Mostrando postagens com marcador Hong Kong. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hong Kong. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

World's oldest Panda in captivity dies in Hong Kong


The oldest giant panda living in captivity, 38-year-old Jia Jia, was euthanized in Hong Kong after rapidly deteriorating health over the past two weeks, her owners Ocean Park said on Sunday.

Jia Jia, whose name means "good", had been gifted to Hong Kong in 1999 along with another panda, to mark the second anniversary of the city's handover from former colonial ruler Britain.

In recent weeks Jia Jia's food consumption had sharply declined from over 10kg (22 pounds) to less than three kg (six pounds) per day and her average weight dropped from 71kg (156 pounds) to around 67kg (147 pounds).

"Over the past few days, she has been spending less time awake and showing no interest in food or fluids. Her condition became worse this morning. Jia Jia was not able to walk about without difficulties and spent the day laying down," Ocean Park said in a statement posted on its website.

"Her state became so debilitated that based on ethical reasons and in order to prevent suffering, veterinarians ... agreed to a humane euthanasia for Jia Jia."

Pandas are endangered because most of their natural habitat has been destroyed for timber, farming and construction, according to the World Wildlife Fund.

A Chinese government survey in 2014 estimated 1,864 pandas live in the wild, up 17 percent from 2003. They also have an exceptionally short breeding season, with females fertile for just 24 to 36 hours a year, says a nonprofit body, Pandas International.

Source: Reuters

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Protestos voltam a Hong Kong com menos força


Um ano depois, os protestos contra o processo eleitoral local voltaram às ruas do centro de Hong Kong. Mas a multidão não impressionou

Os manifestantes voltaram esta segunda-feira ao centro de Hong Kong para comemorar o primeiro aniversário dos protestos pró-democracia. Há um ano, as tendas e os simbólicos guarda-chuva amarelos instalavam-se na “Lennon Wall”, perto das instalações do Governo, e faziam notícia em todo o mundo. Mas este ano a mobilização parece ter desiludido, uma vez que apenas cerca de 100 manifestantes voltaram à “Lennon Wall”.

Ao início da tarde desta segunda-feira, as reações não eram animadoras para os protestantes: as autoridades recusaram concessões ou reformas políticas e os líderes da revolta acabaram por rejeitar a hipótese de voltar às ruas. Munidos de tendas para se instalarem na maior artéria do distrito financeiro e de uma faixa em que se lia a frase “I Want Universal Suffrage” (Eu quero sufrágio universal), os protestantes justificaram o encontro com a necessidade de trazer novas ideias ao movimento.

Os protestos de 2014 celebrizaram-se após a polícia ter atingido a multidão que protestava com gás lacrimogéneo, o que não impediu os movimentos estudantis de continuar a protestar durante semanas. O movimento acabou por ficar batizado como Revolução dos Guarda-chuvas, por estes objetos terem sido utilizados como abrigo para sol, chuva ou os gases lançados pelas autoridades. Esta segunda-feira pelas 17:58 locais (9:58 em Portugal) foi feito um minuto de silêncio em homenagem aos protestantes que há um ano foram agredidos pela polícia.

O movimento começou há um ano, com pedidos de democratização do processo que elege os candidatos ao Governo da região de Hong Kong. O processo determinado por Pequim estabelece que um comité de nomeação aprove até três candidatos ao governo local antes de a votação ser levada à população. Para mais, o eleito tem ainda de ser formalmente nomeado pelo governo central. Os manifestantes pedem um processo de eleição mais direto e transparente.

Fonte: http://expresso.sapo.pt/internacional/2015-09-28-Protestos-voltam-a-Hong-Kong-com-menos-forca