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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Três ajustes para economizar bateria no Android e no iPhone

Bateria do iPhone
A bateria dos smartphones atuais tem duração máxima de 14 horas, de acordo com testes de uso intenso realizados no INFOlab. Mas a maioria dos aparelhos não pode passar mais de 10 horas longe de uma fonte de energia.

Alguns ajustes simples ajudam a economizar a bateria do seu smartphone para que você não fique na mão na hora que precisar dele.

Confira a seguir três mudanças que você pode fazer no seu dispositivo com sistema Android e outras três para quem usa iPhones.

Android

Apps que gastam sem necessidade – No Android, assim como no iOS, muitos aplicativos pedem permissão para que tenham acesso à internet quando quiser. A questão é que, com isso, muitos apps acabam sincronizando dados na web, o que, ao mesmo, gasta o pacote de internet móvel do usuário e consome bateria do celular.

Uma das maneiras mais simples de resolver esse problema é instalando um app chamado Opera Max. Gratuito, ele além de comprimir todo o seu tráfego de dados – com criptografia –, também oferece uma aba que chamada "Gerenciar aplicativos" que permite selecionar, em uma interface intuitiva, o que vai ou não poder acessar a internet utilizando dados móveis.

Brilho automático de tela – Desligar o brilho automático da tela do seu smartphone Android também pode ajudar a poupar bateria. Regular o brilho da tela conforme necessário por conta própria não é difícil (fica ali na barra superior do sistema). Quanto menos iluminação você usar, melhor será para a bateria. A tela é um dos componentes que mais consome energia – ainda que o display seja Amoled. Por isso, aliás, reduzir o tempo que o visor fica ligado até o bloqueio automático para 30 segundos ou um minuto também ajuda.

Desligue o GPS – Se você precisa de bateria e não tem o hábito de usar com frequência Waze, Snapchat ou serviços de previsão do tempo com geolocalização, desligue o GPS do seu smartphone. Há um atalho para isso também na barra superior do sistema. Essa recomendação, a propósito, também é útil nos iPhones.

iPhone

Atualizações em segundo plano – Desligar as atualizações de aplicativos em segundo plano no iOS é uma das coisas que mais poupa a bateria de um iPhone. O processo é simples, apesar do tempo de execução variar de acordo com a quantidade de apps instalados no seu gadget você tiver. Vá ao menu ajustes, selecione a opção Geral e entre no sub-item chamado Atualização em segundo plano. Lá, desligue tudo que considerar desnecessário que tenha sincronização de dados constante com a web.

Modo de economia – Se você tem um iPhone com sistema iOS 9, você pode utilizar o modo pouca energia para fazer a bateria do aparelho durar mais. Segundo a Apple, isso aumenta a duração da carga em até três horas. Toda vez que a bateria atinge 20%, o sistema sugere ao usuário ativar esse recurso de economia, mas ele é desligado automaticamente quando a carga ultrapassa os 80%. Sempre que o percentual de bateria estiver abaixo desse valor, você pode ativar o modo pouca energia indo ao sub-item chamado Bateria no menu ajustes do iOS 9.

AirDrop – O AirDrop é um recurso que permite transferir fotos e outros arquivos para outros iPhones, desde que eles estejam por perto. No entanto, essa função, se ativa, pode gastar bateria sem necessidade. Para desligá-la, vá à central de controle, que aparece quando deslizamos o dedo de baixo para cima na tela em qualquer ponto do sistema. Ligue o recurso somente quando for utilizá-lo.

Fonte: Exame

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Com os tablets em queda, Apple lança iPad para o mercado profissional

O iPad Pro é o modelo da marca com o maior ecrã até à data. Apresentação contou com a participação da Microsoft.

Um iPad maior para um mercado que está a encolher. A Apple apresentou um novo modelo do seu tablet, cujas vendas têm vindo a cair drasticamente. O aparelho foi concebido para apelar ao mercado profissional e a Apple criou um teclado físico e uma caneta para ser usada no ecrã sensível ao toque.

O novo iPad Pro tem um ecrã de 12,9 polegadas (é o maior iPad até à data), com uma resolução superior à dos computadores da marca. O teclado funciona também como um suporte, que permite ao aparelho ser usado como se fosse um computador – o acessório é semelhante ao que a Microsoft inclui nos seus tablets Surface Pro, também destinados a profissionais. A caneta – a que a empresa chama Apple Pencil – foi concebida especificamente para este aparelho. Foi também anunciada uma nova linha de iPad mini.

As novidades surgem numa altura em que venda de tablets tem vindo a cair. Segundo a analista IDC, o mercado encolheu 7% no trimestre passado, face ao mesmo período de 2014. Dados da própria Apple indicam que esta vendeu 10.931 iPads neste período, uma queda anual de 18% e menos 13% do que no trimestre anterior.

Uma surpresa na apresentação do novo modelo foi a presença de um vice-presidente da Microsoft, que demonstrou o Microsoft Office no iPad Pro – a estratégia da Microsoft nos últimos meses tem sido a de promover o uso dos seus serviços e aplicações em todas as plataformas, incluindo os sistemas operativos rivais.

A entrada em cena da Microsoft numa conferência da Apple não é inédita. Chegou a acontecer com Steve Jobs e Bill Gates, em 1997, quando Jobs procurava recuperar a empresa de uma quase bancarrota e anunciou um acordo com a Microsoft, que garantia que o Office teria uma versão para os computadores Mac.

No mesmo dia da apresentação do iPad Pro, a Microsoft comunicou que a Dell, a terceira maior fabricante de computadores, vai vender o Surface Pro 3, um tablet da Microsoft destinado ao mercado profissional, e que pretende alargar este género de parceria com outros fabricantes.

Os preços do iPad Pro começam nos 799 dólares para um modelo com 32GB de capacidade de armazenamento, sobem para 949 dólares no modelo de 128GB e chegam aos 1079 dólares para um modelo com 128GB e possibilidade de ligação móvel à Internet. O teclado e a caneta são vendidos em separado. Chegam ao mercado em Novembro.

A Apple apresentou também novos modelos de relógios, em novas cores e materiais. Alguns foram criados em parceria com a Hermès, uma multinacional francesa de acessórios de luxo.

Fonte: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/com-os-tablets-em-queda-apple-lanca-ipad-para-o-mercado-profissional-1707342?frm=ult