A Polícia Federal cumpre hoje (24) mandados judiciais em uma investigação sobre desvios de recursos públicos cedidos a confederações esportivas. A Operação Nemeus cumpre um mandado de prisão preventiva, quatro de condução coercitiva e oito de busca e apreensão, nas confederações brasileiras de Tiro Esportivo e Taekwondo.
Além disso, há uma notificação judicial de afastamento do presidente da Confederação de Taekwondo. Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Manaus e Caxias do Sul.
Segundo a Polícia Federal, pessoas dentro das confederações vêm desviando recursos cedidos pelo Ministério do Esporte, por meio de convênios. Os policiais investigam fraudes em licitações com o uso de documentos falsos, a fim de realizar contratações e aquisições por preços muito acima do mercado.
A operação conta com o apoio do Ministério Público Federal e da Controladoria Geral da União.
Fonte: Agência Brasil
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quarta-feira, 24 de agosto de 2016
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Polícia Federal começa a entregar passaportes em São Paulo
A Polícia Federal (PF) começou hoje (6) a entregar, em São Paulo, os passaportes atrasados devido à falta de capas e a uma falha na máquina de perfuração da numeração utilizada pela Casa da Moeda, responsável pela confecção do documento. Na sede da Polícia Federal, na zona oeste, foi montado um esquema especial e a entrega começou às 8h. A estimativa é a de que o fluxo seja cinco vezes maior do que o normal e que entre hoje e o dia 12 sejam entregues de 10 a 12 mil passaportes.
A orientação é a de que só se desloquem até a PF as pessoas que receberem em seus e-mails uma confirmação de que o documento está pronto ou que acessem o site da Polícia Federal para obter essa confirmação. A entrega dos passaportes será feita até às 17h30. Segundo a PF, não será preciso passar pela fila de identificação na entrada do edifício, pois haverá uma entrada exclusiva para retirada de passaportes.
A validade desta edição especial do passaporte, que não possui a perfuração da numeração, é de 10 anos. Segundo a PF, a perfuração é uma medida de segurança, mas não a única. Por isso, não haverá problemas.
Fonte: Agência Brasil
PF detém no Rio ex-presidente da Eletronuclear que já cumpria prisão domiciliar
A Polícia Federal acaba de prender o ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva, num condomínio na Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade, onde já cumpria prisão domiciliar. Ele está sendo levado para a sede da PF, na Praça Mauá, no Centro da cidade, de onde seguirá para o Complexo Penitenciário de Bangu, na zona Oeste da cidade.
A prisão do ex-presidente da Eletronuclear ocorre no âmbito da Operação Pripyat, deflagrada no início da manhã de hoje (7). O nome da operação é uma referência à cidade ucraniana onde ocorreu o acidente nuclear de Chernobyl. A ação é executada em conjunto com o Ministério Público Federal e tem como objetivo desarticular organização criminosa que atuava na Eletronuclear.
A operação envolve 130 policiais federais que cumprem, no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, seis mandados de prisão preventiva, outros três de prisão temporária, nove de condução coercitiva e 26 mandados de busca e apreensão de pessoas envolvidas em irregularidades no processo de licitação de obras da Usina Nuclear de Angra 3, em Angra dos Reis, no litoral sul fluminense.
Expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, os mandados atingem seis funcionários da Eletronuclear, que integravam o “núcleo operacional das fraudes”, e tiveram a prisão preventiva decretada, além do ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva. As investigações da PF constataram a existência de um clube de empreiteiras atuava para desviar recursos da Eletronuclear, principalmente os destinados às obras da Usina Nuclear de Angra 3.
A Operação Pripyat apura os crimes de corrupção, peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro, sendo um desdobramento da 16ª fase da Operação Lava Jato, denominada Radioatividade.
A Polícia Federal informará mais detalhes da operação em entrevista coletiva às 10h30, na sede da Polícia Federal, no Rio.
Fonte: Agência Brasil
A prisão do ex-presidente da Eletronuclear ocorre no âmbito da Operação Pripyat, deflagrada no início da manhã de hoje (7). O nome da operação é uma referência à cidade ucraniana onde ocorreu o acidente nuclear de Chernobyl. A ação é executada em conjunto com o Ministério Público Federal e tem como objetivo desarticular organização criminosa que atuava na Eletronuclear.
A operação envolve 130 policiais federais que cumprem, no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, seis mandados de prisão preventiva, outros três de prisão temporária, nove de condução coercitiva e 26 mandados de busca e apreensão de pessoas envolvidas em irregularidades no processo de licitação de obras da Usina Nuclear de Angra 3, em Angra dos Reis, no litoral sul fluminense.
Expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, os mandados atingem seis funcionários da Eletronuclear, que integravam o “núcleo operacional das fraudes”, e tiveram a prisão preventiva decretada, além do ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva. As investigações da PF constataram a existência de um clube de empreiteiras atuava para desviar recursos da Eletronuclear, principalmente os destinados às obras da Usina Nuclear de Angra 3.
A Operação Pripyat apura os crimes de corrupção, peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro, sendo um desdobramento da 16ª fase da Operação Lava Jato, denominada Radioatividade.
A Polícia Federal informará mais detalhes da operação em entrevista coletiva às 10h30, na sede da Polícia Federal, no Rio.
Fonte: Agência Brasil
segunda-feira, 20 de junho de 2016
PF lança aplicativo com procurados da Interpol
A Polícia Federal lançou nesta sexta-feira, 17, o aplicativo CheckPol, que permite a qualquer pessoa consultar a base de procurados internacionais da Interpol. O aplicativo permite a consulta do nome, da foto e de detalhes do crime cometido. A PF é a representante da Interpol Brasil.
As consultas ao aplicativo podem ser feitas por meio de qualquer telefone celular ou tablet, em qualquer lugar do mundo. A Federal é a primeira polícia do mundo dentro do sistema Interpol a lançar um aplicativo dessa natureza.
"A Polícia Federal espera que essa novidade seja mais uma ferramenta na localização dos fugitivos", aponta nota divulgada pela corporação.
Para comunicar a PF sobre a localização do foragido, o usuário pode utilizar o próprio aplicativo. O sigilo da comunicação é garantido. Podem ser utilizados também o endereço de e-mail procurados@dpf.gov.br e o WhatsApp (61) 99262-8532.
Segundo o diretor-executivo da Polícia Federal, Rogério Galloro, "a participação da sociedade na busca por criminosos internacionais é fundamental e ajuda a Polícia Federal na localização e prisão dessas pessoas. O CheckPol é mais uma ferramenta que contribui na busca por um mundo mais seguro".
O CheckPol já está disponível na loja virtual Google Play e em breve também poderá ser baixado na Apple Store em português, inglês, francês e espanhol.
Fonte: Estadão Conteúdo
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