12 anos, foi a uma delegacia de polícia para dar queixa de que sua bicicleta tinha sido roubada. Um policial convidou Cassius para se juntar a um grupo de jovens pugilistas, que treinavam em um ginásio no centro de Louisville.

Muhammad Ali foi considerado o maior esportista do século 20 pela revista Sports Illustrated e personalidade desportiva do século passado pela BBC. Ele escreveu alguns livros sobre sua carreira, entre eles, "The Greatest: minha própria história".

Fonte: Agência Brasil